É articulada e flexível como uma mão humana e é controlada “pelo pensamento”: trata-se do modelo mais avançado de mão robótica controlada por sinais elétricos emitidos pelo cérebro (e confirmados por um eletroencefalograma) e transmitidos à máquina por meio de uma interface que os traduz em ações. É o resultado do projeto Neuromath, realizado dentro do programa europeu Cost da Universidade de Roma La Sapienza, da Fundação Santa Lucia de Roma e da Escola Superior Santa Ana de Pisa.
“É um estudo pioneiro, que confirma a liderança mundial da Itália no setor”, afirmou a prêmio Nobel Rita Levi Montalcini, na abertura do convênio dedicado ao projeto e organizado pela Fundação Santa Lucia. “A mão nasceu para ser usada como prótese”, explicou o responsável pelo projeto, Fabio Babiloni, da universidade La Sapienza. “Atualmente trabalha-se para tornar o dispositivo cada vez mais leve e ‘invisível’: em cinco anos os cientistas visam eliminar todos os fios e estabelecer as conexões wireless entre cérebro e máquina. Em 10 anos a touca que detecta os sinais elétricos do cérebro poderá ser substituída por eletrodos minúsculos escondidos entre os cabelos. Em um futuro mais distante, estas mesmas tecnologias poderão estar nas casas para controlar, ‘com o pensamento’, eletrodomésticos, gás e luzes”.
Da Ansa It














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