quarta-feira, 26 de agosto de 2009

La Pietá


A Pietá de Michelangelo é a perfeita visão de anatomia humana modelada pelas mãos de nosso grandioso artista aos 23 anos de idade.


A virgem Maria segura o filho Jesus morto nos braços, uma cena trágica, porém inspirou Michelangelo em mais uma de suas importantes criações conhecida como "A Pietá de São Pedro" ou simplesmente a "Pietá de Michelangelo."

A Pietá foi esculpida no melhor mármore do mundo, o mármore de Carrara. A polidez do mármore realça a beleza, a doçura e a jovialidade da virgem. Nenhum detalhe nesta obra fica inacabado, ela foi totalmente polida e finalizada.

O contrato da Pietá foi firmado em 26 de agosto de 1498, e a encomenda foi feita por Jean Bilhères de Lagraulas, cardeal francês no papado de Alexandre VI. Lagraulas pretendia colocar a escultura de mármore em seu memorial.

Dentro de um ano, em 1499 a Pietá foi concluída. O contrato foi cumprido fielmente em todas as suas cláusulas no que diz respeito ao prazo, perfeição e beleza da escultura.

O cardeal Lagraulas faleceu antes de ver a sua encomenda finalizada, mas, de acordo com sua vontade a escultura inicialmente foi colocada na capela dedicada a nação francesa no Vaticano(Santa Petrolina). Em 1749 a imagem foi transferida para a capela de Nossa Senhora das Febres(velha sacristia de São Pedro). Hoje se encontra na Basílica de São Pedro no Vaticano, no lado direito de quem entra na igreja.

Em 1972, aconteceu algo inusitado que nos separou de apreciar de perto a bela Pietá. Um louco entrou na igreja de São Pedro e golpeou com um martelo a cabeça da virgem, atingindo de cheio o olho esquerdo e a ponta do nariz da belíssima escultura. Por causa deste ato de Vandalismo, foi colocada uma redoma de vidro inquebrável para proteger a escultura de Michelangelo. A perfeição da Pietá encantou e ainda encanta os visitantes e inquieta os artistas.

Michelangelo compôs a imagem de Jesus dentro da limitação do corpo da virgem, de modo que este coubesse no manto e assim nos dá a idéia da ligação entre mãe e filho.

"Giorgio Vasari"(pintor e arquiteto italiano conhecido por suas biografias de artistas italianos), registrou: "É de maravilhar que, a mão do artifício, pudera divina e propriamente fazer em pouquíssimo tempo algo tão admirável."

Penso que devido a tamanha beleza e perfeição, Michelangelo autenticou a sua Pietá o que não fez com as outras obras.

STF marca julgamento do ex-ativista Cesare Battisti para o dia 9 de setembro

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou o julgamento do pedido de extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti para o dia 9 de setembro, uma quarta-feira. Condenado à prisão perpétua na Itália por suposto envolvimento com quatro assassinatos cometidos entre 1978 e 1979, ele se encontra preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, desde março de 2007. Em janeiro, Battisti recebeu refúgio político do governo brasileiro. No entanto, enquanto o STF não julgar o pedido de extradição, ele não poderá deixar a cadeia. Cabe ao Supremo analisar se a concessão do refúgio a Battisti anula ou não o processo de extradição, no qual a Itália pede que o ex-ativista seja extraditado para aquele país.

Apesar de sempre ter negado os crimes pelos quais foi condenado, Battisti é apontado como um dos chefes da organização de extrema esquerda “Proletários Armados pelo Comunismo."

