segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Italia-Croazia 1-1, Perisic impedisce la fuga agli azzurri



Primo mezzo passo falso della squadra di Conte, apparsa in difficoltà, anche per colpa delle tante assenze, contro la nazionale di Kovac. Succede tutto nei primi minuti: a Candreva replica l'esterno del Wolfsburg che sfrutta un'incertezza di Buffon. Gara sospesa per 15' per intemperanze dei tifosi croati, diciassette arresti
di JACOPO MANFREDIwww.repubblica.it

Onda de mau tempo continuará nesta semana na Itália

Roma - As fortes chuvas que castigam a Itália durante todo esse mês parecem que não darão trégua nesta semana. Segundo um alerta meteorológico divulgado nesta segunda-feira (17), uma nova onda de mau tempo chegará à Itália pela fronteira francesa e atinge, especialmente, a região da Toscana.

Ainda de acordo com os meteorologistas, a castigada região da Ligúria voltará a ser atingida, bem como Gênova. São previstos cerca de 70 a 80 milímetros de chuvas só nesta segunda.

Segundo o chefe da Defesa Civil, Franco Gabrielli, ainda hoje será feita uma reunião com as autoridades para tomar as medidas necessárias para evitar danos maiores. Ele também afirmou que serão retomadas as buscas pelo corpo de um idoso que morreu em um deslizamento de terra ontem.

Mortos:
Durante o sábado (15) e o domingo (16), quatro pessoas perderam a vida por causa de deslizamentos de terras. Segundo dados da Defesa Civil, outras 70 pessoas ficaram feridas na queda de um muro na cidade de Bolzaneto.

Renzi:
O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, visitou algumas áreas atingidas pelas chuvas e disse que "agora é hora de resolver os danos" e não perder tempo com política e polêmicas sobre as suas reformas de governo. (ANSA)

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domingo, 16 de novembro de 2014

Como foi a mega-operação italiana que teria inspirado a 'Lava Jato'?


Da BBC - A sétima fase da Operação Lava Jato da Polícia Federal - que investiga o desvio de recursos da Petrobras para partidos políticos - levou à prisão de quatro presidentes de grandes empreiteiras, 15 executivos e o ex-diretor de serviços da estatal, Renato Duque.
Para especialistas ouvidos pela BBC Brasil, como Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, a escala da operação "e o seu potencial para expor as relações ilícitas entre empresários e políticos no Brasil" faz com que possa vir a se tornar uma espécie de "Operação Mãos Limpas" - a operação levada a cabo nos anos 90 na Itália e que lançou luz sobre a gigantesca rede de corrupção que dominava a vida política e econômica do país.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a Mãos Limpas italiana de fato seria a fonte de inspiração de muitos policiais e procuradores que atuam na Lava Jato. E ao menos o juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações, tem escrito publicamente sobre a operação italiana. Já alguns simpatizantes do PT vêem na comparação uma tentativa de "politizar" o caso.
Mas o que exatamente foi a Mãos Limpas italiana e quais os resultados dessa operação?
Uma das maiores operações anti-corrupção da história europeia, a Mãos Limpas, ou Mani Pulite, ajudou a desmantelar diversos esquemas envolvendo tanto o pagamento de propina por empresas privadas interessadas em garantir contratos com estatais e órgãos públicos quanto o desvio de recursos para o financiamento de campanhas políticas.
Foi essa mega-investigação que levou ao fim da chamada Primeira República Italiana, na qual a agremiação Democracia Cristã (DC) e o Partido Socialista Italiano (PSI) eram as principais forças políticas do país.
A Mãos Limpas teve início em Milão, embora tenha se espalhando para outras cidades italianas.
Seu ponto de partida foi a prisão, em 1992, de Mario Chiesa, ligado ao PSI. Chiesa ocupava a diretoria de uma instituição filantrópica e era acusado de receber propina de uma empresa de limpeza.
Em um primeiro momento, o PSI tentou isolar Chiesa, mas o político logo começou a falar e incriminar colegas.
As acusações cresceram de forma exponencial. Cada político, empresário ou funcionário público detido, implicava dezenas de outros em seus depoimentos.
Os suspeitos recebiam incentivos para colaborar com a Justiça (em um esquema semelhante a delação premiada) e, aparentemente, alguns também acabavam confessando seus crimes por desconhecer o teor do depoimento de colegas.
Entre os que acabaram implicados no escândalo está o líder do PSI e ex-primeiro-ministro Bettino Craxi.
Em 1993, o líder da DC, Giulio Andreotti foi acusado de associação com mafiosos - embora tenha sido inocentado em 1999.
O presidente e um diretor da estatal petrolífera ENI também foram presos em meio a denúncias sobre o financiamento ilícito de partidos com recursos da estatal e o superfaturamento da compra de ações de uma empresa química.
No total, foram investigadas mais de 5 mil pessoas, entre elas, centenas de empresários, funcionários públicos e parlamentares.
Alguns suspeitos chegaram a cometer suicídio, como o presidente da ENI, Gabriele Cagliari, e o multimilionário Raul Gardini, um dos empresários mais admirados da Itália até ser implicado no escândalo.
Cerca de um terço dos acusados foram condenados e a DC e a PSI acabaram deixando de existir após perderem legitimidade e votos.
Como resultado, a correlação de forças políticas na Itália mudou completamente depois da Mãos Limpas.
Os especialistas, porém, divergem com relação aos resultados das investigações no ambiente político e de negócios italiano no médio e longo prazo.
Há estudos que dizem que, após a operação, o valor médio das obras públicas caiu - o que seria um indício de uma queda no superfaturamento.
Outros, porém, apontam para a persistência da corrupção como um problema no atual sistema político italiano.

