domingo, 8 de março de 2015

Mimosa: uma flor em homenagem às mulheres italianas




Na Itália, a partir do final do inverno e início de primavera, tem uma árvore que se transforma nas cores da bandeira do Brasil: o verde e amarelo. É a mimosa, uma flor que é o símbolo do dia das mulheres na Itália.
Mimosa

O hábito de presentar as mulheres no dia 08 de março com um maço das flores amarelas tem origem na Itália com Teresa Mattei, que nasceu em Gênova em 1921 e atualmente mora em Lari, uma província de Pisa. Teresa Mattei foi um nome do período de Resistência italiano (um movimento armado de oposição ao fascismo) e do sucessivo nascimento da República Italiana.
Teresa Mattei, lutadora de causas sociais e políticas principalmente no quesito dos direitos das mulheres e das crianças, teve a idéia, ao lado de Rita Montagna da UDI (Unione Donne in Italia), de propor as mimosas como uma flor símbolo do dia das mulheres.
Naquele período discutia-se sobre a possibilidade de presentear as mulheres com violetas – um hábito já comum na França. Mas Mattei propunha uma flor mais popular, que fosse encontrada facilmente também no campo, como a mimosa. Rejeitou também a idéia das orquídeas, propostas pelas parlamentares socialistas, que eram muito caras.
Foi então que ela se lembrou de uma lenda chinesa que falava de uma princesa e de suas mimosas, como símbolo do calor da família e da gentileza feminina. Daquele momento em diante, essas alegres flores fazem parte da tradição italiana e todo 08 de março são vendidos cerca 15 milhões de maços de mimosa.
Bem, agora você já sabe a história da mimosa na Itália.

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8 de março - Dia internacional da mulher

Desde meados da década de 1960, convencionou-se comemorar o Dia Internacional da Mulher em 08 de março. Essa data é tida como símbolo de uma série de reivindicações e conquistas de direitos, sobretudo no âmbito trabalhista. Entretanto, a escolha dessa data para tal comemoração frequentemente está associadas a equívocos ou a invenções históricas que precisam ser elucidadas.

Conta-se que em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas em um incêndio que ocorrera nas instalações de uma fábrica têxtil na cidade de Nova York. Esse incêndio teria, supostamente, sido intencional. O proprietário da fábrica, como forma de repressão extrema às greves e levantes das operárias, teria trancado suas funcionárias na fábrica e nelas ateado fogo. Essa história, contudo, é falsa. E, obviamente, o 8 de março não está relacionado a ela.

Entretanto, houve sim um incêndio em uma fábrica de tecidos em Nova York, mas ele aconteceu no dia 25 de março de 1911, às cinco horas da tarde, na Triangle Shirtwaist Company, e vitimou 146 pessoas, sendo 125 mulheres e 21 homens. A maior parte dos mortos era constituída de judeus. As causas desse incêndio foram as péssimas instalações elétricas da fábrica associadas à composição do solo e das repartições da fábrica e, também, à grande quantidade de tecido presente no recinto, o que serviu de acelerador para o fogo. A esse cenário trágico somou-se o agravante de alguns proprietários de fábrica da época, incluindo o da Triangle, usarem como forma de contenção de motins e greves o artifício de trancar os funcionários na hora do expediente. 

No momento em que a Triangle pegou fogo, as portas estavam trancadas.

Um ano antes dessa tragédia, em 1910, na cidade de Copenhague, ocorreu o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, que foi apoiado pela Internacional Comunista. Nesse evento, a então membro do Partido Comunista Alemão, Clara Zetkin, propôs a criação de um Dia Internacional da Mulher, sem, entretanto, estipular uma data específica. Essa proposta era fruto tanto do feminismo, que ascendia naquela época, quanto das correntes revolucionárias de esquerda, como o comunismo e o anarquismo – inclusive, a anarquista lituana Emma Goldman foi um dos nomes mais importantes da época.

