terça-feira, 10 de julho de 2012

10 de julho - Dia da Pizza

A história da pizza começou com os egípcios.credita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.

Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão de abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.

Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.

No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.

A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea", indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.

A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port'Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras.

Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985, comemora-se o dia da pizza aos 10 de julho.

Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, foi nos fornos do restaurante de Geraldo Sesso Jr., a Cantina Dom Carmenielo, que os apreciador da culinária Italiana passaram a poder degustar a iguaria napolitana.

Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.



Da http://pt.wikipedia.org

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Berlusconi é absolvido em caso Mills

O ex-primeiro-ministro da Itália Silvio Berlusconi foi absolvido de forma definitiva da acusação de corrupção em atos judiciários no chamado caso Mills.
  
O júri absolveu o ex-premier por prescrição da acusação em fevereiro deste ano e, após nenhuma das partes envolvidas apresentar apelação, o caso foi concluído. Berlusconi não assistiu à audiência na ocasião. Ao todo, o julgamento do caso durou cinco anos.
  
A Procuradoria de Milão pedia uma pena de cinco anos de prisão ao ex-premier por suposto pagamento de propina a David Mills para que o advogado testemunhasse a seu favor em outro processo judicial.

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Sisma 3.5 su Castelli romani

La cartina dell'Ingv con l'epicentro del terremoto

Alla 17.13 una lieve scossa ha fatto tremare la terra alle porte di Roma: un sisma di magnitudo 3.5 con epicentro ai Castelli Romani, al quale è seguita un'altra piccola scossa di 1.6 Richter. Secondo gli esperti si è trattato di un episodio isolato e non di un avvio di sciame sismico. Un episodio che, però, ha fatto piombare nel panico i romani, scesi in strada per mettersi al sicuro. In molti hanno lasciato l'ufficio, mentre molti altri si sono precipitati al telefono per chiamare parenti e amici ed avere rassicurazioni. Numerose anche le segnalazioni ai vigili del fuoco, tempestati di telefonate. A muoversi è stata anche la Sovrintendenza comunale che ha avviato le procedure del caso per fare una ricognizione dei monumenti. Il sisma è stato avvertito anche nella residenza estiva del Papa, a Castel Gandolfo, dove in questo periodo alloggia Benedetto XVI.

La scossa di terremoto si è propagata anche sui social network. Non erano passati nemmeno trenta secondi da quando la terra ai Castelli Romani aveva tremato, che tutto il popolo romano della rete aveva già fatto un commento su Facebook e Twitter. Alcuni anche corredati dalla cartina dell'epicentro. "Ho pauraaaaa", è il tweet di un utente in diretta col terremoto. E un altro: "Terremoto a Roma percepito sicuramente in zone Garbatella, Anagnina, Nomentana, San Giovanni". Su facebook è subito chiaro che il sisma è stato avvertito solo in alcune zone della città: "A Grottaferrata siamo tutti usciti dall'ufficio", scrive un utente, mentre un altro dice di aver avvertito il terremoto anche "a Ciampino". E aggiunge: "Fa proprio un brutto effetto". Scrivere nello status che si é avuta paura o che lo si è sentito equivale per molti ad esorcizzarlo. I commenti poi sembrano avere un effetto calmante: insomma, non si è stati soli ad avvertire la scossa che riporta alla mente quelle che hanno recentemente colpito l'Emilia Romagna.

Il tam tam corre veloce: sono state innumerevoli le testimonianze che dal web anche se in molti hanno confidato di non aver avvertito la scossa ("Per fortuna io non ho sentito nulla", scrive Angelina), mentre molti altri chiedono informazioni ad amici e parenti che vivono nella Capitale. Una ragazza spagnola chiede agli amici romani se va tutto bene, mentre un'inglese, per lavoro nella Capitale, rassicura i parenti proprio su Twitter. Alfonso invece parla di "isteria per una scossetta". E chi di social network non è pratico, ha direttamente telefonato ai vigili del fuoco chiedendo conferma dell'avvenuto terremoto. In molti hanno deciso di scendere in strada, soprattutto gli inquilini degli ultimi piani dove il movimento é stato avvertito di più. Intanto la Protezione Civile della Regione Lazio fa sapere che sta monitorando l'evolversi della situazione nel territorio del distretto sismico Monti Cornicolani-Aniene. "La presidente Renata Polverini è stata subito informata ed è in contatto con la Sala operativa della Protezione Civile regionale.

