O Parlamento sérvio anulou ontem a independência do Kosovo, proclamada domingo de forma unilateral pelo Legislativo de Pristina. Em uma sessão de emergência, os parlamentares sérvios ratificaram a decisão do governo - aprovada já na quinta-feira passada - de declarar "nula e ilegal" a independência da província, que, para a Sérvia, é parte inalienável de seu território.
Ainda ontem, o presidente da Sérvia, Boris Tadic, afirmou perante o Conselho de Segurança da ONU que a autoproclamada independência do Kosovo é ilegal e contraria a Carta das Nações Unidas. Ele pediu que a autonomia da província seja declarada "nula e inválida"."A Sérvia pede ao Conselho de Segurança que adote as medidas necessárias para garantir as provisões da Carta da ONU e que a resolução 1244 seja plenamente respeitada", disse Tadic perante o principal órgão de decisões das Nações Unidas. O presidente sérvio, que ressaltou que esse reconhecimento terá "conseqüências imprevisíveis", pediu ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que declare "a ilegal e unilateral secessão do Kosovo como nula e inválida".
A Sérvia decidiu retirar seu embaixador em Washington em resposta ao reconhecimento da dependência do Kosovo por parte do governo americano. A medida foi anunciada ontem pelo primeiro-ministro sérvio, Vojislav Kostunica, na abertura da sessão em que o Parlamento do país deverá ratificar a anulação da independência declarada pela província. Kostunica também disse que ordenará a retirada dos embaixadores sérvios das capitais dos demais países que reconhecerem o Kosovo como país soberano.
Ainda ontem, o presidente da Sérvia, Boris Tadic, afirmou perante o Conselho de Segurança da ONU que a autoproclamada independência do Kosovo é ilegal e contraria a Carta das Nações Unidas. Ele pediu que a autonomia da província seja declarada "nula e inválida"."A Sérvia pede ao Conselho de Segurança que adote as medidas necessárias para garantir as provisões da Carta da ONU e que a resolução 1244 seja plenamente respeitada", disse Tadic perante o principal órgão de decisões das Nações Unidas. O presidente sérvio, que ressaltou que esse reconhecimento terá "conseqüências imprevisíveis", pediu ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que declare "a ilegal e unilateral secessão do Kosovo como nula e inválida".
A Sérvia decidiu retirar seu embaixador em Washington em resposta ao reconhecimento da dependência do Kosovo por parte do governo americano. A medida foi anunciada ontem pelo primeiro-ministro sérvio, Vojislav Kostunica, na abertura da sessão em que o Parlamento do país deverá ratificar a anulação da independência declarada pela província. Kostunica também disse que ordenará a retirada dos embaixadores sérvios das capitais dos demais países que reconhecerem o Kosovo como país soberano.
Os Estados Unidos reconheceram formalmente a independência do Kosovo, proclamada no domingo. A declaração foi feita pela secretária de Estado, Condoleezza Rice ontem, que congratulou "o povo do Kosovo por essa ocasião histórica." Rice, que se encontra no Quênia, indicou que agora serão instauradas relações diplomáticas que "reafirmarão os laços especiais de amizade" entre ambos países. França, Alemanha, Reino Unido e Itália também anunciaram a intenção de reconhecer a independência do Kosovo. Os ministros das Relações Exteriores dos quatro países concederam entrevista à imprensa, em Bruxelas, ao final de uma reunião dos chefes de diplomacia da UE. Já a Rússia, a Espanha e outros países que têm interesses na região -e que sofrem pressão de grupos separatistas em seus territórios- não reconheceram a autonomia do Kosovo.
Com informações da EFE














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