
Não foi arsênico que matou Napoleão Bonaparte em 5 de maio de 1821 na ilha de Santa Helena. É esta a conclusão a quem chegaram físicos e toxicólogos da Universidade de Milão Biocca, que colaboraram com a Universidade de Pavia e com o Instituto Nacional de Física Nuclear.
Com a utilização de um minirreator nuclear, os cientistas apuraram que não existe nenhuma prova de que o imperador francês tenha sido envenenado com arsênico durante os anos de exílio na ilha de Santa Helena.
Do Il Giorno













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