terça-feira, 6 de novembro de 2012

Arquivos da ditadura militar serão digitalizados até 2013

Agência Brasil

Cerca de 70 mil páginas de documentos sobre a ditadura militar no Brasil (entre 1964 e 1985) deverão ser colocados para consulta pública em arquivos digitalizados até outubro de 2013, informou o Ministério da Justiça. Na primeira quinzena de outubro deste ano, foi firmado contrato para executar a digitalização desses documentos, que estão em Roma, na Itália, em posse da Fundação Lelio e Lisli Basso.

Segundo o contrato, ainda está prevista a recuperação de fotos e vídeos, a realização de pesquisas e a reedição de livros sobre o período. No Brasil, os arquivos farão parte do futuro centro de documentação do Memorial da Anistia, em construção em Belo Horizonte (MG).

“É um passo a frente para afirmar o Memorial da Anistia como espaço de preservação da memória a partir da narrativa e do testemunho das vítimas. O acervo será inteiramente disponibilizado para toda a sociedade brasileira", disse, em nota, o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

Os documentos, em processo de digitalização, tratam do Tribunal Russell 2, do 1º Congresso Nacional da Comissão Brasileira pela Anistia e do Tribunal Permanente dos Povos.

Criado na década de 70, o Russel 2 foi um tribunal internacional de opinião (independente de autoridades de Estado) para denunciar violações de diretos humanos na América Latina nos períodos de regime militar, especialmente no Brasil e no Chile. O mesmo tribunal ainda investigou crimes cometidos por soldados norte-americanos durante a Guerra do Vietnã.

O 1º Congresso Nacional da Comissão Brasileira pela Anistia, realizado em 1978 em São Paulo, precedeu a edição da Lei da Anistia, de 1979, que garantia a membros das Forças Armadas ou do governo anistia por crimes políticos entre setembro de 1961 e agosto de 1979.

O Tribunal Permanente dos Povos fundado em 1979, em Bolonha, na Itália, foi outra corte internacional de opinião, que examinou violações de direitos humanos.

Brasile: arriva chirurgia contro diabete


Brasile: arriva chirurgia contro diabete San Paolo - Al via in Brasile, presso l'ospedale di San Paolo, una chirurgia bariatrica sperimentale per curare il diabete di tipo 2 in pazienti 'poco obesi'.

L'obiettivo e' quello di fare un confronto tra tre modalità di trattamento: la chirurgica sperimentale, ancora non approvata in Brasile, la chirurgia bariatrica classica (bypass gastrico) e il trattamento clinico (con farmaci). Secondo i ricercatori ci sono studi che dimostrerebbero l'efficacia della tecnica nella cura del diabete.

www.ansa.it

Adulteração de alimentos amedronta italianos

Roma - As adulterações dos alimentos são temidas por seis em cada 10 italianos, que as consideram mais graves do que as fiscais e os escândalos financeiros. É o que emerge de um levantamento da Coldiretti/SWG durante a apresentação do relatório "Italia a tavola 2012" (Itália à Mesa 2012), do Movimento de Defesa do Cidadão (MDC) e Legambiente.

      As fraudes mais graves, destaca a Coldiretti, para 60% dos cidadãos italianos são aquelas alimentares porque podem afetar a saúde. Em segundo lugar (40%) aparecem as fiscais, enquanto as fraudes financeiras são o bicho-papão para 26% dos italianos, seguidas de perto por aquelas comerciais, como a falsificação das marcas (25%).

      Enquanto 57% dos italianos acham que elas devem ser punidas com a suspensão das atividades, 22% defendem que a pena mais justa é a prisão, enquanto 18% acreditam mais em uma multa salgada, informa a Coldiretti.

      O que mais assusta neste tipo de adulteração, diz ainda a Coldiretti, são principalmente as consequências sobre a saúde, que se multiplicam em tempos de crise, especialmente com a proliferação de alimentos de baixo custo.

