sábado, 14 de fevereiro de 2015

San Valentino

La festa di san Valentino è una ricorrenza dedicata agli innamorati e celebrata in gran parte del mondo (soprattutto in Europa, nelle Americhe e in Estremo Oriente) il 14 febbraio.

L'originale festività religiosa prende il nome dal santo e martire cristiano Valentino da Terni[1], e venne istituita nel 496 da papa Gelasio I, andando a sostituirsi alla precedente festa pagana delle lupercalia. La pratica moderna di celebrazione della festa, invece, centrata sullo scambio di messaggi d'amore e regali fra innamorati, risale probabilmente all'alto medioevo, e potrebbe essere in particolare riconducibile al circolo di Geoffrey Chaucer in cui prese forma la tradizione dell'amor cortese.
Alla sua diffusione, soprattutto in Francia e in Inghilterra, contribuirono i benedettini, attraverso i loro numerosi monasteri, essendo stati affidatari della basilica di San Valentino a Terni dalla fine della seconda metà del VII secolo.[2]
Soprattutto nei paesi di cultura anglosassone, e per imitazione anche altrove, il tratto più caratteristico della festa di san Valentino è lo scambio di valentine, bigliettini d'amore spesso sagomati nella forma di cuori stilizzati o secondo altri temi tipici della rappresentazione popolare dell'amore romantico (la colomba, l'immagine di Cupido con arco e frecce, e così via). A partire dal XIX secolo, questa tradizione ha alimentato la produzione industriale e commercializzazione su vasta scala di biglietti d'auguri dedicati a questa ricorrenza.[3] La Greeting Card Association ha stimato che ogni anno vengano spediti il 14 febbraio circa un miliardo di biglietti d'auguri, numero che colloca questa ricorrenza al secondo posto, come numero di biglietti acquistati e spediti, dopo Natale.[4]
Il giorno dopo la festa degli innamorati, il 15 febbraio si festeggia san Faustino, patrono dei single.


http://it.wikipedia.org

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pizzolato quer cumprir pena na Itália e vai recorrer

São Paulo - A defesa do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato afirmou nesta quinta-feira, 12, que vai recorrer da decisão de extraditar o brasileiro à Corte Europeia de Direitos Humanos. O advogado Alessandro Siveli sinalizou, no entanto, que Pizzolato está disposto a cumprir a pena na Itália.

    Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão por envolvimento no mensalão, mas fugiu para a Itália. Desde o ano passado o governo brasileiro tenta extraditar o ex-diretor.

    Nesta manhã, a Justiça italiana autorizou o retorno dele ao Brasil, mas a decisão final cabe ao governo do país. Em comunicado, Siveli declarou seu "estupor" diante da decisão que, segundo ele, foi tomada "sem um fato novo".

    Segundo o advogado, Pizzolato está disposto a ser julgado na Itália uma vez mais e, se condenado, estaria de acordo em cumprir sua "pena na Itália". Sivelli indicou que, além da Corte Europeia, também apresentou recurso à Corte Interamericana de Direitos Humanos. 

Nenhuma das duas iniciativas, porém, tem efeito suspensivo e não conseguiriam barrar o envio do brasileiro ao País.

    Nesta manhã, a Corte de Cassação em Roma reverteu a decisão de primeira instância de rejeitar a extradição e aceitou as garantias dadas pelo governo brasileiro de que a integridade física de Pizzolato será assegurada no Complexo da Papuda. O julgamento ocorreu na quarta-feira, em Roma, mas a sentença foi pronunciada apenas nesta manhã. 

Momentos depois do anúncio, o ex-diretor se apresentou à polícia de Maranello.

    Ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil fugiu do País há um ano e cinco meses, com um passaporte falso e declarou que confiava que a Justiça italiana não faria um processo político contra ele, como acusa a Justiça brasileira de ter realizado.

    Ele chegou a ser preso, mas foi solto em outubro do ano passado.

