terça-feira, 1 de julho de 2008

Mercosul rejeita novas regras de imigração da UE

Por sugestão do governo brasileiro, os presidentes dos países do Mercosul vão divulgar nesta terça-feira uma declaração conjunta "rejeitando" as novas regras de repatriação de imigrantes da União Européia (UE).

Declaração enfática sobre regras da UE foi sugestão de Amorim

Inicialmente, a declaração se limitaria a falar em preocupação do Mercosul com as novas diretrizes, aprovadas no último dia 18 pelo Parlamento Europeu, que criminalizam a imigração ilegal. No entanto, segundo negociadores brasileiros e argentinos, por sugestão do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, os presidentes farão uma declaração mais enfática, "rejeitando" as novas regras da União Européia. As novas diretrizes estabelecem detenção por um período máximo de 18 meses, antes da expulsão do imigrante, além da proibição do seu retorno ao território europeu por um período de cinco anos.

"Unidade"
A declaração conjunta, definida nesta segunda-feira, pretende ainda mostrar "unidade" do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai) e dos sócios e convidados do bloco – Chile, Bolívia e Equador. A Venezuela, que também participa da reunião de líderes do Mercosul e países convidados, realizada em San Miguel de Tucumán, na Argentina, depende apenas das aprovações dos congressos do Brasil e do Paraguai para se tornar membro pleno do bloco. A preocupação em demonstrar "unidade" no Mercosul ocorre num momento em que a região mostra-se dividida em relação às discussões sobre a Rodada de Doha de liberalização do comércio mundial. De um lado, estão Brasil, Uruguai, Paraguai, Chile e Peru. De outro, Argentina, Venezuela e Bolívia, que defendem maior proteção às suas indústrias e maiores compensações a seus produtos para abertura de seus mercados à produção dos países desenvolvidos.

Passaporte
Além desta declaração de "rejeição" à nova política de imigração da UE, os presidentes vão assinar uma medida que determina o fim da exigência do uso de passaporte para os que vivem na América do Sul e viajam pela região. Esta medida também foi uma iniciativa brasileira, apesar de a presidência do bloco ter ficado durante os últimos seis meses com a Argentina. Por enquanto, por questões burocráticas de cada país, a medida não incluirá Venezuela, Guiana e Guiana Francesa. Nas reuniões realizadas nesta segunda-feira, autoridades da área econômica avançaram ainda nos últimos detalhes para a eliminação do dólar das transações comerciais entre Brasil e Argentina. A medida entra em vigor em setembro. Os presidentes devem anunciar ainda a criação de um fundo que servirá de garantia para que pequenas e médias empresas tenham respaldo financeiro quando quiserem empréstimos nos bancos públicos e privados dos países da região.

A reunião termina nesta terça-feira. Segundo a imprensa argentina, o presidente da Bolívia, Evo Morales, confirmou que jogará uma partida de futebol em Tucumán. É esperado ainda que Morales e o colega venezuelano Hugo Chávez realizem um comício juntos na noite de terça-feira, quando outros líderes da região, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já deverão ter embarcado de volta a seus países, de acordo com a programação oficial.

BBC

Itália estuda dificultar processo de cidadania

O conhecimento da língua e noções básicas da Constituição são algumas das condições que o governo italiano estuda exigir para dar cidadania a descendentes de italianos, segundo um funcionário do Ministério do Exterior da Itália.

No Brasil, 500 mil descendentes estão à espera do passaporte italiano

Em entrevista ao jornal argentino Clarín, Alfredo Mantica, secretário do Ministério para assuntos ligados aos italianos no exterior, confirmou que o governo liderado pelo conservador Silvio Berlusconi tem a intenção de adotar normas mais restritivas para a concessão da cidadania.

Essa possibilidade já tinha sido levada em consideração pelo governo anterior, de Romano Prodi. Não queremos afetar os direitos dos descendentes de italianos, mas a cidadania deve ser muito mais do que um simples reconhecimento ou ato administrativo”, afirmou Mantica, do partido Aliança Nacional, pouco antes de embarcar para a América do Sul, na segunda-feira.