      A fraude alimentar é um crime particularmente abominável porque se baseia fundamentalmente em enganar as pessoas que, devido à capacidade reduzida de consumo, são obrigadas a economizar na compra de alimentos, conclui a Coldiretti. 


www.italianos.it

Exposição em Roma: A Rota da Seda

Roma - Pelo menos 150 obras de arte e objetos históricos mostram no Palácio das Exposições de Roma os cenários da Rota da Seda, com suas antigas cidades, mares, desertos e civilizações milenares.

      São outros tantos indícios do comércio entre o Oriente e o Ocidente, que durante séculos estiveram na base do progresso do homem.

      A exposição internacional foi organizada pelo Museu Americano de História Natural de Nova York, em colaboração com entidades italianas, sob a supervisão do especialista do museu americano Mark Norell. As seções extras que enriquecem a edição italiana foram coordenadas por Luca Molá, Maria Ludovica Rosati e Alexandra Wetzel.

      Com reconstruções espetaculares, a exposição mostra a viagem ao longo dessa rede de caminhos comunicantes entre o Oriente e o Ocidente, conhecida pelo nome sugestivo de Rota da Seda.

      No período entre os séculos VII e XIV, inúmeras culturas alimentaram a Rota da Seda através de quatro cidades-símbolo: Chang'an, atual Xi'an, capital cosmopolita da dinastia chinesa Tang; Turfan, a cidade oásis no deserto de Gobi; Samarkand, centro comercial e cultural; e finalmente Bagdá, capital do mundo islâmico e sede do califado.

      Já a seção montada especificamente para a exposição italiana, aprofunda o vínculo de cidades como Genova e Veneza com o Extremo Oriente nos últimos séculos da Idade Média.

      Apesar de Marco Polo ter sido o viajante mais conhecido, ele não foi o único a querer fazer fortuna na China na época do domínio mongol: fontes documentais atestam com certeza absoluta nesses territórios a presença de um grande núcleo de comerciantes italianos, cujo vaivém pela Rota da Seda também deixou marcas no progresso de suas cidades. 


www.italianos.it

Quem nasce e estuda na Itália é italiano, afirma Bersani

altImigrantes legais podem participar da Convenção nacional do PD

O pré-candidato a primeiro;ministro italiano pelo Partido Democrático. Ier Luigi Bersani, afimrou que irá promover uma reforma na lei de cidadanis para garantir a nacioanlisde italiana aos filhos de estrangeiros nascido no país. “É uma questão de direitos, mas também um modo de enxergar o futuro da Itália”, disse.

Em entrevista oa jornal La Stampa, Bersani afirmou que pretende realizar reformas institucionais, das leis sobre partidos políticos e das normas anti-corrupção. “Uma criança filha de imigrantes que nasceu e estuda aqui é italiana. É esta a Itália que queremos. Não olhamos para o país através através de um espelho retrovisor, mas olhamos para frente”, disse.

No dia 25 de novembro os imigrantes que vivem regularmente na Itália poderão participar das eleições da convenção nacional do PD (‘primarie’) que irá escolher qual dos representantes do partido será candidato ao cargo de primeiro-ministro. Os demais candidatos do PD, Matteo Renzi, Nichi Vendola e Laura Puppato também propõem uma reforma da lei de cidadania voltada para o princípio ‘ius soli’, ou seja, adotando o direito à cidadania italiana para quem nasce no país.

www.agoranoticias.net

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Finados

"Muitas vezes meus parentes perguntam porque eu pesquiso genealogia.
Uma das historinhas que conto é a que li no Roots Web Review do último mês de outubro:

Em um funeral Mexicano em San Antonio, Texas, o padre contou a seguinte história:

'No México existe a crença de que cada pessoa morre três vezes.
A primeira é no momento que suas funções vitais cessam.
A segunda é quando o seu corpo é colocado na tumba.
A terceira acontece em algum momento no futuro, no qual o nome do falecido é pronunciado pela última vez.
Aí então a pessoa realmente morre.'
Quando eu comecei a pesquisar, imaginava que minha motivação, consciente ou inconscientemente, era de preservar a memória destas pessoas dizendo seus nomes, para não deixar acontecer a terceira morte.

