sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

A Expedição de Pietro Tabachi


A Expedição de Pietro Tabachi, segundo o sociólogo italiano Renzo M. Grosselli, foi o primeiro caso de partida em massa de imigrantes da região norte da Itália para o Brasil. O evento é o marco que institui o Dia Nacional do Imigrante Italiano no Brasil.

Fonte: Oriundi..net

Dia do Imigrante Italiano

A lei nº 11.687, de 2 de junho de 2008, instituiu oficialmente o Dia Nacional do Imigrante Italiano no calendário de todo o território brasileiro. A escolha do dia 21 de fevereiro é uma homenagem à expedição de Pietro Tabacchi ao Espírito Santo, em 1874


Blog do Ale'Italia.

A imigração italiana


Imigração Italiana

por Leila Ossola
“Per questo fummo creati:
Per ricordare ed essere ricordati.”
(Poema di Natale – Vinicius de Moraes)
Muitas publicações tratam sobre a grande imigração ocorrida a partir de 1875 para as Américas.  Que fatores levaram o povo italiano a isto? O artigo visa mostrar alguns pontos decisivos para essa imigração em massa e é parte de uma pesquisa de 30 anos por parte da autora que busca seus ancestrais italianos.
A unificação italiana foi um dos principais fatores para esta grande leva de italianos que aportaram neste continente. Em 476 d.C., o Império Romano foi dissolvido fazendo com que a Itália ficasse dividida em várias unidades políticas (regiões) independentes entre si. Em 1815, após o Congresso de Viena, estas regiões passaram a ser dominadas por austríacos, franceses e pela própria  Igreja Católica. Os reinos e ducados das regiões da Lombardia-Veneza, Toscana, Parma, Modena e Romagna estavam sob o domínio austríaco. O Reino das Duas Sicílias pertencia à dinastia francesa dos Bourbon. O Reino do Piemonte-Sardenha era autônomo, governado por um monarca liberal e os Estados da Igreja pertenciam ao Papa.
No início do século XIX, devido ao desenvolvimento industrial, o norte da Itália passou por transformações sociais e econômicas, fazendo com que várias cidades italianas do norte crescessem e o comércio se intensificasse.
Em 1848, ocorreu a primeira tentativa de unificação, com a declaração de guerra à Áustria pelo Rei Carlos Alberto, do Reino do Piemonte-Sardenha. Vencido, o rei deixou o trono para seu filho Vítor Emanuel II, em cujo governo o movimento a favor da unificação da Itália foi liderado pelo seu primeiro-ministro, o Conde de Cavour. Apoiado pela França, em 1859, Cavour deu início à guerra contra a dominação austríaca. Conseguiu anexar ao reino sardo-piemontês as regiões de Lombardia, Parma, Modena e Romagna.
Outros grupos também lutavam pela unificação, com a intenção de transformar o país em uma República. Mazzini e Garibaldi foram os líderes mais conhecidos desta corrente. Em 1860, Guiuseppe Garibaldi alia-se a Cavour e, liderando um exército de mil voluntários, conhecidos como camisas vermelhas, ocupou o reino das Duas Sicílias, afastando do poder o representante da dinastia dos Bourbon, Francisco II. Em março de 1861, dominando quase todo o território italiano, Vítor Emanuel II foi proclamado Rei da Itália.
É importante deixar claro que a Unificação Italiana ocorreu apenas alguns anos antes da grande emigração para as Américas, especialmente para o Brasil, e não foi de modo algum um movimento único. A Unificação acontece em 1861, mas Veneza só foi anexada em 1866, Roma em 1870. A região de Trento só foi incorporada à Itália Unificada após a 1ª Guerra Mundial em 1919 e a questão dos Estados Pontifícios só foi  resolvida em 1929 com a assinatura do Tratado de Latrão, no governo fascista. Por isso, a capital do Reino da Itália de 1861 até 1866 foi Turim, depois Florença (1866 até 1870) e, só então, Roma.
Ainda na década de 60 do século XIX, antes de concluída a unificação, a supressão das alfândegas regionais, a oferta de produtos industriais a preços reduzidos e o desenvolvimento das comunicações haviam destruído a produção artesanal, atingindo os pequenos agricultores, que complementavam as suas rendas com o artesanato familiar ou o trabalho em indústrias artesanais existentes no campo.  A unificação alfandegária impôs a toda a Itália o sistema alfandegário da Sardenha, que tinha as taxas mais baixas, e fez com que as economias regionais, que eram mais ou menos fechadas e até então conseguiam manter certo equilíbrio, sofressem um violento baque. A disparidade econômica do Norte, que se industrializou mais cedo, e do sul, predominantemente agrícola, agravou o quadro econômico do país.
O governo italiano passou a tomar medidas impopulares, pois estava preocupado em obter recursos para a realização de obras públicas – devido a isto, criou o imposto sobre a farinha, que atingia duramente a classe mais pobre.