Al momento non risultano danni a cose o persone. Le squadre della Protezione Civile regionale sono state subito attivate per effettuare le opportune verifiche sul territorio interessato e sono pronte ad intervenire per qualsiasi evenienza". A muoversi é anche il sovrintendente ai Beni Culturali di Roma, Umberto Broccoli, che ha predisposto dei controlli sui monumenti della città. Il monitoraggio ha riguardato in particolare l'area archeologica dei Fori, il Colosseo, la Domus Aurea e tutte le preesistenze archeologiche che presentano fragilità.

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Luciano Bruno na Festitália em Blumenau!

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Divulgação: Alexandre Freitas - Volare Music

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Napolitano: "Minha experiência no Quirinale termina em 2013"


Por Fabrizio Finzi  - Roma - Giorgio Napolitano confirmou que deixará o Quirinale na data prevista, em maio de 2013, negando de forma inequívoca os muitos rumores que circulam na imprensa e que falam do surgimento de uma assembleia constituinte, com uma prorrogação de 12 meses em sua função e também na do premier Mario Monti no Palazzo Chigi. Um debate político - não sem venenos - que começou com Marcello Pera, após apresentar sua proposta de assembleia constituinte ao chefe de Estado recentemente.


      Os muitos rumores, mas até leituras malévolas sobre o desejo de permanecer no Quirinale, convenceram o presidente da República a se manifestar ontem(4) com firmeza.


      Napolitano observou que recebeu "com atenção e interesse as motivações e propósito" da iniciativa do ex-presidente do Senado, mas reafirmou a Pera "a sua firme determinação de considerar encerrada - quando da conclusão de seu mandato, em maio de 2013 -. sua experiência no Quirinale".


      Não haverá prorrogação e nem o desejo de que ocorra, confirma a presidência, ciente da "delicadeza constitucional" do assunto. Não por acaso, a proposta de prorrogação dos mandatos de Napolitano e Monti chega a ser definida como uma "apocalipse constitucional" por um dos mais conhecidos constitucionalistas italianos, Michele Ainis.


      Também não é nenhum segredo que o presidente, há algum tempo, convida as forças políticas a estabelecer um acordo pelo menos sobre as "reformas possíveis", como mínimo a da lei eleitoral.


      O debate político procede em dois níveis: o alto, constitucional, para reformar as instituições do país; e aquele mais prático e míope que vê na proposta de Pera um adiamento das eleições. Vários jornais falam de uma "ideia maluca" que cresce entre os partidos de "matar dois coelhos com uma cajadada": reformar o país e afastar uma votação de risco com duas prorrogações de mandatos: de Monti e Napolitano. Uma "tentação" que também seria de Pier Ferdinando Casini, pelo menos segundo o 'Giornale' e 'Libero'.


      Ontem (4) Marcello Pera explicou dessa forma sua ideia ao 'Corriere della Sera': uma assembleia constituinte ajudaria a Itália a sair do impasse em que se encontra, e também a redescobrir a identidade nacional.


      "Convencido da necessidade dessa intervenção, apresentei de forma autônoma um projeto de lei de revisão constitucional para alcançar um determinado resultado amanhã", escreveu Pera ao jornal milanês. Uma proposta que o Partido Democrata (PD) rejeitou educadamente: a ideia de Marcello Pera é "séria e tem linhas precisas", mas os interlocutores do Povo da Liberdade (PDL, o partido de Silvio Berlusconi) são "pouco confiáveis", observa secamente a líder do PD no Senado, Anna Finocchiaro


Com informações de www.italianos.it

Concerto de mil músicos pela Emilia

Concordia, Modena - Uma orquestra de mil integrantes, a maior da história da música italiana, se apresentou em Concordia sul Secchia (região da Emilia), que também foi atingida pelo terremoto.