    Ao sair da prisão, declarou que havia fugido para "salvar sua vida". "Estamos confiantes de que o ministro não concederá a extradição como foi feito em um caso análogo (de 13 de julho de 2001) que foi negada a extradição ao cidadão ítalo-brasileiro Salvatore Cacciola", disse o advogado, lembrando que o estado brasileiro não reconhece o princípio da reciprocidade e não extradita seus próprios cidadãos. Ele voltou a denunciar a situação das prisões nacionais. "As cárceres brasileiras estão nas mãos de organizações criminosas que não hesitam em matar detentos que não cedem à extorsão", disse.

    fonte: Estadão Conteudo. (ANSA)

www.ansabrasil.com.br

Projeto de 'ilha' da prostituição causa polêmica em Roma


Marcelo Crescenti

A decisão da prefeitura de Roma de criar um distrito "oficial" para a prostituição na capital italiana está causando uma grande polêmica em todo o país. O projeto será o primeiro do tipo na Itália.
A administração municipal decidiu concentrar a prostituição de uma grande parte da cidade em uma área da zona sul da capital italiana em que a presença de meretrizes será oficialmente tolerada.
A decisão do prefeito Ignazio Marino tem como objetivo evitar a presença de profissionais do sexo em bairros residenciais e no centro da cidade. A área escolhida é o bairro de Eur, ao sul do centro histórico da capital.
Esse distrito "oficial" para o comércio de sexo seria vigiado pela polícia e por assistentes sociais para evitar abusos. Quando ele entrar em vigor, provavelmente no próximo mês de abril, a polícia poderá multar prostitutas que estiverem presentes fora da zona demarcada em até 500 euros (cerca de R$ 1,5 mil).
O gabinete do prefeito reitera que a medida será tomada para evitar a prostituição descontrolada na cidade e poderá ter efeitos positivos para as próprias prostitutas, que teriam mais segurança. Se o projeto der certo, até três desses distritos poderão ser criados na cidade eterna.
A iniciativa é inspirada em projetos semelhantes já existentes em outras cidades europeias, como por exemplo os "red light districts" de Amsterdã, na Holanda, e Hamburgo, na Alemanha.

Polêmica

A decisão da prefeitura está causando uma grande polêmica em toda a Itália, já que o projeto seria o primeiro do tipo no país. As críticas vêm principalmente do setores mais conservadores da sociedade italiana. Há quem veja na criação das chamadas "zone di toleranza" (zonas de tolerância) uma tentativa de oficializar a prostituição, que é ilegal na Itália.
"É um grande erro. Desse jeito, a escravidão das mulheres será legitimada", disse o monsenhor Enrico Feroci, diretor da organização católica de assistência social Caritas.
A Conferência Episcopal Italiana, órgão máximo da igreja católica no país, também condenou a idéia como sendo "hipócrita e de fundo ideológico". Segundo a organização, a medida não visa a melhora da situação das prostitutas, mas somente a "lavagem" das ruas de Roma.
Os sindicatos italianos, por sua vez, apoiam fortemente a idéia. "Criar uma zona na cidade que garanta a segurança das mulheres e homens que trabalham ali é uma decisão justa", comentou Maria Gigliola Toniollo do sindicato Cgil.

Bilhões de euros


O governo estima que há 70 mil mulheres e homens que se prostituem na Itália. Cerca de 65% delas oferecem sexo nas ruas das cidades italianas e 35% em estabelecimentos, como bordéis. O "faturamento" do setor é estimado pelo instituto italiano de pesquisa Transcrime entre 2 e 5 bilhões de euros ao ano (R$ 6 bilhões e R$ 15 bilhões, respectivamente). Só em Roma, o total estimado de prostitutas que trabalham regularmente é de 2.500 nos meses de verão. No inverno esse número cai para cerca de 1.500.

Justiça da Itália decide extraditar Pizzolato, condenado no mensalão

Do G1 em São Paulo - A Corte de Cassação de Roma, na Itália, decidiu nesta quinta-feira (12) extraditar para o Brasil o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no julgamento do mensalão do PT. Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), ele cometeu os crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. 