Italiana fa causa a Peppa Pig,'danneggiata da omonimia'

Peppa Pig

 Non solo fan per Peppa Pig. Supportata da una associazione di consumatori, una signora italiana è decisa a portare in tribunale la società produttrice dell'arcinoto cartone animato britannico, chiedendo alla Astley un indennizzo di 100 mila euro da devolvere in beneficienza. Il motivo? Parte tutto da un problema di omonimia. La signora, spiegano dalla Fondazione Nazionale Consumatori, 40 anni, impiegata in una nota società privata, si chiama Gabriella Capra, esattamente il nome scelto dalla produzione anglosassone per un nuovo personaggio del cartone più amato dai bambini. "In una delle puntate - scrivono dall'associazione - la famiglia dei Pig va in vacanza in Italia dove conosce la famiglia dei Capra, in particolare la signora Gabriella Capra , nipote del signor Capra rustico cuoco di paese". E' stato così, sostengono dalla Fondazione Nazionale Consumatori, che "da quando è uscita questa puntata del cartone" la vera signora Capra "viene derisa e fatta oggetto di scherno da amici e colleghi". Da qui la decisione di rivolgersi all'associazione dei consumatori e la causa civile per "tutelare il suo nome in sede civile". Il ricavato, assicurano "sarà interamente devoluto in favore si associazioni che si occupano di bambini abbandonati".

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Maltempo, due morti nel Varesotto. Genova, crolla muro cimitero. Rientra Seveso a Milano

Ancora vittime per il maltempo. Due persone sono morte questa notte nel crollo del muro di una villetta a Cerro di Laveno (Varese) travolta da una frana. Le vittime sono una ragazza di 16 anni e un suo parente di 70 anni, che vivevano nella casa con altre tre persone che sono riuscite a mettersi in salvo. A Genova si cerca ancora il corpo dell'uomo di 67 anni disperso da ieri sera dopo essere stato travolto dalle acque di un torrente. Notte senza pioggia a Milano dove è rientrata l'esondazione del Seveso. Non piove più neppure sul Piemonte ed in Friuli Venezia Giulia; a Venezia nella notte acqua alta a 110cm, a Lodi resta l'allerta per l'Adda. Temporali ed allagamenti invece in Campania.

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sábado, 15 de novembro de 2014

.Página do Imigrantes Italianos no Family Search

A página Imigrantes Italianos (www.imigrantesitalianos.com.br) foi incluída no Family Search (www.familysearch.org) - o maior banco de dados do mundo de nomes, sobrenomes e famílias-  administrado pelos  mórmons.

