quinta-feira, 12 de março de 2015

50 mil estudantes protestam contra reforma de Renzi

Turim - Cerca de 50 mil estudantes italianos saíram às ruas de todo o país nesta quinta-feira (12) para protestar contra a reforma educacional apresentada pelo governo do premier Matteo Renzi. Em Turim, os manifestantes carregavam uma faixa com a inscrição "Fim da escola boa, um passo atrás". Em Milão, os estudantes lançaram ovos contra o portão do pavilhão da Expo e usaram sinalizadores vermelhos. A polícia precisou intervir com bombas de gás lacrimogêneo, mas não há relato de confronto direto. Um jovem de 15 anos foi detido após arremessar objetos contra os agentes.

    Na capital italiana, Roma, os jovens gritavam ser a representação "de uma geração que não desiste". Com megafones, os estudantes criticavam as medidas de austeridade e diziam que a "Grécia é um bom exemplo" para evitar políticas do tipo. "Estamos na rua para contestar a privatização das nossas escolas", diziam os manifestantes em Nápoles. Os estudantes criticam, especificamente, as reformas no sistema escolar da Itália, assim como as mudanças nas leis trabalhistas e a realização da feira universal Expo Milão no país, que vai de maio a outubro. A reforma de Renzi prevê, entre outras coisas, contratação de professores apenas via concurso público; fim de professores suplentes; criação de plano de carreira e gratificações; formação contínua e obrigatória; inclusão de disciplinas "criativas", como arte e esporte; banda larga e wi-fi em todas as escolas; menos burocracia e mais transparência na gestão do ensino; e ao menos 200 horas de estágio ou trabalho técnico aos estudantes dos últimos três anos de ensino médio. (ANSA)

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Itália volta ao 'Top 10' do ranking da Fifa

O técnico italiano, Antonio Conte (foto: ANSA)

Roma -  Com poucas mudanças, o ranking da Fifa, divulgado nesta quinta-feira, dia 12, mostrou a volta da Itália ao "Top 10". A Azzurra subiu duas posições e conquistou o 10º lugar.

    A última vez que o time de Antonio Conte esteve entre os 10 foi em junho de 2014.

    O Brasil, por sua vez, continua em 6º, a frente de Portugal, França e Uruguai.

    Com a subida da Itália, a Espanha deixou a dez primeiras posições e está em 11ª.

    Poucas mudanças na lista se devem ao fato de poucos jogos terem sido realizados desde a divulgação do último ranking, em fevereiro.



Confira os primeiros colocados:
1 - Alemanha - 1.770 pontos
2 - Argentina - 1.577
3 - Colômbia - 1.499
4 - Bélgica - 1.471
5 - Holanda - 1.415
6 - Brasil -1.348
7 - Portugal - 1.191
8 - França - 1.180
9 - Uruguai -1.164
10 - Itália - 1.146 
11 - Espanha - 1.130 
12 - Suíça - 1.126
13 - Costa Rica - 1.095
14 - Romênia - 1.081
15 - Chile - 1.057
 

(ANSA)
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Turistas dos EUA são pegas depredando Coliseu

Roma - Duas turistas norte-americanas foram pegas após depredar as ruínas do Coliseu, em Roma. As californianas de 21 e 25 anos escreveram as iniciais de seus nomes, as letras "J" e "N," com o auxílio de uma moeda no monumento no último sábado. Elas registraram o ato de vandalismo com uma selfie.

    Pegas pela polícia, as jovens devem se apresentar diante da Justiça por danificar local histórico e estão sujeitas a multa.

    Cerca de seis milhões de pessoas visitam o Coliseu todos os anos. Placas espalhadas por todo o local instruem os turistas de que é proibido escrever nas paredes.

    Cinco pessoas depredaram o local somente em 2014, sendo que entre os delinquentes estavam um brasileiro, um jovem de 16 anos. (ANSA)

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Cesare Battisti é preso em São Paulo

O ex-ativista italiano Cesare Battisti foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (12) em Embu das Artes, na Grande São Paulo.
O ex-ativista foi condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio. Em entrevista à Globo News em abril do ano passado, Battisti negou as acusações: "Nunca matei ninguém."

