domingo, 21 de junho de 2009

Brasil ganha novos cursos de mestrado e doutorado


O Ministério da Educação reconheceu 266 novos cursos de mestrado e doutorado em todas as regiões do país: Norte, 14; Nordeste, 66; Sudeste, 116; Sul, 54; e Centro-Oeste, 16. Foram contempladas nove áreas do conhecimento: ciências agrárias, ciências biológicas, ciências da saúde, ciências exatas e da terra, ciências humanas, ciências sociais aplicadas, engenharias, linguística, letras e artes e multidisciplinar.O Diário Oficial da União publicou duas portarias do MEC reconhecendo os cursos aprovados com conceitos entre 3 e 5 pelo Conselho Técnico Científico da Educação Superior (CTC-ES), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).Para que um curso ganhe reconhecimento do governo, ele passa por três etapas. Primeiro, os mestrados e doutorados devem passar por avaliação do CTC-ES, sendo considerados cursos recomendados pela Capes. Depois, pela avaliação e aprovação do Conselho Nacional de Educação e só após a publicação do ato do ministro da Educação, os cursos são definidos como reconhecidos.Para ser recomendados, os cursos são submetidos à Avaliação das Propostas de Cursos Novos de Pós-graduação, parte do rito estabelecido para a admissão de novos programas e cursos ao Sistema Nacional de Pós-graduação (SNPG). Ao avaliar as propostas de cursos novos, a Capes verifica a qualidade de tais propostas e se elas atendem ao padrão de qualidade requerido pelo nível de formação e encaminha os resultados desse processo para, nos termos da legislação vigente, fundamentar a deliberação do Conselho Nacional de Educação sobre o reconhecimento de tais cursos e sua incorporação ao SNPG.

MEC/Tribuna de Petrópolis

La sfida del quorum



Corriere della Sera

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Italianos votam em referendo sobre mudanças eleitorais

Neste domingo e na segunda-feira, cerca de 47 millhões de italianos estão convocados a comparecerem às urnas para votarem em um referendo sobre mudanças em duas leis sobre as eleições legislativas do país. Durante a semana, o premier Silvio Berlusconi afirmou que votará pelo fim das coalizões para o pleito legislativo. "Acredito que, se há um referendo, é importante dar uma resposta. Eu não faço campanha eleitoral sobre este referendo, mas votarei pelo sim", assegurou o chefe de governo em entrevista concedida ao canal de TV Teleuniverso. Por sua vez, o secretário nacional do Partido Refundação Comunista (PRC), de oposição, pediu aos italianos, que "não votem no referendo sobre a lei eleitoral". Segundo ele, caso as mudanças na lei sejam aprovadas seria o equivalente a entregar "o país a Berlusconi nos próximos 20 anos".


Para que o pleito seja validado é necessário que mais de 50% dos cidadãos compareçam às urnas. Caso o "não" vença, a mesma consulta não poderá ser realizada dentro de um prazo de cinco anos. Por outro lado, se as mudanças propostas forem aprovadas, serão proibidas as coalizões partidárias criadas somente para a disputa eleitoral e dissolvidas logo em seguida. No referendo, os italianos ainda poderão escolher pelo bipartidarismo para as eleições legislativas. Também terão a possibilidade de proibir que uma mesma pessoa se candidate ao Parlamento por diversas regiões ao mesmo tempo, o que é chamado de "candidatura múltipla". O pleito de domingo e segunda-feira será o último deste ano no país. Duas semanas antes, os italianos votaram nos candidatos ao Parlamento Europeu. O partido de Berlusconi, o Povo da Liberdade, saiu vitorioso, conquistando o direito a 29 das 72 cadeiras. Na mesma data, foram realizadas as eleições para renovar o Executivo e o Legislativo dos municípios e províncias italianos. O resultado das urnas também foi favorável aos governistas, que conquistaram a vitória em 26 províncias. Antes, administravam apenas 12.

Ansa

Massolini da Fibra - Brasil fala sobre o Mestre Rovílio


Of. 12B/09
Aos amigos
- Associação dos Difusores do TALIAN/ASSODITA
- Federação das Associações Ítalo Brasileira RS
- Taliani e Italiani

Serafina Corrêa, 14 de junho de 2009.

Retorno de Porto Alegre onde participei do velório e enterro do Frei Rovílio Costa. Logo escrevo que fiz estes 230 quilômetros de distância entre aquela cidade e Serafina Corrêa, descontraído, alegre, parlando in TALIAN (veneto brasileiro) e dando entrevistas sobre o ocorrido à Rádio Comunidade de Veranópolis e Rádio Odisséia de Serafina Corrêa. Associando os fatos, estou muito feliz no que presenciei nestes atos de despedidas.

