terça-feira, 3 de novembro de 2009

Il Ministro Frattini al ‘Forum for the Future’ (Marrakech): il dossier Afghanistan al centro del ‘Forum’’

Il dossier Afghanistan al centro del ‘Forum for the Future’, che si apre stasera a Marrakech, in Marocco, alla presenza del Ministro Frattini. Presieduto da Italia e Marocco, il Forum, al quale partecipano i Ministri degli Esteri del G8 ed i rappresentanti del cosiddetto Medio Oriente allargato, sarà l'occasione per un primo confronto sul dossier Afghanistan. Giunto alla sua quarta edizione, il Foro, nato da un'idea dell'ex presidente americano Bush in occasione del G8 2004 di Sea Island, ha l'obiettivo di fornire un sostegno ai processi di riforma democratici, incluse la libertà di espressione e la legalità nella società civile e aiutare, nello stesso tempo, lo sviluppo socio economico dell'area.

All'iniziativa parteciperanno non solo i rappresentanti dei governi, ma anche esponenti della società civile come Ong, centri di ricerca e attivisti nei settori dei diritti umani. Anche per questo l'Italia si è fortemente impegnata per il rilancio del forum che, tra l'altro, rappresenta l'unica piattaforma di dialogo tra i governi che lo compongono e la società civile.

Algumas notícias da Itália hoje


"Tremila euro per Natalì e la droga"l'ultima confessione di Marrazzo
La Repubblica.it

Virus A, morto un altro uomoEcco le regole per i bambini
Corriere della Sera

"Sulle riforme il Pd ha fatto passi indietro"
Rainews24.it

Barrichello é o novo piloto da Williams

O brasileiro Rubens Barrichello e o alemão Nico Hulkenberg serão os pilotos da Williams no Mundial de Fórmula 1 de 2010. Os dois substituirão o também alemão Nico Rosberg, que irá para a Brawn GP, e o japonês Kazuki Nakajima. O anúncio foi feito ontem(2) pela escuderia inglesa. Barrichello, de 37 anos, ficou em terceiro no campeonato deste ano, finalizado no domingo em Abu Dhabi. Ele é o piloto mais velho da categoria e de agora em diante correrá com um dos mais novos -- Hulkenberg tem 22 anos. O alemão ganhou a categoria GP2 Series e é indicado como "protegido" de Michael Schumacher. Este é o segundo anúncio oficial da Williams em poucos dias: o anterior, difundido na quarta-feira, informava da separação com a Toyota, já que a partir de 2010 a escuderia voltará a usar os motores Cosworth, como fez no ano anterior.
Com informações da Ansa

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lançamento do livro “Mil expressões idiomáticas da língua italiana”


Luchino Visconti


Luchino Visconti
* Milano, Milano 02.11.1906
Madre: Carla Erba * 1880

Realizador de cinema italiano do século XX nasceu em Milão em 2 de Novembro de 1906;morreu em Roma em 17 de Março de 1976.

Luchino Visconti di Morone nasceu em 2 de Novembro de 1906 em Milão, «quando a cortina subiu no Scala», como ele próprio dizia. Filho de Giuseppe Visconti, duque de Modrone, e de Carla Erba, herdeira de uma ffortuna feita na indústria química, sendo um dos sete filhos do casamento, que durou até 1924, tendo tido uma infância bastante privilegiada.

Durante sua juventude contactou com importantes intelectuais e artistas, como o maestro Toscanini, o compositor Puccini e o escritor D'Annunzio. Como é natural, interressou-se desde cedo pela música e pelo teatro, mas também pelos cavalos, que se tornaram uma paixão. Tendo feito o seu serviço militar em 1926 na arma de cavalaria, passou a criar cavalos puro-sangue destinados às corridas de cavalos, logo que foi desmobilizado, de 1928 a 1936, não pensando em muito mais do que isso. Quando este interesse começou a esmorecer, e depois de ter realizado uma viagem à Alemanha, foi viver para Paris tornando-se amigo de Coco Chanel. A costureira apresentou-o ao realizador Jean Renoir com quem trabalhou brevemente no filme Une Partie de campagne, realizado em 1936, experiência que fez com que se interessasse seriamente pelo cinema. Nesta época, em que a Frente Popular governou em França, Visconti, que tinha sido um apoiante do fascismo, aderiu ao comunismo.