O incêndio de 1911 viria a ser sugerido, nos EUA, como dia simbólico das mulheres (tal como sugerido por Clara Zetkin). A maioria dos movimentos reivindicava melhorias nas condições de trabalho nas fábricas e, por conseguinte, a concessão de direitos trabalhistas e eleitorais (entre outros) para as mulheres. Vários protestos e greves já ocorriam na Europa e nos Estados Unidos desde a segunda metade do século XIX. O movimento feminista e as demais associações de mulheres capitalizaram essas manifestações, de modo a enquadrá-las, por vezes, à agenda revolucionária. Foi o que aconteceu em 08 de março de 1917 na Rússia.

Sabemos que a Revolução Russa ocorreu em 1917, ou melhor, completou-se em outubro de 1917. Pois bem, no dia 08 de março desse ano, as mulheres trabalhadoras do setor de tecelagem entraram em greve e reivindicaram a ajuda dos operários do setor de metalurgia. Essa data entrou para a história como um grande feito de mulheres operárias e também como prenúncio da Revolução Bolchevique, como acentuou a pesquisadora Eva Alterman Blay, em seu artigo intitulado 8 de março: conquistas e controvérsias:

No século XX, as mulheres trabalhadoras continuaram a se manifestar em várias partes do mundo: Nova Iorque, Berlim, Viena (1911); São Petersburgo (1913). Causas e datas variavam. Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Cristiana, perto de Oslo, contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no Calendário Juliano), trabalhadoras russas do setor de tecelagem entraram em greve e pediram apoio aos metalúrgicos. Para Trotski esta teria sido uma greve espontânea, não organizada, e teria sido o primeiro momento da Revolução de Outubro.” 

Após a Segunda Guerra Mundial, o dia 08 de março (em virtude da greve das mulheres russas) começou a tornar-se aos poucos o símbolo principal de homenagens às mulheres. Ao mês de março também foi, a partir de então, associado o evento do incêndio em Nova York, ocorrido no dia 25. A partir dos anos 1960, a data já estava praticamente consolidada, como apontou Eva Blay:

Na década de 60, o 8 de Março foi sendo constantemente escolhido como o dia comemorativo da mulher e se consagrou nas décadas seguintes. Certamente esta escolha não ocorreu em consequência do incêndio na Triangle, embora este fato tenha se somado à sucessão de enormes problemas das trabalhadoras em seus locais de trabalho, na vida sindical e nas perseguições decorrentes de justas reivindicações.” 