Em todos os dias de Finados, eu abro meus registros genealógicos e leio em voz alta o nome dos meus ancestrais."

A mensagem original em inglês está neste endereço:
 


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

FamilySearch Indexing - Richieste volontari italiani

FamilySearch Indexing - Richieste volontari italiani
Creata il Domenica alle 0:05 da Nicola Giacomelli
Obiettivo firme:
44/100
Spett.le Family Search,
siamo un gruppo di utenti del forum di TuttoGenealogia.it, un sito (forse l'unico in Italia) dove ogni giorno si incontrano tra loro decine di appassionati genealogisti, dilettanti e professionisti, italiani e stranieri. 

Per questo apprezziamo enormemente il lavoro e lo sforzo di FamilySearch nel digitalizzare e rendere pubblici gratuitamente registri di Stato civile e parrocchiali. 

Apprezziamo altresì il progetto di Indexing, supportato da un ottimo software, a cui molti di noi (pur non essendo membri della Chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni) hanno partecipato con molta passione, sia come indicizzatori che come arbitri e secondo lo spirito di libera dedizione che caratterizza questa opera.

Nel contempo, però, una certa amarezza ed una grande delusione hanno portato una buona parte di noi ad allontanarsi progressivamente dal progetto di Indexing. Questo è avvenuto per alcuni motivi che riteniamo di fondamentale importanza farvi presente.

Il primo aspetto è quello più strettamente legato all’Indexing. Molti di noi hanno indicizzato un gran numero di atti, ma il risultato è stato quello di essere vessati dalle correzioni arbitrali. Nessuno di noi può garantire, né pretendere, un’indicizzazione perfetta, ma alcune correzioni sistematiche sono francamente inaccettabili per l’impegno con cui indicizziamo. L’esempio più classico è il nome “Giuseppe” corretto in “Guiseppe”. 

Quando notiamo un errore dell’arbitro facciamo l’unica cosa che possiamo fare: mandare un feedback; ma poi non abbiamo nessun riscontro se il feedback è stato preso in considerazione e l’errore corretto o meno e questo risulta frustrante. 

Spesso le regole di arbitraggio non vengono applicate in modo corretto e omogeneo (forse anche poiché le regole stesse in alcuni casi non sono chiare o vengono modificate in corso d’opera) con il rischio di confondere ancor più gli indicizzatori, specialmente quelli che da poco si sono affacciati a questo progetto. 

Dalle notizie diffuse sul sito di FamilySearch, e tramite i vari gruppi ufficiali su Facebook, veniamo a conoscenza del fatto che “we expect more-non italian speaking volunteers than italian natives”. Apprezziamo lo sforzo di chiunque voglia cimentarsi, ma onestamente ci spaventa oltremodo l’idea che persone che non conoscono l’italiano possano indicizzare/arbitrare atti nella nostra lingua. Probabilmente si otterrebbe un lavoro quantitativamente maggiore, ma qualitativamente davvero scarso (come per l’errore Giuseppe/Guiseppe). 

Lo stesso discorso si può fare per la affermazione pubblicata in un vostro blog: "Anyone 12 years of age and older can help". Riteniamo che affidare il lavoro di indicizzazione, operazione lenta e laboriosa che richiede un grande impegno, ad un dodicenne sia eccessivo, dato che non sempre è semplice riuscire ad interpretare la scrittura di un tempo e spesso serve una notevole esperienza.

Un secondo aspetto è quello della diffusione dei progetti indicizzati. L’indicizzazione degli atti di Torino[1866-1899] è conlcusa da marzo 2012, ma ad oggi il progetto non è ancora disponibile per gli anni 1866-1875 nè come immagini nè come elenchi indicizzati, e le numerose richieste di informazioni riguardo questo progetto sono amaramente cadute nel vuoto.