Em visita a Buenos Aires e São Paulo, onde chega nesta quinta feira, Alfredo Mantica deve tratar, entre outras coisas, dos atrasos nos milhares de processos em curso para obter a cidadania. Mantica disse ao jornal argentino que o pedido de cidadania deveria ser complementado com “cursos de formação para conhecer a língua e a Constituição italianas e os princípios fundamentais da nossa democracia”.

Cidadania 'instrumental'
Segundo o Clarín, o secretário teria feito referência ao uso “instrumental” da cidadania. Muitos pediriam o passaporte para ter acesso a outros países da União Européia ou para conseguir mais facilmente o visto para os Estados Unidos.

O representante da Argentina no Parlamento italiano, Ricardo Merlo, eleito no grupo misto da Câmara dos Deputados, se disse “totalmente contrário” à obrigatoriedade de conhecer a língua italiana para ter a cidadania.

Ele é um dos 18 parlamentares, 12 deputados e 6 senadores eleitos pelos italianos que vivem no exterior. “Não é justo, a cidadania é um direito constitucional que devemos defender sem condições. Temos direito de sangue, reconhecido. Conheço italianos que não falam italiano, como os que moram na região do sul do Tirol, que falam dialeto austríaco. Não há discussão”, disse Merlo à BBC Brasil.

Já o único representante do Brasil no Parlamento italiano, Fabio Porta, eleito pelo Partido Democrata, de centro-esquerda, é mais favorável ao conhecimento do idioma italiano para conseguir o passaporte. “A cidadania tem que ser ligada a um interesse real de adquirir os próprios valores, língua e cultura, mas isso sem mudar a lei que concede a cidadania”, disse Porta à BBC Brasil.

Lei atual
No entanto, o parlamentar, que vive no Brasil desde 1995, considera “grave” qualquer modificação da atual lei da cidadania, aprovada em 1992. A legislação se baseia na transmissão da descendência por parte de pai a todas as gerações, sem restrições. Já do lado materno, a nacionalidade é restrita a quem nasceu depois de 1948, quando a Itália igualou direitos de homens e mulheres. “Espero que ele (Alfredo Mantica) não tenha a idéia de mudar a lei porque seria grave, além do governo cortar a verba para os italianos no exterior. A lei é uma grande oportunidade para a internacionalização da Itália”, disse.

Na avaliação de Ricardo Merlo, existe uma tentativa de mudar a lei atual. “Há um partido no Parlamento que quer mudar a lei para limitar a concessão da cidadania, mas vamos nos opor duramente a isso porque nos parece contra a Constituição”, afirmou. Segundo informações da embaixada da Itália em Brasília, em todo o Brasil há cerca de 500 mil descendentes de italianos à espera do passaporte.

Pressão
“Há uma pressão muito forte. Só em São Paulo, são potencialmente 5 milhões de cidadãos italianos, nem mesmo a população de Milão chega a essas cifras”, disse à BBC Brasil um porta-voz do Ministério do Exterior italiano.

“Em todo o Brasil, há mais de 20 milhões de descendentes de italianos. É difícil cuidar de todos esses pedidos de cidadania. Não queremos agir de forma rápida e superficial, com uma política de fechamento, mas começamos uma discussão do problema que deve ser resolvido no interesse de todos”, afirmou o funcionário.

O porta-voz do Ministério explicou que qualquer modificação da lei em vigor deve passar pela aprovação do Parlamento.De acordo com o Ministério, ainda não há uma proposta de lei, apenas uma discussão que deve envolver representantes das comunidades locais e os 18 parlamentares eleitos pelos italianos no exterior.

Segundo Fabio Porta, falar em 5 milhões de potenciais cidadãos italianos é uma maneira “equivocada” de colocar o problema.“Esses números são usados como alarmismo e terrorismo porque não são reais. O processo para obter a cidadania é complicado e a grande maioria nem tem condições de conseguir a documentação necessária”, disse Porta.