      Strauss, Mozart, Beethoven e o inevitável Verdi (que é de casa por estas bandas) fizeram parte do repertório dessa "big band", reunida por um grupo de músicos de Milão para trazer apoio e esperança aos desabrigados, mas também para arrecadar dinheiro para as escolas de música da Bassa Modenese, atingida pelos terremotos de 20 e 29 de maio.

      Os mil músicos foram recrutados pela web e chegaram a Concordia de muitas regiões da Itália, mas também do exterior.

      "Queremos ser uma mensagem de esperança", disse Flavio Ceriotti, um dos idealizadores desta orquestra 'extragrande', que agora tem por objetivo participar de outras iniciativas culturais e de solidariedade.


      Algumas dezenas de pessoas deram início a uma passeata na praça Costituente, em Mirandola, para pedir ao primeiro-ministro Mario Monti que disponibilize € 91 milhões em reembolsos eleitorais prometidos pelos partidos para as áreas atingidas pelos terremotos da Emilia.

      A manifestação foi promovida por "Avaaz", uma organização internacional pelo respeito dos direitos humanos, com a participação do regional Movimento 5 Stelle (de Beppe Grillo).

      "Cento e 20 mil italianos assinaram uma petição pedindo um decreto de emergência para poder disponibilizar este dinheiro. O documento será imediatamente apresentado ao governo Monti", disse a responsável da Itália por Avaaz, Giulia Innocenzi, e o conselheiro regional Giovanni Favia, do Movimento de Grillo. 

      A passeata seguiu depois para a empresa BBG de San Giacomo Roncole de Mirandola, onde o tremor de 29 de maio derrubou galpões e matou três pessoas.

      De acordo com Innocenzi, "os partidos perdem deliberadamente tempo no Parlamento e agora eles vão embolsar os milhões de euros de reembolso eleitoral previstos para 1º de julho, em vez de reverte-los às vítimas do terremoto, como prometido. É uma vergonha que sua ganância supere até mesmo o dever de ajudar os cidadãos das áreas atingidas e os desabrigados", disseram Innocenzi e Favia. 

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Cristóvão Colombo não era genovês?


Autor de livro quer provar por DNA que Cristóvão Colombo era português.   Obra de engenheiro questiona se descobridor da América nasceu em Gênova.

Exumação de parente de nobre em Portugal poderia comprovar identidade.

Retrato póstumo de Cristóvão Colombo, pintado pelo italiano Ridolfo Ghirlandaio. (Foto: Reprodução)

Da Efe/Globo on line - O engenheiro Fernando Branco, autor do livro "Cristóvão Colombo - nobre português",  quer fazer um exame de DNA para comprovar a tese de que o descobridor da América foi, na realidade, o fidalgo português Pedro Ataíde, e não nasceu em Gênova, na Itália, como é aceito pelos historiadores. Ele pretende fazer uma análise genética dos restos de um parente do personagem lusitano.

 Branco afirmou em entrevista à Agência Efe que, se obtiver "o apoio de um grande número de cidadãos", iniciará os trâmites para exumar o cadáver do parente de Ataíde.

A localização desses restos está mantida em segredo, mas Branco assegura saber onde está enterrado o corpo do familiar do nobre português que, segundo seu livro, entrou para a história como Colombo.

"Precisamos de autorização para analisar os restos, por isso não divulgo no livro onde o corpo está enterrado", explica Branco, cuja obra, publicada no mês passado, contradiz a versão oficial de que o descobridor da América nasceu em Gênova (Itália).

Comparação
As amostras obtidas desses restos, acrescenta, teriam que ser comparadas com o DNA de Diego Colombo, irmão do grande navegante, que na década passada foram analisadas por peritos espanhóis em Sevilha, onde repousam seus restos.

Fernando Branco não é o primeiro escritor a defender que o homem que chegou em 1492 ao continente americano tem origem portuguesa, mas é o único que revelou qual poderia ser sua identidade exata.

Após comparar os dados históricos sobre o navegante e o fidalgo, seu livro aponta 63 coincidências que levam a pensar que Ataíde decidiu, em 1476, depois da batalha de San Vicente, trocar de nome por motivos de segurança.

'Nós engenheiros não costumamos dizer que estamos totalmente convencidos, mas posso assegurar que nunca vi uma hipótese melhor - sobre a origem de Cristóvão Colombo - que esta', ressalta o escritor.