Un ultimo aspetto riguarda il recente accordo stipulato con gli Archivi di Stato italiani per la digitalizzazione, l’indicizzazione e la pubblicazione di atti dello Stato Civile. 

Pur non avendo notizie specifiche sul tipo di accordo, siamo stati davvero entusiasti a leggerne la notizia e a seguirne gli sviluppi che sono sembrati davvero essere un punto di svolta. 

Ben consci dell’enorme lavoro che deve essere svolto per far avanzare questo progetto, siamo rimasti delusi quando abbiamo visto alcuni progetti già digitalizzati e già pubblicati su FamilySearch essere oscurati (probabilmente su richiesta degli Archivi di Stato), pur non essendo ancora stati pubblicati sul Portale degli Antenati. 

Abbiamo già segnalato alla Direzione Generale degli Archivi di Stato l'anomalia e la stranezza di questa decisione: in qualsiasi parte del mondo chiunque, per il solo fatto di essere un membro della Chiesa, può avere libero accesso a quelle immagini, mentre chi davvero ne può essere interessato, e secondo le sue possibilità si impegna come volontario in questo progetto, non lo può fare. Tra l'altro per immagini destinate comunque in futuro ad essere visibili a tutti, pur con i tempi (a volte molto lunghi) legati all'indicizzazione.

Inoltre il blocco delle immagini non ci permette neppure di rivedere le immagini (batches) da noi già indicizzate: questo fatto è molto grave perché ci impedisce di poter controllare l’arbitraggio che ne è stato fatto e quindi di segnalare eventuali errori dell’arbitro. Errori che poi, inevitabilmente, si ripercuoteranno anche nel Portale.

In conclusione, vi chiediamo di:
- adoperarvi affinché l’opera degli arbitri sia sempre coerente con quanto indicato e precisato nella Guida ufficiale del progetto Indexing;
- adoperarvi affinché, nell’utilizzo del programma FSI, ci sia un adeguato riscontro ad ogni richiesta di feedback, comunicando l’avvenuto controllo ed il suo esito;
- valutare l’opportunità (necessità?) di far sì che il lavoro di indicizzazione e di arbitrato di registri italiani venga affidato esclusivamente a volontari di lingua italiana;
- valutare l’opportunità di evitare che il lavoro di indicizzazione venga affidato a ragazzini minorenni;
- sollecitare il Portale degli Antenati affinché venga eliminato il blocco delle immagini dei loro progetti;
- aumentare la trasparenza e le comunicazioni con tutti i volontari aderenti al progetto Indexing, indipendentemente dalla loro appartenenza alla Chiesa.

Nello spirito collaborativo e propositivo che sta alla base di questa nostra iniziativa, desideriamo proporvi di affidarci (come gruppo "Amici della Genealogia") un progetto di Indexing (nuovo o esistente) sul quale ci impegniamo fin d’ora a lavorare (indicizzazione ed arbitrato) con particolare dedizione ed attenzione.

Confidiamo in una vostra attenta e precisa valutazione di quanto da noi segnalato e vi ringraziamo per quanto state facendo.

http://firmiamo.it/familysearch-indexing---richieste-volontari-italiani-1

Per la visibilità dell'archivio dello stato civile italiano

Caso seja do interesse dos leitores a petição abaixo.

 

Per la visibilità dell'archivio dello stato civile italiano

Spett.le Direzione Generale per gli Archivi,

Come molti appassionati di genealogia, apprezziamo enormemente gli sforzi sviluppati dalla Direzione Generale per gli Archivi per rendere pubblici gratuitamente i documenti di Stato civile. Siamo dunque stati entusiasti all'annuncio del lancio del “Portale degli Antenati” e dell'accordo firmato tra la Direzione Generale per gli Archivi e Family Search International per la digitalizzazione, l'indicizzazione e la pubblicazione dei registri italiani.