Leiam o comentário de Lea Beraldo proprietária da página:

" Hoje, muito honrada em saber que o maior banco de dados do mundo de nomes, sobrenomes e famílias, o FAMILY SEARCH, dos Mórmons, incluiu minha página (imigrantesitalianos) como fonte de pesquisa para os interessados em descobrir suas origens nos ancestrais italianos. Dêem un'occhiata vocês que têm essa paixão (por que não missão?) por resgatar a história das vidinhas que lhes deram vida:
e famíliahttp://broadcast.lds.org/…/I…/Italy%20Research%20Handout.pdf"



O Blog do Alè Italia fica muito feliz com esta notícia que nos ajudará mais em nosso resgate familiar.

Leila Ossola
Alè Italia




http://www.imigrantesitalianos.com.br/

Maior trufa branca da história é achada em Molise

Campobasso -  Foi encontrada na região de Molise, no centro-sul da Itália, uma trufa branca de quase 1,5 kg, valor suficiente para colocá-la no "Guinness", o livro dos recordes, como a maior já descoberta na história. Atualmente, a marca pertence à Croácia, onde em 2000 foi achada uma de 1,4 kg.

    "A trufa foi encontrada entre os dias 3 e 4 de novembro nos bosques da província de Campobasso por um caçador de Molise. Quando foi achada, ela pesava 1.538 g. Depois, no ato da certificação, o peso caiu para 1.483 g, mas ainda é a maior do mundo", disse Vittorio Palombo, presidente da empresa proprietária do fungo gigante.

    A companhia já entrou em contato com o "Guinness" e agora aguarda uma resposta dos responsáveis pelo livro. Enquanto isso, a trufa branca está em Bolonha, onde no próximo sábado (15) será a protagonista de um jantar beneficente que deve reunir mil pessoas. (ANSA)

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"Periferia" marcha contra o prefeito de Roma

Roma -  Na sequência dos protestos que começaram nesta sexta-feira (14) e pararam mais de 20 cidades italianas, centenas de manifestantes organizaram um cortejo em Roma chamado "Marcha da Periferia", contra a administração do prefeito Ignazio Marino, neste sábado (15).

    Com placas e cartazes pedindo a saída do prefeito, os manifestantes cantaram o hino nacional italiano e circularam por diversos bairros da periferia da capital, como Tor Bella Monaca e Tor Sapienza. Esta última, palco de protestos violentos de moradores na última semana, contrários à instalação de um Centro de Assistência a Imigrantes. (ANSA)


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Maltempo Italia

Maltempo, esondazioni e frane. Emergenza in Liguria. Seveso esonda a Milano

Sospesa circolazione treni su Genova-Torino-Milano. A Voltri crollo parziale di una casa


La zona di Niguarda a Milano allagata dopo l'esondazione del fiume Seveso, 15 novembre 2014. ANSA/DANIELE MASCOLO © ANSA

È di nuovo emergenza maltempo in Italia: il Nord è ancora una volta in ginocchio. Torna la paura in Lombardia, Piemonte e Liguria. Esonda il Seveso nelle zone Niguarda e Isola a Milano, come pure il torrente Polcevara e tre rii a Genova, dove c'è un disperso. Esondano fiumi nel basso Piemonte, la zona finisce sott'acqua. Allerta in Brianza per il Lambro, forti disagi sulle linee ferroviarie nel triangolo Milano-Torino-Genova. Cresce il livello dei laghi Maggiore e Orta. Allarme anche in Veneto e Toscana.
Sindaco Alessandria, è una catastrofe
"Abbiamo venti strade chiuse, frazioni isolate, frane e massi ovunque: è una catastrofe". Lo afferma all'ANSA il sindaco e presidente della Provincia di Alessandria, Maria Rita Rossa. "Abbiamo rafforzato gli argini del Bormida - aggiunge - ma ci sono già state segnalate alcune rotture".

DI NUOVO EMERGENZA IN LIGURIA - Con il perdurare della perturbazione che si è concentrata su Genova aumentano le zone del ponente cittadino allagate dopo l'esondazione del Polcevera e di altri rivi. Anche i torrenti Ferreggiano e Bisagno, che provocarono le alluvioni del 2011 e dell'ottobre scorso, sono a livello di guardia. Una persona risulta dispersa dopo che la sua auto è stata travolta da un torrente a Mignanego, in provincia di Genova. A dare l'allarme è stata una donna che si trovava nell'auto ed è riuscita a mettersi in salvo. Il rio Torre è uscito dagli argini e si segnalano i primi allagamenti in piazzale Adriatico, vicino al torrente Bisagno, in una zona centrale della città.