Na sua opinião, a corrente 'genovista' quase não tem argumentos para defender que o navegante era italiano, e atribui sua origem a um mero erro tipográfico em um documento.

Branco lembra, além disso, que os diários de navegação de Colombo estão escritos em castelhano, com o uso frequente de expressões portuguesas e de algumas em catalão.

A coincidência que convenceu o escritor de que Pedro Ataíde, apelidado como 'O Corsário', foi na realidade Cristóvão Colombo, foi encontrada no diário de bordo do almirante, citado por seu filho Fernando Colombo no livro que escreveu sobre seu pai.

"Após o descobrimento da América, Colombo para na ilha de Santa Maria, no arquipélago português dos Açores, onde viviam menos de cem pessoas. Lá se encontra com o braço direito João da Castanheira, a quem diz conhecer bem, apesar de não ser um nobre nem nada parecido", assinala.

Branco acredita que o braço direito devia ser natural da população de Castanheira do Ribatejo, uma terra sob o controle da família Ataíde, o que explicaria o fato de já terem se encontrado anteriormente.

A investigação do engenheiro português foi reconhecida pela Academia de História de Portugal, e ele se mostra convencido de que, se Pedro Ataíde decidiu mudar de identidade e se chamar Cristóvão Colombo, foi por medo de perder a vida e seus privilégios de nobre.

Ataíde esteve envolvido em uma conjuração contra o rei português João II a pedido da rainha Isabel, 'A Católica', no final do século XV, e um de seus primos foi assassinado pelos seguidores do monarca, afirma.
Depois, 'os reis católicos quiseram retirar os poderes de alguns nobres, e a origem portuguesa poderia dificultar a manutenção de seus títulos de Almirante das Índias e as riquezas acumuladas'.

O autor da última de uma longa lista de obras sobre as origens do navegante afirma que seu objetivo agora passa a ser 'corrigir' a história, embora assegure que começou a investigar apenas como um hobby e para tentar resolver os mistérios que ainda cercam a história de Cristóvão Colombo.

 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

55% dos idosos italianos vivem com menos de 1000 euros

Roma - No país mais 'velho' da Europa, os idosos são mal protegidos e salvaguardados, e arcam mais do que as outras categorias com os custos da crise: 55% dos idosos com mais de 65 anos são forçados a viver com uma renda abaixo de € 1000 mensais e, entre estes, 25% nem chegam aos € 500 por mês. Os dados referentes a 2011 estão no 5º Relatório nacional de Auser-Filo d'argento, apresentado ontem (3). 

      Os idosos na Itália, diz o relatório, estão cada vez mais ameaçados pela solidão e a pobreza. Duas graves emergências sociais são denunciadas no documento: o isolamento físico e relacional e a baixa renda e a pobreza que afetam grupos cada vez maiores de idosos com mais de 65 anos.

      Eles vivem cada vez mais isolados principalmente nas grandes cidades do norte, seu dia a dia é difícil e penoso, precisam fazer as contas com a desintegração das redes de parentesco e amigos e também com a redução dos serviços sócio-assistenciais garantidos pelas instituições locais. 

      Foram quase 450 mil os idosos atendidos em 2011 por voluntários de Filo d'Argento (o serviço social de telefonia de Auser), um acréscimo de 3,5% em relação ao ano anterior, enquanto os serviços prestados para os usuários chegaram a quase 2,4 milhões (+7,3% em relação a 2010). 

      O ano de 2011 foi marcado por emergências sociais. A Itália é o país detentor do maior percentual de idosos acima de 80 anos (5,8% da população em 2011); e o segundo, atrás da Alemanha, com o percentual acima de 65 anos (20,3%, contra 20,6% da Alemanha).

      A região mais velha é a Ligúria, onde as pessoas com mais de 55 anos representam 40% da população.

      Na Itália, 30% dos idosos acima dos 65 anos vivem sozinhos e o recorde é das mulheres: 37,5%, em comparação com 14,5% dos homens.

       Em cinco Regiões - Valle d'Aosta, Piemonte, Trentino Alto Adige, Liguria e  Sicília - a proporção de mulheres idosas que vivem sozinhas supera os 40%. 