Frei Rovílio estava doente a muitos anos e na sua irreverência enfrentava desafios. Nos prazeres do trabalho e do bem servir buscava forças para a superação física.

Lamento profundamente tê-lo conhecido apenas em 1988, antes sabia apenas de suas obras literárias.

“ROVÍLIO ERA UM HOMEM E UM RELIGIOSO ALÉM DO SEU TEMPO”.
Como homem era um sábio. Era reconhecido com um intelectual por autoridades civis e políticas, membro da Academia Rio - Grandense de letras recebeu título de cidadão de Porto Alegre, como reconhecimento foi Patrono 51ª Feira do Livro de Porto Alegre a maior da América Latina. Reconhecido como Mérito TALIAN, Mérito Imigração Italiana e em 1991 recebeu o título de Cavaliere Della Repubblica Italiana, entre dezenas de outras homenagens. Rovílio “O FRADE DAS LETRAS E DOS LIVROS”, Licenciado em Filosofia e Pedagogia, Mestre em Educação e Livre Docente em Antropologia Cultura, era pesquisador historiador, escritor e editor multiétnico em especial da Alemã, Polonesa, Judaica, Negra e principalmente da Italiana. Como ninguém, junto com outros autores, em especial com Arlindo Batistel, garimpou e resgatou a História da Imigração Italiana no Sul do Brasil (20 livros). Com diversos autores, a grande maioria orientada por ele, editou aproximadamente 2.000 livros. Defensor incontestável dos dialetos da imigração italiana e em especial do TALIAN (Vêneto Brasileiro), constituído pela mescla destes dialetos. Com Luis De Boni, Darcy Loss Luzzatto, Julio Posenatto, Honório Tonial, Silvino Santin, Mário Gardelin entre outros seguidores, a qual me incluo e me orgulho por ter sido coordenador do grupo, unificamos a escrita desta língua. Com centenas de publicações hoje constituímos o TALIAN que é a última língua neolatina. Graças também aos trabalhos do Rovílio, o TALIAN está sendo inventariado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), através da Universidade de Caxias do Sul, FIBRA e Instituto Veneto e logo será reconhecida como Língua de Patrimônio Cultural do Brasil.

Como religioso, um exímio, dedicado e competente ser humano. Suas ações extrapolavam a Ordem dos Freis Capuchinhos. Franciscano devoto, eventualmente quebrava normas e tabus que iam ao encontro das expectativas, necessidades e satisfazia os cristãos e não cristãos que o procuravam. Sempre fui convicto que Rovílio era um religioso “moderno” e que tão devoto a Virgem Maria seus atos faziam acreditar que Deus era mais compreensivo, conciliador e quisá tudo perdoava. “COMO RELIGIOSO ROVÍLIO SABIA O QUE ERA IMPORTANTE”. Talvez por isso atraia tantos jovens que queriam ouvi-lo na igreja de sua paróquia. Rovílio por muitos anos em suas peregrinações levou este Deus ao submundo dos cárceres e esperança aos porões dos presídios. Na sua benevolência, como poucos se propõem, visitava enfermos em suas casas. Rovílio era um religioso ímpar. Certa vez, dentro do meu carro enquanto fazíamos um curto trajeto aconselhou-me e me confessou. Mais tarde relatou que frequentemente confessava e pessoas desesperadas por telefone. Na sua irreverência e repito por saber o que era importante, Rovílio unia casais em benção das alianças. Enfim, na sua simplicidade e generosidade compartilhava ações com rabinos e pastores.

Rovílio parte prematuramente, com 74 anos e pobre como um Franciscano. Após auxiliar no descarregamento de vinho Frei Fabiano, que vendia para auxiliar na manutenção do Convento dos Capuchinhos da cidade Vila Flores, sentiu-se mal e se recolheu. Logo após, a 09:30 horas foi encontrado no chão do seu quarto antes que chegasse ao leito. Como dizem, morte súbita - morte boa e com diagnóstico de infarto de miocárdio. Sem alardes, não é que o espirituoso, escolheu um sábado, justo no dia 13 de junho o Dia de Santo Antônio de Pádova. Naquela manhã Rovílio receberia o amigo Antônio Alberti da FIBRA e depois iria visitar doentes. No bolso da calça foram encontrados água benta, etc.