BBC

Berlusconi promete: em julho estradas de Nápoles ficam livres do lixo

NÁPOLES - Neste mês de julho, o lixo desaparecerá das estradas de Nápoles, e em abril de 2009 será construído o incinerador de Acerra. Esta é a promessa feita hoje pelo premier Silvio Berlusconi, em sua quarta passagem por Nápoles, para tratar da emergência do lixo.
A conferir.

Com informações da Rainews24

Puglia deverá receber lixo campano

BARI - "Atualmente não existe nenhum acordo entre as regiões da Puglia e da Campânia, mas há a disponibilidade que manifestei ao presidente do Conselho de Ministros, Silvio Berlusconi, expressando solidariedade ao povo campano", disse o presidente (governador) da Regione Puglia, Nichi Vendola (foto), a propósito de notícias segundo as quais haveria um acordo entre as duas regiões para que parte do lixo campano seja depositado em solo pugliese.

"É a mesma solidariedade – afirmou Vendola – que havíamos expressado ao governo anterior. Eu disse a Prodi, no passado, e disse a Berlusconi, no presente, que a Campânia, a crise do lixo, é um dano para toda a economia nacional, é uma ameaça para o Mezzogiorno (sul da Itália)".

La Gazzetta del Mezzogiorno

Itália: Executadas 32 ordens de prisão em operação antimáfia


A polícia italiana executou hoje 32 ordens de prisão preventiva de pessoas consideradas membros do potente clã dos Casalesi, ligado ao grupo mafioso Camorra, e em particular aos grupos dos Bidognetti e Tavolla-Campiello. As prisões foram efetuadas nas regiões de Caserta, Roma, Modena, Arezzo e Florença. A polícia militar, coordenada pela Direção Anti-máfia de Nápoles, reconstruiu as etapas da guerra pelo controle das extorsões e do tráfico de drogas entre os grupos criminosos, que começou no final de 1993 e provocou, até 2004, mais de 15 mortos. Os destinatários das ordens de prisão preventiva são suspeitos de formação de quadrilha de tipo mafiosa, homicídio, tentativa de homicídio, porte ilegal de armas e tráfico de drogas.

Ansa/La Repubblica

'Não trocarei meu estômago por um tanque de gasolina', diz Lula

Em discurso na 35ª Reunião de Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Mercosul, na Argentina, nesta terça-feira (1º), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o discurso de que os biocombustíveis podem ser responsáveis pela alta nos preços dos alimentos.

"O Brasil está convocando, e certamente queremos contar com a presença de todos os companheiros, nos dias 20 e 21 de novembro, uma grande discussão internacional, com governantes, com pesquisadores, com cientistas para discutir essa questão do biocombustível, do alimento, para saber o que tem de verdade nisso. Porque se alguém me convencer que o biocombustível é que vai causar o problema da fome no mundo, não trocarei o meu estômago por um tanque de gasolina", disse.

O presidente disse ainda que há uma tendência de se atribuir a crise aos países da América do Sul e que é preciso que a região se antecipe na discussão para evitar problemas internacionais.

"Se não começarmos a discutir essas coisas enquanto temos tempo de discutir, eles vão jogar, por todos os discursos que estamos vendo, a crise da inflação e dos alimentos nas custas, outra vez, dos países pobres. E logo terá muitos países recebendo missão da FMI [Fundo Monetário Internacional] pra dizer que tem que fazer um ajuste fiscal pesado, pra dizer que precisa fazer contenção de despesa e nós já conhecemos o resultado final dessa história. O resultado final é recessão, desemprego e diminuição da qualidade de vida das pessoas. Já vivemos essa história. Não temos nenhuma obrigação de repetí-la", disse.