"La situazione è molto difficile, molto seria. L'appello è quello di stare in casa. Non è allarmismo ma una misura prudenziale. E' necessario limitare al massimo gli spostamenti per consentire anche un miglior lavoro per chi sta affrontando le situazioni di maggior criticità per la sicurezza". Lo ha detto il sindaco di Genova Marco Doria.
"Genova sta vivendo una nuova alluvione", lo dice l'assessore regionale alla Protezione civile Raffaella Paita. "Per la Liguria è una catastrofe", ha detto Paita ricordando l'alluvione del 9 ottobre a Genova, quella di Chiavari del 10 novembre e gli allagamenti che hanno interessato il savonese e l'imperiese oggi e nei giorni scorsi.
I trasporti sono in tilt. Autostrade per l'Italia sconsiglia di spostarsi verso l'area genovese. "Si segnalano disagi alla circolazione sulle autostrade dell'area genovese a causa di allagamenti provocati dall'esondazione di fiumi e torrenti", scrive la società in una nota. In A10 la chiusura è da Voltri a Genova Aeroporto per allagamenti. Chiusa anche la carreggiata opposta (direzione Savona) dal bivio con la A7 fino a Voltri per altri allagamenti; sempre in A10 è stata chiusa, in uscita da entrambe le provenienze, la stazione di Celle Ligure a causa di uno smottamento. Sulla A7 è stato chiuso il tratto tra il bivio con la diramazione Predosa-Bettole e Genova Bolzaneto in direzione di Genova e dall'allacciamento con l'A12 e il bivio con la diramazione Predosa-Bettole in direzione di Milano a causa di numerosi smottamenti.
Situazione critica nella zona di Rivarolo e di Certosa, a Genova, dove l'esondazione del rio Borzoli e di altri affluenti del Polcevera hanno inondato completamente la delegazione. Problemi anche nella zona di Prà dove si è abbattuto una violenta tromba marina che ha divelto alberi, cartelli e arredi urbani. Il monitoraggio meteo-idro di Arpal ha evidenziato sul capoluogo e sul centro-ponente genovese le caratteristiche di stazionarietà delle celle temporalesche. Il torrente Polcevera è esondato e i rii Fegino, Ruscarolo e Torbella, sono tracimati. Il parziale crollo di una casa è avvenuto a Genova, in via delle Fabbriche, a Voltri. Le persone che si trovavano nell'abitazione sono uscite subito in strada. 
Circolazione ferroviaria sospesa sulle linee Genova-Torino e Genova-Milano per allagamenti e caduta di alberi tra Arquata Scrivia e Genova. Lo rende noto Trenitalia. A causa delle strade allagate a Trenitalia "non è stato possibile effettuare il servizio sostitutivo con i bus". Interrotta la ferrovia Savona-Ventimiglia è interrotta dalle 6.30 a causa di allagamenti dei binari.
La pioggia caduta nel ponente genovese ha fatto esondare il torrente Cerusa, causando allagamenti a Voltri e Arenzano. La polizia municipale ha chiuso via delle Fabbriche. La protezione civile ha diramato un messaggio di allerta in cui si invita tutti i cittadini che abitano nella zona a fare attenzione. I torrenti Leira, a Voltri, e Molinetti, a Sestri Ponente, hanno superato i livelli di guardia e le zone intorno sono state interdette al traffico. Nel ponente cittadino anche un black out elettrico. Vento forte in città.
BASSO PIEMONTE SOTT'ACQUA - Dopo l'Orba, il rio Lovassina e il Grue, in provincia di Alessandria esonda anche il Lemme a causa delle forti piogge che stanno interessando ormai da diverse ore tutta la provincia. Preoccupa il Bormida ad Alessandria: per precauzione è stato chiuso il ponte tra la città e Spinetta. Evacuate le aree golenali.
Una frana minaccia il Comune di Lessolo, nel Canavese. Per precauzione l'amministrazione comunale ha fatto evacuare undici famiglie che abitano in zona Ronchi. Quindici gli sfollati, che sono stati ospitati all'albergo Arcadia di Scarmagno (Torino).
Torna il rischio frane a Gavi, il paese del celebre vino bianco docg, dove è in corso l'evacuazione delle famiglie residenti a ridosso della collina dell'antica Fortezza del Barbarossa: i palazzi di via Barbieri nei pressi di piazza Dante, le case di via Garibaldi e tutto il rione Monserito. La Protezione civile ha riallestito nelle scuole elementari il centro di accoglienza per gli sfollati. Per Gavi, come per tutto il basso Piemonte, si tratta della terza emergenza maltempo nell'ultimo mese.
