sábado, 28 de fevereiro de 2015

Salvini lancia sfida a Renzi 'Servo sciocco di Bruxelles'

Matteo Salvini

"Il problema non è Renzi, lui è una pedina, è il servo sciocco a disposizione di Bruxelles". Matteo Salvini, dal palco della manifestazione della Lega contro il governo, attacca il presidente del Consiglio. "E' la sfida a Renzi in casa sua. Renzi ha scelto i grandi, Confindustria, Autostrade, Marchionne, le società di gioco d'azzardo e Equitalia. Oggi lanciamo la sfida dell'Italia dei piccoli, dei medi, degli artigiani, degli imprenditori e dei produttori. Da Roma parte la sfida per conquistare il Paese. Oggi lanciamo un percorso, ma non solo per il centrodestra: ambisco a parlare a tutti, anche ai delusi di Renzi e agli ex grillini", ha detto il leader del Carroccio parlando a Piazza del Popolo. 

Quanto alla ricomposizione della frattura con Flavio Tosi proprio in Veneto, interpellato poco prima dell'intervento Salvini aveva risposto "una cosa alla volta...". Sull'argomento è intervenuto lo stesso Tosi,  presente anche lui a Roma, anche se non sul palco della manifestazione. "La rottura dipende da chi la vuole, noi non la vogliamo. Abbiamo posto dei paletti in base allo statuto della Lega", ha detto il sindaco di Verona. Tosi è rimasto fra i militanti, lontano dal palco.
Il segretario della Lega, il giorno dopo l'assassinio del leader dell'opposizione in Russia, ha parlato anche dei rapporti fra l'Europa e Mosca: "La Russia deve essere un alleato contro il terrorismo. Se il nemico è quello che taglia le gole, allora ci si allea con Putin. Si è svegliato anche quel frescone di Renzi che è andato in Russia. Le sanzioni sono una cosa demenziale. La Russia è una potenza con cui dialogare e non con cui litigare".
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Roma é blindada por 4 mil policiais antes de protesto

Roma - Um contingente de 4 mil agentes de segurança foi deslocado em Roma para fazer a "proteção" e garantir a partidários do movimento conservador Liga Norte que possam se manifestar, informou o ministro do Interior da Itália, Angelino Alfano, neste sábado, dia 28.

    "Como vocês sabem, eu não acredito em nada do que diz [o líder da Liga Norte, Matteo] Salvini, mas o seu direito de manifestação é sagrado, porque é uma peça importante da democracia italiana", acrescentou.

    "Então vamos proteger o seu direito deslocando 4 mil homens da polícia para evitar que aqueles que querem usar a violência para interferir contra a manifestação da Liga não possam fazê-lo".

    Manifestantes da Liga Norte são esperados hoje em Roma para protestar contra o governo do premier Matteo Renzi. Manifestação convocada recentemente por legenda em Milão juntou 40 mil pessoas na cidade.

    "Propomos um caminho. Uma alternativa política, econômica e cultural para Renzi, [Angela] Merkel e para a Europa", disse, em entrevista à Radio Rai.

    Na última sexta-feira, dia 27, policiais e manifestantes contrários à demonstração de hoje entraram em confronto em Roma, após grupo ocupar uma igreja na Piazza del Popolo.

    Pessoas presentes no protesto levavam cartazes contra Salvini, que classificou o ato como "criminoso".(ANSA)

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Cotidiano do Rio é retratado em mostra de desenhos na Itália



Ilustrador Paulo Mariotti reuniu desenhos produzidos ao longo de dez anos.
Todas as ilustrações foram feitas apenas com caneta esferográfica simples.


Daniel Silveira
G1 RJ

Desenhos são ricos em detalhes e exploram não só a paisagem da cidade, como o cotidiano de seus moradores e turistas (Foto: Paulo Mariotti / Divulgação)

O cotidiano do Rio está em Roma. E em detalhes. Até o dia 6 de março, a Embaixada do Brasil na Itália recebe “Crônicas Cariocas”, de autoria do ilustrador Paulo Mariotti, que registrou cenas da Cidade Maravilhosa em desenhos feitos apenas com caneta esferográfica. A exposição faz parte dos festejos promovidos pela embaixada brasileira aos 450 anos do Rio.