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sábado, 7 de março de 2015

Il carabiniere buono che ha adottato un intero villaggio per amore

Prima che fare del bene con il matrimonio divenisse trendy, prima che il mondo del no-profit si organizzasse per offrire servizi nuziali, un giovane carabiniere aveva già deciso di dedicarsi per amore alla solidarietà. E da solo, senza finanziatori e senza strutture, si era fatto carico di trecento bambini del villaggio della sua fidanzata, una giovane peruviana oggi sua moglie, arrivando in poco tempo a costruire una chiesa, una storia e un orfanotrofio.
Mariano Fattore, ex Brigadiere dell'Arma, è un uomo senza compromessi in tutte le cose che fa. Oggi, in pensione anzitempo per un gravissimo incidente occorsogli in servizio, non rinuncia a occuparsi della cittadina in cui vive, Stradella, nell'Oltrepò Pavese, della scuola dove vanno le sue due bambine - Lucia Maria e Sofia Fernanda, gemelline di 8 anni - del territorio. "E' sempre stato così - racconta Lidia all'ANSA - è un uomo straordinario. Quando ci siamo conosciuti, durante un'edizione della Fiera dell'Artigianato, a Milano, dove io vendevo prodotti tipici peruviani, è stato un colpo di fulmine". "Lidia mi ha raccontato delle tristi condizioni in cui vivevano i bambini nel suo paesino, e in metropolitana, mi ricordo come fosse oggi, quando mi ha detto che c'era una bambina che rischiava di morire perché malata e non aveva i soldi per comprare il biglietto dell'autobus per andare a Lima dai dottori, mi sono detto che li avrei aiutati a tutti i costi".
Nemmeno a dirlo, quando Lidia e Mariano si sono sposati, hanno chiesto non regali, ma soldi per i bambini. E da allora non si sono mai fermati: oggi Santa Rosa, una manciata di case sparse in un'area semidesertica a 100 chilometri dalla capitale peruviana, non è più il regno di sole e polvere. "Il villaggio è sempre diviso tra la zona povera, dove vive il 90% della popolazione, alcune migliaia di persone, e la zona ricca, dove ci sono molte megaville di alcuni ricchi della capitale, quasi tutti appassionati di cavalli - dice Lidia - ma oggi abbiamo una chiesa (evangelica), una scuola, un oratorio, dei bagni pubblici e anche un orfanotrofio per i tanti bambini abbandonati. E nel paese arrivano periodicamente gli insegnanti e i medici".
Quando Mariano era ancora in servizio nell'Arma dei Carabinieri, raccoglieva fondi vendendo orologi a buon mercato ai suoi colleghi. Una gara di solidarietà, dato che in poco tempo riuscì a raccogliere oltre tremila euro con i quali è stato comprato il terreno su cui oggi sorgono queste strutture pubbliche a Santa Rosa, prima iompedite dai vecchi padroni delle aree. Oggi Mariano continua ad aiutare con una parte della sua non certo pingue pensione, e si domanda di continuo come facciano "a non risolvere mai nessuna delle piaghe del Terzo Mondo" considerando quanto ha fatto lui con pochissimi soldi, a confronto delle enormi risorse che hanno a disposizione le grandi ong e le agenzie di charity.
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Cidadania Italiana por casamento ou matrimônio

Cidadania italiana por casamento ou matrimônio


Cidadania Italiana por matrimonioSe você está interessado em tirar a sua  cidadania italiana por casamento ou matrimônio é necessário antes de mais nada que você identifique se possui ou não o direito ao benefício. As regras são simples e fáceis de serem entendidas, logo abaixo iremos explicá-las em detalhes, confira!

Quem possui o direito?

As leis italianas fazem uma distinção importante entre a possibilidade de homens e mulheres terem a cidadania italiana por casamento: apenas as mulheres têm o direito, os homens podem apenas se naturalizar italianos. Mas vamos explicar melhor:
Para mulheres que casaram antes de 27 de abril de 1983 com um cidadão italiano ou com um descendente de italianos com direito a dupla nacionalidade o direito é reconhecido em automático. Se o marido estiver realizando o processo de cidadania italiana no Brasil ou mesmo na Itália no final do processo seja o marido que a esposa serão declarados cidadãos italianos.
Já para mulheres que casaram depois daquela data ou para homens com casamento realizado em qualquer data a única opção é se naturalizar italiano, um procedimento que demora cerca de 2 anos para ser completado a partir do momento que foi dada a entrada no pedido.
Uma dificuldade para quem está com pressa é que existe um prazo mínimo a ser respeitado antes de poder apresentar os documentos para o pedido de naturalização italiana, este prazo começa a valer somente após o casamento oficial ter sido realizado, tempo de convivência não é levado em consideração: se o casal estiver residindo na Itália este  prazo é de 2 anos,  se estiver residindo em qualquer outro país do mundo (Brasil por exemplo) o tempo mínimo de residência estável antes de dar entrada no pedido é de 3 anos.
Vale lembrar que se o casal estiver residindo na Europa o cônjuge que não possui a cidadania italiana tem direito a um visto especial por motivo de família que permite a estadia na Europa e a possibilidade de trabalhar ou estudar sem problemas.

Mas qual a diferença entre ser um cidadão italiano e se naturalizar italiano?

Basicamente a diferença entre um caso e outro é que a cidadania italiana é um direito a ser reconhecido, ou seja, você apresenta os documentos que a lei estipula e obtém o reconhecimento. Já a naturalização é uma concessão do governo italiano, você apresenta o pedido e espera para ver se eles vão dar parecer positivo ou negativo.
Na prática os direitos (e deveres) são exatamente iguais, você poderá viver em qualquer país do território europeu.
Uma dúvida frequente é se ao se naturalizar italiano a pessoa perde ou não a cidadania brasileira: isso não acontece, a perda da cidadania acontece apenas se você  expressar a sua vontade de renúncia da cidadania brasileira por escrito.