Ben consci dell’enorme lavoro che deve essere svolto per far avanzare questo progetto, siamo rimasti delusi quando abbiamo visto alcuni progetti già digitalizzati e già pubblicati su FamilySearch essere oscurati, pur non essendo ancora stati pubblicati sul Portale degli Antenati.
Sul sito FamilySearch è indicato che queste immagini sono indisponibili e che il loro accesso online è riservato ai membri della chiesa di Gesù Cristo dei Santi degli Ultimi Giorni.

Questo stato di fatto ci sembra un'anomalia: questi documenti, di cui gli Archivi di Stato sono depositari in nome dei cittadini, sono inaccessibili a questi stessi cittadini ma visibili nello stesso tempo ai soli membri di un'organizzazione privata. Questa restrizione è tanto più incomprensibile per il fatto che queste immagini sono comunque destinate ad essere visibili a tutti sul Portale degli Antenati, pur con i tempi a volte molto lunghi legati all'indicizzazione.

Siamo coscienti per il fatto che l'indicizzazione è un lavoro importante e di lungo svolgimento, ma vi preghiamo di rendere queste immagini visibili a tutti fin dalla loro digitalizzazione, eliminando le restrizioni imposte a FamilySearch per la loro pubblicazione, e questo almeno finché siano pubblicate sul Portale degli Antenati.

Saluti rispettosi,

I firmatari.






Tradução em português do texto italiano planejado tem o DGA (Direzione Generale per gli Archivi ou administração executiva dos Arquivos de Itália):

Pedido de publicação sem limitação das imagens do estado-civil italiano em FamilySearch

Senhoras e senhores Responsáveis da DGA,

Como muitos apaixonados de genealogia, nós apreciamos enormemente os esforços que a DGA está realizando para disponibilizar os arquivos do estado civil italiano. Nós ficamos então muito entusiasmados com o anúncio da criação do portal Web “Antenati” e com o acordo assinado entre a DGA e o Family Search International relativo à digitalização, indexação e  publicação dos registros italianos.

Nossa decepção foi então imensa quando nós notamos que as imagens de alguns registros de projetos digitalizados e publicados no sitio FamilySearch tinham sido ocultadas, e que por outro lado elas ainda não foram disponibilizadas no portal Antenati. O sitio FamilySearch anuncia que estas imagens são, na verdade, disponíveis mas que su acesso on-line está reservado para os membros da igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias.

Esta situação nos parece anormal: os departamentos de arquivos de estado mantêm os documentos de estado civil no nome dos cidadãos, mas estes mesmos cidadãos não podem acessar-los. Eles são porém visíveis pelos membros de uma organização privada. Esta limitação é ainda mais incompreensível se levarmos en conta que, no final, pretende-se que estas imagens sejam visíveis por todo mundo no portal Antenati depois de um prazo, que às vezes pode ser extremamente longo, devido ao trabalho de indexação.

Nós estamos conscientes que a indexação é um trabalho importante e que pode ser muito longo, mas nós lhe pedimos que disponibilizem estas imagens desde a sua digitalização, levantando a proibição imposta ao FamilySearch de mostrar-las, e isto pelo menos até a sua publicação on-line no portal Antenati.


Respeitosamente,

Os signatários.





http://www.petizioni24.com/visibilita_dellarchivio_dello_stato_civile_italiano

Finados: Roma e Florença, as preferidas dos italianos

Para o próximo feriado prolongado, que inclui o Dia de Todos os Santos (1º de novembro) e Finados (2), os destinos europeus mais procurados pelos turistas italianos, de acordo com o motor de busca hoteltrivago.it são Roma e Florença, superando Paris e Londres. 

      No Top 10 europeu de Trivago, Roma está em primeiro lugar, seguida por Florença, e outros três destinos domésticos: Veneza, Milão e Turim. 

      No ranking nacional das 10 melhores metas também constam Lucca (em 7º, com a ajuda da Feira dos quadrinhos Lucca Comics), Pisa (8º) e Siena (9º).

      De acordo com a assessora toscana do turismo, Cristina Scaletti, é um sinal positivo que abre boas perspectivas para a recuperação da demanda interna, "uma oportunidade de recomeçar, principalmente depois de um verão difícil marcado pela crise econômica e que viu aumentar a presença de turistas estrangeiros, mas não a dos italianos, ao contrário".