A reunião acontece em Tucumán, na Argentina, e reúne sete governantes sul-americanos. Estão presentes os presidentes da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner (anfitriã da reunião); do Uruguai, Tabaré Vázquez; do Chile, Michelle Bachelet; da Venezuela, Hugo Chávez; e da Bolívia, Evo Morales. Também foi recebido o presidente do Paraguai, Nicanor Duarte. Apesar das especulações de última hora, o presidente do Equador, Rafael Correa, não compareceu à reunião. A Cúpula do Mercosul termina nesta terça-feira (1º) com a aprovação de um comunicado conjunto de rejeição à nova lei sobre o retorno de imigrantes da União Européia (UE) e uma declaração final para promover a integração regional.
Globo on line

Metade dos italianos não quer vizinhos ciganos


Bruxelas, 01 jul (Ansa) - Os italianos são, entre os europeus, aqueles que se sentem mais incomodados com a presença de ciganos, segundo uma sondagem divulgada hoje. Em segundo lugar ficam os tchecos. A enquete sobre discriminação na União Européia foi realizada entre fevereiro e março deste ano pelo Eurobarómetro, instrumento criado pela Comissão Européia (CE) para realizar estudos sobre a opinião pública no velho continente. 47% dos italianos entrevistados se declarou incomodado com a idéia de ter um nômade como vizinho, enquanto a média geral na Europa foi de 24%.

Região italiana defende Nobel da Paz para Ingrid Betancourt

Ancona, Itália, 1 jul (Ansa) - As assembléias regionais da Itália discutirão a proposta de conceder o prêmio Nobel da Paz à franco-colombiana Ingrid Betancourt, que há seis anos permanece refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A informação foi dada pelo presidente da assembléia legislativa da região de Marcas, Raffaele Bucciarelli, que apresentou a idéia à sua colega da região de Emilia-Romana, Monica Donini, que também é coordenadora da Conferência Nacional que reúne todas as assembléias e será realizada no dia 21 de julho. Monica escreveu aos presidentes das assembléias legislativas, explicando que o objetivo é "iniciar uma ação comum para ser discutida no dia 21 de julho". Recentemente, o Conselho Regional de Marcas aprovou por unanimidade uma moção a favor da entrega do Nobel da Paz a Ingrid Betancourt. Bucciarelli recordou que o prêmio "seria um sinal de solidariedade a uma mulher que está se perdendo no labirinto das diplomacias" e cuja vida está em perigo.

Greves no Brasil e no Mundo


Lufthansa

Frankfurt (Alemanha), 1 jul (EFE) - A companhia aérea alemã Lufthansa teve que cancelar hoje 28 vôos nacionais e europeus devido à greve do sindicato de serviços Verdi em vários aeroportos da Alemanha, principalmente no de Frankfurt.Uma porta-voz da companhia aérea alemã disse que a ação de protesto também atrasou os vôos de longo percurso, segundo a agência alemã "Vwd".

Petrobras

Rio de Janeiro, 1 jul (EFE) - Cerca de 30 mil funcionários da Petrobras e de empresas prestadoras de serviços para a petrolífera se uniram hoje a um protesto em todo o Brasil em reivindicação de uma maior participação nos lucros da estatal, informaram sindicatos, que também ameaçaram com uma greve de cinco dias. A mobilização nacional de 24 horas, iniciada esta manhã, afetou as atividades administrativas e de manutenção, mas não as de produção, afirmou José Genivaldo Silva, da Secretaria de Finanças e Administração da Federação Única dos Petroleiros (FUP). "Em princípio, as operações da empresa continuam normalmente. A idéia é sensibilizar a empresa para apresentar uma nova proposta; se isso não acontecer esta semana, vamos convocar uma greve de cinco dias com controle da produção", disse Silva em entrevista à Agência Efe.Segundo um comunicado da FUP, os petroleiros iniciaram "uma vigília", continuam nas instalações da empresa e só realizam atividades essenciais nas plataformas marítimas e terrestres, nas refinarias, nos terminais de distribuição e nas áreas administrativas.