Campi allagati dai corsi d'acqua secondari esondati, intere zone rurali devastate dalle piogge, coltivazioni compromesse, in particolare quelle del mais: è la fotografia allarmante della Coldiretti di Alessandria dopo giorni di maltempo che si sta abbattendo senza sosta sulla provincia.
Tornano a salire i laghi Maggiore e Orta, in Piemonte, già esondati nei giorni scorsi. Il lago Maggiore è attualmente stazionario a 6.5 metri, ma le forti piogge di queste ore torneranno a far crescere il livello dell'acqua. Anche sul settore settentrionale del Piemonte sono infatti previste intense precipitazioni. Previsto in crescita per l'intera giornata di oggi, come l'Orta, il lago Maggiore raggiungerà domani valori massimi pari a quelli dei giorni scorsi.
LOMBARDIA, ESONDA IL SEVESO - Il fiume Seveso è esondato sul territorio cittadino in zona Niguarda, in particolare in via Valfurva. In zona Isola gli ambulanti del mercato rionale di Lagosta sono stati invitati ad anticipare l'abbandono del posto di lavoro. Sul posto pattuglie di Polizia locale e squadre della Protezione civile. Sono stati aperti da MM Servizi idrici tutti i chiusini per il deflusso dell'acqua.
Il livello del fiume Adda potrebbe entrare in soglia di allerta dalle 16 con rischi di esondazione in particolare nel lodigiano. e di allerta a partire dalle 16 di oggi. Lo comunica il comune di Lodi che con tutte le forze di Protezione civile e gli organismi di vigilanza è già pronto ad entrare in azione nei casi di necessita'. Proprio ieri è terminata la distribuzione di sacchi di sabbia a tutti gli abitanti che ne hanno fatto richiesta. Dal comune si specifica che l'eventuale attivazione della fase di allerta sarà preceduta da tempestiva e adeguata comunicazione, anche tramite facebook e twitter, i pannelli elettronici dislocati in più punti della città e l'informazione diretta porta a porta con auto che gireranno con altoparlanti nelle zone maggiormente esposte a possibili effetti della piena dell'Adda.
LA TOSCANA SI PREPARA ALLA BOMBA D'ACQUA - Evacuazione forzata nella zona rossa di Marina di Carrara (Massa Carrara) in vista della bomba d'acqua prevista entro stasera e che mette a rischio ancora gli argini del fiume Carrione gia' esondato il 5 novembre. E' quanto ha disposto il sindaco Angelo Zubbani che ieri, dopo l'allerta meteo prevista per oggi, ha firmato l'ordinanza l'evacuazione di uffici, negozi e dei piani bassi delle abitazioni che si trovano nell'area di Marina di Carrara alluvionata il 5 novembre. "Per chi non sgombera disattendendo la mia ordinanza, interverranno polizia e carabinieri", le parole del sindaco.
LA SITUAZIONE IN EMILIA-ROMAGNA - Tutti gli interventi precauzionali sono stati eseguiti: chiusura delle ciclabili sull'argine, transennatura delle vie di accesso, rafforzamento dell'argine e soprattutto sgombero di edifici nelle aree golenali a Ferrara, Ro e Berra. Così ci si prepara nel Ferrarese alla piena del Po. In Prefettura si è fatto il punto, l'attenzione resta massima.
CAMPANIA, CRITICITA' PER STASERA - Una nuova perturbazione interesserà la Campania determinando un generale peggioramento delle condizioni meteo a partire da questa sera. La Sala Operativa della Protezione civile regionale, sulla base delle previsioni elaborate dal Centro Funzionale, ha diramato un avviso di criticità idrogeologica moderata (corrispondente al livello nazionale arancione) per alcune zone del territorio e, in particolare, per la fascia costiera (piana Campana, isole, area Vesuviana, Penisola Sorrentino-Amalfitana, Monti di Sarno e Monti Picentini, Tusciano e Alto Sele, Piana del Sele, Alto e Basso Cilento) valevole a partire dalle ore 20 di stasera e per le successive 24 ore. Sul resto della Campania, sempre a partire da questa sera, la criticità dovuta all'impatto che le precipitazioni potrebbero avere sul territorio è ordinaria (corrispondente al livello nazionale giallo).
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A segunda morte