A juíza federal de Brasília Adverci Rates Mendes de Abreu atendeu, no início de março, o pedido do Ministério Público Federal e considerou nulo o ato do governo federal que concedeu permanência no Brasil a Battisti.

A magistrada determinou que a União inicie o procedimento de deportação para a França ou para o México, países pelos quais ele passou após fugir da Itália e antes de chegar ao Brasil. Na avaliação dela, Battisti está no Brasil em condição irregular.


A Polícia Federal informou que Battisti permanecerá na Superintendência Regional da PF em São Paulo, na Zona Oeste da cidade, até a deportação ser efetivada. Segundo o advogado do ex-ativista, Igor Sant'Anna Tomasauskas, Battisti estava em casa com a mulher e a filha no momento da prisão.


Condenação
Battisti foi condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. Em 2004, fugiu para o Brasil e foi preso em 2007. A Itália pediu extradição, e o Supremo concordou, mas destacou que a extradição é competência do presidente da República. Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva considerou Battisti alvo de perseguição e negou a extradição. O Supremo voltou a discutir o caso, mas considerou que a decisão do presidente tinha que ser respeitada.


Cabe recurso da decisão à própria juíza, ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. Os advogados dele disseram que vão questionar à própria magistrada o que chamam de "vício" da decisão por contrariar entendimentos anteriores do presidente da República e do Supremo.



Situação de Battisti
Para o MPF, o governo federal fez uma "desesperada tentativa" de regularizar a situação de Battisti quando o Conselho de Imigração do Ministério do Trabalho e Emprego concedeu ao ex-ativista autorização de permanência no país. Para a Procuradoria, o ato de concessão foi ilegal, porque a legislação proíbe concessão de visto a estrangeiro condenado em outro país. Por conta disso, pediu a deportação para países de procedência de Battisti depois que fugiu para Itália para o Brasil – México e França.


No processo, a União argumentou que a Procuradoria tenta rediscutir uma decisão tomada pelo presidente e confirmada pelo Supremo.


Para a juíza, o conselho de imigração contrariou a lei ao conceder a permanência. Além disso, ela afirma que não se pode confundir deportação com extradição. A deportação visa enviar o estrangeiro ao seu país de origem ou procedência caso esteja em situação irregular, enquanto a extradição é determinada para permitir o cumprimento de uma pena.


A magistrada afirma que a deportação de Battisti não afrontaria a decisão de Lula e nem a do Supremo.

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Convívio Genealógico Rio de Janeiro



CONVÍVIO GENEALÓGICO NO RIO DE JANEIRO

Caríssimos amigos!..  Anotem nas suas agendas:


Terceira terça-feira, 17/03
entre 18 e 22 horas, com comanda individual. (cada um paga seus próprios consumos).


Local: Churrasqueto Lareira, R.Major Ávila 185, esquina com Barão de Mesquita, Tijuca, junto à Igreja Santo Afonso, próximo à Praça Saens Peña.



Fortíssimo abraço.
Carlos Paiva

quarta-feira, 11 de março de 2015

Buon compleanno 'Bulli', il più celebre minibus Volkswagen




ROMA - Compie in questi giorni 65 anni - quella che per molti è l'età pensionabile - uno dei veicoli più celebri nella storia della motorizzazione moderna, il minibus Volkswagen Transporter, più noto come Bulli. La storia di questa variante 'mpv' del Maggiolino nasce in effetti nel 1947, quando l'importatore della Volkswagen in Olanda Ben Pon, osservando nella fabbrica di Wollfsburg il telaio perfettamente piatto del Beetle, schizzò a matita sul suo taccuino la prima idea del Bulli, parlandone poi con l'azienda.

Due anni più tardi, nel 1949, il plant manager della fabbrica Heinrich Nordhoff presentò quattro prototipi di questo strano veicolo: due furgoni lamierati, un combi e un minibus.