Em 1937, Visconti passou por Hollywood antes de regressar a Roma. Já Itália participou no filme de Renoir La Tosca, que terminou com o auxilio do assistente do realizador francês, devido ao regresso deste a França com o começo da Segunda Guerra Mundial. A partir de 1940 ligou-se ao grupo do jornal Cinema. Para financiar o seu primeiro filme vendeu algumas jóias da família. Ossessione de 1942, uma adaptação não autorizada do livro de James M. Cain O carteiro toca sempre duas vezes, teve dificuldades com a censura fascista, mas o resultado foi um enorme sucesso em Itála. No fim da Segunda Guerra Mundial Visconti permitiu que seu palácio fosse utilizado como centro de comando secreto por membros da resistência comunista, e participou em acções armadas contra os ocupantes alemães. Estas actividades fizeram com que fosse preso pela Gestapo em 1944, durante um curto período de tempo. Vingou-se do tempo passado na prisão quando filmou a execução do chefe da policia política italiana Pietro Caruso, para o documentário realizado em 1945 - Giorni di gloria.

O partido comunista italiano encarregou-o de produzir uma série de três filmes sobre pescadores, mineiros, e camponeses da Sicília, mas só o La Terra Trema - Episodio del mare foi realizado, em 1948. Este filme, juntamente com Rocco e i suoi fratelli, de 1960, que documentam as dificuldades das classes trabalhadoras, foram censorados pelos sucessivos governos de direita que dirigiram a Itália no pós-guerra. Mas, a partir dos anos sessenta, os filmes de Visconti tornaram-se mais pessoais. Talvez os seus trabalhos mais importantes sejam Il Gattopardo [O Leopardo], de 1963, e a Morte a Venezia [Morte em Veneza], de 1971. A adaptação exuberante do romance de Giuseppe di Lampedusa, saído em 1958, que retrata o declínio da aristocracia siciliana durante o Risorgimento, era um assunto que lhe estava próximo devido à história da sua família.

Não sendo o mais fácil dos diretores (a actriz Clara Calamai afirmou que era «um senhor medieval com chicote»), Visconti granjeou mesmo assim o respeito dos seus actores. Apesar de ser conhecida a maneira como tratou Burt Lancaster durante a rodagem do Leopardo, este actor afirmou que Visconti era «o melhor director com quem trabalhei até agora ... um sonho para um actor".

Luchino Visconti encenou diversas peças de teatro, incluindo obras de Jean Cocteau e Tennessee Williams. Era tão famoso como director de ópera como o era como realizador de cinema, sendo reconhecido o seu trabalho com Maria Callas, que afirmou que fora Visconti que a ensinara a representar.

Abertamente bisexual, como o seu pai, os filmes de Visconti têm poucas personagens explicitamente homosexuais, embora haja frequentemente nos seus filmes um erotismo encapotado de teor homosexual. Favoreceu sempre actores principais atraentes, tais como Alain Delon, e a sua obsessão no fim da vida foi pelo actor austríaco Helmut Berger que dirigiu no filme La caduta degli dei [A queda dos deuses] (1969), Ludwig (1972) e Grupo di famiglia in un interno (1974).

O seu hábito de fumar (até 120 cigarros por dia) provocou-lhe um ataque de coração, que lhe debilitou bastante a saúde, mas recuperou o suficiente para fazer L'Innocente antes de morrer em Roma em 1976. O funeral de Luchino Visconti teve a presença do presidente italiano Giovanni Leone e do actor Burt Lancaster. Houve quem ridicularizasse o estilo de vida de Visconti - opulento é o mínimo que se pode dizer -, já que era reconhecidamente marxista. Salvador Dali afirmou sarcásticamente que o realizador «era um comunista que só gostava do luxo». Visconti explicou a um repórter americano em 1961, que «eu acredito na vida, isso é o essencial ... e acredito numa sociedade organizada. E penso que tem hipóteses».