Segundo a GloboNews, a decisão sobre a extradição para o Brasil será agora política e irá para o Ministério da Justiça da Itália, que tem até três semanas para decidir. Ainda não se sabe se Pizzolato vai esperar em liberdade pela decisão.
A decisão aceita um recurso feito pelo governo brasileiro contra a negativa de extraditar Pizzolato feita no ano passado pela Corte de Bolonha.
Em 2013, quando o STF se encaminhava para rejeitar os últimos recursos da defesa e determinar a execução da sentença, Pizzolato, que tem cidadania italiana, fugiu para a Itália. 
Ele foi preso na cidade de Maranello em fevereiro de 2014 por portar documento falso. Depois, foi solto em 28 de outubro, quando a Corte de Bolonha negou sua extradição e permitiu que ele respondesse em liberdade. No mês seguinte, a Advocacia-Geral da União (AGU) do Brasil apresentou o recurso contra a decisão.
Nesta quarta-feira (11), o Ministério Público italiano, que em novembro apresentou recurso contra a negativa de extraditar Pizzolato, pediu à Corte de Cassação de Roma a anulação da decisão de Bolonha. O ex-diretor do BB, que responde em liberdade na Itália, não compareceu ao tribunal.
A defesa de Pizzolato usou como argumento o caso do ativista italiano Cesare Battisti, que teve o pedido de extradição para a Itália negado pelo Brasil. A defesa do ex-diretor do BB apela para o princípio da reciprocidade, em que a Itália deveria tomar a mesma decisão tomada pelo Brasil. Isso, entretanto, não foi aceito pela Justiça.
Tratamento adequado em presídios
No recurso apresentado pela AGU em novembro do ano passado à Corte de Bolonha, o governo brasileiro busca demonstrar, em 62 páginas de argumentação, que não há motivo concreto e específico para supor que Pizzolato estará sujeito a tratamento que viole seus direitos fundamentais. Segundo a AGU, o Brasil apresentou provas de que Pizzolato terá tratamento adequado enquanto cumprir pena em território brasileiro.

O Brasil também apresentou no recurso garantias de que não houve episódio de violência durante a execução da pena dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão.
Ainda que a Justiça italiana decida favoravelmente à extradição de Pizzoalato, o governo da Itália pode se recusar a extraditá-lo, já que ele tem dupla cidadania. No entanto, ao contrário do Brasil, não há proibição na legislação italiana para a extradição de nacionais.
'Inocência no mensalão'
Pizzolato alega inocência no processo do mensalão, afirmando que pagamentos do Banco do Brasil para agências de Marcos Valério foram autorizados para serviços efetivamente prestados. A denúncia que levou à sua condenação dizia que recursos oriundos do Fundo Visanet administrados pelo banco serviram para abastecer o esquema de compra de apoio político.

www.g1.globo.com

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Tribunal de Roma marca para quinta decisão sobre Pizzolato, diz PGR

A Corte de Cassação de Roma, na Itália, marcou para esta quinta-feira (12) a tomada de uma decisão sobre a extradição do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato, segundo informou a Procuradoria-Geral da República do Brasil, que acompanha o caso.
Pizzolato foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no julgamento do mensalão, mas, em 2013, fugiu para a Itália.
Ele foi preso na cidade italiana de Maranello em fevereiro de 2014 por portar documento falso. Depois, foi solto em 28 de outubro, quando a Corte de Bolonha negou sua extradição e permitiu que ele respondesse em liberdade. No mês seguinte, a Advocacia-Geral da União (AGU) do Brasil apresentou o recurso contra a decisão.
Na sessão desta quarta, o Ministério Público italiano, que em novembro apresentou recurso contra a negativa de extraditar Pizzolato, pediu à Corte a anulação da decisão de Bolonha. O ex-diretor do BB, que responde em liberdade na Itália não compareceu ao tribunal.
Também na sessão, a defesa de Pizzolato usou como argumento o caso do ativista italiano Cesare Battisti, que teve o pedido de extradição para a Itália negado pelo Brasil. A defesa do ex-diretor do BB apela para o princípio da reciprocidade, em que a Itália deveria tomar a mesma decisão tomada pelo Brasil.
Tratamento adequado em presídios
No recurso apresentado pela AGU em novembro do ano passado à Corte de Bolonha, o governo brasileiro busca demonstrar, em 62 páginas de argumentação, que não há motivo concreto e específico para supor que Pizzolato estará sujeito a tratamento que viole seus direitos fundamentais. Segundo a AGU, o Brasil apresentou provas de que Pizzolato terá tratamento adequado enquanto cumprir pena em território brasileiro.