La grande differenza rispetto alla prima idea di Ben Pon stava nella piattaforma: invece di usare quella a trave centrale del Maggiolino, nel Transporter era la scocca portante a sostenere un telaietto posteriore a cui era collegato il gruppo propulsore. Del Maggiolino venivano conservati anche le sospensioni e quasi tutti gli altri organi meccanici.

Nella prima versione il motore di 1,1 litri erogava 24,5 Cv a 3.300 giri e permetteva - nonostante la potenza limitata - di trasportare fino a 8 persone o 750 kg di carico.

La produzione in serie del Transporter iniziò nella Hall 1 di Wolfsburg l'8 marzo del 1950, al ritmo di 10 veicoli al giorno.

Alla fine dell'anno ne erano stati fabbricati 8001, troppo pochi a fronte di una domanda in continua crescita. Il veicolo numero 100.000 uscì dalle catene di montaggio già nel 1954, con una gamma che poteva contare su 30 varianti per passeggeri e merci, compreso quello da campeggio. La capacità della fabbrica di Wolfsburg, saturata dal Maggiolino, non permetteva però di soddisfare le richieste di Bulli (ne venivano prodotti al massimo 80 al giorno) e nel marzo di 60 anni fa venne avviata la costruzione del nuovo stabilimento di Hannover-Stoecken dedicato al Transporter. Il primo esemplare 'Made in Stoecken' uscì nel marzo del 1956. In totale di questo iconico veicolo, la cui produzione è stata poi estesa ad altri Paesi (primo fra tutti il Brasile, ultimo luogo di fabbricazione), sono state costruite cinque diverse generazioni per un totale di 11 milioni di unità.


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Dolci trionfi, le sculture in zucchero per le nozze fiorentine di Maria de' Medici