      No triênio 2009/2011 a crise econômica acentuou o isolamento e desconforto de uma grande fatia dessa população e de sua necessidade de suporte, informa o relatório, que considera o sistema de proteção social "fortemente inadequado", até depois das medidas recentes aprovadas pelo decreto Salvar a Itália: além de 55% dos idosos viverem com menos de € 1000 mensais, pelo menos € 4 bilhões de benefícios sociais aos idosos foram "queimados" (por exemplo, com a supressão do fundo de não autossuficiência, bloqueio da indexação das pensões superiores a € 1400, arrefecimento dos gastos regionais, cortes nas transferências estatais às instituições locais). 

      Em 2011, o Filo d'Argento atuou neste contexto: as pessoas atendidas foram predominantemente mulheres (69%), com idade média acima de 65 anos, que vivem no norte do país (87%), principalmente na Lombardia, Piemonte e Veneto. 

      Os serviços prestados consistiram em intervenções de companhia telefônica ao idoso sozinho, realização de atividades sociais e culturais para promover o bem estar, providenciar transporte para consultas e controles médicos, entregar as compras em domicílio. 

      Aproximadamente 65% dos serviços prestados foram ativados com recursos próprios dos voluntários do Filo d'Argento e os restantes 35% por meio da subscrição de 2.050 contratos com as entidades locais no triênio 2009/2011. 

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Fifa: Brasil fora do Top 10

Paris - O Brasil, 11º na classificação do ranking da Fifa publicada hoje, está fora do Top 10 pela primeira vez desde 1993, quando começou este tipo de levantamento e a dois anos de sediar a Copa do Mundo.

      A seleção italiana, finalista da Eurocopa 2012, avança: os azzurri ganharam seis posições e ocupam o 6º lugar.

      A Espanha, campeã do mundo e da Europa, lidera o ranking, à frente de Alemanha (superada pela Itália na semifinal europeia), que tira do Uruguai (3º) o lugar de honra.

      Segue-se a classificação do ranking da Fifa publicada hoje (4) com as mudanças mais significativas:

1º. Espanha
2º. Alemanha (+1)
3º. Uruguai (-1)
4º. Inglaterra (+2)
5º. Portugal (§5)
6º. Itália (+6)
7º. Argentina
8º. Países Baixos (-4)
9º. Croácia (-1)
10º. Dinamarca (-1)
11º. Brasil (-6)
12º. Grécia (+3)
13º. Rússia
14º. França
15º. Chile (-4)
16º. Costa de Marfim
17º. Suécia
18º. República Checa (+9)
26º. Irlanda (-8)
46º. Ucrânia (+6)
54º. Polônia (+8). 


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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Empresas italianas e brasileiras formam joint venture para administar rodovias

Milão- A empresa italiana Atlantia aperfeiçoou o contrato assinado com o grupo Bertin em 27 de janeiro para a criação de uma joint venture que reúne suas respectivas participações nas concessões rodoviárias no Brasil.
  
Entre os negócios da nova sociedade, que recebeu o nome de Atlantia Bertin Concessões, estarão as concessionárias Triângulo do Sol e a Colinas, ambas no estado de São Paulo, e a Nascente das Gerais, em Minas Gerais.
  
O acordo prevê que a Atlantia providenciará à consolidação da nova empresa e das concessionárias referidas.
  
Além disso, a nova sociedade terá uma opção de compra de 95% do capital de Spmar do grupo Bertin. Spmar é titular da concessão de parte do anel viário de São Paulo (Rodoanel), totalizando 105 km, dos quais cerca de 60 km estão em operação e os restantes em construção.
  
A italiana Atlantis é uma das maiores empresas do mundo de concessões rodoviárias e administra quase 5 mil km em estradas de Itália, Polônia, Índia, Chile e Brasil.
  
Ela chegou ao país em 2009, quando adquiriu 50% da concessionária Triângulo do Sol, que administrava cerca de 400 km de estradas em Minas Gerais. Hoje a companhia é dona de 80% das ações da concessionária. 