A segunda morte
Por: José de Souza Martins*

O Sepultamento – obra de Vitor Brecheret – foto do autor do texto




A declinante frequência de visitantes aos cemitérios no dia de Finados provoca apreensão sobre os fatores do declínio. Há uma ponta de censura aos contemporâneos e à modernidade pelo desapego à tradição e aos lugares da memória. Já em tempos recuados, quando os cemitérios ainda eram recentes entre nós, um jornalista do Correio Paulistano visitou os cemitérios da cidade, no dia de Finados de 1898. Constatou que poucos apresentavam sinais de que haviam sido objeto do interesse de alguém, como a limpeza e a colocação de flores, não obstante o lugar dos enterramentos fosse ainda considerado lugar sagrado. O progresso material e a decorrente banalização da morte, o arrefecimento dos laços de família e de amizade, afetaram ainda mais a observância do dia por excelência do ritual do luto.

Desde então vem se robustecendo uma insidiosa segunda morte de nossos mortos. Raramente temos consciência de que nossos mortos morrem uma segunda e definitiva vez quando os relegamos ao esquecimento e à indiferença em relação ao que foram para nós. Uma coisa é morrer biologicamente, o que os antigos chamavam de “último suspiro”. Outra coisa é a morte decorrente da cessação da relação interativa com quem se vai. A morte mata um pouco, também, quem fica, que na morte do outro perde uma de suas referências, perde a referência bilateral da ressocialização contínua, que é o pilar da sociedade.

A ressurreição é mais comum e normal do que supomos. Nas aulas de sociologia que eventualmente dou nos cemitérios para alunos do curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia da USP, segunda morte e ressurreição são temas subjacentes e implícitos. A maioria nem se dá conta de que a visita aos lugares da memória é um modo de resistir, em nome do que os mortos foram, à segunda morte. Nossos mortos morrem de novo quando nós os abandonamos pelo esquecimento. Renascem quando deles nos recordamos seja nas visitas aos seus jazigos seja nas conversações em que os rememoramos.

Nunca encontrei Monteiro Lobato pessoalmente, mas me lembro vivamente de um dia de 1948 quando a professora do terceiro ano do Grupo Escolar “Pedro Taques”, na estação de Guaianases, um pequeno povoado de gente muito pobre, comunicou aos alunos que ele havia morrido. E nos disse que ele faria falta porque escrevera histórias para crianças como nós. Mais tarde, quando tive dinheiro para comprar livros, eu descobriria que histórias eram essas. E numa visita ao Cemitério da Consolação fui visitar seu túmulo para ouvir as palavras do seu silêncio que falam dentro de mim sobre a imortalidade de seu saber e de sua alma de criança.

Tenho um número grande de conhecidos nos cemitérios de São Paulo e de outros lugares. Gente que nunca vi, mas que mesmo na sua morte deram vida à sociedade em que vivo. Já saí de minha casa, no Butantã, só para visitar o túmulo do capitão Joaquim Távora no Cemitério do Chora Menino, lá para os lados de Santana. Ele foi o grande comandante da Revolução de 1924 que sonhou com um país que não chegou a ver, democrático e próspero: fora abatido num ato de traição em combate na Rua Vergueiro. Surpreendeu-me que, sepultado tão longe de seus familiares e amigos, ainda haja quem mantenha limpa e bem cuidada a sua campa. Alguém que o ressuscita todos os dias em nome de uma generosa consciência de pátria.

No Cemitério da Consolação, visito imaginariamente o túmulo, que já não existe, de Emiliano, o filho do poeta Fagundes Varela. Em horas tardias vinha ele chorar os versos do Cântico do Calvário sobre um montículo de terra, na Quadra dos Anjos Pequenos, a dor pelo seu menino que morrera de pobreza numa casa simples do bairro do Brás, aos três meses de idade. Ainda posso ouvir seus versos soprados pela brisa da manhã: Eras na vida a pomba predileta/ Que sobre um mar de angústias conduzia/ O ramo da esperança.