(ANSA) - Dolci trionfi e finissime piegature: l’idea di questa mostra - proposta nella circostanza dell’Expo 2015 di Milano - prende avvio dal banchetto tenutosi in Palazzo Vecchio la sera del 5 ottobre 1600 per le nozze fiorentine di Maria de’ Medici con Enrico IV di Francia. Di questo storico evento siamo a conoscenza in maniera dettagliata e, grazie alla puntuale Descrizione che ne dette Michelangelo Buonarroti il Giovane, ci sono noti tutti gli allestimenti progettati dall'architetto (oltre scultore, scenografo, ingegnere) Bernardo Buontalenti per la tavola regia e per quelle degli ospiti e da Jacopo Ligozzi circa il fantasmagorico mobile, una ‘credenza’ a forma di giglio di Francia, realizzato per presentare ai convenuti al banchetto ben duemila pezzi del tesoro mediceo.
Inoltre, la documentazione archivistica relativa a questa cerimonia, conservata presso l’Archivio di Stato di Firenze, ha messo in evidenza il ruolo cardine avuto sia dalle sculture realizzate per l’occasione in zucchero, ‘alimenti decorativi’ concepiti alla stregua di vere e proprie opere d’arte – non a caso esemplificate su illustri prototipi contemporanei dovuti agli scultori fiorentini di fine Cinquecento quali Giambologna, Pietro Tacca, Gasparo Mola – sia quello delle virtuosistiche piegature di tovaglioli di lino, ugualmente proposte nel corso del banchetto alla meraviglia dei partecipanti. Nel riprodurre in zucchero alcuni dei capolavori della bronzistica del tempo concorsero i maestri sopradetti - che sovrintesero il lavoro - così come artigiani - artisti specializzati dei quali i documenti riportano i nomi e le relative professionalità, mentre dei maestri ‘piegatori’ impegnati in quella circostanza, rimane ancora sconosciuta l’identità.
Le sculture in zucchero prodotte per il banchetto del 5 ottobre e ricordate dal Buonarroti, alcune di dimensioni considerevoli (quella che raffigurava Enrico IV a cavallo era alta due braccia, cioè 115 centimetri e aveva una base ugualmente modellata in zucchero), così come le altre ispirate alle ‘Fatiche d’Ercole’, alle ‘Divinità’, alle ‘Cacce’ e a temi venatori e pastorali suscitarono l’ammirazione della regina e degli ospiti, qualificandosi come espressione raffinata della genialità degli artefici fiorentini in un’occasione come questa, d’importanza politico-diplomatica senza precedenti per Casa Medici. Prendendo dunque le mosse da queste nozze e da queste feste, l’esposizione intende rievocare il banchetto con una suggestiva ricostruzione sia della ‘mensa regia’, sia della ‘credenza del giglio’ e del suo arredo, visibili in mostra nella sala detta ‘di Bona’ e dovute alla fantasia progettuale di Giovanna Fezzi Borella e Claudio Rocca, mentre il progetto dell'allestimento espositivo e la direzione dei lavori si devono all'architetto Mauro Linari. Fulcro della rievocazione storica è la riproduzione d’alcune di quelle figure in zucchero, oggi dovute alla sapiente manualità di Sarah e Giacomo Del Giudice che nella loro Fonderia a Strada in Chianti hanno lavorato seguendo rigorosamente le tecniche di fusione tradizionali; parimenti, le fantastiche ‘piegature’ di tovaglioli realizzate dal maestro Joan Sallas si offrono come documento e trasmissione di un’arte che vide proprio a Firenze, con questo celebre banchetto, il suo apogeo. Trattandosi di una mostra su un importante evento storico non potevano mancare le effigi dei principali protagonisti – la neo-regina Maria ed Enrico IV – così come quelle dei tanti ‘comprimari’ che dettero vita alle cerimonie e ai loro apparati.
Tra questi, Michelangelo Buonarroti il Giovane che ne redasse la puntuale cronaca; gli artisti che prestarono la loro opera nel produrre oggetti o nel dirigerne la realizzazione (Giambologna, Ligozzi, Cigoli, Buontalenti); i musicisti e i letterati – presenti con i libretti e gli spartiti degli spettacoli – che allietarono sia il banchetto della sera del 5 ottobre, sia la recita dell’Euridice rappresentata il giorno successivo a Pitti. D’indubbia curiosità, in quanto difficilmente visibili a un pubblico di non addetti ai lavori, si qualifica la presentazione in mostra dei conti autografi e delle fatture rilasciate dagli artisti all’amministrazione medicea e relativi ai lavori fatti (soprattutto le figure in zucchero), così come quella dei bronzi originali di Giambologna e della bottega, concessi dal Museo Nazionale del Bargello e dal Musée des Beaux-Arts di Digione – che probabilmente servirono da modelli – proposti in continuità con le rispettive realizzazioni in zucchero. Ugualmente, sarà suggestivo vedere, in prossimità della ricostruzione della ‘credenza’ del giglio, all’interno della quale, in un ideale allestimento, scorreranno a video capolavori del tesoro mediceo, anche alcuni di questi suntuosi manufatti, prestati dal Museo degli Argenti, molto probabilmente gli stessi che trovarono posto su quel mobile, rutilante di ori, cristalli, gemme e pietre, la sera del 5 ottobre. Attraverso questi apparati spettacolari, rappresentazioni simboliche ed effimere del fasto mediceo, l’indagine s’apre ad altre categorie, alla sociologia, al costume, all’estetica, all’economia. Come osservava Lévy-Strauss, la ritualità alimentare si manifesta per mezzo di “un linguaggio con il quale questa società traduce inconsciamente la propria struttura o addirittura rivela, sempre senza saperlo, le proprie contraddizioni”. La mostra, come il catalogo che la illustra edito da Sillabe, si deve alla cura di Giovanna Giusti e Riccardo Spinelli ed è promossa dal Ministero dei beni e delle attività culturali e del turismo con la Direzione Regionale per i Beni Culturali e Paesaggistici della Toscana e la Soprintendenza Speciale per il Patrimonio Storico, Artistico ed Etnoantropologico e per il Polo Museale della città di Firenze, la Galleria Palatina e Firenze Musei.
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Veneza concederá Leão de Ouro a Bertrand Tavernier por sua carreira

Bertrand Tavernier (à esquerda) com os atores Melanie Thierry e Raphael Personnaz (Foto: Reuters)


Da France Presse - O diretor Bertrand Tavernier, um dos mestres do cinema francês, receberá o Leão de Ouro por sua carreira na 72ª edição do Festival de Veneza. O evento, que acontecerá de 2 a 12 de setembro, decidiu premiar o versátil cineasta, escritor, ator e produtor por "ser um autor completo e por sua coragem eclética", afirma o comunicado da organização.