Fontes:
GeneallNet
Enciclopédia Portuguesa e Brasileira de Cultura;
Encyclopedia Britannica

Milano, è morta Alda Merini Un'esistenza tra arte e lucida follia

Milano, Corriere della Sera - La poetessa Alda Merini, 78 anni, è morta domenica pomeriggio alle 17.30 all'ospedale San Paolo di Milano, nel reparto di oncologia, nosocomio che - si legge nella nota ufficiale della struttura sanitaria - «da anni l’ha avuta in cura e a cui ha dedicato profonde riflessioni poetiche oltre a una scultura di forte richiamo a un periodo travagliato della sua vita. Il suo atteggiamento e la sua sensibilità hanno lasciato un profondo ricordo negli operatori sanitari del reparto di cura di Oncologia e cure palliative al quale si è rivolta nella consapevolezza di un supporto al disagio fisico e psicologico che la malattia le ha riservato nell’ultimo periodo della sua esistenza». Era considerata una delle principali poetesse del Novecento, oltre che una personalità originale, audace e irriverente (nel 2004, come regalo per il suo compleanno, chiese «un uomo caldo» e le regalarono uno show dello spogliarellista Ghibly). Nel 1996 era stata proposta per il Premio Nobel per la Letteratura dall'Academie Française e segnalazioni in suo favore erano state avanzate anche da Dario Fo e da altri esponenti della cultura e del giornalismo. Tra i tanti che hanno espresso rammarico per la sua scomparsa, anche il presidente della Repubblica, Giorgio Napolitano: «Viene meno un'ispirata e limpida voce poetica».


L'ESPERIENZA DEL MANICOMIO - Merini era nata a Milano il 21 marzo 1931. Una data significativa, il primo giorno di primavera, che le aveva dato anche lo spunto per una delle sue poesie. «Sono nata il ventuno a primavera ma non sapevo che nascere folle, aprire le zolle potesse scatenar tempesta». E la follia è stata una delle cifre di tutta la sua vita, avendo lei conosciuto anche l'internamento in ospedale psichiatrico, all'inizio degli anni Settanta. Un'esperienza che la portò a scrivere anche alcuni testi ispirati al manicomio e poi raccolti ne «La Terra Santa», del 1984.

LE ONORIFICENZE - La sua poesia, visionaria ma anche sommessa, porta traccia della sua vita ed è considerata un’opera di prima grandezza nella letteratura italiana. Il 16 ottobre del 2007 le venne concessa dalla Facoltà di Scienze della Formazione di Messina, la laurea magistrale honoris causa, in "Teorie della comunicazione e dei linguaggi". Il 1° giugno del 2002 il presidente Carlo Azeglio Ciampi la insignì dell'onorificienza di Commendatore al merito della Repubblica Italiana.

UNA VITA PER L'ARTE - Alda Merini ha iniziato a comporre le prime liriche giovanissima, a 16 anni. Il suo primo incontro con il mondo letterario avvenne quando Silvana Rovelli, cugina di Ada Negri, sottopose alcune delle sue poesie ad Angelo Romanò che, a sua volta, le fece leggere a Giacinto Spagnoletti, considerato lo scopritore della poetessa. La prima raccolta di poesie di Alda Merini: «La presenza di Orfeo» pubblicata nel 1953, ebbe subito un grande successo di critica. Il suo capolavoro è però considerato «La Terra Santa» che le è valso, nel 1993, il Premio Librex-Guggenheim "Eugenio Montale" per la poesia. Altre sue raccolte di versi sono «Testamento», «Vuoto d'amore», «Ballate non pagate», «Fiore di poesia 1951-1997», «Superba è la notte», «L'anima innamorata», «Corpo d'amore», «Un incontro con Gesù», «Magnificat. Un incontro con Maria», «La carne degli Angeli», «Più bella della poesia è stata la mia vita», «Clinica dell'abbandono» e «Folle, folle, folle d'amore per te. Poesie per giovani innamorati».

