"O voto das políticas se realizará em 13 e 14 de abril próximos. Sobre o dia da eleição decidiremos entre esta e a próxima semana”, afirma o ministro dos Transportes, Alessandro Bianchi . “Iremos sozinhos também ao Senado ”. Assim o líder do Partido dos Democratas (PD), Walter Veltroni, desmentiu as hipóteses de acordos técnicos para o Senado. “Fizemos uma escolha linear e os italianos precisam de posições claras. Li nos jornais várias fórmulas esquisitas, como um terceiro candidato. Entendo que todos desejem estar amparados, mas acredito que é preciso arriscar e apostar na inovação”, explicou Veltroni. Em vista das próximas eleições, o líder do PD confirma a sua decisão de renunciar à prefeitura de Roma “Espero poder fazê-lo logo após a aprovação do plano-regulador. A Itália tem o direito de ter algo novo para sair de um período de conflitos, divisões e imobilismo político. Este é o desafio que nos aguarda nos 65 dias que antecedem as eleições. É preciso virar a página e o PD o fará”. Desta forma, Veltroni abriu de fato a campanha eleitoral em uma coletiva à imprensa na sede do partido.
O chefe demissionário do governo italiano,Romano Prodi , confirmou ontem, que não se candidatará nas próximas eleições políticas. Em uma coletiva à imprensa, Prodi fez votos de que a campanha eleitoral seja “tranqüila e de tom moderado”. “Decidi que não serei candidato para permitir aquela mudança geracional. Alguém precisava dar o exemplo”, acrescentou. O premier demissionário explicou que “seja como for, serão consideradas todas as realidades locais nas quais não será possível reunir em uma única data o dia das eleições, como por exemplo, as eleições da assembléia siciliana que tem regras distintas das outras regiões”. Sobre essa aglutinação de datas, Prodi se disse favorável: “Farei todo esforço para minimizar os custos e o incômodo para os cidadãos. Quanto mais pudermos aglutinar as votações, melhor será para os cidadãos”.
Com informações da Ansa














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