Contudo, a unificação política e aduaneira impulsionou a industrialização, intensificada no período de 1880-1890. O Estado reservou a produção de ferro e aço para a indústria nacional, favorecendo a criação da siderurgia moderna que se concentrava ao norte e era protegida pelo Estado. Mas sua produção não era suficiente,  o que passou a exigir  importações. A indústria mecânica cresceu mais depressa, especialmente as de construção naval e ferroviária, máquinas têxteis e principalmente motores e turbinas. A partir de 1905, a indústria automobilística de Turim conseguiu excelentes resultados.
O problema mais grave estava na total concentração do processo de crescimento no norte, enquanto o sul permanecia agrário. Esta situação econômica fez com que houvesse uma crise na Itália durante o período final do século XIX. O norte foi a primeira área a ser atingida, pois ali começou a se desenvolver a industrialização, deixando os agricultores que complementavam sua renda com o trabalho artesanal sem emprego e sem ter mercado para seus produtos. Por isto, o norte da Itália forneceria as primeiras grandes levas de emigrantes, e o sul só viveria o processo de emigração mais tarde, principalmente a partir do início do século.
Também a aplicação de formas administrativas do Reino de Savóia provocou com o tempo o agravamento das diferenças já existentes entre as regiões da Itália, criando as condições para um grande movimento migratório de classes rurais para os países das duas Américas entre o fim do século XIX e o início do século XX, quando muitos milhões de italianos emigraram. A emigração era a única saída em face ao desemprego e a miséria; além disto, as colônias agrícolas existentes no Brasil eram o grande atrativo para os italianos famintos, sem emprego, sem lar… a igreja, incentivava seus fiéis a conhecerem a nova terra, o paraíso.
Em 1902, por meio do decreto Prinetti, que refletia o debate provocado pela migração, foi proibido pelo Comissariado Geral da Emigração na Itália a emigração subvencionada para o Brasil.
Uma  leva de imigrantes italianos aportou nos Estados Unidos, Argentina, Uruguai e especialmente no Brasil, cujo destino seriam as fazendas de plantação de café no interior de São Paulo; o recebimento de lotes de terra e fundação de colônias no Sul; construção de ferrovias e colônias agrícolas em outros estados, sem contar que entre tais imigrantes (a maioria sem instrução),  artistas, engenheiros, arquitetos  vieram aportar aqui.
A imigração italiana é um capítulo da história rico em experiências sofridas, ao mesmo tempo escasso em informações legadas aos descendentes: os navios que chegavam aos principais portos (Vitória, Rio de Janeiro, Santos e Rio Grande) não forneciam em suas listagens as cidades de origem. Para os italianos, não importava muito deixar isto registrado, como um legado para gerações futuras… Eles estavam começando a construir um novo Brasil,  no processo de substituição do trabalho escravo dos negros pelo trabalho livre do europeu. .
Com a lei de terras de 1850, cessou a distribuição gratuita de lotes  para os imigrantes, despertando interesse da iniciativa privada. Isso fez com que, ao lado das colônias imperiais e provinciais, surgissem colônias particulares,  como as  de Conde d’Eu e Dona Isabel, na região onde atualmente estão localizados os municípios de Garibaldi e Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul. Estas colônias foram criadas em 1870, antes que se iniciasse o processo de imigração italiana no estado e com o objetivo de que quarenta mil colonos italianos fossem contratados num prazo de dez anos para ali se estabelecerem e aumentarem a produção agrícola da região. Dificuldades como uma prevenção generalizada contra o Brasil por parte da Europa, onde o Brasil era visto como um país onde imigrantes sofriam provações, bem como o custo do transporte dos imigrantes até as colônias, fizeram com que apenas um número menor de colonos italianos fossem realmente assentados .
Foi a partir de 1875, sob a administração da União, que chegaram as primeiras levas de italianos para Conde D’Eu e Dona Isabel. Essas primeiras levas vieram das regiões do Piemonte e Lombardia, e depois do Vêneto. Desta maneira,  assim, quando começou a emigração do Sul da Itália, em 1901, as terras disponíveis já estavam quase que totalmente ocupadas e, por isso, no Rio Grande predominaram os italianos vindos do norte.
No Rio de Janeiro, era na Ilha das Flores que atracava a maioria dos grandes navios com imigrantes italianos, para que cumprissem a quarentena. A soberana Maria Teresa Cristina de Bourbon, natural de Nápoles, esposa do Imperador D.Pedro II, estimulou a vinda de imigrantes lligados ao comércio e as artes.