O Brasil também apresentou no recurso garantias de que não houve episódio de violência durante a execução da pena dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão.
Ainda que a Justiça italiana decida favoravelmente à extradição de Pizzoalato, o governo da Itália pode se recusar a extraditá-lo, já que ele tem dupla cidadania. No entanto, ao contrário do Brasil, não há proibição na legislação italiana para a extradição de nacionais.
'Inocência no mensalão'
Pizzolato alega inocência no processo do mensalão, afirmando que pagamentos do Banco do Brasil para agências de Marcos Valério foram autorizados para serviços efetivamente prestados. A denúncia que levou à sua condenação dizia que recursos oriundos do Fundo Visanet administrados pelo banco serviram para abastecer o esquema de compra de apoio político.

www.g1.com.br

Comandante do Costa Concordia é condenado a 16 anos de prisão

Francesco Schettino, ex-comandante do navio Costa Concordia, foi condenado nesta quarta-feira (11) a 16 anos de prisão por causa do naufrágio do cruzeiro no qual morreram 32 pessoas, em janeiro de 2012.
De acordo com a agência AFP, ele foi condenado por homicídio culposo múltiplo e por abandono do navio pelo tribunal de Grosseto, na Itália. No entanto, ainda é incerto se ele de fato irá para a cadeia antes da conclusão do longo processo de apelação na Itália, o que pode levar anos.
Segundo a EFE, ele começou a chorar nesta quarta-feira durante a audiência. Schettino fez um pronunciamento final espontâneo no qual não conteve as lágrimas. "Quero dizer, talvez não fui compreendido, que em 13 de janeiro do 2012 uma parte de mim também morreu", afirmou.
2 - Costa Concordia às 17h39 de segunda-feira (16), no horário local (Foto: Andreas Solaro/AFP)
Costa Concordia após o naufrágio
(Foto: Andreas Solaro/AFP)
Investigadores criticaram severamente o modo como ele agiu durante o desastre, acusando-o de ter conduzido o navio de 290 metros de comprimento perto demais da costa, onde acabou batendo em rochas ao largo da ilha toscana de Giglio.
O acidente abriu um buraco no casco da embarcação, o que levou ao início de uma caótica remoção de mais de 4 mil passageiros e tripulantes durante a noite.

Schettino também era acusado de ter demorado para iniciar a retirada das pessoas e perdido o controle da operação, tendo abandonado o navio antes de todos os 4.200 passageiros e tripulantes serem resgatados.
'Vada a bordo'
O abandono ocasionou o episódio mais famoso em too o incidente: o momento em que o  capitão da Guarda Costeira Gregorio De Falco ordena furiosamente que Schettino retorne ao cruzeiro para supervisionar as operações de resgate com a frase "Vada a bordo, cazzo!"

"Ouça, Schettino, talvez você tenha se salvado do mar, mas eu vou fazer você ficar muito mal. Farei você pagar por isto. Vá para bordo!", gritou De Falco para Schettino durante um diálogo de quatro minutos, por rádio.
Os promotores pediram pena de 26 anos de prisão para Schettino, que admitiu alguma responsabilidade como comandante do navio, mas negou culpa pelas mortes que ocorreram durante a remoção.
Ele foi deixado sozinho no banco dos réus para responder pelo desastre após a Costa Cruzeiros, uma unidade da Carnival Corp, pagar multa de 1 bilhão de euros (US$ 1,13 milhão) para encerrar o caso e promotores aceitarem acordos com cinco outros funcionários.
Durante a audiência, Schettino se disse ainda "vítima da mídia". "Vivi em um circo midiático, é difícil definir como vida o que eu estou vivendo. A realidade foi distorcida, alterada em substância e forma. Foi oferecida uma imagem de mim ao público que não é real", criticou.
"Foi dito que não tive sensibilidade por não ter pedido perdão às vítimas, e também isto não corresponde à realidade. A dor não tem por que ser exibida, não fiz porque a dor demonstrada pode ser instrumentalizada", disse.
Arte Costa Concordia (Foto: Arte G1)