Para o diretor do festival, Alberto Barbera, o cinema de Tavernier dá particular importância ao "modo artesanal" e se alimenta de dois fatores, "o amor pelo cinema clássico americano e a paixão inata pelos temas políticos e sociais". "O conjunto de seus filmes forma um "corpus" anômalo no panorama do cinema francês dos últimos 40 anos", destacou.

Tavernier, de 73 anos, que na década de 1980 emocionou o público com "Um Sonho de domingo", (1984) sobre um pintor e seus filhos, com o qual venceu o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes, também prestou uma homenagem ao jazz com "Por volta da meia-noite" (1986), que rendeu o Oscar de melhor trilha sonora para Herbie Hancock.

Após incursões no cinema de aventura com "A Filha de D'Artagnan" (1994), um de seus maiores sucessos de público, e policial com teor social com "Lei 627" (1992), sobre os problemas que as drogas provocam entre os jovens, Bertrand Tavernier recebeu o Urso de Ouro no Festival de Berlim com o drama "A Isca" (1995), baseado em um caso real.
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terça-feira, 10 de março de 2015

Câmara dos Deputados aprova reforma constitucional na Itália


Roma -  Em segunda votação, a Câmara dos Deputados da Itália aprovou hoje (10) a reforma constitucional proposta pelo governo do premier Matteo Renzi.  

O texto, que já recebeu o aval do Senado mas retornará à Casa, recebeu 357 votos favoráveis e 125 contrários, além de sete abstenções. O opositor Movimento Cinco Estrelas (M5S) não participou da votação, enquanto o Forza Italia, do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, votou contra o projeto.

A legenda, no entanto, chegou dividida à sessão, já que, em agosto, na primeira votação, o Forza Italia foi favorável ao texto. Berlusconi teria orientado os parlamentares a votarem "não" no último fim de semana, atitude que gerou insatisfação dentro do partido.

No Twitter, Renzi comemorou a aprovação na Câmara dizendo que a Itália "agora é um país mais simples e justo". Já a ministra das Reformas Constitucionais, Maria Elena Boschi, destacou que o governo "deu um passo adiante" com a aprovação do projeto.

A reforma constitucional prevê, entre outras coisas, o fim do bicameralismo paritário na Itália, com a redução dos poderes do Senado. Com a medida, a Casa seria transformada em uma espécie de "Câmara das Autonomias" formada por representantes regionais não eleitos diretamente pelo povo e que não receberiam salários.  A Câmara será a única Assembleia Legislativa e autorizada a dar votos de confiança ao governo. Serão mantidos os 630 deputados eleitos por sufrágio universal, como já ocorre atualmente. (ANSA)

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Outdoor com freira de topless chama atenção em Nápoles

Nápoles -  Um outdoor com uma freira de topless segurando um rosário chamou a atenção e criou polêmica na Itália.

    Instalado em Nápoles, o painel de 6 por 9 metros mostra uma modelo vestida como freira, sem blusa, segurando o objeto com as mãos entre os seios descobertos.


    A imagem levantou uma discussão entre os moradores da cidade se é apropriada, especialmente poucos dias antes de uma visita do papa Francisco, no próximo dia 21.