Como apresentar o pedido de naturalização?

O pedido de cidadania italiana por casamento ou matrimônio é feito junto ao Consulado Italiano mais próximo de sua residência. Na Itália dirija-se ao comune.
Os documentos necessários variam desde a necessidade de apresentar a certidão de casamento, certidão de nascimento, um documento de identidade italiano válido entre outros. Visite o site do consulado italiano ou  da embaixada da Italia e retire o formulário com o elenco dos documentos atualizados.
Vale lembrar que o pedido demora cerca de 2 anos para ser julgado e que antes de ser feito deve-se ter superado o prazo mínimo.
Se você deseja visitar o site dos consulados italianos por favor veja no link abaixo o site do consulado italiano responsável em receber seu pedido de cidadania italiana por casamento ou matrimônio.

Curiosidades - A cultura da Itália


Veja um pouco mais sobre a cultura da Italia
cultura da Itália está muito presente no Brasil devido a forte imigração italiana que ocorreu principalmente no final do século XIX. Muitas regiões do Brasil mantém viva a cultura italiana em suas tradições, costumes, danças e também na sua mundialmente conhecida culinária.

Os italianos são um povo alegre que possui laços de amizade muito fortes com o Brasil. Muitos pratos típicos da culinária italiana são apreciados no dia-a-dia dos brasileiros: como exemplo podemos citar pizza, spaguetti, gnocque, risotos, lasanhas, polenta  e muitos outros.
As receitas da culinária italiana são conhecidas em todo o mundo, difícil imaginar a vida sem uma bela pizza! Além de comidas a cultura da Itália também é famosa por seus vinhos de grande qualidade, considerados entre os melhores do mundo.

Danças na cultura da Itália

As danças estão presentes na cultura da Itália e expressam a identidade deste povo. Talvez a dança italiana mais conhecida seja a Tarantella.  Uma curiosidade é que o nome desta dança origina do nome de uma aranha, a tarântula, pois a forma de dançar em alguns momentos pode lembrar a reação de uma pessoa quando picada pelo inseto.
Esta dança é presente predominantemente  no sul da Itália e alegra festivais culturais pelo país. Outra dança muito conhecida é a Pizzica, uma dança típica da Puglia também localizada no sul da Itália.

Artes na cultura Italiana

A cultura italiana é famosa também pelas artes: estima-se que 60% do patrimônio  cultural da humanidade esteja localizado na Itália. O país é um museu a céu aberto esculpido por artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Donattello entre outros. Obras como a Mona Lisa ou a capela Sistina inspiram artistas pelo mundo inteiro na busca por aprimorar a própria arte.
A reação de muitos turistas que conhecem a Itália é de surpresa pois não existem fotos que conseguem demonstrar realmente a beleza dos locais. Cidades italianas como Florença são cenários constantes de filmes e despertam a imaginação de românticos pelo mundo.

A moda e o design na cultura da  Itália

Os italianos são bastante conhecidos pela sua elegância e pelo requinte de seu design. A moda italiana é exportada para o mundo inteiro e nomes de designers como Gucci, Dolce e Gabbana, Valentino preenchem os guarda-roupas da alta sociedade mundial.
Com estilo e elegância as roupas italianas se tornaram referência de qualidade e tendência. Os italianos se vestem muito bem, combinam cores e texturas como ninguém. Milão, uma cidade localizada no norte do país na região da Lombardia, é considerada por muitos como a capital da moda mundial.
O design italiano está presente não apenas em roupas, mas também em móveis e objetos que usamos todos os dias. Um exemplo de objeto de design italiano (apenas não usado todos os dias por muitas pessoas) são os carros de design italiano, como Lamborghini ou mesmo a Ferrari.
Por todas estas razões podemos dizer que a cultura da Itália é uma das mais conhecidas no mundo. Quem diria que um pais pequeno como a Itália iria influenciar todo o mundo desta maneira?
http://polentona.com/cidadaniaitaliana/cultura-da-italia/

Italianos comem menos pizza que franceses

Roma - Os franceses comem mais pizza que os italianos. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo Instituto Gira Conseil e divulgado na publicação "Le Parisien".