Centenas de pessoas foram ao velório no Convento dos Capuchinhos de Porto Alegre e próximo dali, na Igreja de Santo Antônio – Partenon, a missa e as últimas homenagens. Participaram desta missa 2.000 pessoas, de ilustres personalidades a gente humilde e pobre. Estou feliz, porque vi e ouvi lindas manifestações e testemunhos. Pelo tempo restrito, poucos puderam falar de tantos que queriam se pronunciar. Vi choro estampado no rosto, não apenas dos familiares e amigos mais próximos como eu, mas do carteiro, dos freqüentadores do asilo dos pobres, de jovens e idosos que se faziam acompanhar para poderem chegar ao caixão e tocar nas mãos ou na face de Rovílio.

A missa foi acompanhada por dezenas de padres e capuchinhos e foi celebrada pelo Arcebispo metropolitano Dom Dadeus Grings, Arcebispo emérito de Juiz de Fora - Dom Clóvis Freiner e o Bispo emérito de Uruguaiana - Dom Domingos Salvador.

Todos estavam lá, jornalistas, repórteres, fotógrafos, rádio e televisão. Cada um, ao seu jeito, registrava a solene despedida.

Estou feliz porque o reconhecimento do povo presente se manifestou em aplausos, interrompendo por vezes até a própria missa. Após a fala do Provincial da Ordem dos Capuchinhos as palmas pareciam que não tinham mais fim, ecoavam certamente com tom de agradecimento.

Neste momento em que escrevo cai-me lágrimas pela dor da perda, mas também pela felicidade do que presenciei.

Ao terminar a missa, grande foi o fluxo daqueles que queriam tocar o Frei como ato de despedida. O choro e a emoção tomaram conta de todos. Lá beijei suas mãos e o rosto, por mim, por minha familia que estava viajando e por todos que não puderam estar presentes. Coloquei no seu peito uma flor chamada “STELA ALPINA” que recolhi no monte Pasúbio – Itália como forma de unir todo o seu trabalho.

Quando do fechamento do caixão outra grande homenagem; os presentes cantavam Mèrica, Mèrica, Mèrica, cosa sara questa Mèrica... Dala Itàlia noi siamo partiti... Ala Mèrica noi siamo arivati... . Havia com certeza o canto de dor e de orgulho.

O féretro retornou ao Convento dos Capuchinhos e naquele trajeto dezenas de pessoas se revezaram pegando a alça do caixão, enquanto se ouviam cantos religiosos.

Rovílio foi enterrado no cemitério dos Capuchinhos, sob orações, cantos religiosos e a música Santa Lucia. Seu sepulcro esta voltado para o sol nascente e muito próximo ao museu dos Capuchinhos onde há algumas semanas atrás encaminhou 1.800 livros. Estou quase convicto que este local será de peregrinação.

Finalizo com a pergunta que fiz a Júlio Posenatto: E agora, quem substituirá Frei Rovílio Costa?. Espero que todos tenham a mesma sapiência dele que respondeu: todos nós. Cada um tem que potencializar seu esforço. Todos nós somos responsáveis.

Meditem e continuem a rezar como forma de agradecimento. Já disse: “Rovílio está no céu”.

Un gran strucon.

Dr.Paulo Massolini
Presidente


Fibra-RS
Colaboração Mirna Lanius Borella Bravo

Berlusconi é alvo de nova denúncia de pagar para mulheres irem a festas

Barbara Monterreale, que diz ter recebido dinheiro para ir a festa do premiê da Itália, Silvio Berlusconi. (Foto: Reprodução)

A imprensa italiana publicou neste sábado (20) um novo relato de uma jovem que disse ter cobrado para participar de festas do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.Segundo os jornais, Barbara Monterreale, de 23 anos, que foi interrogada pela Procuradoria de Bari, confessou ter recebido dinheiro para frequentar as festas do premiê italiano.

Berlusconi negou todas as denúncias e denunciou um complô da imprensa.O caso foi descoberto graças a conversas telefônicas do empresário Giampaolo Tarantini interceptadas pela polícia, que investigava supostas concessões ilícitas a sua empresa, a Technohospital, em troca de subornos. Desde então, Tarantini passou a ser investigado também por ser supostamente o responsável por recrutar jovens para as festas de Berlusconi. A procuradoria quer saber se o caso configura facilitação de prostituição.Quatro jovens já tinham admitido esta semana que receberam para frequentar as reuniões particulares do governante italiano. Uma delas é Patrizia D'Addario, que afirmou ter recebid mil euros para ir a uma festa de Berlusconi e manter relações sexuais com o primeiro-ministro.