    Ofendidos, alguns moradores prometeram tomar atitudes para tentar tirar o outdoor do local. (ANSA)


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Decisão reverte anulação de casamentos gays na Itália

O Tribunal Administrativo Regional (TAR) do Lacio declarou nesta segunda-feira (9) que a província de Roma não pode anular o registro de casamentos entre homossexuais contraídos no exterior e aceitos por Ignazio Marino, prefeito da capital italiana.
A corte acolheu um recurso apresentado por dois casais gays, cujos matrimônios tinham sido transcritos no ano passado no registro de uniões civis da Prefeitura de Roma. “Eu sempre disse que era um dever do prefeito transcrever um documento de união assinado no exterior por dois cidadãos da minha cidade. Para mim não é uma surpresa [a decisão]“, declarou Marino.
Segundo o TAR, quem deve se pronunciar sobre a questão é um tribunal civil, e não um órgão administrativo. A anulação dos casamentos fora um pedido do Ministério do Interior – pasta à qual são subordinadas as províncias -, que alega ter “coerentemente garantido o quadro normativo atual em matéria de estado civil, que não permite o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e nem aceitar aqueles celebrados no exterior”.
No entanto, a mesma corte ressaltou que tais casamentos não são permitidos pela atual legislação italiana, porém permanecerão em vigor até que a Procurador-Geral da República os conteste perante à Justiça civil. “Tudo isso deve ser interpretado como um estímulo ao Parlamento, mas estou certo de que o primeiro-ministro Matteo Renzi, como já disse em várias ocasiões, vai solicitar um percurso legislativo que preencha o vazio legal que na Europa só existe na Itália e na Grécia”, acrescentou o prefeito de Roma.
Entenda o caso
Em outubro do ano passado, Ignazio Marino transcreveu em sua cidade16 matrimônios entre homossexuais contraídos fora do país. Pouco depois, Giuseppe Pecoraro, chefe da província de Roma, emitiu um ofício cobrando a anulação dos registros.
O documento seguia uma circular enviada pelo Ministério do Interior, controlado pelo conservador Angelino Alfano, que pedia para as províncias “convidarem” os prefeitos a cancelar as transcrições.
No entanto, como Marino se recusou a aceitar a solicitação, Pecoraro assinou um decreto anulando os casamentos, o mesmo que foi derrubado pelo TAR do Lacio, região onde ficam a província e a cidade de Roma.
Ansa

Ecco il 'matrimonio solidale

Dalle prime liste nozze da devolvere in beneficenza alla consacrazione dei wedding planner come vera e propria tendenza