sábado, 23 de junho de 2018

Seleção italiana na Copa do Mundo

Da Wikipedia  

Seleção Italiana de Futebol representa a Itália nas competições de futebol da FIFA. A equipe é uma das seleções de futebol mais bem sucedidas em Copas do Mundo, tendo disputado seis finais e saído vitoriosa em quatro. Venceu também uma Eurocopa e ganhou uma medalha olímpica de ouro.
A cor tradicional da camisa da seleção é em homenagem à antiga casa real italiana de Saboia, cuja família reinou o país de 1861 até 1946 e tinha como o brasão imperial a cor predominante azul claro e, portanto, os membros da seleção são apelidados Azzurri e a seleção, de Nazionale. Os calções são tradicionalmente brancos, e tradicionalmente também a combinação contrária (camisas e meias brancas e calções azuis) constituem o uniforme reserva.Todavía na Copa do Mundo de 1938, foi usado um uniforme totalmente preto, a cor do fascismo, nas quartas de finais contra os anfitriões franceses. Calções pretos também foram utilizados na Copa do Mundo de 1966, no jogo contra a União Soviética.
A Itália possui 18 participações em Copas do Mundo (contando até a Copa de 2018), não tendo participado apenas de três Copas: 1930, 1958 e 2018. No caso de 1930, a Itália não se inscreveu, agindo como a maior parte das seleções europeias, que não se interessaram por aquela Copa. Nos casos de 1958 e 2018, foram nessas ocasiões em que a Itália não conseguiu se classificar para a Copa, falhando nas Eliminatórias. Brasil e Alemanha são as únicas seleções que jamais falharam em se classificar nas Eliminatórias da Copa do Mundo, enquanto Itália e Argentina são as únicas duas que falharam em se classificar em Eliminatórias da Copa (Itália: 1958 e 2018; Argentina: 1970).
A Itália foi a primeira seleção a conquistar duas copas do mundo consecutivamente e, a segunda a conquistar quatro títulos da Copa do Mundo ("tetracampeonato"). Em todos eles, contou com jogadores de origem italiana (considerados cidadãos italianos), nascidos em outros países: o brasileiro Anfilogino Guarisi, os argentinos Luis MontiAttilio DemaríaRaimundo Orsi e Enrique Guaita (1934); o uruguaio Michele Andreolo (1938); o líbio de nascimento Claudio Gentile (1982); o argentino Mauro Camoranesi e o inglês de nascimento Simone Perrotta (2006).
Outros oriundi famosos foram os brasileiros José "Mazzola" AltafiniAngelo SormaniDino da Costa e recentemente Thiago Motta e Éder; os uruguaios carrascos do Brasil na Copa de 1950Juan Alberto Schiaffino e Alcides Ghiggia; os argentinos Humberto Maschio e Omar Sívori; o suíço Roberto di Matteo; e o norte-americano de nascimento Giuseppe Rossi.


Itália mantém linha dura contra imigração antes de minicúpula

Da AFP


AFP / Andreas Solaro
(Arquivo) O ministro italiano do Interior, Matteo SalviniA Itália mantém sua linha dura contra as organizações humanitárias que socorrem os imigrantes no Mediterrâneo, faltando poucas horas para a minicúpula em Bruxelas sobre o assunto.


O novo governo italiano mudou radicalmente a sua política dentro da União Europeia, e agora ameaça imobilizar as embarcações humanitárias, além de impedir sua atracação nos portos italianos, em uma nova estratégia que faz a Europa tremer.


A Itália apresentará no domingo, na cúpula dos 28 em Bruxelas, uma proposta para conter a imigração, que a imprensa resumiu em uma espécie de "cortina de ferro" e que conta com o apoio dos países do Leste Europeu.