LA PROSA - Nella sua carriera artistica, Alda Merini si è cimentata anche con la prosa in «L'altra verità. Diario di una diversa», «Delirio amoroso», «Il tormento delle figure», «Le parole di Alda Merini», «La pazza della porta accanto» (con il quale vinse il Premio Latina 1995 e fu finalista al Premio Rapallo 1996), «La vita facile», «Lettere a un racconto. Prose lunghe e brevi» e «Il ladro Giuseppe. Racconti degli anni Sessanta» e con gli aforismi «Aforismi e magie». Nel 1996 era stata proposta per il Premio Nobel per la Letteratura dall'Academie Francaise e ha vinto il Premio Viareggio. Nel 1997 le è stato assegnato il Premio Procida-Elsa Morante e nel 1999 il Premio della Presidenza del Consiglio dei Ministri-Settore Poesia.

Polícia italiana prende dois chefes da máfia

L'arresto sabato di Salvatore Russo (Ansa)


Pasquale e Carmine Russo foram detidos perto de Nápoles um dia depois de prisão de seu irmão, Salvatore.

Da BBC

A polícia na Itália prendeu dois suspeitos de pertencer à chefia da máfia, Pasquale e Carmine Russo, um dia depois de prender o irmão dos dois, Salvatore, perto da cidade de Nápoles, no sul do país. Os dois irmãos eram parte da famosa facção da máfia, Camorra, uma das responsáveis pelo crime organizado na região de Nápoles. De acordo com a polícia, Pasquale, de 62 anos, e Carmine Russo, de 47, foram detidos na manhã deste domingo em uma fazenda em Sperone, a 30 quilômetro de Nápoles. Já Salvatore Russo foi preso no sábado em uma operação em uma granja. O ministro do Interior italiano, Roberto Maroni, descreveu a prisão como "um golpe grave contra a Camorra".

De acordo com o correspondente da BBC em Roma Duncan Kennedy, acredita-se que a família Russo é uma das mais poderosas na Camorra.

Salvatore Russo, de 51 anos, é um dos fugitivos integrantes da máfia mais procurados da Itália, de acordo com autoridades. Ele fugia da polícia desde que foi sentenciado em 1995 à prisão perpétua por assassinato e envolvimento com o crime organizado.

Fugitivos
Pasquale Russo está na lista dos 30 fugitivos mais perigosos da Itália. Ele está foragido desde 1995 e é acusado de assassinato e remoção de corpos. O irmão, Carmine, está foragido desde 2007.

No sábado, o ministro Roberto Maroni afirmou que a polícia italiana "estava fechando a rede em volta dos fugitivos". As autoridades italianas afirmam que o clã dos Russo, cuja base é a cidade de Nola, mantinha o controle severo das atividades criminais em cerca de 40 cidades na área de Nápoles.

A Camorra opera na região napolitana e pode contar com até 5 mil integrantes.

domingo, 1 de novembro de 2009

"Gli otto violoncelli di Torino" se apresenta em festival na Itália



O octeto "Gli otto violoncelli di Torino" se apresentará no próximo dia 15 de novembro no "Festival Violoncellistico Internazionale Alfredo Piatti", na Itália, que tem início no dia 01 de novembro.

Vejam a agenda das apresentações e outras informações


Con la collaborazione
CIVICA BIBLIOTECA “ANGELO MAI”, Associazione “Alfredo Piatti”
1822 - 1901 Festival Violoncellistico Internazionale “ALFREDO PIATTI”
IV EDIZIONE - NOVEMBRE 2009

Domenica 1
GIOVANNI SOLLIMA Violoncello -ATTILIO BERGAMELLI Pianoforte Musiche di: Schubert - Sollima - Piatti

Domenica 8Violino -Violoncello TRIO GUARINO Pianoforte - Canto Musiche di: Brahms - Piatti - Piazzolla - Gershwin - Bernstein - Kander.....