Incidente diplomático
A concessão do refúgio ao ex-ativista gerou um incidente diplomático entre Brasil e Itália, que reagiu com indignação a decisão anunciada em janeiro pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, e tenta por meio de recursos reverter o refúgio. Em maio, Tarso Genro disse durante audiência pública na Câmara que não crê em uma mudança na jurisprudência do STF. “Seria perturbador se o Supremo mudasse a jurisprudência no caso Battisti para atender à demanda de um país [a Itália] que não respeita as instituições do Brasil, tendo o STF sempre tendo referendado outras decisões de refúgio. Quero crer que isso não vai acontecer”, disse o ministro, na ocasião. Desde a concessão do refúgio, a Procuradoria-Geral da República já enviou alguns pareceres ao STF referentes ao caso Battisti. Um deles recomenda a extinção do processo em que a Itália pede a extradição e, outro, orienta que Battisti permaneça preso até que seja concluído o processo de extradição. No último parecer, o então procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza sugeriu o arquivamento do mandado de segurança em que a Itália pede a anulação do refúgio concedido ao ex-ativista. Em plenário, os ministros do Supremo deverão julgar o pedido de revogação da prisão preventiva do italiano, a constitucionalidade da lei do refúgio – que coloca o Poder Executivo como a última instância para conceder refúgio político –, e as solicitações do governo da Itália, que pede a revogação do refúgio e a extradição de Battisti.




G1

La vendemmia parte primama l'uva sta meglio del vino

Un anno senza parassiti e con poche grandinate. Pessimismo sulle quotazioni delle bottiglie

Torino ,La Stampa.it - L’orso che a Wall Street è il simbolo dei mercati stanchi e in letargo, si sta aggirando anche tra i settecentomila ettari di vigne italiane, dal Trentino alla Puglia, dal Piemonte alla Sicilia. La vendemmia è iniziata a tutte le latitudini con una forte preoccupazione: a che prezzi andranno le uve? Terranno le quotazioni oppure vincerà la speculazione al ribasso il cui tam tam percorre già tutta la Penisola? Voci di cantine ancora piene del vino della scorsa annata e di difficoltà finanziarie si rincorrono confermate da quotazioni mormorate di vini ceduti all’ingrosso attorno a poche decine di centesimi a litro.Naturalmente la mappa dei vitigni tiene già conto delle «gabbie varietali» ampiamente diffuse in viticoltura con forti differenze tra uve di territori, origini e immagine diverse. «I segnali dal mercato non sono confortanti, ma non bisogna neppure esagerare con il pessimismo, le scelte di qualità e i consumi tengono anche se ovviamente tutti stanno molto più attenti ai prezzi. Se le locomotive non deragliano anche i vagoni viaggiano» commenta Giuseppe Martelli dal suo doppio osservatorio privilegiato di presidente del Comitato nazionale delle denominazioni di origine e di direttore dell’Assoenologi. Martelli sta elaborando le rilevazioni che gli arrivano dalle sezioni regionali degli enologi per tracciare la consueta mappa delle previsioni della vendemmia. La raccolta anche quest’anno si presenta anticipata almeno di una decina di giorni, senza però arrivare al torrido ricordo del 2003. In generale le uve sono sane, hanno subito pochi attacchi di parassiti e anche la grandine è stata finora clemente. Si è già cominciato con quelle ad acino bianco: chardonnay, pinot, vermentino, moscati per spumanti. Il dato comune è la buona qualità dei grappoli e la discreta quantità che dovrebbe confermare una produzione nazionale attorno ai 45-46 milioni di ettolitri di vino. Ma quest’anno il tema non è la consueta sfida con la Francia per il primato di nazione maggiore produttrice al mondo.L’attenzione è tutta spostata sui prezzi e sugli equilibri di mercato. Oggi a Isola d’Asti si riunirà la commissione paritetica che dovrà stabilire il prezzo delle uve moscato, principale esempio italiano di filiera governata. Al tavolo i rappresentanti delle Case spumantiere dell’«Asti» (75 milioni di bottiglie per l’80% esportate) e dei produttori di uva (poco meno di un milione di quintali). Grandi cifre destinate a far da termometro all’intero comparto vitivinicolo piemontese. Il prezzo dell’anno scorso fu di 9,95 euro a miria (la tradizionale misura di dieci chili), poco sotto il muro di un euro al chilo d’uva. L’assessore regionale Mino Taricco tenterà una mediazione tra la proposta industriale di limare di almeno un dieci per cento il costo della materia prima e la risposta negativa di Giovanni Satragno, presidente dell’Associazione dei vignaioli: «Il mondo agricolo in tutti questi anni ha già ampiamente fatto la sua parte, nella filiera produttiva non è giusto scaricare le difficoltà sul primo anello della catena che si spacca la schiena nelle vigne». Il rischio del libero mercato, sempre in Piemonte, sta spingendo le uve barbera a prezzi molto compressi: solo per le partite migliori si supereranno l’1,5/2 euro al chilo. Per il resto si naviga a vista e c’è chi vorrebbe far ricomparire lo spettro della distillazione. Per i nebbioli le uve madre dei grandi rossi dal Barolo al Barbaresco le quotazioni di 4 euro e oltre al chilo d’uva non saranno facili da difendere.«L’export è in frenata soprattutto per i vini d’alta gamma. Nel primo trimestre del 2009 è calato del 9% in valore, considerando che aveva raggiunto i 3,5 miliardi di euro» annota ancora Martelli che ricorda come l’intero comparto valga un fatturato di oltre 13 miliardi di euro ai quali aggiungere il dinamico e tecnologico indotto dell’enomeccanica.Anche in Franciacorta la raccolta prosegue con un occhio al mercato. Maurizio Zanella, patron della «Ca’ del Bosco» e neo presidente del Consorzio ha spinto e ottenuto una riduzione delle rese da 100 a 95 quintali ad ettaro per evitare sovrapproduzioni. Dal Trentino e dalla Toscana stanno partendo mail ottimistiche a firma dei maggiori produttori per contrastare il pessimismo dei numeri. Diego Planeta della siciliana cantina Settesoli affida al sito «Winenews» il grido d’allarme dei prezzi che potrebbero scivolare ancora verso il basso soprattutto per le produzioni massificate in mano alle grandi cooperative. «E la campagna anti alcol che non distingue il vino dai superalcolici da sballo non ci aiuta».«Il nostro è un settore vitale per l’economia e non si può prenderlo a schiaffi così» è il leit motiv tra i produttori. «Tra l’altro svolgiamo un ruolo importante anche a livello ambientale - aggiunge Mariano Murro, enologo delle cantine Argiolas, tra le più blasonate della Sardegna - se le vigne rendono ne beneficia tutto il territorio».