Barbara Monterreale, que disse ser amiga de D'Addario, afirmou que na festa em Palazzo Grazzioli, a residência em Roma de Berlusconi, "todos sabiam" que sua colega era uma "escort" (acompanhante) e que passou a noite com o premiê. "Ela me contou no dia seguinte que tinha mantido relações sexuais com o primeiro-ministro e que não tinha cobrado, porque queria mesmo que ele a ajudasse a construir uma casa", afirmou. Monterreale também afirmou que não manteve relações sexuais com Berlusconi e disse que D'Addario resolveu contar à imprensa seu relacionamento com o premiê por vingança. "Patrizia pensava em se vingar desde o Natal. Ela me disse que faria isso porque Berlusconi não quis ajudá-la", afirmou.

EFE/Globo on line

A volte le mummie


La Gazzetta dello Sport


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Kaká e Robinho tentam se manter invictos contra a Itália



Globo Esporte

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XIV Festa do Imigrante


XIV Festa do Imigrante
será realizada nos dias 21 e 28 de junho de 2009

Tradicional festa reunirá em dois domingos mais de 30 nacionalidades de imigrantes.

O Memorial do Imigrante, da Secretaria de Estado da Cultura, realiza, nos dias 21 e 28 de junho, a XIV Festa do Imigrante. O tradicional evento tem por objetivo divulgar as manifestações culturais dos povos imigrantes que chegaram a São Paulo a partir do fim do século XIX e ajudaram a construir a megalópole paulista e o estado de São Paulo.Realizada nas dependências do Memorial do Imigrante, a festa resgata um pouco da história dos mais de 2,5 milhões de imigrantes que passaram pelo prédio da hospedaria.Além das exposições permanentes e itinerantes, o visitante terá a oportunidade de conhecer e até voltar às origens com as apresentações de danças e músicas folclóricas e apreciar comidas típicas nas mais de 25 barracas montadas ao longo do Memorial.

Para quem preferir levar para casa uma lembrança da terra de origem, também haverá Feira de Artesanato trazida pelas próprias comunidades de imigrantes. Ao todo, serão mais de 30 nacionalidades e etnias participantes.Entre as várias apresentações, estarão no palco, montado no jardim do Memorial, grupos de imigrantes e descendentes búlgaros, portugueses, lituanos, russos, japoneses, italianos, irlandeses, libaneses, indianos, chineses, espanhóis, africanos e ucranianos, entre outros.Já entre as especiarias culinárias a serem apreciadas estão: o strudel doce ou salgado e beigli, da Hungria; o sambusa (pastel folhado a quatro queijos) e quiche de alho poró, de Israel; a Chopska salada (porção) e Bamitza (torta salgada), da Bulgária; o alemão Eissbein dianteiro (joelho de porco) servido com molho páprica e a cuca salgada de ricota e salame; e também a Carapulcra (batata desidratada temperada com frango) prato muito apreciado no Peru.A XIV Festa do Imigrante possibilita ao visitante o contato direto com essas diferentes manifestações que compõem o universo cultural e gastronômico da cidade e do estado paulista.


XIV Festa do Imigrante

Programação, veja em notícias no site.
Dias: 21/06 e 28/06, domingos, das 10h às 17h.
Apresentações de danças folclóricas, barracas com comidas típicas e Feira de Artesanato.


Memorial do Imigrante
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316, Mooca, perto do Metrô Bresser.Tel.: (11) 2692.1866
www.memorialdoimigrante.org.br

sábado, 20 de junho de 2009

L'ira del premier



La Repubblica

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Após fiasco, jornal italiano crava: 'Múmia somos nós'


Mesmo após a vitória por 3 a 1 sobre os EUA, na estréia na Copa das Confederações, o técnico Marcello Lippi foi cobrado a fazer uma renovação na seleção italiana. Segundo a imprensa do país, os dois gols do jovem Rossi, naquela partida, eram prova de que há jogadores novos e com potencial para vestir a camisa da Azzurra.

Com a derrota para o Egito, os jornalistas voltaram a criticar a média de idade de 28,5 anos da Itália - a maior da Copa das Confederações. A manchete de capa do jornal Gazzetta dello Sport fez um trocadilho com os egípcios e com a idade dos italianos e estampou "A múmia somos nós". Mas para o goleiro Buffon, de 31, há sim um processo de mudança em curso. - Temos aqui 12 jogadores campeões do mundo, significa que os outros 11 estão tendo oportunidade para se firmar. Para Lippi, esta competição também é uma oportunidade de fazer alguns testes. Contra o Egito jogaram Rossi, Quagliarella, Pepe, que não estavam na Copa do Mundo. Mas minha experiência pessoal mostra que isso tem que ser feito com calma. Eu mesmo fiquei muito tempo na reserva antes de ter uma sequência. Jogar na seleção é muita pressão, é preciso ter personalidade para suportá-la - analisou o goleiro, que já fez 94 partidas pela Itália.

