
Cerca de 50 mulheres amamentaram ontem seus bebês em uma praça de Roma, em frente ao parlamento italiano, para reivindicar o direito à amamentação materna.
Sem se preocuparem com a chuva que caía, as mães -acompanhadas por representantes de associações de famílias, pediatras e ginecologistas que defendem a defesa da amamentação materna- colocaram lonas impermeáveis no chão, se sentaram e deram o peito a seus filhos em público.
Pela manhã, as mães tinham apresentado seus pedidos à presidência da Câmara dos Deputados, enquanto de tarde pretendem se reunir com a ministra de Saúde, Lívia Turco. Segundo os organizadores da manifestação, o maior inimigo da amamentação materna são "as empresas que comercializam o leite artificial, mas também as mamadeiras". Por isso pedem que o governo adapte as leis européias sobre a comercialização desses substitutos do leite materno, além do Código Internacional escrito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1981.
De fato, as propostas são simples: "Afirmar o caráter singular do leite materno como alimento para os bebês nos primeiros seis meses de vida, e proibir a publicidade dos leites artificiais", explicou Adriano Cattaneo, epidemiologista e membro da associação IbfanItalia.
"É preciso defender também que as mulheres possam amamentar em lugares públicos e nos locais de trabalho", acrescentou Donatella Poretti, deputada do partido de esquerda Rosa nel Pugno, que quando foi eleita lutou para poder dar de mamar a sua filha no parlamento.
Fonte: ANSA













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