    A pesquisa, que comparou os hábitos gastronômicos da população no ano passado com os de 2013, revelou que houve um crescimento de 1,2% do consumo do alimento, com 809 milhões de pizzas feitas ao longo de 2014, principalmente de marguerita e quatro queijos.

    Ao todo, foram consumidas mais de 323 mil toneladas da comida, o que equivale a uma média de cinco quilos por habitante. Esses números ultrapassam os da Itália, mas ainda deixam a França atrás dos Estados Unidos, que têm o maior consumo de pizza.

    "Na França, a pizza é, sem dúvidas, um produto de massa que corresponde aos nossos hábitos alimentares. Esses pratos representam um momento de divisão. A pizza se divide e corresponde à nossa cultura", disse a condutora do estudo, Lorène Avedikian. (ANSA)

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Saiba como economizar em bilhetes de avião na Itália

Roma - Qual é o melhor momento para comprar uma passagem de avião? E qual é o dia da semana mais indicado para gastar menos nela? Essas duas perguntas foram respondidas por um estudo realizado pelo serviço especializado em passagens baratas e de última hora "Opodo".

    A pesquisa foi feita a partir de uma comparação do site em relação aos preços médios dos bilhetes comprados pelos usuários nos últimos três anos na Itália.

    Segundo a análise, para se obter uma economia perceptível em voos de curta e longa duração partindo da Itália é bom fazer a compra durante o fim de semana.

    A teoria mais provável do porque disso é que a maioria das consultas e reservas dos voos são feitas durante a semana no próprio horário de trabalho. Já no fim de semana, o número de acessos pelo computador diminui, logo as reservas são menores.

    Já os melhores meses para se reservar voos com passagens mais baratas na Itália são os de janeiro e fevereiro e os piores, julho e agosto.

    O estudo revela que a economia feita na compra de uma passagem de voo internacional saindo do país, comparada a uma de julho, atinge os 29%. Já os voos internos na Itália têm uma economia de 46% no primeiro mês do ano. (ANSA)


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Coleção "Meu Avô"





A coleção "Meu Avô" ganhou uma vitrine especial na loja do Museu da Imigração, no bairro do Belém, em São Paulo. O museu foi reinaugurado em maio do ano passado e já é um dos mais bonitos da cidade. Vale a visita! Não deixe de conhecer a nossa coleção se você tiver um avô português, italiano, espanhol, grego, árabe, alemão, chinês, africano ou japonês. https://pandabooks.websiteseguro.com/buscar/titulo/meu-avo/1/





8 marzo, Mattarella rende onore alle donne: "Su di voi il peso maggiore della crisi"


"Senza le donne l'Italia sarebbe più povera e più ingiusta". Così il presidente della Repubblica alla vigilia della Giornata internazionale. Un discorso sul tema Donne per la Terra: "Loro uniscono sviluppo e tutela dell'ambiente. Sono più capaci di produrre senza distruggere". Grasso su Twitter ringrazia la moglie, Bonino, Cristoforetti, Annibali e la 17enne Rita Atria. Lorenzin: "Indagare su disincentivi a maternità"

ROMA - "Auguri. E' la vostra festa, la festa delle donne. Ed è bene che, anche quest'anno, la cerimonia si svolga qui, al Quirinale". Anche Sergio Mattarella fa sentire la sua voce alla vigilia dell'8 marzo, giornata internazionale della donna. Il capo dello Stato per l'occasione tiene un discorso a tema, Donne per la Terra.

