Yolanda Pulecio, mãe de Ingrid Betancourt, retida pela guerrilha colombiana das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde fevereiro de 2002, pediu hoje ao Papa Bento XVI orações por todos os seqüestrados e pelo fim da política de operações militares por parte do Governo da Colômbia. Após a tradicional audiência geral das quartas-feiras, Bento XVI ouviu Pulecio durante alguns minutos, e depois disse que sempre tem Ingrid Betancourt em suas orações. Visivelmente emocionada, a mãe da ex-candidata presidencial colombiana disse à imprensa que quase não conseguiu conter as lágrimas durante sua saudação ao Papa.
A mãe de Betancourt acrescentou que "só" conseguiu dizer a Bento XVI "que precisava das orações pela vida da filha e de todos os seqüestrados, e para que parem as operações militares que o Governo colombiano continua autorizando". Pulecio explicou as declarações realizadas ontem durante seu encontro com o prefeito de Roma, Walter Veltroni, e disse que nunca pediu uma mudança de Governo na Colômbia, mas que o presidente Uribe "mude de aptidão" e abandone as operações militares, "que só colocam em risco a vida dos seqüestrados".
Da EFE














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