Giorgio Napolitano inicia hoje as consultas com os representantes políticos do país, após as quais decidirá a convocação de eleições ou a formação de um Governo de transição, depois da renúncia nesta quinta-feira do primeiro-ministro Romano Prodi. Prodi apresentou sua renúncia a Napolitano depois que o Senado lhe negasse um voto de confiança, por 161 contra frente a 156 a favor.
Por enquanto, Napolitano não se pronunciou sobre a renúncia de Prodi e hoje começará as consultas, que normalmente duram alguns dias. Os primeiros a ir ao Palácio do Quirinale, sede da chefia do Estado, serão os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Franco Marini e Fausto Bertinotti, respectivamente, e acontecerão encontros com partidos políticos e ex-presidentes da República. As principais opções de Napolitano são a realização de eleições antecipadas ou a formação de um Governo "técnico" de transição, presidido por um independente, para realizar algumas reformas urgentes como a aprovação de uma lei eleitoral.
Por enquanto, Napolitano não se pronunciou sobre a renúncia de Prodi e hoje começará as consultas, que normalmente duram alguns dias. Os primeiros a ir ao Palácio do Quirinale, sede da chefia do Estado, serão os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Franco Marini e Fausto Bertinotti, respectivamente, e acontecerão encontros com partidos políticos e ex-presidentes da República. As principais opções de Napolitano são a realização de eleições antecipadas ou a formação de um Governo "técnico" de transição, presidido por um independente, para realizar algumas reformas urgentes como a aprovação de uma lei eleitoral.
Napolitano sempre indicou a necessidade de aprovar uma nova lei eleitoral para evitar que aconteçam os problemas que foram testemunhados nesta legislatura e, segundo a imprensa local, preferiria a formação de um Governo técnico.
Da EFE














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