Paulo é baiano e afirma ter se apaixonado pelo Rio quando o conheceu. “Lembro como se fosse hoje. Foi em 1978 e o que me encantou mais foi a luz da cidade e, é claro, o Aterro do Flamengo. Lugar que me fascina até hoje depois de incontáveis viagens.

O artista começou a desenhar retratos do Rio em 2003, enquanto aguardava a chegada de amigos na cidade. Seus desenhos reproduzem não apenas os cartões postais da cidade, conhecidos mundialmente, mas também cenas tipicamente cariocas, a arquitetura de casas, prédios antigos, esquinas, bares, calçadas. “Trata-se de desenhos de observação do cotidiano, de coisas simples”, destaca Paulo.

Questionado sobre a repercussão da mostra na Itália, o ilustrador se diz satisfeito. “As pessoas vem a mim perguntam como são feitos os desenhos, quanto tempo demora, parece que se envolvem de verdade com as imagens. Elas param e as vezes ficam olhando demoradamente os detalhes, o que para mim é fantástico, pois sou obcecado pelos detalhes como pode-se ver nos desenhos”, contou. Ele ressaltou ainda se emocionar ao saber que as pessoas revivem experiência e situações passadas no Rio ao contemplarem o seu trabalho.

Paulo, que atualmente vive na Europa, diz ter certa frustração por nunca ter morado no Rio de Janeiro e revela que desenhar a cidade lhe provoca sensação de pertencimento. Ele revela que o desenho pelo qual tem mais apreço é o da Praia Vermelha:“Para mim o cenário dessa pequena praia ao pé do Pão de Açúcar é um dos lugares mais impressionantes que conheço”, contou.


Paulo Mariotti desenha cenas e cenários do Rio (Foto: Paulo Mariotti / Divulgação)Cartões postais da cidade também foram retratados pelo artista (Foto: Paulo Mariotti / Divulgação)
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Ciclo de Cinema Italiano - mês de março - "L'Italia contemporanea e la sua gioventù"

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Conheça 5 regiões para esquiar na Itália

Roma - Ainda dá tempo de aproveitar a temporada de inverno na Europa para esquiar e curtir a neve com amigos, família ou até mesmo desacompanhado. Na Itália, cinco regiões são as mais conhecidas por oferecer esses tipos de atividade para todos os gostos e orçamentos.

Em primeiro lugar vem a região do Trentino Alto Ádige, localizada no nordeste do país, que faz fronteira com a Áustria e com a Suíça. Lá é possível esquiar por montanhas que superam os 3 mil metros de altura, como nos Alpes Réticos e nas Dolomitas. A região ainda oferece estruturas e serviços de alta-qualidade e vários tipos de esporte de inverno para todos os níveis.

Já o Vêneto, também no nordeste da Itália, garante muita diversão e adrenalina nas descidas de esqui, snowboard, bobsled e snow rafting nas montanhas. Além disso, é possível passear com raquetes e andar de trenó com cavalos e cachorros treinados.

Para quem ama esquiar e já tem experiência no esporte, a região da Lombardia, que faz fronteira com a Suíça, é cheia de atrações. Vilarejos e cidades, como Bormio, Livigno, Aprica, Passo del Tonale, Madesimo e Santa Caterina Valfurva são destinos ótimos para descer íngremes pistas.

Outra opção é a região do Piemonte, no noroeste do país e próxima da França e da Suíça, que apresenta algumas das maiores montanhas Itália. O complexo de esqui Vialattea, por exemplo, contém 400 quilômetros de extensão de pistas e permite com que os visitantes patinem no gelo, andem de trenó, pratiquem snowboard e outras modalidades.

Já o Vale da Aosta é o paraíso para os esportes de inverno. A região, localizada em meio aos alpes, é cercada pelos Montes Branco, Rosa, Cervino e Gran Paradiso. São mais de 900 quilômetros de pistas de descida em complexos de esqui, famosos por abrangerem todos os níveis do esporte. (ANSA)

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Lista reúne os 20 melhores hotéis da Itália

Roma - Pelo quarto ano seguido, o site de pacotes de acomodações Trivago divulgou uma lista com o nome dos 20 melhores hotéis da Itália. A escolha foi realizada com base na classificação dada pelos usuários do serviço e, de cada uma das 20 regiões avaliadas, um hotel foi escolhido como o melhor.