A minicúpula desta quinta e sexta-feira reúne Espanha, França, Alemanha, Itália, Malta, Grécia, Bulgária (país que detém a presidência rotativa até 1 de julho) e Áustria (que assume o revezamento), entre outros.


A Bélgica e a Holanda, igualmente favoráveis a uma postura severa, decidiram participar da reunião.


No entanto, o governo alemão reduziu as expectativas, enfatizando que uma "solução" europeia para o problema não será alcançada durante esses debates preliminares.


Em vez disso, "acordos bilaterais e multilaterais" serão discutidos, segundo o porta-voz oficial.

A mudança de postura da Itália, que agora é governada por uma coalizão populista formada pelo partido de extrema-direta Liga e pelo antissistema Movimento 5 Estrelas, foi criticada na quinta pelo presidente francês Emmanuel Macron, que lançou uma mensagem velada contra o polêmico ministro do Interior italiano, o xenófobo Matteo Salvini.


O populismo na Europa "é como uma lepra que se espalha pelo Velho Continente, em países que nunca pensamos que voltariam a ocorrer outra vez, em países vizinhos", disse Macron.


As observações de Macron voltaram a inflamar o relacionamento com Salvini, que instou o presidente francês a receber os milhares de imigrantes que a Itália acolheu nos últimos anos.


"Pare de insultar e passe a aplicar a generosidade que você tanto proclama", respondeu algumas horas depois, em declarações à imprensa.


A Itália, que deixou à deriva há duas semanas o barco humanitário Aquarius com 629 migrantes no Mediterrâneo, anunciou esta semana que fecharia os portos para o navio Lifeline, com 224 migrantes a bordo.


"O barco ilegal Lifeline está em águas maltesas. Para garantir a segurança da tripulação e dos passageiros, solicitamos que Malta abra seus portos", pediu Salvini no Twitter.


"O barco vai ser sequestrado e sua tripulação detida", advertiu.


No entanto, uma fonte próxima ao governo de Malta, citada pelo jornal Times of Malta, indicou na noite desta sexta-feira que "Malta não era nem a autoridade coordenadora nem a competente para os resgates" já que, "a operação foi inicialmente administrada pelo Centro (de Coordenação de Resgate Marítimo) de Roma e pela autoridade líbia".


Pouco depois, Salvini reagiu à negativa de Malta. "Se uma única pessoa se machuca a bordo deste barco (...) pediremos explicações a Malta porque estão diante de seus portos, aos alemães porque é uma associação alemã, e aos holandeses porque carrega sua bandeira", alertou em uma reunião na Toscana.


"Se os malteses se comportam desta forma, saberemos como reagir", acrescentou, insistindo em que o "Lifeline" não chegaria a "um porto italiano".


"Os portos italianos deixaram de estar disponíveis aos traficantes de seres humanos. Que Malta ou França abram seus portos", afirmou Salvini com seu tradicional tom provocativo.


Um dia antes, o ministro dos Transportes italiano Danilo Toninelli, tinha dado a ordem para sequestrar o Lifeline e o Seafuchs, de uma ONG alemã, por navegar com bandeira holandesa falsa e violar leis internacionais de navegação.

La cura di una rara malattia degli occhi riparte dall'idea di Rita Levi Montalcini

Farmaco con molecola NGF per terapia della cheratite neurotrofica


www.ansa.it

Redazione ANSA L'AQUILA 
"Noi portiamo alla registrazione internazionale un farmaco, un'innovazione, un'idea del nostro Nobel Rita Levi Montalcini, che non a caso ha inaugurato questo stabilimento. Venticinque anni dopo lei non c'è più, ma da qui parte in tutto il mondo il suo farmaco e per noi è una soddisfazione enorme". Così Sergio Dompé, patron dell'azienda farmaceutica che porta il suo nome, a margine dell'inaugurazione dell'ampliamento di ulteriore di circa 9mila metri quadrati dello stabilimento di produzione e ricerca dell'Aquila costato circa 40 milioni di euro che porta l'investimento complessivo a circa 250 milioni.
    Il riferimento di Dompé è alla produzione del farmaco basato sulla molecola dell'Ngf (Nerve growth factor) che cura una malattia rara dell'occhio fino ad oggi senza terapia, che fu oggetto degli studi che portarono al Nobel Rita Levi Montalcini.