L'insulina smart si attiva nel sangue quando serve


Funziona nei topi l'insulina 'smart', modificata in laboratorio in modo da rimanere per ore nel circolo sanguigno attivandosi esclusivamente quando sale il livello di glucosio. Messa a punto dai ricercatori del Massachusetts Institute of Technology (Mit) di Boston, potrebbe rappresentare una vera e propria rivoluzione per il trattamento del diabete, liberando i pazienti dal monitoraggio della glicemia e dai pericoli che derivano dai suoi sbalzi repentini.

L'insulina smart è dotata di un 'salvagente' (una lunga molecola idrofobica fatta da grassi) che le permette di rimanere a galla nel sangue per diverse ore, probabilmente facendola ancorare ad una proteina del plasma (l'albumina). Quando la glicemia supera il livello di guardia, l'insulina entra in azione: ad attivarla ci pensano le stesse molecole di glucosio, tirando una maniglia d'emergenza molecolare (chiamata PBA) appositamente attaccata alla struttura chimica dell'insulina.

I risultati dei test sui topi, pubblicati sulla rivista dell'Accademia americana delle scienze (Pnas), hanno dimostrato che l'insulina modificata rimane nel circolo sanguigno almeno per 10 ore, riuscendo ad intervenire in maniera più rapida ed efficace rispetto all'insulina tradizionale e quella a lunga durata d'azione.

Il prossimo passo dei ricercatori sarà quello di sperimentare la nuova molecola in altri modelli animali, agendo ulteriormente sulla composizione chimica dell'insulina in modo da renderla più reattiva alle variazioni di zuccheri nel sangue.


www.ansa.it

Almeno 330 morti, Consiglio d'Europa boccia Triton

Una fila di carri funebri in attesa di caricare le salme dei migranti morti in mare sulla banchina dell porto di Lampedusa, 11 febbraio 2015. ANSA/PASQUALE CLAUDIO MONTANA LAMPO


