terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Di Santo defende estreitamento entre Itália e Brasil


O subsecretário das Relações Exteriores da Itália, Donato Di Santo, defendeu a continuação do fortalecimento das relações entre Itália e Brasil, "qualquer que seja o próximo governo italiano". Di Santo fez essa declaração durante um encontro sobre as "linhas operativas" das relações entre os dois países, que foi organizado pelo Instituto Ítalo-Latino Americano. Estavam presentes no evento o embaixador brasileiro na Itália, Adhemar Gabriel Bahadian, o presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Simonsen Leal, a diretora da Escola Superior da Administração Pública, Valeria Termini, entre outros.

O político italiano também revelou que encontrou uma "vontade" nessa direção "não só da parte do governo que sai, mas também de um leque de forças de vários expoentes políticos do primeiro plano", além de "governadores de regiões, representantes do universo empresarial e do trabalho". O subsecretário destacou que o governo atual de fato "reconstruiu" essas relações. Ao final de um ano e meio, a intensidade dos contatos bilaterais em vários planos (culturais, sociais, econômicos) ainda não teve um correspondente no "plano político-institucional". Um exemplo disso é o Conselho Econômico para Cooperação entre Itália e Brasil, nascido há dez anos e que previa um encontro ao ano. "No final de 2006, não houve nenhuma dessas reuniões", observou. O tema da promoção das relações também foi comentada pelo embaixador Bahadian, enquanto que Simonsen assinalou o crescente papel econômico do Brasil, um dos países que compõe o BRIC, formado pelos quatro potências emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China. O presidente da FGV indicou os principais fatores que fazem do Brasil um dos nomes fortes da econômica mundial: "comércio, tecnologia, troca de idéias com outros países".

Com informações da Ansa

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