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Festa in campo per i figli dei campioni

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Festa anche per i figli dei campioni di Spagna, scesi in campo insieme ai loro genitori per ammirare la coppa. Trionfo mancato, ma pur sempre festa, per gli italiani: anche i bimbi degli azzurri, dal piccolo Cassano alla figlia di De Rossi, dagli spalti o portati in braccio in campo, hanno fatto il tifo fino all'ultimo per i loro campioni di casa


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Napolitano: 'Gli Azzurri come l'Italia, c'e' ancora molto da fare'

Balotelli con il presidente Napolitano

Non c'é euforia, come nel 2006, ma serenità e soddisfazione. Le lacrime di Kiev vengono cancellate dalle parole del presidente Giorgio Napolitano; la delusione e l'amarezza lasciano spazio alla consapevolezza. Alla fine, nel corso della visita degli azzurri al Quirinale, anche il protocollo si piega alla gratitudine e spunta qualche tifoso che chiede foto, autografi o sorrisi ai neo-vicecampioni d'Europa. Abete e Prandelli non hanno portato una coppa al capo dello Stato, come fecero Lippi e Cannavaro da Berlino, ma una medaglia d'argento che, viste le premesse, è da considerare d'oro, perché conquistata con un progetto di calcio e con la forza del gruppo.

"Io non ho mai giocato a calcio, non posso valutare la vostra fatica, ma ho colto la passione che vi ha guidati e il senso della Nazione che avete - le parole del presidente della Repubblica -. E' il più grande regalo". "Siamo qui per dirle grazie per l'invito che ci ha rivolto e la fiducia concessa - ha replicato il presidente della Figc, Giancarlo Abete -. Abbiamo avuto l'onore di averla con noi a Danzica, avevamo l'obiettivo di tornare il 2 luglio e così è stato. Siamo soddisfatti e delusi, ma anche più sereni, perché consapevoli di avere dato tutto". E Napolitano, di rimando: "Capisco l'amarezza, ma non si può parlare di delusione, perché la delusione prevede un'illusione e non c'erano aspettative. Vorrei evitare di ripetere le parole che vi ho scritto, per non essere stucchevole. La cosa importante è che quelle parole valgono dopo Kiev esattamente come prima di Kiev". "Presidente, lei ci ha aiutato a sopportare la sconfitta - lo ha incalzato Cesare Prandelli - grazie ai valori espressi nella lettera che ci ha inviato. Siamo orgogliosi di avere rappresentato l'Italia. Comunque abbiamo gettato un seme". I cronisti confessano a Napolitano di avere sperato fino all'ultimo che sarebbe andato a vedere la finale in segno di buon augurio. "Dall'inizio ho detto che non sarei andato", ha replicato scherzosamente il Presidente.

"La cerimonia inaugurale delle Olimpiadi? Mi sto preparando, ma è una sfacchinata". "Niente discorsi, voglio solo presentarle i miei compagni d'avventura", ha affermato Gigi Buffon, mentre schivava la voce-web di una lite nello spogliatoio con Balotelli ("usate il buon senso", ha detto sorridendo ai giornalisti). Il capo dello Stato ha ricevuto una medaglia d'argento, una maglia e un pallone con gli autografi di tutti i componenti la comitiva azzurra. "Avete ottenuto risultati straordinari, che pochissimi potevano mettere nel conto - ha poi detto -. C'é molta strada da fare e ci sono momenti difficili alle spalle. Sto parlando del calcio o dell'Italia? I discorsi si assomigliano molto". E poi ancora: "Vi esprimo il mio riconoscimento, delle istituzioni, degli italiani, perché tutti sapevamo che eravate partiti non dimenticando le tensioni che stava attraversando il calcio italiano". "La Nazionale è stata una vera squadra: tutti si sono dati da fare", sono state le parole della signora Clio Napolitano. La moglie del presidente della Repubblica ha poi spiegato di essere rimasta "colpita dal portiere", perché "mi sembrava impossibile parare quelle pallonate". L'epilogo di Buffon, che già nel pomeriggio aveva affidato il proprio pensiero a Facebook, è incoraggiante: "Finalmente sento qualcuno che parla in modo propositivo. Fa sempre piacere incontrare il presidente Napolitano, perché è una persona intelligente e in giro se ne incontrano poche. L'Italia è piena di miseria e non parlo di quella economica".

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