      Scaletti lembrou que "estamos trabalhando junto com Toscana Promoção em um plano promocional construído especificamente para o turismo interno, e com orçamento próprio de meio milhão de euros, visando reavivar o setor e devolver a competitividade àqueles setores do turismo mais sensíveis à demanda doméstica, como o praiano".

      De acordo com outra pesquisa, a de Speed Vacanze, as reservas para esse feriado aumentaram 15% da noite do Halloween (31) até domingo (4 de novembro) em relação ao ano anterior, com uma maior incidência de viajantes solteiros com idade entre 25 e 45 anos. 

      Os italianos mais numerosos são aqueles que não têm compromissos com um/a parceiro/a ou com a família e que aproveitam esses dias para descansar do trabalho e fazer novas amizades.


www.italianos.it

Itália reduz número de províncias para economizar

Roma  (Reuters) - O governo italiano aprovou nesta quarta-feira a redução do número de províncias do país à quase metade, dentro de uma campanha para diminuir os onerosos custos das administrações regionais.

O decreto, que reduzirá o número de províncias para 51, das atuais 86, faz parte de um esforço mais amplo para combater o enorme gasto dos governos locais e regionais do país, fonte de desperdícios e ineficiência.

O primeiro-ministro, Mario Monti, conduziu uma ampla revisão do gasto público para tentar eliminar os gastos desnecessários e ajudar a controlar a enorme dívida pública italiana, que equivale a 126 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

O governo não deu uma estimativa sobre o valor a ser economizado com a reforma, mas afirmou que terá uma ideia mais clara quando a reorganização local e regional for concluída.

O decreto, aprovado nesta quarta-feira em reunião de gabinete, afeta grandes cidades como Milão, que incorporará a província de Monza, mas não inclui regiões semiautônomas como a Sicília.

As províncias, responsáveis por tarefas como registros de automóveis e algumas escolas, fazem parte do complexo sistema de administrações locais, governos regionais, municipais e provinciais.

Segundo o decreto, os governos provinciais serão abolidos a partir de 2013. O texto também contém medidas para impedir que as autoridades locais tenham várias responsabilidades de uma só vez.

O gabinete também aprovou um pacote de medidas que pretende recortar 40 milhões de euros anuais do custo de governos regionais, reduzindo ineficiência e desperdício de dinheiro.

(Reportagem de James Mackenzie)

Maltempo sferza l'Italia


Acqua alta a Venezia 
 Acqua alta a Venezia
 
Una forte ondata di maltempo si è abbattuta sull'Italia nella notte, con nubifragi su Triveneto, Emilia, basso Lazio, Campania, Calabria Ionica e Salento. Allarme acqua alta a Venezia. Evacuazioni nello Spezzino e nel Frusinate

La Ciociaria è finita di nuovo sott'acqua. Il nubifragio della notte scorsa ha causato molti allagamenti in diverse zone della provincia. Case e cantine inondate dall'acqua, strade allagate, frane, torrenti in piena e fiumi ingrossati. Un quadro di piena emergenza che ha provocato disagi e danni. A Pontecorvo i pompieri hanno liberato alcune persone nella zona delle Tre Fontane dopo l'allagamento che ha interessato anche qualche abitazione. Le zone più colpite tra Frosinone, Ceccano, Torrice, Pontecorvo, ma i vigili del fuoco sono dovuti intervenire anche a Cassino, Castro dei Volsci, Ripi e Castrocielo. A Trevi nel Lazio una frana minaccia alcune abitazioni e sul posto ci sono i vigili del fuoco del distaccamento di Fiuggi. Numerose le vetture in panne. Per tutta la notte i vigili del fuoco sono stati impegnati con diverse squadre per fronteggiare la situazione di emergenza da nord a sud della provincia.