"Donne, siete milioni di professioniste, di docenti, di casalinghe, di lavoratrici dipendenti, di imprenditrici, di disoccupate, di madri, di nonne e di ragazze - esordisce il presidente -. Donne consapevoli che badano all'essenziale. Su di voi grava il peso maggiore della crisi economica. A voi una società non bene organizzata affida il compito delicato e fondamentale, di provvedere in maniera prevalente all'educazione dei figli e alla cura degli anziani e ai portatori di invalidità. Lo fate silenziosamente, a volte faticosamente. Senza le donne, senza di voi, l'Italia sarebbe più povera e più ingiusta. Siete il volto prevalente della solidarietà. Il volto della coesione sociale. Dovremmo ricordarlo costantemente e non dovremmo smettere mai di ringraziarvi".

"Le donne uniscono sviluppo e tutela dell'ambiente - osserva il capo dello Stato -. La crescita globale è un obiettivo giusto e positivo, ma occorre governarne i contraccolpi sul piano della salvaguardia dell'ambiente. Perché i cambiamenti climatici, la deforestazione, l'inquinamento dei fiumi e del laghi, la contaminazione del cibo, la scomparsa di specie animali e vegetali rischiano di sfigurare il volto del pianeta, ma anche di peggiorare, in modo drastico, la qualità della vita nostra, dei nostri figli e delle generazioni a venire".

Non si può, è il monito di Mattarella, "continuare a gestire la questione ambientale con l'esclusiva ottica dell'emergenza. Le donne, con la loro capacità di visione e sensibilità, ci insegnano che la prevenzione dei disastri ambientali è una cultura che va radicata all'interno della società e delle istituzioni italiane e che nel medio e lungo periodo salva vite, produce risparmi e genera ricchezza". "Recenti ricerche- spiega il presidente - ci dicono che più della metà della produzione del cibo mondiale passa attraverso le mani sapienti delle donne. Nei Paesi in via di sviluppo questa percentuale arriva anche all'80 per cento. Le donne conoscono l'importanza del cibo per la vita dell'uomo. Le donne sono più capaci di produrre senza distruggere, sanno costruire e innovare, tutelando e salvaguardando".

Per questo "oggi le donne sono unanimemente riconosciute come promotrici di miglioramento del contesto ambientale che ci circonda, ma anche agenti di innovazione e di cambiamenti. Capaci di coniugare la tutela della natura e la sua trasformazione in risorsa occupazionale ed economica". "E - aggiunge Mattarella -, senza entrare nel merito, vorrei qui dare atto al Parlamento di aver compiuto un importante passo in avanti nella definizione del reato di disastro ambientale: un crimine grave finora sanzionato in misura inadeguata. La mano dell'uomo è spesso alla base di dissesti, alluvioni, frane, che sono pericolosi per la vita dei cittadini e comportano un dispendio di energie e risorse pubbliche".

Mattarella chiude il suo intervento con un detto dei nativi americani Ojibwej: "La donna è la radice sulla quale le nazioni sono costruite. Essa è il cuore della sua nazione. Se il suo cuore è debole, il popolo sarà debole. Se il suo cuore è forte e la sua mente limpida, allora la nazione sarà forte e determinata. La donna è il centro di ogni cosa".


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Un milione e mezzo di bambini allergici, 10 regole "anti-pollini"

Allergie, ecco decalogo 'anti-pollini' esperti B.Gesu'



Con l'arrivo della primavera, quando tra marzo e aprile cipressi, mimose, ulivi, parietarie e graminacee rilasciano i loro pollini in grande quantità, le allergie subiscono un'impennata, provocando fastidi e problemi oltre che agli adulti a un milione e mezzo di bambini e ragazzi affetti da allergie nasali e pollinosi, e almeno 1.000.000 di giovani sotto i 18 anni affetti invece da asma. Difendersi da questo male di stagione si può, a cominciare dai vaccini.