Domenica 15Gli 8 VIOLONCELLI di TORINO Musiche di: Grutzmacher - Guarino - Piatti - Popper - Sollima - Bacalov - Piovani

Domenica 22
FRANCESCO PEPICELLI Violoncello -ANGELO PEPICELLI Pianoforte Musiche di: Mendelssohn-Bartholdy - Schumann - Chopin - Piatti - Martucci

Domenica 29MIHAELA MARTIN Violino - FRANS HELMERSON Violoncello Musiche di: Haydn - Kodaly - Piatti - Ravel
SALA PIATTI - ore 17.00 -Via San Salvatore - Bergamo

Mais informações

Ingresso libero fino ad esaurimento dei posti a sedere
Info: Tel. e Fax: +39.035.575781 - http://www.alfredopiatti.it/
Direzione artistica: Andrea Bergamelli con il patrocinio Provincia di Bergamo, Assessorato alla Cultura, Comune di Bergamo, Assessorato alla Cultura

"Nel cuore di Città Alta... PASSIONE E SENSIBILITÀ PER L ’ARTE" - Regione Lombardia, Culture, Identità e Autonomie della Lombardia, CREDITO BERGAMASCO

Dia de Todos os Santos/Pão por Deus


Pão por Deus em Portugal
imagem arquivo virtual

A festa do dia de Todos-os-Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica celebra a Festum omnium sanctorum a 1 de novembro seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de novembro. A Igreja Ortodoxa celebra esta festividade no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa. Na Igreja Luterana o dia é celebrado principalmente para lembrar que todas as pessoas batizadas são santas e também aquelas pessoas que faleceram no ano que passou. Em Portugal, neste dia, as crianças costumam andar de porta em porta a pedir bolinhos, frutos secos e romãs.

No Brasil o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 01 de novembro e o de "Finados" no dia 02 de novembro. O dia de todos os santos, no Brasil dito: dia de finados [errado porque a celebração é a mesma e com a mesma designação em toda a Igreja, com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano]. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/eparquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.

Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).


Pão-por-Deus
Em Portugal, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o "Pão por Deus".Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, até dinheiro!Há povoações em que se chama a este dia, o "Dia dos Bolinhos".

Antigamente todas as pessoas iam pedir o "Pão por Deus" porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir.Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.Hoje já só pedem as crianças para não se perder a tradição. E mesmo assim, só nas terras mais pequenas. Sabias que aí é costume neste dia as pessoas confeccionarem broas para comerem e darem?


Extraído da Wikipédia/Redação do Aleitalia

Berlusconi: "Non mi dimetterò neppure in caso di condanna"


Berlusconi alla presentazione di un libro di Vespa

Roma, La Repubblica.it - In caso di eventuale condanna nei processi ancora in corso a suo carico, Silvio Berlusconi non si dimetterà da presidente del Consiglio dei ministri. E sulla condanna a Mills, è certo che la sentenza verrà annullata in Cassazione. Il premier parla di questo e altro con Bruno Vespa, che ha raccolto domande e risposte nel suo libro Donne di cuori (in uscita da Rai Eri-Mondadori dal 6 novembre). Giustizia. "Ho ancora fiducia nell'esistenza di magistrati seri che pronunciano sentenze serie, basate sui fatti. Se ci fosse una condanna in processi come questi, saremmo di fronte a un tale sovvertimento della verità che a maggior ragione sentirei il dovere di resistere al mio posto per difendere la democrazia e lo stato di diritto". Vespa ricorda a Berlusconi che l'avvocato Mills è stato condannato anche in appello. "E' una sentenza che certo sarà annullata dalla Corte di Cassazione", è la risposta. Repubblica e l'Espresso. Il conduttore di Porta a porta chiede poi al premier come spieghi la campagna internazionale che si è scatenata su di lui da maggio in poi. "E' partita da Repubblica e l'Espresso - risponde il presidente del Consiglio - e su sollecitazioni di questo gruppo si è estesa ai giornali e ai giornalisti 'amici'. Per gettare fango su di me ha finito col gettare fango sul nostro Paese e sulla nostra democrazia". Murdoch e Sky. Il Times di Londra, obietta Vespa, non è un giornale di sinistra ed è il più duro con lei. Cinque articoli in un solo giorno quando il 7 ottobre è stato bocciato il lodo Alfano. Frutto della guerra con Rupert Murdoch, che ne è proprietario, per i contrasti su Sky Italia? "La coincidenza fa riflettere - risponde Berlusconi - ma sono cose che io non farei mai, e quindi sono portato a credere che non le facciano neppure gli altri".