L'acqua alta ha toccato poco fa a Venezia il metro e 40 centimetri sul medio mare; un livello - spiegano gli esperti del Comune - che potrebbe essere ritoccato all'insU' nel corso della notte di qualche centimetro, ma anche restare stabile, prima che inizi il deflusso di marea. Da più di un'ora i mareografi in città sono su questo livello, ma al largo il mare non ha ancora iniziato a 'sgonfiarsi', spinto dal forte vento di bora. Con 140 centimetri é sommerso circa il 58% del suolo cittadino; in Piazza San Marco, punto più basso di Venezia, ci sono circa 60 centimetri d'acqua. Molti gli scantinati, i negozi ed i primi piani allagati; un forte stress per il delicato sistema di Venezia, pur abituato alle alte maree. Un'acqua alta come questa, definita eccezionale e classificata con 'codide rosso', non si verificava dalla vigilia di Natale del 2010, quando il fenomeno raggiunse il metro e 44. Due anni prima, il primo dicembre 2008, si verificò invece una delle maggiori alte maree di sempre, 156 centimetri. Il maltempo sta colpendo duramente anche la terraferma. A Padova molti gli interventi dei vigili del fuoco per allagamenti, soprattutto in provincia, e gli alberi abbattuti dal forte vento. A Rubano, comune alle porte della città, un cedro alto oltre 20 metri si è schiantato al suolo andando a colpire in pieno un furgone parcheggiato, per fortuna senza alcuno all'interno. Anche in città un altro albero si è abbattuto su un'auto in sosta, provocando solo danni materiali.

www.ansa.it

Itália aprova lei de combate à corrpução

Projeto prevê que condenados não possam se candidatar.
Compra de votos, porém, só será crime se for feita com dinheiro.

Ilze Scamparini Roma, Itália
Depois de muita controvérsia, o parlamento italiano aprovou nesta quarta-feira (31) uma lei que prevê que condenados por máfia ou crime de corrupção não possam se candidatar a cargos públicos.

Na Itália, a corrupção custa caro aos cofres do estado: 60 bilhões de euros por ano, segundo o Ministério da Justiça. Se diminuísse pela metade o prejuízo, o salário dos funcionários públicos poderia subir 4%, e algumas categorias de empresa poderiam crescer 20%.

Estimativas do Banco Mundial alertam que o investidor estrangeiro que quer entrar na Itália precisa pagar uma taxa "por fora" de 20%, o que desencoraja os investimentos. No dossiê anual global Corruption Barometer, da agência Transparência Internacional, que relaciona os países mais corretos do mundo, a Itália ocupa o 69º lugar entre 180. Muito perto do Brasil, que está na posição 73.

Nova Zelândia e Dinamarca são os mais honestos, e Somália e Coreia do Norte, os menos. De acordo com um dossiê da Liga do Ambiente, 12% da população italiana receberam, no ano passado, uma proposta de propina. A média europeia é de 8%.

Na opinião de estudiosos, a corrupção de hoje supera até a do Império Romano. Na Antiguidade, enquanto a política ficava dentro dos palácios, os corruptores estavam do lado de fora, pedindo favores. Em troca, ofereciam produtos agrícolas e de fabricação caseira.

A cesta de ovos é uma imagem que entrou para a história da Roma antiga, como símbolo de prevaricação. O cliente, palavra que nasceu aqui, buscava votos em troca de proteção. Criou-se o conceito de clientelismo, que ainda sobrevive. Hoje, a corrupção está dentro dos palácios, na base da política. Os corruptores assumiram os cargos públicos e alargaram o sistema de favoritismos.

Com a lei, funcionários públicos serão impedidos de pedir ou receber presentes. Cursos de ética e legalidade serão implantados e as obras e concorrências públicas deverão ir para um banco de dados online, aberto aos cidadãos.

A lei anticorrupção, no entanto, não está agradando a todos. A compra de votos só será crime se for feita com dinheiro. Favores em troca de voto, como a cesta de ovos da Roma antiga, continuarão impunes.
http://g1.globo.com