Correios


Funcionários dos Correios cruzaram os braços nesta terça-feira (1º). Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), a paralisação é por tempo indeterminado e já atinge 22 estados. A empresa diz que empregados de pelo menos 15 estados e do Distrito Federal estão parados. São eles: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro e partes de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Por prevenção, os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta, de entrega com hora marcada, foram suspensos.

A velhinha que cura o mundo através de e-mails

A receita é simples: computador, câmeras digitais e muita boa vontade. Casal recebe pedidos de ajuda de países pobres e os transmite a um 'pool' de médicos.

Lady Swinfen e o marido em Bagdá

LONDRES - Um médico em Bagdá não sabe como curar uma forma rara de câncer que acometeu uma paciente sua; um enfermeiro no Nepal encontra-se em dificuldades para prestar os primeiros socorros a um homem que sofreu um ataque cardíaco; um obstetra em Bangladesh que ajudar um casal que teme não ser fértil a ter filhos. Para resolver seus problemas, todos fazem a mesma coisa: passam um e-mail para uma casa em Kent, na verde campanha inglesa, onde uma aristocrática senhora de 70 anos passa o dia diante do computador, pronta para entrar em ação.

Lady Swinfen, assistida pelo Lord seu marido, está em contato com uma rede de 382 especialistas em qualquer campo da medicina, entre eles alguns dos melhores da Grã-Bretanha, Estados Unidos, Austrália, Canadá e Nova Zelândia. Qualquer pedido de ajuda, geralmente acompanhado de dados e foto do paciente, raios X, e outras informações que possam ajudar na avaliação da doença, são imediatamente transmitidos a um médico competente, o qual responde através do correio eletrônico e, algumas vezes, se o caso é particularmente urgente, telefona a um colega de outra parte do mundo. Desta maneira, em 10 anos, mais de 400 pessoas que corriam risco de vida foram curadas e salvas.

La Repubblica

Nápoles: chega Berlusconi; tensão e tumulto na cidade

NÁPOLES - A polícia de Nápoles interveio na Piazza Plebiscito, pouco antes da chegada do premier Silvio Berlusconi. Os policiais afastaram alguns desocupados que estavam reunidos em frente ao Palazzo Salerno, onde ocorre uma reunião com a presença do presidente do Conselho de Ministros.

Protesto dos manifestantes de Chiaiano - Grupos contrários às descargas de dejetos sólidos também se manifestaram. "No dia em que o premier Berlusoni vem à cidade, queremos demonstrar-lhe que diante de um governo que escolhe o caminho do autoritarismo, os cidadãos que se sentem excluídos das decisões podem paralisar a cidade". Assim os comitês contra as descargas de Chiaiano explicavam, em uma nota, a decisão do "soft walking" (atravessar as faixas de pedestres de forma lenta, para a frente e para trás), no centro da cidade.

Corriere della Sera

Senador italiano se encontra com autoridades na Câmara Italo-Brasileira

O subsecretário do Ministério do Exterior da República Italiana, Senador Alfredo Mantica, se reúne no próximo dia 3 de julho (quinta-feira), às 18h30, com algumas das principais autoridades ítalo-brasileiras no auditório da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura, localizado na Av. Paulista, 2073 – 24º andar Horsa II.

Participarão do encontro o Embaixador da Itália no Brasil, Michele Valensise, o Cônsul Geral da Itália em São Paulo, Marco Marsili, o Presidente da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura, Edoardo Pollastri, entre outras personalidades do mundo econômico, político e cultural dos dois países.

Programe-se:

Dia: 03/7/2008 (quinta-feira)
Horário: 18h30
Local: Auditório da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria (Av. Paulista 2073 – Conjunto Nacional – Horsa II – 24º Andar – São Paulo)
RSVP: Miralda: (11) 3179.0140


*** Atenção: A participação neste evento é restrita e se faz necessário agendamento prévio.

Divulgação