Com frequência junto minha gratidão à “Prece”, do escultor Bruno Giorgi, no túmulo de Armando Sales de Oliveira, criador da Universidade de São Paulo. Milhares de brasileiros, de São Paulo e de outros estados, puderam estudar na melhor universidade pública do país graças à decisão desse estadista que em 25 de janeiro de 1934 a criou como um grande e imorredouro gesto da civilização contra a barbárie. Não fosse esse gesto eu mesmo e a maioria dos alunos que ali me ouvem nunca teríamos tido a oportunidade de ingressar na Universidade, pública e gratuita.

A ressurreição está também simbolizada na mais bela escultura cemiterial que conheço, “O sepultamento”, de Victor Brecheret. No Cemitério da Consolação, ela celebra a vida cidadã de Dona Olívia Guedes Penteado e seu marido, patronos da formação de grandes artistas paulistas. Mesmo que muita gente se mostre indiferente aos mortos e ao que eles representam, a arte funerária dos nossos cemitérios fala pelos ausentes e os povoa com a saudade do belo. Quem assume a grande missão da emancipação dos seres humanos de suas misérias e carências, as da matéria e as do espírito, nunca está só. Nem morre.

*José de Souza Martins é sociólogo. Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Entre outros livros, autor de Uma Sociologia da Vida Cotidiana (Contexto, 2014).



Colaboração Lea Beraldo através da lista de genealogia GenealBR.


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Dicas gerais sobre fontes de pesquisa

Esta página indica brevemente fontes de dados para suas pesquisas genealógicas: o que existe, que dados se dispõem, e onde se podem encontrar.
Era comum que se registrassem eventos da vida das pessoas em livros mantidos pela Igreja que frequentavam. Em tais registros (geralmente de batismo, crisma, matrimônio, óbito), podem-se encontrar dados genealógicos importantes, tais como datas, locais, filiações e outras relações de parentesco, afinidade e devoção.

Registros CatólicosEditar

Os mais antigos se encontram nas diversas Cúrias Metropolitanas e Diocesanas. A conservação dos documentos e acesso a eles varia de local para local. Também muda o local onde se preserva certa parte da documentação. Por exemplo, a documentação das Dioceses de Santa Cruz do Sul e de Novo Hamburgo anterior a 1900 encontra-se no Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre. O acesso aos livros pode ser limitado ou mesmo proibido pela Administração de cada unidade.
As Cúrias gaúchas são as seguintes:
1. Bagé (53) 3242 47 72 R. Marcílio Dias, 1586 CxP 270 90400-022 bispado@alternet.com.br
2. Cachoeira do Sul (51) 37 22 18 75 R. Moron, 1007 CxP 152 96508-031 bispo@netcentro.com.br
3. Caxias do Sul (54) 214 53 88 R. os Dezoito do Forte, 1771/ 1º andar CxP 59 95020-472 mitra@diocesedecaxias.org.br
4. Cruz Alta (55) 3322 6920 R. Venâncio Aires, 810 CxP 51 98005-020 diocese@comnet.com.br
5. Erexim (54) 522 3611 Av. Sete de Setembro, 1251 CxP 795 99700-000 mitraere@uri.com.br
6. Frederico Westphalen (55) 3744 3782 R. do Comércio, 672/ 3º andar CxP 82 98400-000 diocesefw@fesau.psi.br
7. Novo Hamburgo (51) 3593 1755 R. Joaquim Nabuco, 543 CxP 583 93310-002 mitra@nh.conex.com.br
8. Osório (51) 663 42 82 R. Dr. Mário Santo Dani, 218 95520-000 mitraoso@terra.com.br
9. Passo Fundo (54) 3045 9240 R. Coronel Chicuta, 416 CxP 230 99010-051 Site: www.pastoral.com.br
10. Pelotas (53) 3225 8055 Pça. José Bonifácio, 104 CxP 260 96015-170 mitrapel@terra.com.br
11. Porto Alegre (51) 3228 61 99 R. Espírito Santo, 95 90010-370 ahcmpa@gmail.com
12. Rio Grande (53) 3231 4066 R. 25 de Maio, 532 96200-260 diocrg@netorialnt.com.br
13. Santa Cruz do Sul (51) 37 11-36-68 R. Ramiro Barcelos, 717 CxP 86 96810-050 curia@viavale.com.br
14. Santa Maria (55) 3221 4836 Av. Rio Branco 793 / 2o. andar Santa Maria, RS 97010-423 Brasil curia@diocesesantamaria.org.br
15. Santo Ângelo (55) 3313 5308 R. Marquês do Herval, 1113 CxP 202 98801-640 mitra@san.psi.br
16. Uruguaiana (55) 3412 1246 R. Sant’Ana 2612 CxP 186 97510-470 mitra.uruguaiana@uol.com.br
17. Vacaria (54) 231 13 73 Praça Daltro Filho, 1399 CxP 03 95200-000 mitravacaria@m2net.com.br