Em Abruzzos, no centro da Itália, a acomodação melhor avaliada foi o Castello Chiola que fica no município de Loreto Aprutino. Já na Basilicata, a cidade de Matera, a Capital Europeia da Cultura de 2019, recebeu a melhor classificação com o Palazzo Viceconte.

Na Calábria, localizada no sul do país, o Best Western Premier Villa Fabiano Palace Hotel, na cidade de Rende, assumiu o primeiro lugar da região, enquanto a acomodação La Minervetta Maison, no município de Sorrento, na Campânia, foi a vencedora.

Já na Emilia-Romana, o hotel i-Suite, localizado em Rimini, um dos principais destinos da Riviera italiana, entrou para a lista da Trivago. Em Trieste, na região de Friuli-Veneza Giulia, Starhotels Savoia Excelsior Palace foi o melhor avaliado. A capital do país, Roma, foi a cidade do hotel vencedor da região central de Lazio, o Portait.

Em Santa Margherita Ligure, na Ligúria, Grand Hotel Miramare entrou para a lista. E na cidade de Bergamo, na Lombardia, o Petronilla Hotel in Bergamo conseguiu o primeiro lugar. Nas Marcas, o município de Monsano ficou com a melhor colocação da região com o Pineta Eco Hotel. Já em Molise, o Domus Hotel, em Bagnoli del Trigno, foi o vencedor. E a acomodação Palazzo Righini, em Fossano, é a melhor de toda a região do Piemonte.

Na Púglia, a cidade de Altamura, conhecida pelo seu famoso pão, o melhor hotel da região foi o I Luoghi di Pitti. Já na Sardenha, a acomodação La Villa del Re, no pequeno município de Costa Rei, foi eleita a melhor da região. No extremo sul do país, na Sicília, o hotel Villa Carlotta, na charmosa cidade de Taormina, ficou em primeiro lugar.

E em Florença, um dos principais municípios da Toscana, o JK Place entrou para a lista do site. Na pequena Selva di Val Gardena, o Hotel Laurin foi considerado como o melhor da região do Trentino Alto Ádige. Na Úmbria, a cidade de Assisi, conhecida por ser o local onde São Francisco nasceu, recebe o Nun Assisi Relais & Spa Museum como a melhor acomodação da região.

No pé do Monte Branco, fronteira entre Itália e França, o Auberge de la Maison, na cidade de Courmayeur, foi a acomodação escolhida como a melhor do Vale da Aosta. E a bela Veneza é a cidade onde está localizado o melhor hotel do Vêneto, o Ca Maria Adele. (ANSA)

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Renzi e Hollande pedem que Europa foque na Líbia

Paris -  O presidente francês, François Hollande, e o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, tiveram um encontro bilateral em Paris nesta terça-feira (24) e pediram que Líbia seja o tema central das reuniões do continente.

"O tema Líbia não é só um tema italiano, mas uma prioridade para toda a Europa e para o Mediterrâneo, que não pode ser um cemitério, nem uma periferia, mas sim o coração do nosso continente", afirmou Renzi.

Porém, apesar do pedido, o premier destacou que "uma intervenção da ONU" na Líbia, "com uma operação de paz, não está na ordem do dia".

A Líbia enfrenta, além da crise política, a invasão do grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis). A preocupação dos italianos com sua ex-colônia tem a ver com o fato da nação estar a apenas 350 quilômetros da ilha de Lampedusa, na Itália.

Economia 
Ao falar da economia, os dois líderes ressaltaram a importância da união entre eles. "É muito importante mostrar uma vontade comum entre Itália e França. Vontade de crescimento, de investimentos, de reformas estruturais. Elas já existem na Itália, e as acolhemos positivamente, existem na França e continuaremos a fazer", ressaltou o mandatário.