  "Il farmaco serve per la cheratite neurotrofica che è una malattia molto rara dell'occhio e della cornea che porta nei casi più gravi alla cecità", ha affermato Dompè.
 "Questa non è una scelta nel nostro settore: investire in ricerca e sviluppo, nell'innovazione tecnologica, investire nella capacità produttiva è un obbligo, una necessità per quanto si cerchi di andare veloci, gli altri vanno veloci quanto noi se non di più e quindi chi si ferma è perduto". Così Sergio Dompé, patron dell'azienda farmaceutica che porta il suo nome, a margine dell'inaugurazione dell'ampliamento di ulteriore di circa 9mila metri quadrati dello stabilimento di produzione e ricerca dell'Aquila, dove lavorano attualmente circa 250 persone. Dompé ha annunciato nuove assunzioni: "Nell'ultimo periodo abbiamo già preso 20-25 persone in più e probabilmente ne dovremo fare altrettante nei prossimi 12 mesi - ha continuato l'industriale molto legato alla città dell'Aquila, dove lo spazio produttivo è stato inaugurato nel 1993 - La cosa più importante è che questo è un percorso iniziato più di 25 anni fa, oggi festeggiamo la ricorrenza qui all'Aquila, lo facciamo con un bilancio di quello che è stato fatto e della occupazione qualificata, che è di circa 250 persone, che sono qui e che lavorano".
"Più del 90 per cento sono laureati o diplomati, noi inauguriamo oggi con un fatto abbastanza straordinario per il nostro settore, che è quello di avere farmaci assolutamente originali che coprono indicazioni che prima non venivano coperte quindi sono innovazioni vere, che vanno in tutto il mondo". Dompé ha spiegato che all'Aquila è stata aumentata "la produzione dei farmaci non biotecnologici, tra cui oki e okitask che va in giro per il mondo. Noi all'Aquila abbiamo il più grosso granulatore che esiste, da oltre mille litri, che occupa più di 4 piani di altezza. L'investimento complessivo è stato di circa 250 milioni in questi anni, l'ultimo ammonta a circa 40 milioni", ha concluso.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Cientistas desvendam por que a Torre de Pisa continua em pé, após mais de 600 anos e 4 terremotos

Da BBC


Torre de PisaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionCom 58 metros de altura, a torre chega a ficar 5 metros fora do eixo no topo
Era um mistério que há anos intrigava engenheiros: como a Torre de Pisa consegue resistir a terremotos estando tão inclinada?
Com 58 metros de altura, o campanário da catedral da cidade italiana de Pisa pende em um ângulo de cinco graus, o que faz com que fique até cinco metros fora do eixo no seu topo.
A Toscana, onde fica a famosa torre, é uma região com muita atividade sísmica, assim como grande parte da Itália.
Isso se deve à confluência entre as placas tectônicas africana e euroasiática sobre a qual o país está localizado.
Desde o início de construção, que ocorreu entre 1173 e 1372, o monumento passou por pelo menos quatro grandes terremotos sem sofrer danos, mas, ao contrário de muitos outros edifícios modernos da área onde está, ela segue em pé.
Uma equipe de 16 engenheiros da Universidade Roma Tre, na Itália, e da Universidade de Bristol, na Inglaterra, se propuseram a desvendar esse mistério, e conseguiram: a salvação da torre está no solo logo abaixo dela.
Mapa de placas tectônicasDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionA península onde fica a Itália está na confluência entre as placas africana e euroasiática

Solo macio

Após estudar os dados sismológicos, geotécnicos e estruturais disponíveis, os pesquisadores apontam que a razão está em um fenômeno conhecido como "interação dinâmica entre solo e estrutura" (DSSI, na sigla em inglês).
Trata-se de uma combinação entre a estrutura da torre e as carascterísticas do terreno em que ela foi erguida. Por um lado, o solo é macio e, por outro, a torre é alta e rígida.
Isso faz com que a ressonância de movimentos sísmicos seja muito menor, reduzindo os efeitos dos tremores sobre o monumento.
Isso foi, segundo um comunicado da Universidade de Bristol, a chave para sua sobrevivência. A Torre de Pisa detém um recorde mundial de efeitos DSSI, diz essa equipe de engenheiros.
Edifício afetado por terremoto no norte da ItaliaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionAo contrário de construções modernas próximas, a torre não sofreu danos com terremotos
"Podemos dizer agora que, ironicamente, o mesmo solo que causou a inclinação da torre e a levou à beira do colapso também a ajudou a superar os episódios sísmicos", disse George Mylonakis, do departamento de Engenharia Civil da Universidade de Bristol.
Os cientistas apresentarão os resultados deste estudo na 16ª Conferência Europeia de Engenharia de Terremotos, que será realizada em junho na Grécia.

