Pela primeira vez o turista que chega a Roma poderá ver um monumento "desaparecido" há mais de um século: a residência do primeiro imperador, Otávio Augusto, com seus belos afrescos e estuques do século I, recém-restaurada. A abertura da casa ocorreu ontem com grande pompa e com a presença do ministro de Bens Culturais, Francesco Rutelli. A casa de Augusto se juntará a outros monumentos antigos, como o Coliseu e o Foro Romano, permanentemente abertos, aos quais o acesso será feito com um único ingresso, no valor de 6,5 a 11 euros, das 8h30 às 17h.
Durante anos a casa do imperador permaneceu fechada devido ao seu frágil estado. Construído sobre um terreno argiloso que ameaçava desabar levando consigo os belos vestígios de uma residência imperial, embora modesto segundo o gosto do monarca, o edifício contava ainda com delicados estuques e pinturas, como as do filme "Fellini-Roma". Agora, após anos de restauração, por iniciativa dos governos municipais, esse risco foi superado e o local está à disposição do público, mas com algumas determinações. Só podem entrar na casa, por exemplo, cinco pessoas por vez, com reservas feitas pelo site www.pierreci.it, entidade que controla a maior parte dos tesouros artísticos e arqueológicos de Roma.
Com informações da Ansa














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