"Le allergie - sottolinea Alessandro Fiocchi, responsabile di Allergologia dell'ospedale pediatrico Bambino Gesù - si combattono efficacemente con la iposensibilizzazione specifica, disponibile sia nella tradizionale somministrazione sottocutanea che per via sublinguale. Per evitare il riaffacciarsi dei sintomi è necessario prevenire con farmaci che impediscano al polline respirato infiammare le mucose. Le cure dovranno poi essere continuate per tutta la stagione di esposizione". Dagli esperti del Bambin Gesù arriva anche un decalogo con consigli utili: 

1. Evitare in primavera i prati, i campi coltivati e i terreni incolti. 
2. Evitare, se possibile, nel periodo critico di andare o vivere in campagna. Evitare le gite nelle ore mattutine, soprattutto nei giorni di sole con vento e tempo secco. 
3. Scegliere le ferie preferibilmente nel periodo in cui sono più forti i disturbi, per recarsi al mare o in alta montagna. Ricordare che nelle medie altitudini (600-1000 metri) le stesse piante liberano i pollini circa un mese più tardi rispetto alla pianura. 
4. Evitare per le vacanze le zone di aperta campagna. Preferire per le passeggiate il sotto bosco dove, più difficilmente giunge il polline. 
5. In auto, se possibile, tenere i finestrini chiusi e accendere, dopo aver verificato la pulizia dei filtri, i sistemi di condizionamento. 
6.Nel periodo critico praticare sport preferibilmente in luoghi chiusi, palestre e piscine coperte. 
7. Non tagliare l'erba del prato nel periodo di malessere e non sostare nelle vicinanze quando altri tagliano, o hanno tagliato l'erba. 
8.Nel periodo critico evitare la bicicletta o il motorino. Possono essere utili mascherine a copertura di bocca e naso. Indossare occhiali da sole. Cappelli con visiera. 
9. Durante la stagione pollinica, cambiarsi i vestiti rientrando in casa, fare lavaggi endonasali, doccia e sciacquare il viso e i capelli.
10.Evitare il contatto, con il fumo di tabacco e in quel periodo, anche con polveri o peli di animali domestici


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quinta-feira, 5 de março de 2015

Pompei, Unesco promuove Grande Progetto

Roma -  "Miglioramenti tangibili e significativi nello stato di conservazione di Pompei".

    All'indomani del sequestro di 6 mln di euro ordinato dalla Corte dei Conti nei confronti dell'ex commissario Fiori, in seguito a indagini sugli spettacoli del Teatro Grande, arriva il report Unesco che promuove gli sforzi in corso con il Grande Progetto e raccomanda l'estensione dei lavori a tutto il 2016. Per il ministro Franceschini è "il giusto riconoscimento di un lavoro intenso, scrupoloso e metodico" "Soprattutto è chiaro - si legge nel rapporto - che si è dato il via a gran parte delle iniziative annunciate. Sono state eseguite sostanziali opere di restauro sul sito, principalmente nel contesto del Grande Progetto Pompei, ma anche nell'ambito del programma di manutenzione ordinario. Ci sono lavori in corso in nove delle tredici domus identificate a rischio nel 2013. Invitalia e Ales, entrambi aziende sostenuto dal Governo, hanno fornito rispettivamente risorse professionali aggiuntive e ulteriore personale di custodia". La gestione del sito, scrivono gli ispettori in un altro passaggio del rapporto, "è stata riorganizzata creando una speciale Soprintendenza autonoma per Pompei, Ercolano e Stabia. Ciò significa che gli sforzi possono essere concentrati sui monumenti vesuviani, senza dover avere a che fare con il museo nazionale di Napoli e tutti gli altri siti archeologici della provincia di Napoli". La missione, si legge ancora, "ha salutato positivamente questi progressi e considera superata ogni questione riguardo l'iscrizione del sito nella lista del patrimonio mondiale in pericolo". E poi: "La missione ha constatato nei quattro giorni di attenta visita un cambiamento profondo nel comportamento della nuova Soprintendenza di Pompei. Nel corso delle precedenti missioni, i propositi di intervento corrispondevano essenzialmente a intenzioni, e di fatto non avevamo constatato, tra il 2010 ed il 2013, reali modifiche dello stato dei luoghi. Quest'anno invece abbiamo potuto verificare che ha preso il via un'attività sia efficace che saggiamente programmata in molti luoghi del sito bisognosi di un rapido intervento. [] Queste realizzazioni dimostrano chiaramente che allorquando si stabilisce correttamente la programmazione, il bilancio è gestito con efficacia e il personale qualificato è disponibile, i lavori di restauro e di valorizzazione di una domus, per quanto sia danneggiata, divengono possibili in tempi ragionevoli". Franceschini è soddisfatto :: "Ci aspettiamo ancora grandi frutti dall'opera appassionata e capace di chi è al lavoro sul pieno recupero degli scavi di Pompei, nella speranza che niente riesca a oscurarne i meriti e i risultati - aggiunge il ministro- Oggi l'Unesco promuove l'azione del Governo, resa possibile quotidianamente grazie al forte impegno della Soprintendenza e della Direzione del Grande Progetto Pompei". Soddisfatto anche il presidente della Regione Campania Stefano Caldoro:"Grande Progetto #Pompei. Nostra idea vincente, modello che funziona":