sábado, 14 de abril de 2018

Música Italiana - Al di la

Youtube

Al di la 
Emilio Pericoli

Viaggio nel mondo della pizza

Dalla pizzeria La Loggetta (CE) di Giuseppe Vitiello 

Una lista ragionata dei locali recensiti su Sapori nell'ultimo anno, senza alcun limite geografico o di stile. 


www.repubblica.it

segunda-feira, 26 de junho de 2017

La vita è bella


imagem Web

Villa Peyron: spettacolare terrazza su Firenze

villa peyron cappella giardino siepi toscana fiesole

La Cappella di Villa Peyron

Adagiata alle porte di FiesoleVilla Peyron e il suo sorprendente giardino rappresentano, di fatto, la materializzazione del sogno del suo proprietario Angelo Peyron che, innamorato di questo luogo meraviglioso, agli inzi del secolo scorso decise di arricchirlo di un grande giardino all'italiana che valorizzasse la posizione d'eccezione della tenuta adagiata sulle colline fiesolane affacciate su Firenze come una grande terrazza naturale. Il figlio Paolo completò l'opera ed oggi questo splendido parco, donato alla Fondazione Parchi Monumentali Bardini-Peyron, si presenta come un prezioso capolavoro di interazione tra uomo e natura incastonato in una cornice paesaggistica di rara bellezza.

Questo bellissimo giardino, che circonda la villa situata lungo la strada che collega Fiesole Vincigliata, si sviluppa su un sistema di terrazzamenti digradanti che si affacciano su Firenze e Castel di Poggio. Lungo l'asse meridionale della villa il giardino è incorniciato da siepi di bosso ed adornato con pregevoli statue provenienti dalle ville venete sul Brenta. Il primo terrazzamento è frutto del primo restauro della villa operato dal proprietario nei primi decenni del secolo scorsoquelli successivi sono, invece, di epoca più recente e sono il frutto delle opere di riqualificazione ed abbellimento commissionate dal figlio Paolo.

Il nome completo della tennuta è Villa Peyron al Bosco di Fontelucente. Gli edifici che costituiscono il complesso e i bellissimi giardini sono, infatti, incastonati in un bosco rigoglioso dal folto del quale emerge, a monte della villa, una fonte cinquetesca, chiamata appunto Fontelucente, che fornisce per caduta l'acqua che alimenta le numerose fontane ed il bel laghetto che adornano le terrazze del giardino all'italiana.

La villa e il giardino, visitabili su prenotazione con preavviso di 5 giorni lavorativi, occupano una superficie di circa 40 ettari e sorgono, con ogni probabilità, su un antico sito etrusco. Possono essere facilmente raggiunti seguendo le indicazioni per Fiesole e poi per Villa Peyron. Usufruendo di un servizio navetta personale su prenotazione è possibile abbinare agevolmente la visita dei 2 Grandi Giardini Italiani di Villa Bardini e Villa Peyron.

www.lastampa.it

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Cucina italiana nel mondo patrimonio Unesco, lo chiedono chef e pasticceri

Redazione ANSA  
- Parte la richiesta del riconoscimento Unesco della Cucina Italiana fuori dall'Italia come patrimonio immateriale dell'umanità. Obiettivo è tutelare l'eccellenza enogastronomica italiana oltre i confini. La richiesta è stata sottoscritta dall'Associazione Icw - Italian Cuisine in the World - un network con più di 2500 iscritti tra chef, restaurant manager, comunicatori e culinary professional legati alla ristorazione e alla gastronomia italiana in tutto il mondo.

Il progetto sarà presentato da un vasto parterre di chef e pasticceri riuniti nella sesta edizione del Forum annuale in corso nel Casentino alla terme di Stia (Arezzo) Una tre giorni che ci concluderà con l'Assemblea Plenaria del Forum incentrata sul futuro dei prodotti di eccellenza enogastronomica fuori dai mercati esteri, e in serata con 'Capolavori a Tavola', 16/ma edizione dell'evento di beneficenza creato e diretto dal macellaio Simone Fracassi per raccogliere fondi per l'associazione Italian Cuisine in the World.

www.ansa.it