Sergio Miravalle

Ale'Italia !


Há 3 anos atrás. o saudoso , Alexandre Larena fundou o Gruppo Ale'Italia de Genealogia cujo objetivo principal era intercambiar conhecimentos sobre genealogia ítalo-brasileira e os mais diversos assuntos.
Somos um grupo com poucos participantes porém todos com o lema : "Um por todos e todos por um!" tentando ajudar a quem precisa resgatar seu histórico familiar. Não queremos ser os melhores,ou os maiores em quantidade de participantes, nem os que mais sabem porém desejamos continuar levando a quem nos procura, a esperança de conseguirmos alguma informação sobre seus familiares italianos.

Caso possamos lhe ajudar a conhecer um pouco mais sobre sua ancestralidade e esteja interessado , nosso endereço é:







Agradecemos públicamente nestes 3 anos de existência do Gruppo Ale'Italia a colaboração e apoio de todos nossos listeiros e amigos.

Leila Ossola
Proprietária e moderadora
Gruppo Ale'Italia e do Blog do Ale'Italia

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Compie 400 anni il primo telescopio di Galileo Galilei

Il 25 agosto del 1609 lo scienziato ne dimostrò il funzionamento

ROMA Oggi si festeggiano i 400 anni della costruzione del primo telescopio. Il 25 agosto del 1609 Galileo Galilei dimostrò infatti al governo veneziano il funzionamento del suo strumento. Come ricorda il quotidiano britannico The Guardian, non è possibile parlare di invenzione in senso stretto dato che il modello di Galileo rappresentava un (notevole) perfezionamento di quanto era già stato ottenuto dagli studiosi olandesi, ma ad assicurare l’immortalità allo scienziato pisano fu l’interpretazione scientifica di ciò che vide esplorando i cieli. In particolare, Galileo scoprì quattro satelliti gioviani (ribattezzati «medicei», forse con la speranza di un ritorno nel Granducato, effettivamente avvenuto l’anno successivo) ma soprattutto fu in grado di confermare sperimentalmente la predizione copernicana delle fasi di Venere, che sarebbero state impossibili se sia il pianeta che il Sole avessero ruotato attorno alla Terra, come prevedeva il sistema tolemaico.

