Quatro cômodos na Casa de Augustus, em Roma, com afrescos jamais vistos em ótimo estado de conservação, serão abertos ao público em 2 de março de 2008, como foi anunciado hoje pelo ministro da Cultura italiano, Francesco Rutelli . Rutelli divulgou a informação junto ao prefeito da cidade, Walter Veltroni, e o superintendente arqueológico de Roma, Ângelo Bottini, durante uma visita à zona do monte Palatino, onde está localizada a residência. Trata-se de três salas no piso inferior, às quais soma-se um pequeno estúdio no andar superior, que segundo hipóteses de estudiosos devem ter pertencido a Augusto, o primeiro imperador romano (63 a.C. - 14 d.C.), antes de assumir esse cargo.
A casa foi descoberta ao final dos anos 70 e tem sido restaurada desde então. A entrada do público será controlada e os visitantes poderão admirar os belos afrescos acompanhados por uma equipe da superintendência, segundo explicou Bottini. Rutelli, por sua parte, qualificou o fato como "um acontecimento extraordinário, fruto de décadas de trabalho, que tem sido possível graças a fundos do Estado, mas também a outros privados, como o World Monument Found". Tornar tais construções públicas é "um grande serviço para a humanidade", enfatizou o prefeito Veltroni. O prefeito destacou que a política de reaberturas levada adiante nesses anos por Rutelli e por ele mesmo provocaram um crescimento de 35% a 40% do turismo na capital. E em breve haverá, sem dúvidas, novas surpresas, completou Veltroni, para quem Roma é como um "chapéu de grande cobertura".
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