Obama e Fox News. Non c'è possibilità di un accordo con Murdoch, visto che Berlusconi è il presidente del Consiglio italiano e lui una potenza mediatica mondiale?, chiede infine Vespa. "Non è il caso di esagerare. Da mesi negli Usa è polemica ferocissima tra Fox News, una rete televisiva del gruppo Murdoch, e il presidente Obama. Non mi pare che ne derivi un problema grave per gli Stati Uniti".

Vídeo do dia - Gianni Morandi




GIANNI MORANDI - IN GINOCCHIO DA TE

Gianni Morandi, concerto a domicilio


Caraffa(Catanzaro), Ansa.it - Signore di mezza età cresciute cantando le sue melodie che non trattengono le lacrime e giovani donne in delirio che gli porgono i bambini da baciare: é una festa popolare, con persone di tutte le età, compresi decine di ragazzini, quella che si crea attorno a Gianni Morandi, a Caraffa per registrare il primo concerto "a domicilio" che andrà in onda domenica 8 novembre su RaiUno nella trasmissione 'Grazie a tutti'.

Il camper di Morandi arriva con difficoltà tra due ali di folla nella piazza del comune, enclave albanese alle porte di Catanzaro, ma lui, "l'eterno ragazzo" di tanti brani "evergreen" confezionati in quasi 50 anni di carriera, è già in mezzo alla gente, ai tanti che rischiano di travolgerlo. Tra questi anche il sindaco, Antonio Migliazza, con tanto di fascia tricolore e gonfalone, ed il parroco del paese, don Roberto Ghama. A fatica le forze dell'ordine riescono a tenere a bada i fan del cantante di Monghidoro. L'appuntamento è a casa della famiglia Seminara, nel cuore del centro storico, a poche centinaia di metri di distanza percorsi tra la calca, dove vive Domenica, di 43 anni, la casalinga estratta a sorte tra le undicimila persone che hanno telefonato da tutta Italia al centralino del programma. Ad accogliere il suo beniamino con un bacio è lei, assieme al marito, Andrea Donato, e alle figlie Stefania, Annamaria e Francesca. "Sono emozionatissima - dice Domenica - e non ci credo ancora. Sono qui abbracciata a lui, il mio idolo, e tutto questo non mi sembra vero". "Mi sono commosso tanto anch'io - le fa eco Morandi - soprattutto quando ho visto tutta questa gente in piazza che è la dimostrazione di un sentimento e di un affetto vero".


Davanti alla torta con la scritta "Benvenuto Gianni" preparata per l'occasione da Domenica Seminara, il cantante ha imbracciato la chitarra per cantare insieme a tutta la famiglia - c'era anche la nonna ottantenne, Maria - una lunga serie di suoi successi. A cominciare da "Che sarà", la canzone che lui rifiutò e che fu portata al successo da José Feliciano e dai Ricchi e Poveri. E poi tutti gli altri brani che hanno scandito la sua carriera, da "Se perdo anche te, a "Chimera", a "C'era un ragazzo", "Fatti mandare dalla mamma", "Non son degno di te", a "Scende la pioggia". Dedicata, in particolare, alla signora Domenica, Gianni ha intonato anche "Notte di ferragosto" che, dice, "é stata scritta proprio in una notte estiva del 1966, l'anno di nascita della mia ospite". Ai tanti che attendevano sotto la finestra dell'abitazione urlando "Gianni, Gianni" e cantando assieme a lui alcuni dei suoi maggiori successi, Morandi si è rivolto cantando e dedicando loro "C'era un ragazzo", brano in cui ha duettato con la signora Domenica. Il cantante è apparso stanco, ma felice, al termine dell'esibizione. "


E' stata un'esperienza - ha detto - veramente unica. Ho avvertito una partecipazione ed un affetto straordinari. Cose a cui non si è più abituati. Vedere un intero paese che si riversa in piazza è qualcosa che non dimentichero". Morandi, uscendo dalla casa di Domenica Seminara, ha avuto il tempo di firmare ancora qualche autografo prima di salire in auto e lasciare il paese, accompagnato dal saluto della gente di Caraffa di Catanzaro.