Lotteria abbinata a mostra ceramica di Castellamonte

L'Associazione Turistica Pro Loco di Castellamonte promuove una lotteria abbinata alla 49/a Mostra della Ceramica. I biglietti saranno reperibili negli uffici comunali, la Pro Loco e il punto mostra di palazzo Botton. Il regolamento è consultabile presso il sito comunale www.castellamonte.comune.to.it. L'estrazione finale e la proclamazione dei vincitori avranno luogo lunedi' 5 ottobre, alle 12, nella Sala Consiliare Palazzo Antonelli.
Ansa

Cerimonia celebrativa delle Dolomiti


Le Dolomiti e le Eolie sono affiancate nella World Heritage List: a conferma dell'inscindibilita' del nostro patrimonio nazionale, del patrimonio di storia e di bellezza che fa grande la nostra Italia". Lo ha detto il capo dello stato Giorgio Napolitano partecipando ad Auronzo di Cadore alla cerimonia celebrativa delle Dolomiti dichiarate patrimonio mondiale dell'umanita' dall'Unesco.

"Le Dolomiti e le Eolie sono affiancate nella World Heritage List: a conferma dell'inscindibilita' del nostro patrimonio nazionale, del patrimonio di storia e di bellezza che fa grande la nostra Italia". Lo ha detto il capo dello stato Giorgio Napolitano partecipando ad Auronzo di Cadore alla cerimonia celebrativa delle Dolomiti dichiarate patrimonio mondiale dell'umanita' dall'Unesco. "Di questa straordinaria ricchezza dobbiamo condividere l'orgoglio e la responsabilita'". "Abbiamo di fronte al mondo la responsabilita' di salvaguardare questo grande patrimonio comune. E d'altronde a cio' ci richiama l'articolo 9 della nostra Costituzione, che e' uno dei suoi principi fondamentali: "la Repubblica tutela il paesaggio e il patrimonio storico e artistico della nazione".

Per il capo dello Stato "se si legge la Carta - e bisognerebbe farlo, e tornare a farlo, costantemente - ci si accorge che il soggetto piu' citato e' 'la Repubblica'. E', nel dettato della Costituzione, 'la Repubblica' il soggetto che regge gran parte dei suoi precetti, che riconosce diritti e che tutela beni preziosi per tutti".

Rainews24.it

Napolitano sulle Dolomiti "L'Italia è inscindibile"


Napolitano: "Il patrimonio del Paeseda Nord a Sud è indivisibile"


Auronzo di Cadore(Bellouno), La Repubblica - "L'inscindibilità del nostro patrimonio nazionale dal Nord al Sud, del patrimonio di storia e di bellezza che fa grande la nostra Italia", è stata sottolineata dal presidente della Repubblica Giorgio Napolitano nel discorso in occasione della iscrizione delle Dolomiti nel patrimonio Unesco. Il presidente ha infatti evidenziato come i due luoghi iscritti nel patrimonio naturale Unesco siano le isole Eolie e le Dolomiti.

Veneza pode ter 250 enchentes por ano até final do século

Até o fim deste século, o fenômeno das enchentes na cidade italiana de Veneza pode ocorrer com uma frequência de até 250 vezes por ano, segundo dados do Instituto de Ciências Marinhas do Conselho Nacional de Pesquisas (Ismar-Cnr). As cheias, que acontecem quando o nível do mar supera os 110 centímetros, atualmente se repetem até quatro vezes por ano. A entidade realizou um estudo, conduzido pela pesquisadora Laura Carbognin e publicado no jornal científico Climate Dynamics, que aponta que no ano de 2.100 o fenômeno pode ocorrer de 30 a 250 vezes, devido à elevação do nível do mar e ao rebaixamento da cidade. Estas mudanças, juntas, farão aumentar o nível da água de 25 a 53 centímetros até o fim do século, de acordo com os especialistas. As cheias na cidade são muito comuns, sendo que em dezembro do ano passado, Veneza sofreu com a maior enchente em mais de 20 anos, já que a maré chegou a quase 1,56 metro de altura.