Na avaliação de Buffon, o desempenho irregular do time na Copa das Confederações tem muito mais a ver com problemas físicos do que com a idade do time. Mas para exemplificar seu argumento, o goleiro citou lesões de Cannavaro e Gattuso, dois dos 11 italianos que já passaram da barreira dos 30 anos. - Cannavaro estava parado há um mês, Gattuso também voltou de lesão recentemente e muitos estão cansados com o fim de temporada. Para nosso estilo de jogo funcionar, é preciso que estejamos 100% fisicamente. Se você pegar os times mais competitivos, mais vencedores, verá que todos estavam em plenas condições físicas para alcançar os resultados - afirmou.

Globo Esporte

Brasil e Itália se enfrentam em aniversário do título de 1970

Pretória (África do Sul), 20 jun (EFE).- A partida entre Brasil e Itália deste domingo, pela Copa das Confederações, coincidirá com o aniversário de 39 anos da final do Mundial do México, no dia 21 de junho de 1970, que terminou com a vitória de 4 a 1 da seleção comandada por Zagallo.Considerada uma das maiores finais da história das Copas do Mundo, a partida no estádio Azteca consagrou de vez a seleção comandada por Pelé, Rivelino e Tostão, que goleou os italianos depois de largar em desvantagem no placar.

Caxias do Sul

Réplica de Caxias do Sul antiga e vista aérea da cidade gaúcha (Folha on line)

A história de Caxias do Sul, começa antes dos italianos, ainda quando a região era percorrida por tropeiros e ocupada por índios, chamada "Campo dos Bugres". A ocupação por imigrantes italianos, em sua maioria camponeses da região do Vêneto ( Itália ), deu-se a partir de 1875, localizando-se em Nova Milano. Estes por sua vez, buscavam um lugar melhor para viver, no entanto, encontraram lombrados, trentinos e outros. Embora tivessem ganho auxílio do governo, ferramentas, alimentação e sementes, esse mesmo auxílio teve que ser reembolsado aos cofres públicos. Dois anos após, a sede da colônia do Campo dos Bugres recebeu a denominação de Colônia de Caxias. No dia 20 de junho de 1890 foi então criado o Município, e a 24 de agosto do mesmo ano, foi efetivada a sua instalação. Vários ciclos econômicos marcaram a evolução do Município ao longo deste século. O primeiro deles está ligado ao traço mais forte da sua identidade: O Cultivo da Videira e a Produção de Vinho. Num primeiro momento, para consumo próprio, e mais adiante para comercialização. No dia 1º de junho de 1910, Caxias foi elevada a categoria de cidade e, neste mesmo dia chegava o primeiro trem, ligando a região à Capital do Estado. Os Imigrantes eram agricultores porém, muitos deles possuíam outras profissões. Instalaram-se na região, urbanizando-a e dando início a um acelerado processo industrial. Na zona rural instala-se a agricultura de subsistência que se concentra na produção de uva, trigo e milho, começando a industrialização em nível doméstico. Todo o excedente era comercializado. No início, a uva e o trigo. Com o correr do tempo, a diversificação da indústria caseira para, juntamente com o processo humano da colônia, a ampliação do leque de manufaturados. Das pequenas oficinas caseiras, as grandes indústrias hoje, internacionalmente conhecidas. Em 1976, é criada a Universidade de Caxias do Sul, núcleo da cultura sistematizada.

Junto com os imigrantes, outras etnias partilharam desse caminho. Aconteceram a miscigenação e a aculturação. Cantos e linguagem, hábitos e tradições se aproximaram. Ao lado do lastro cultural itálico, convive a bela tradição gaúcha. O churrasco e o vinho, a polenta, o galeto, as macarronadas, ao som de belas letras trazidas da longínqua Itália e de outras já produzidas na terra de cá dão matizes, sonorização e sabores especiais à culinária típica desta Metrópole. É a fartura do Sul aliada ao sabor especial do tempero italiano.É, através da Uva e do Vinho, que Caxias se notabilizou, sendo o berço do turismo do Estado quando, em 1931, lançava a maior festa do sul: a Festa da Uva. Vinhos, uvas, frio e neve, aliados ao clima europeu destas montanhas, com muita gente bonita, comida farta, hospitalidade e muitos atrativos reiteram o convite: Venha e comprove. Tome conosco um gostoso vinho e se delicie com as mais saborosas uvas. Fonte:Boletins Memória e Boletins Ocorrência organizados e publicados pelo Museu Municipal e Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.As imagens fotográficas e documentos aqui utilizados pertencem ao acervo do Arquivo Histórico Municipal.