Segundo o italiano, graças à união entre os dois países, a "palavra crescimento não é mais uma falácia, mas um objetivo claro e chave para o continente".(ANSA)

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Moda de casamentos em vinícolas italianas cresce

Adegas estão sendo usadas para fazer ensaios fotográficos dos noivos (foto: Wikimedia Commons)

Roma - Cada vez mais, os estrangeiros estão unindo a sua vontade de casar na Itália com a paixão pelo vinho. Por isso, pequenas igrejas e capelas que ficam dentro das vinícolas estão sendo usadas para realizar as cerimônias.

Esse tipo de matrimônio vem crescendo principalmente nas regiões da Toscana, da Sicília e do Vêneto.

Geralmente, os casamentos são comemorados nos meses de junho, julho e setembro ao ar livre e as adegas ficam com a recepção, com o jantar da festa e, muitas vezes, com os ensaios fotográficos dos noivos.

Laura Chiarlo, responsável pelo resort Palas Cerequio, no norte do país, conta que, apenas em 2014, o hotel realizou oito cerimônias e vários aniversários de casamento, com custos que variaram de 5 a 20 mil euros.

Os principais interessados pela experiência de casar em uma autêntica vinícola italiana vêm do norte da Europa, como britânicos e escandinavos.

Giulia Zingarelli, dona do resort Riserva de Fizzano, localizado em uma pequena cidade medieval rodeada de vinhedos na região de Chianti disse que o hotel já recebeu casais de diferentes nacionalidades. "Casaram-se conosco holandeses, austríacos e brasileiros, mas também italianos", acrescentou. (ANSA)

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Arquivo Público lança o livro “Viagem ao Espírito Santo (1888): Princesa Teresa da Baviera”

Em 1888 a Princesa Teresa da Baviera visitou o Espírito Santo e percorreu rios, florestas, vilarejos e manteve contato com os botocudos às margens do Rio Doce, deixando escritas as suas vivências e impressões. As anotações deram origem ao livro “Viagem ao Espírito Santo - 1888”, que será lançado pelo Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES), na próxima terça-feira (18), às 19h, na Biblioteca Pública Do Espírito Santo. A obra faz parte da linha editorial da Coleção Canaã e foi organizada pelo historiador e professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Julio Bentivoglio, com tradução de Sara Baldus.



Teresa chegou ao Brasil com uma dama de companhia e dois auxiliares, um deles com habilidades taxidérmicas - arte de empalhar. Ela levava consigo um equipamento fotográfico e contratava guias locais em suas andanças pelas florestas. Julio Bentivoglio explica que além da observação dos indígenas – preocupação central de muitos viajantes estrangeiros - ela realizou um trabalho meticuloso, inventariando, catalogando e arquivando elementos naturais.


O empenho da princesa na descrição dos lugares proporciona ao leitor um relato sobre as terras capixabas e as pessoas que ali habitavam e se relacionavam, constituindo-se uma fonte de informações sobre o final do século XIX. Teresa Charlotte Marianne Auguste, nascida em Munique, era filha do rei Luitpold, que assumiu o trono do reino da Baviera em 1886, governando até 1912. Ela era uma estudiosa autodidata com interesse pela botânica, zoologia, geografia, história natural e idiomas.


Julio destaca a necessidade de ler e interpretar os escritos de Teresa com a noção de se tratar de um material elaborado por alguém que em suas reflexões e olhares traz a cultura na qual viveu e a posição social que ocupou. Porém, é inegável a contribuição da princesa à história capixaba ao trazer novos dados sobre as características da natureza, os indígenas, as dificuldades enfrentadas nos deslocamentos, o cotidiano das famílias e a presença dos primeiros imigrantes europeus.


Teresa da Baviera passou por outros Estados, resultando na publicação da obra “Minha viagem aos trópicos brasileiros”, em alemão, da qual só existe um exemplar no Brasil na Biblioteca da Universidade de São Paulo (USP). O livro produzido pelo APEES consiste na tradução dos três capítulos dedicados ao Espírito Santo e também do diário do Barão Maximiliano Von Speidel, um dos acompanhantes da princesa. Traz ainda o texto “Imagens e Invenções do Espírito Santo nos relatos dos viajantes oitocentistas e na historiografia” e um perfil biográfico da princesa.