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Bagno Nettuno a Viareggio, da Puccini al wi-fi

Balneari Nettuno


di Cinzia Conti

Da Giacomo Puccini al wi-fi, da Ruggero Leoncavallo ai social network, dalle donne "scandalosamente" sulla stessa spiaggia dei maschi a topless, bikini e tankini. Passando per due guerre mondiali, il telegrafo, Vittorio Gassman e Walter Chiari. Sulla sabbia calda del Bagno Nettuno di Viareggio è passata tutta la storia d'Italia e oggi i gestori Graziano e Oreste Giannessi sono a Roma al convegno dei balneari a chiedere al Governo certezza sul proprio futuro.

    "Anche perché altrimenti dopo 70 anni passati su questa spiaggia cosa altro potrei fare?" si chiede un po' spaesato il papà Graziano, che a 76 anni, come dimostra l'inossidabile abbronzatura, ancora passa tutta la sua estate tra le 180 cabine in legno, i 250 ombrelloni, le 10 tende del suo stabilimento.


    Nato nel 1865, il Nettuno nella sua lunga storia ha ospitato personaggi illustri e continua a farlo, anche se i proprietari non tradiscono il segreto e non fanno i nomi. Bagno "trasgressivo" sin dalla nascita, fu il primo aperto a uomini e donne, mentre il Dori era riservato alle signore e alle suore e il Nereo accoglieva gentiluomini e priori. Stile liberty, ospitava medici e notai da Lucca e Firenze, attori, musicisti.
   

Nel primo Novecento offriva terapie salsoiodiche, concerti, servizio di telegrafo, interpreti, parrucchiere. Poi due incendi, nel 1913 e nel 1917, e due guerre. Oreste Giannessi (omonimo dell'avo, che preparava epiche spaghettate per Leoncavallo e papà di Graziano) nel 1950 riuscì a comprare all'asta il Nettuno per 36 milioni di lire. Ancora oggi resta un punto di riferimento della costa Toscana.

"Ma i tempi sono cambiati - racconta Giannessi - ci siamo dotati di nuovi e moderni servizi: wi-fi gratuito, custodia dei valori, lezioni di acquagym e di nuoto, defibrillatore a disposizione in materia di sicurezza, beach volley e beach tennis. I clienti provengono prevalentemente dai grandi centri del nord: Milano, Parma, Piacenza, Padova, Torino, ma anche da Firenze, Bologna, Roma. La nostra clientela è estremamente variegata: non solo famiglie, ma anche giovani, coppie e gruppi da tour operator grazie alle tariffe differenziate (dal low cost a quella top) e la sempre più importante la presenza di turisti stranieri: scandinavi, russi, inglesi, tedeschi, olandesi e americani che atterrano al vicino aeroporto di Pisa".

    "Ancora oggi a 76 anni conservo lo stesso entusiasmo di quando ho iniziato questo lavoro - conclude Giannessi -: questa estate festeggeremo i 150 anni, e la storia e la tradizione del Nettuno andrà avanti, perché abbiamo ancora molto da offrire al turismo balneare italiano". 

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