Registros EvangélicosEditar

As comunidades Evangélicas mantêm livros de registros de eventos ligados à vida religiosa dos seus membros, ou seja, a grande maioria dos imigrantes alemães. Os originais mais antigos são escritos em alemão, muitas vezes gótico, mas existem várias traduções e transcrições. São registros de batismo, confirmação, casamento e falecimento, datados a partir de 1824. O primeiro existente é o de São Leopoldo. Os originais encontram-se nas próprias comunidades mas nem sempre estão disponíveis para consulta.

Onde encontrar transcriçõesEditar

  • À venda e para consulta no INGERS
  • Para consulta no Museu do Imigrante (? confirmar esta informação)
  • Para consulta em algumas comunidades evangélicas
  • Os primeiros livros de São Leopoldo podem ser adquiridos em CD na Unisinos.

Registros CivisEditar

Com a separação entre Igreja e Estado, começam a surgir mais abundantemente os registros civis, mantidos pelos diversos níveis de governo e administração. Além de registros de nascimento, casamento e falecimento, também são de grande relevância para a pesquisa genealógica os registros de imigração, naturalização, adoção, habilitação para casamento, e jurídicos de todo o tipo (testamentos, inventários, contratos dos mais diversos tipos e outros). Muitos desses registros podem ser pesquisados em suas fontes primárias, originais, disponíveis em arquivos públicos. Outros são registros cartorários e também podem ser consultados mediante o pagamento de emolumentos para consulta.

Arquivo Público do Rio Grande do SulEditar

Localizado na R. Riachuelo, 1031, Centro, Porto Alegre. Telefones: (51)3227.1698 e (51)3211.2867, aberto das 08h30 às 17h. A Divisão de Documentação pode fornecer informações sobre datas-limites dos acervos, realização de pesquisa e entrega de documentos. Especialmente úteis são os livros de Registro Civil (período de 1928 a 1978), processos de habilitação de casamento (1859 a 1985) e inventários (1763 a 1975).

Arquivo Histórico do Rio Grande do SulEditar

Descrever aqui.
Cartórios

Sociedades GenealógicasEditar

Há sociedades e entidades que se dedicam à pesquisa genealógica e assim podem auxiliar ou orientar pesquisadores em seus próprios esforços.

INGERSEditar

Massolin di Fiori Società TalianaEditar

Por meio de diversas atividades, esta sociedade civil promove e divulga as raízes histórico-culturais italianas, nos seus diversos aspectos. Seu Departamento de Genealogia possui um Banco de Dados com mais de 400 mil nomes cadastrados, sob a coordenação do genealogista Carlos Henrique Nozari. A página de internet do departamento indica uma porção de locais da internet especificamente úteis para a pesquisa de raízes italianas.

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos DiasEditar

Os santos dos últimos dias (SUD em português, ou LDS em inglês), também conhecidos como "mórmons", por doutrina religiosa têm interesse em genealogia. A Igreja mantém Centros de História da Família (CHFs) em que se podem obter, por empréstimo, cópias microfilmadas de registros de diversos tipos e oriundos de diversas partes do mundo. Também permite pesquisa livre em diversos bancos de dados genealógicos mantidos no FamilySearch. A Igreja também mantém um programa de indexação de registros do qual podem participar voluntários.

IHGRGSEditar

Outros RegistrosEditar

registros civis do final do seculo XIX

CemitériosEditar