Informações à imprensa
Arquivo Público do Estado do Espírito Santo
Jória Motta Scolforo 
3636-6117/9633-3558 
comunicacao@ape.es.gov.br










colaboração Stanley Savoretti de Souza - MG 









sábado, 21 de fevereiro de 2015

21 de fevereiro - Dia do imigrante italiano no Brasil





Em 02 de junho de 2008 foi  promulgada uma  lei federal pelo vice presidente da República do Brasil, Sr.José Alencar estabelecendo o dia 21 de fevereiro de cada ano como o Dia do Imigrante Italiano no Brasil.

Esta data foi escolhida em homenagem ao navio de imigrantes venetos que desembarcou em Vitória, Espírito Santo, no dia 21 de fevereiro de 1874 - a Espedição de Pietro Tabacchi - onde ao todo chegaram 388 camponeses entre trentinos e venetos que embarcaram no navio a vela La Sofia e chegaram em Vitória, ES, em busca de novas oportunidades.

A imigração Italiana no Espírito Santo 
A primeira expedição de italianos para o Espírito Santo foi batizada com o sobrenome do seu idealizador, Pietro Tabacchi. De acordo com o sociólogo Renzo M. Grosselli, no livro “Colônias Imperiais na Terra do Café”, da Coleção Canaã do APEES, Tabacchi era um italiano oriundo de Trento que já se encontrava no Espírito Santo desde o início da década de 1850, onde adquiriu uma fazenda no município de Santa Cruz (atual Aracruz). Ao observar o interesse do Brasil pela mão de obra europeia ele decidiu oferecer terras para os imigrantes em troca do direito de derrubar 3,5 mil jacarandás para exportação.

Após um longo período de negociação o Ministério da Agricultura autorizou a Província capixaba a firmar contrato com Tabacchi, que por sua vez enviou emissários ao Trentino (Tirol Italiano), à época sob o domínio austríaco, para capitanear famílias daquela região e do Vêneto. Assim, no dia 3 de janeiro, às 15 horas, partia do porto de Gênova o “La Sofia”. A chegada ao Espírito Santo ocorreu no dia 17 de fevereiro e o desembarque se prolongou até 27 do mesmo mês. Em 01 de março começou a viagem até o porto de Santa Cruz, em direção à propriedade de Tabacchi.

Foi a primeira expedição em massa de camponeses da Itália para o Espírito Santo e daria início à epopeia emigratória dos italianos para o Brasil. Porém, os colonos logo perceberam que foram enganados pelas falsas promessas de Tabacchi. Não havia terras preparadas e a situação nos alojamentos era caótica. Esses fatos, somados a uma difícil travessia pelo Atlântico, foram ingredientes que culminaram na primeira revolta. O descontentamento era grande e a rebelião só foi contida pela ação da força policial. Por outro lado, os imigrantes obtiveram informações sobre as colônias oficiais, nas quais teriam melhores condições de trabalho e a oportunidade de serem donos dos seus lotes.

A Expedição Tabacchi inaugura um novo movimento migratório. Desta vez, o foco dos agenciadores se concentra na península itálica, especialmente nas regiões norte-nordeste, de onde partiram aos milhares para diversos países do mundo e, em um número considerável, para o Brasil. A Itália recém-unificada era um país desconexo, com altas taxas demográficas e uma grande massa de desempregados. Sem alternativas, muitos viajaram para realizar o “sonho da América”. Em 1875 as partidas dos transatlânticos de Gênova e de outros portos da Europa se tornaram rotinas. No Espírito Santo ocorreu a entrada de 1.403 colonos nesse ano.


Blog do Ale'Italia/Arquivo Público do Estado do Espírito Santo

Mantova riapre la Camera di Mantegna a 3 anni dal sisma





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Itália tem 'batalha' com 500 toneladas de laranjas



Festejo tradicional comemora revolta contra tirania ocorrida no século 12; assista ao vídeo com a reportagem em inglês.





/www.bbc.co.uk/portuguese