O aborto "não pode jamais ser justificado, por mais difíceis que sejam as circunstâncias que levam alguém a considerar uma medida grave assim", afirmou o papa Bento XVI. Ao mesmo tempo, o pontífice convidou a Igreja a receber quem se "arrepende" de ter cometido o "grave pecado" do aborto. Joseph Ratzinger se pronunciou novamente conta a "destruição direta de vidas humanas inocentes", falando em uma audiência com os bispos do Quênia.
"É matéria de grande preocupação o fato de que a cultura secular globalizada esteja exercendo uma crescente influência sobre as comunidades locais como resultado das campanhas das agências que promovem o aborto", acrescentou o Papa.
"Quando vós levardes o Evangelho da vida, lembreis o vosso povo que o direito à vida de cada ser humano inocente, nascido ou não nascido, é absoluto e se aplica a todas as pessoas sem nenhuma exceção", explicou Joseph Ratzinger.
O Papa, a esse propósito, advertiu que "a comunidade católica deve oferecer apoio às senhoras que podem achar difícil aceitar um filho, sobretudo quando estão isoladas de sua família e de seus amigos".
Do mesmo modo, concluiu que "a comunidade deveria se abrir a receber todas as que arrependem de ter participado do grave pecado do aborto e deveria guiá-las com caridade pastoral a aceitar a graça do perdão, a necessidade de penitência e a alegria de entrar novamente na vida nova de Cristo.
Fonte: Asna
"É matéria de grande preocupação o fato de que a cultura secular globalizada esteja exercendo uma crescente influência sobre as comunidades locais como resultado das campanhas das agências que promovem o aborto", acrescentou o Papa.
"Quando vós levardes o Evangelho da vida, lembreis o vosso povo que o direito à vida de cada ser humano inocente, nascido ou não nascido, é absoluto e se aplica a todas as pessoas sem nenhuma exceção", explicou Joseph Ratzinger.
O Papa, a esse propósito, advertiu que "a comunidade católica deve oferecer apoio às senhoras que podem achar difícil aceitar um filho, sobretudo quando estão isoladas de sua família e de seus amigos".
Do mesmo modo, concluiu que "a comunidade deveria se abrir a receber todas as que arrependem de ter participado do grave pecado do aborto e deveria guiá-las com caridade pastoral a aceitar a graça do perdão, a necessidade de penitência e a alegria de entrar novamente na vida nova de Cristo.
Fonte: Asna














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