Sono quattro in tutto i gommoni partiti dalla Libia e naufragati, ognuno con un centinaio di persone a bordo, secondo quanto riportato dai superstiti della tragedia, e su un totale di 420 persone partite - compresi i 29 morti assiderati - le vittime sarebbero circa 330: lo ha detto all'ANSA Flavio Di Giacomo, portavoce in Italia dell'Oim.
"Di questi 4 - spiega Di Giacomo - uno è il gommone soccorso dalla Guardia Costiera lunedì (con 105 persone a bordo) e che ha visto la morte per ipotermia di 29 migranti. Altri due gommoni (con 105 e 107 persone) sono naufragati e i 9 sopravvissuti in mare sono stati soccorsi da un mercantile (e poi trasbordati su un rimorchiatore) e portati stamattina a Lampedusa. Il quarto gommone non sarebbe mai stato avvistato, ma i sopravvissuti affermano che a bordo ci sarebbero state altre 100-105 persone, tutte presumibilmente disperse". "Su un totale di 420 persone partite sabato, le vittime totali, compresi i 29 di cui si è avuta notizia ieri, sarebbero quindi circa 330" aggiunge. L'Oim ha in questo momento un team a Lampedusa che sta fornendo assistenza ai sopravvissuti ospitati nel centro di accoglienza dell'isola. "I migranti sono tutti giovani uomini, l'età media è di circa 25 anni, provenienti da paesi subsahariani, in particolare Mali, Costa d'Avorio, Senegal, Niger. Per alcuni di loro la Libia era un paese di transito, mentre altri vi lavoravano da tempo, infatti parlano anche un po' di arabo. Hanno raccontato di essere stati costretti a salire sui gommoni con la forza, minacciati da bastoni e pistole, e derubati dei loro avere da parte dei trafficanti". "Questa tragedia conferma ancora una volta come i trafficanti trattino i migranti, soprattutto i subsahariani, come un carico umano senza valore. Hanno fatto partire oltre 420 persone con condizioni di mare assolutamente proibitive - il mare era forza 7 e c'erano onde alte 8 metri - di fatto mandando la gente a morire" conclude il portavoce dell'Oim.
Papa, altri morti Lampedusa,solidarietà e preghiera - "Preoccupazione" del Papa per "le notizie giunte da Lampedusa dove si contano altri morti tra gli immigrati a causa del freddo lungo la traversata del Mediterraneo. Desidero assicurare la mia preghiera per le vittime e incoraggiare nuovamente alla solidarietà, affinché a nessuno manchi il necessario soccorso".
Consiglio d'Europa boccia Triton - L'operazione "Triton non è all'altezza" dei compiti che deve svolgere e "l'Europa ha bisogno di un sistema di ricerca e salvataggio efficace": è quanto sottolinea in una nota il commissario dei diritti umani del Consiglio d'Europa, Nils Muiznieks, dopo le nuove tragedie che si sono consumate nel Mediterraneo. "La tragedia consumatasi nel Mediterraneo è un'altra sciagura che poteva essere evitata" osserva Muiznieks. "L'Europa ha bisogno di un sistema di ricerca e salvataggio efficace" sottolinea il commissario. Muiznieks ha più volte affermato che l'Unione europea dovrebbe prendere come esempio Mare Nostrum, operazione per cui l'Italia va lodata, e che ha aiutato a salvare centinaia di vite. "Spero che l'Europa cambi approccio, dando maggiore peso ai diritti umani, e non solo alla sicurezza, e aumenti le vie legali cui le persone possono ricorrere per arrivare sul continente e chiedere asilo" afferma Muiznieks.
"La tragedia consumatasi nel Mediterraneo è un'altra sciagura che poteva essere evitata" osserva Muiznieks. "L'Europa ha bisogno di un sistema di ricerca e salvataggio efficace" sottolinea il commissario. Muiznieks ha più volte affermato che l'Unione europea dovrebbe prendere come esempio Mare Nostrum, operazione per cui l'Italia va lodata, e che ha aiutato a salvare centinaia di vite. "Spero che l'Europa cambi approccio, dando maggiore peso ai diritti umani, e non solo alla sicurezza, e aumenti le vie legali cui le persone possono ricorrere per arrivare sul continente e chiedere asilo" afferma Muiznieks.
www.ansa.it

Quadro desaparecido de Leonardo da Vinci é descoberto na Suíça

Polícia encontrou o quadro em um cofre de uma conta, na Suíça.
Obra é um retrato de Isabella d'Este, nobre italiana do século XV.



Depois de uma investigação internacional, a polícia encontrou em um cofre de uma conta, na Suíça, um quadro atribuído ao grande mestre da renascença, Leonardo da Vinci.
A obra, que estava desaparecida, é um retrato de Isabella d'Este, uma nobre italiana do século XV que patrocinava pintores renascentistas.
Durante uma investigação sobre crimes fiscais e fraude, a polícia italiana descobriu que o quadro tinha sido exportado ilegalmente para a Suíça, e estava prestes a ser vendido para um fundo britânico por 120 milhões de euros, mais de R$ 380 milhões.
www.g1.globo.com