Da Ansa

Avós "faz-tudo" contribuem para a economia doméstica na bota

Os avôs são também um recurso para equilibrar as contas familiares. A sua ajuda como babá e nos afazeres domésticos em geral, gera uma economia anual de cerca € 50 bilhões às famílias italianas. São € 5 bilhões só em se considerando as férias de verão de crianças pequenas esticadas na casa dos avôs, quando os pais têm compromissos de trabalho. É o que informa a Câmara de Comércio de Milão, com base nos dados do Instituto Italiano de Estatísticas 2008 (Istat) e o registro das empresas 2009.Além da preciosa ajuda oferecida pelos avôs às famílias, destes dados emerge uma sociedade em grande transformação. Na Itália, as empresas que prestam serviços de assistência social, residencial e não, são 11.998, com um crescimento de 7,7% entre 2008 e 2009. Nos grandes centros urbanos, entre as famílias com crianças pequenas, aquelas nas quais ambos os pais trabalham, superam abundantemente aquelas nas quais a mãe é dona de casa. Os serviços mais procurados são de babá, assistência domiciliar e colaboração doméstica. Contar com uma rede parental de suporte reduz drasticamente o recurso a tais serviços, assim como ter contatos diários com os avôs; crucial é também a renda à disposição: quando o dinheiro não é suficiente, os avôs são um recurso indispensável.Os avôs em geral desempenham vários papeis: são babás, ajudam na limpeza da casa, lavam e passam roupas, dedicam-se a pequenos trabalhos de costura e também cozinham. A conta dos € 50 bilhões de economia corresponde ao valor que se gastaria com babás para cuidar das crianças. Na Itália, as menores de 14 anos somam 8 milhões.Entre as cidades italianas que mais poupam nesta área estão Roma (€ 2,5 bilhões), Milão (acima de € 1 bilhão), Turim (quase € 900 milhões) e Nápoles (quase € 800 milhões).

Ansa

Luis Alves de Lima e Silva, 1º duque de Caxias


Luis Alves de Lima e Silva, 1º duque de Caxias


* Porto Estrela, Rio de Janeiro 25.08.1803 + Jurapanã, Rio de Janeiro 07.05.1880

Mãe: Mariana Cândida Oliveira Belo * 29.04.1783


Casamentos
Rio de Janeiro 06.01.1833Ana Luisa Carneiro Viana * 30.12.1816
Francisco Nicolau Carneiro Nogueira da Costa e Gama, 1º barão de Santa Mónica
Ana Francisca do Loreto Viana de Lima e Silva * 04.06.1836
Manuel Carneiro da Silva, 1º visconde de Uraraí
Luis Alves de Lima e Silva * 16.12.1847

Títulos, Morgados e Senhorios
Barões de Caxias (1)
Condes de Caxias (1)
Duques de Caxias (1)
Marqueses de Caxias (1)

Cargos e Profissões
Ministros
GeneAllNet

25 de agosto, Dia do Soldado


Sigam-me os que forem brasileiros”
É a célebre frase do Soldado Brasileiro,
Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, na guerra do Paraguai
Marechal de Exército- Luís Alves de Lima e Silva – Duque de Caxias – Patrono do Exército Brasileiro (25 de agosto 1803 – 7 de maio 1880)

“Nasceu na Fazenda de São Paulo, Vila de Porto de Estrela, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Em 22 nov 1808, assentou praça como cadete no 1º Regimento de Infantaria, ingressando, posteriormente, na Academia Real Militar. Tenente, integrou o recém-criado Batalhão do Imperador, como ajudante, com ele recebendo o batismo de fogo, em 3 maio 1823, nas lutas pela independência na Bahia, quando pôde revelar excepcionais qualidades de iniciativa, comando, inteligência e bravura. Com pouco mais de 20 anos, já era capitão e participou, ainda com o Batalhão do Imperador, da Campanha da Cisplatina.Em 2 de dezembro 1839, já Coronel, passou a encarnar a auréola de Pacificador e Símbolo da Nacionalidade, ao ser nomeado Presidente da Província do Maranhão e Comandante-Geral das Forças em Operações, para debelar a “Balaiada”, após o que recebeu o título de Barão de Caxias e a promoção a Brigadeiro. Entrou na História como “O Pacificador” e sufocou muitas rebeliões contra o Império.