Al'inizio furono le liste nozze benefiche: invece dei regali, gli invitati  al matrimonio potevano donare il corrispettivo del prezzo dell'oggetto scelto in beneficenza. Oggi questa intelligente trovata si è non solo consolidata, ma è diventata una vera e propria tendenza, consacrata ormai anche dai wedding planner: i futuri marito e moglie possono infatti devolvere soldi a un progetto oppure utilizzare i servizi 'etici' di un network di associazioni.
Così, in un 'matrimonio solidale', bomboniere e partecipazioni sono fatte da disabili o persone svantaggiate, i viaggi di nozze si scelgono tra quelli di turismo consapevole, i costi per video e foto della cerimonia contemplano una quota per progetti nel Terzo Mondo, e l'abito, perfino l'abito della sposa, un feticcio quasi intoccabile di lusso e grazia, diventa 'equo'. Come? Utilizzando tessuti naturali, come il lino grezzo, o derivati da sete ottenute con metodi di produzione in cui non vengono uccisi i bachi. Insomma se da una parte in molte regioni la cerimonia di nozze deve ancora essere improntata al massimo lusso e a una totale vistosità, al Nord e in alcune altre regioni, come la Toscana, si è diffuso ormai il trend contrario: sobrietà e solidarietà.
Per toccare con mano la situazione l'ANSA si è recata alla 4/a edizione della Fiera dei Matrimoni Solidali, che si è svolta a Desio, nella bella cornice di Villa Tittoni. "E' stata una manifestazione densa di novità dedicate ai futuri sposi - spiegano i responsabili del network 'matrimonisolidali.org' - un'opportunità preziosa per scoprire una gamma di proposte sostenibili che alla qualità del servizio e dei prodotti aggiungono positive ricadute sociali, ambientali e culturali, perfette per organizzare il giorno più bello in un modo ancora più indimenticabile e condiviso". Ogni anno, alla rete delle associazioni e delle aziende che accettano di collaborare, si aggiunge qualche nuovo arrivo: quest'anno è stata la volta della partnership con l'Associazione Libera, che ha sostenuto Matrimoni Solidali con il logo "Sposa la legalità" presentando progetti di elevata sostenibilità per le nozze.
La prima fiera sui Matrimoni Solidali è stata allestita a Milano nel febbraio 2011 e ha visto la partecipazione di decine di fornitori selezionati: privati, aziende, associazioni o gruppi che avevano offerto prodotti o servizi per il matrimonio, con un'esplicita finalità etica (e prezzi trasparenti). Un concetto "che si può esprimere - spiegano i promotori - come impegno tracciabile a devolvere una quota significativa dell'incasso (o dei propri profitti complessivi) a precise iniziative di promozione umana e ambientale; ma può consistere anche nel valore intrinseco di sostenibilità e solidarietà che appartiene ai prodotti e servizi offerti, in particolare attraverso la selezione di filiere di produzione fattivamente opposte allo sfruttamento dell'uomo e dell'ambiente". Insomma belli dentro e felici fuori.
"Noi abbiamo fatto tutto qui - dice fiera una coppia sui 30 anni - servizio fotografico, video del matrimonio, sito-evento, allestimento degli ambienti, bomboniere, inviti, partecipazioni, album, pure l'animazione". "Anche noi abbiamo deciso per un matrimonio con una forte componente di solidarietà - spiega Carmine Sirimarco, lo sposo, un imprenditore nel settore della formazione con agenzie attive in Italia e all'estero - Utilizzeremo i vari servizi offerti, e in più sappiamo che una quota di quanto da noi speso andrà a un'associazione che ci piace molto, la Veronica Sacchi Onlus". Si tratta di un'organizzazione attiva nell'animazione ospedaliera e pediatrica, i cosiddetti 'nasi rossi' che si recano nei reparti a tirare su il morale ai pazienti, in particolare bambini, o agli anziani nei centri, e ai disabili. Ma vediamo alcune delle particolarità che si possono pescare dalla rete dei matrimoni solidali. Ad esempio un vestito fatto da donne svantaggiate, o profughe, tanto da trasformare l'abito da sposa in una storia, riassunta nel marchio 'Indossostorie'. Oppure rendere "più equo" un atto in genere sfarzoso e luculliano come il banchetto nuziale, come propone Equoevento Onlus: "Questa attività permette di offrire a persone indigenti alimenti di altissima qualità quali sono quelli cucinati negli eventi, oltre che dare grande gratificazione per la buona azione effettuata e un ritorno di immagine favorevole nei confronti degli invitati". Perché gli eventi da cui si possono trarre ricadute solidali non sono solo i matrimoni, ma anche altri tipi di feste e convention, private o aziendali. Un'idea ecologica? Utilizzare dei risciò o le due ruote invece delle auto per gli sposi o gli invitati. O ancora utilizzare per il pranzo o il rinfresco cooperative di produzione catering e banqueting che utilizzano persone diversamente abili nella preparazione dei pasti. O decidere di servire menù a base di "alimentazione consapevole", con prodotti vegani, vegetariani o anallergici.
E la luna di miele? "Equo-solidale, naturalmente", dice Pietro Alemanni, di Etnia srl, una società della provincia di Treviso che si occupa di viaggi. "In questo momento ad esempio - spiega - stiamo proponendo per ogni viaggio di nozze o in Kenya, di diventare genitori adottivi per un anno di un cucciolo di elefante o di rinoceronte nell'ambito del progetto Pengolifeproject". Insomma sono davvero tante le opportunità per rendere la cerimonia più importante della propria vita non solo indimenticabile ma anche utile. Uno, dieci, cento modi per trasformare il concetto stesso di celebrazione: "Perché il miracolo non duri solo una giornata".
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