Tribunal de Roma julga novo pedido de extradição de Henrique Pizzolato


Do G1, em Brasília
A Corte de Cassação de Roma julga nesta quarta-feira (11) novo pedido do governo brasileiro de extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado em 2013 no julgamento do mensalão. A Justiça italiana analisará recurso contra decisão proferida pela Corte de Apelação de Bolonha em outubro do ano passado, quando a extradição foi negada.
Condenado no Brasil a 12 anos e 7 meses de prisão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, Pizzolato, que tem cidadania italiana, fugiu para a Itália em setembro de 2013, mas foi preso em Maranello em fevereiro de 2014 por portar documento falso. Ele foi solto em 28 de outubro, depois que a Corte de Bolonha negou sua extradição e permitiu que ele respondesse em liberdade. No mês seguinte, a Advocacia-Geral da União (AGU) do Brasil apresentou o recurso contra a decisão.
O julgamento desta quarta-feira será acompanhado por uma procuradora brasileira, segundo informou a Procuradoria-Geral da República. A expectativa é que desta vez o pedido do governo brasileiro seja atendido.  Em novembro do ano passado, o próprio Ministério Público da Itália, que já havia se manifestado favoravelmente à extradição, apresentou recurso contra a decisão que negou que o ex-diretor do Banco do Brasil fosse extraditado.
Ao negar a extradição, os juízes da Corte de Bolonha aceitaram os argumentos da defesa de que os presídios no Brasil não oferecem condições seguras para Pizzolato. O governo brasileiro chegou a apresentar ao Judiciário do país europeu documentos que comprovam que o presídio da Papuda, no Distrito Federal, e as penitenciárias de Santa Catarina, onde o Pizzolato tem domicílio, têm condições de abrigar o ex-diretor do Banco do Brasil em condições que “respeitam os direitos humanos”.
Tratamento adequado em presídios
No recurso apresentado pela AGU em novembro do ano passado à Corte de Bolonha, o governo brasileiro busca demonstrar, em 62 páginas de argumentação, que não há motivo concreto e específico para supor que Pizzolato estará sujeito a tratamento que viole seus direitos fundamentais. Segundo a AGU, o Brasil apresentou provas de que Pizzolato estará sujeito a tratamento adequado enquanto cumprir pena em território brasileiro.

O Brasil também apresentou no recurso garantias de que não houve episódio de violência  durante a execução da pena dos condenados pelo STF no julgamento do mensalão.
Ainda que a Justiça italiana decida favoravelmente à extradição de Pizzoalato, o governo da Itália pode se recusar a extraditá-lo, já que ele tem dupla cidadania. No entanto, ao contrário do Brasil, não há proibição na legislação italiana para a extradição de nacionais

'Inocência no mensalão'
Pizzolato alega inocência no processo do mensalão, afirmando que pagamentos do Banco do Brasil para agências de Marcos Valério foram autorizados para serviços efetivamente prestados. A denúncia que levou à sua condenação dizia que recursos oriundos do Fundo Visanet administrados pelo banco serviram para abastecer o esquema de compra de apoio político.

www.g1.globo.com

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Livraria faz promoções para Dia de São Valentim


Roma -  A rede de livrarias italianas IBS colocou em promoção vários itens devido ao Dia de São Valentim, que acontecerá em 14 de fevereiro.

    Os e-books - livros digitais - são os que tiveram os preços mais reduzidos. Dezenas de títulos, entre clássicos e novidades da literatura mundial, estão custando menos de 10 euros.

    O site da rede também fez duas listas reunindo vários exemplares com a temática amorosa. A primeira delas, chamada "S.O.S. Fidanzati" ("S.O.S. Noivos"), conta com 10 e-books românticos, como "Romeu e Julieta", "O Pequeno Príncipe", "Crepúsculo" e "Os Homens São de Marte, as Mulheres são de Vênus".

    Já a segunda, intitulada "San Valentino Upgrade" ("Upgrade de São Valentim"), reúne títulos mais sensuais e até eróticos, como "Cinquenta Tons de Cinza", "A Química Secreta dos Encontros" e "Orgulho e Preconceito". (ANSA)

www.ansabrasil.com.br

Montezemolo é o líder do projeto olímpico 'Roma 2024'

Adicionar legenda
Roma -  Luca di Montezemolo, 67 anos, será o presidente do comitê que tentará trazer as Olimpíadas de 2024 para Roma, confirmou Giovanni Malagò, mandatário do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) nesta terça-feira (10).

O atual presidente da Alitalia e ex-chefe da Ferrari terá como missão promover a capital italiana entre aqueles que têm direito ao voto no Comitê Olímpico Internacional (COI) para tentar vencer a disputa.

Montezemolo tem experiência na promoção de eventos esportivos desse porte. Foi ele quem coordenou, com sucesso, a organização para a Itália ser a sede da Copa do Mundo em 1990.

Até o momento, apenas a cidade de Boston, nos Estados Unidos, está na disputa. A decisão final sobre a sede dos Jogos de 2024 será divulgada em 2017. (ANSA)

www.ansabrasil.com.br