Também pacificou São Paulo e Minas Gerais, em 1842, razão por que foi promovido a Marechal-de-Campo graduado.

Em fins de 1842, foi nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército em operações no Rio Grande do Sul, para combater a Revolução Farroupilha, que já durava 8 anos, e ao término da qual foi efetivado como Marechal-de-Campo, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul e distinguido com o título de Conde.

Em 1851, foi novamente nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército do Sul. Desta feita, para lutar contra Oribe, no Uruguai, e, logo a seguir, contra Rosas, na Argentina.

Vitorioso mais uma vez, foi promovido a Tenente-General e elevado à dignidade de Marquês.

Em 16 junho de 1855, foi Ministro da Guerra e, em 1856, Presidente do Conselho de Ministros, ambos pela primeira vez.

Em 10 de outubro de 1866, foi nomeado Comandante-em-Chefe das Forças do Império em operações contra as tropas do ditador Lopez do Paraguai, sendo efetivado no posto de Marechal-de-Exército, assumindo, em 10 de fevereiro de 1867, o Comando-Geral das forças em operações, em substituição ao General Mitre, da Argentina.

Segue-se uma série de retumbantes vitórias, em Itororó, Avaí e Lomas Valentinas, a rendição de Angustura e a entrada em Assunção, quando considerou encerrada a gloriosa Campanha por ele comandada. “Pelos relevantes serviços prestados na Guerra do Paraguai”, o Imperador lhe concedeu, em 23 março de 1869, o título de Duque – o mais alto título de nobreza concedido pelo imperador.

Caxias foi Ministro da Guerra e Presidente do Conselho de Ministros por mais duas vezes; a última de 1875 a 1878.

Faleceu na Fazenda Santa Mônica, nas proximidades do Município de Vassouras – RJ, sendo o seu corpo conduzido para o Rio e enterrado no Cemitério do Catumbi.

Hoje, os restos mortais do Patrono do Exército e os de sua esposa jazem no mausoléu defronte do Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio de Janeiro”.

Para um Grande Exército, um Grande Patrono
“Luís Alves de Lima e Silva – o Duque de Caxias é o insigne Patrono do Exército Brasileiro, que o reverencia na data de seu nascimento – 25 de agosto – “Dia do Soldado”

Caxias pacificou o Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, províncias assoladas, no século passado, por graves rebeliões internas, pelo que recebeu o epíteto de “O Pacificador”.

Comandou Exércitos em três campanhas externas: na mais difícil delas, quando em Lomas Valentinas, no ano de 1868, tomado de justo orgulho, bradou aos seus soldados: “O Deus dos Exércitos está conosco. Eia! Marchemos ao combate, que a vitória é certa, porque o General e amigo que vos guia, ainda, até hoje, não foi vencido!”.

Caxias organizou o Exército Brasileiro, fez-se político, governou províncias e o próprio Brasil, pois foi Presidente do Conselho de Ministros por três vezes.

Não apenas por tudo isso, “O Pacificador” foi o vulto mais exponencial de seu tempo, chamando-lhe os apologistas, de “O Condestável do Império”.

O saudoso e venerando jornalista Barbosa Lima Sobrinho o cognomina de “O Patrono da Anistia” e o povo brasileiro, em espontânea consagração, popularizou o vocábulo “caxias”, com o qual são apelidados os que cumprem, irrestritamente, os seus deveres.

Marechal do Exército, Conselheiro de Estado e da Guerra, Generalíssimo dos Exércitos da Tríplice Aliança, Barão, Conde, Marquês, Duque, Presidente de Províncias, Senador, três vezes Ministro da Guerra, três vezes Presidente do Conselho de Ministros, o “Artífice da Unidade Nacional”, eis Caxias, Patrono do glorioso e invicto Exército Brasileiro!

O inesquecível sociólogo Gilberto Freyre, no reconhecimento das excelsas virtudes do Duque de Caxias, assim se expressou:

“Caxiismo não é conjunto de virtudes apenas militares, mas de virtudes cívicas, comuns a militares e civis. Os “caxias” devem ser tanto paisanos como militares.
O caxiismo deveria ser aprendido tanto nas escolas civis quanto nas militares.

É o Brasil inteiro que precisa dele”…