Iso Isetta chegou a ser produzida no Brasil com o nome de Romi-Isetta (Foto: Divulgação)
A paixão da Europa pelos minicarros pode ser vista em uma exposição destes pequenos notáveis em Roma. Cerca de 40 modelos de minicarros produzidos após a Segunda Guerra Mundial compõem a exposição “Machinette – o design dos minicarros no século XX”, que estará aberta até o dia 6 de abril. São os carrinhos que fizeram sucesso no mercado europeu nos anos 1950 e 1960, ganhando destaque até no cinema, e deram origem a uma tendência hoje consagrada pelos modernos, porém ainda pequenos, Fiat Cinquecento, Smart e Mini Cooper. Com um formato parecido com um ovo, capacidade para duas pessoas e um projeto baseado na união de duas motos scooter lado a lado, os minicarros viraram a solução para o transporte pessoal na Europa após a guerra.
Ideais para circular nas ruas estreitas dos centros históricos das cidades européias, os minicarros acabaram sendo uma opção também para países de outros continentes, principalmente o Japão. “Os minicarros podem ser a solução para o trânsito e a poluição nas grandes cidades”, destaca o curador da mostra Cristiano Rosponi. “Infelizmente, as cidades não são planejadas pensando no homem, mas no carro.”
A grande estrela da exposição é uma raridade Iso Isetta de 1955. O carro foi lançado pela companhia italiana Iso SpA no Salão de Turim em 1953. Tinha capacidade para duas pessoas, com entrada pela frente do carro, e foi projetado com base na plataforma das motocicletas scooter. O Iso Isetta tinha 2,3 metros de comprimento por 1,4 metro de largura. O motor de 236 cilindradas e 9,5 cavalos de potência permitia uma velocidade máxima de 75 km/h. O tanque tinha capacidade para 13 litros de gasolina. O carro fez sucesso nos anos 50, sendo produzido também na França (Velam-Isetta), Alemanha e Inglaterra (BMW-Isetta), e também no Brasil, com o nome de Romi-Isetta, entre 1956 e 1961, com cerca de três mil unidades produzidas na fábrica de Santa Bárbara d'Oeste (SP).
Ideais para circular nas ruas estreitas dos centros históricos das cidades européias, os minicarros acabaram sendo uma opção também para países de outros continentes, principalmente o Japão. “Os minicarros podem ser a solução para o trânsito e a poluição nas grandes cidades”, destaca o curador da mostra Cristiano Rosponi. “Infelizmente, as cidades não são planejadas pensando no homem, mas no carro.”
A grande estrela da exposição é uma raridade Iso Isetta de 1955. O carro foi lançado pela companhia italiana Iso SpA no Salão de Turim em 1953. Tinha capacidade para duas pessoas, com entrada pela frente do carro, e foi projetado com base na plataforma das motocicletas scooter. O Iso Isetta tinha 2,3 metros de comprimento por 1,4 metro de largura. O motor de 236 cilindradas e 9,5 cavalos de potência permitia uma velocidade máxima de 75 km/h. O tanque tinha capacidade para 13 litros de gasolina. O carro fez sucesso nos anos 50, sendo produzido também na França (Velam-Isetta), Alemanha e Inglaterra (BMW-Isetta), e também no Brasil, com o nome de Romi-Isetta, entre 1956 e 1961, com cerca de três mil unidades produzidas na fábrica de Santa Bárbara d'Oeste (SP).
Outro destaque da exposição em Roma é o Messerchmitt Tiger foi fabricado entre 1957 e 1961 pela empresa alemã Messerchumitt tinha um estilo esportivo e um motor de 494 cilindradas, dois cilindros e 20 cavalos, capaz de alcançar 125 km/h. Tinha três metros de comprimento por 1,2 metro de largura.
Também compõem a exposição um Volugrafo de 1946 e um Volpe de 1947. O Fiat 500 é um dos destaques do estande da marca A evolução da engenharia tem permitido a produção de minicarros um pouco maiores e mais potentes, com capacidade até para quatro pessoas (bem apertadas) e motores de 500 a 700 cilindradas. O mercado mundial de minicarros renasceu nos últimos anos. O Smart ForTwo, o pequeno compacto produzido pelo grupo Mercedes Benz (Daimler AG) desde 1998, com 2,5 metros de comprimento, chega agora ao mercado norte-americano após vender 800 mil unidades em 36 países. A Fiat relançou o Cinquecento (500) em 2007 após ter interrompido a produção do minicarro em 1975, tendo vendido na época 3,6 milhões de unidade. O carro com 3,55 metros de comprimento vem conquistando espaço, tendo sido eleito o veículo do ano na Europa em 2007. O Mini Cooper, conhecido como “carro do Mr. Bean”, também faz sucesso na Europa.
Este ano, a Toyota apresentou no Salão de Genebra o carro iQ, para competir no mercado internacional. O iQ mini terá três metros de comprimento (um pouco maior que o Smart Fortwo, que tem 2,5 metros) e capacidade para três adultos e espaço para mais uma criança ou para bagagens. E o Tata Nano, da indiana Tata Motors, promete fazer barulho não tanto pelo tamanho compacto, mas pelo preço: US$ 2,5 mil dólares.
No Brasil não existe a produção nem a comecialização de minicarros.
Também compõem a exposição um Volugrafo de 1946 e um Volpe de 1947. O Fiat 500 é um dos destaques do estande da marca A evolução da engenharia tem permitido a produção de minicarros um pouco maiores e mais potentes, com capacidade até para quatro pessoas (bem apertadas) e motores de 500 a 700 cilindradas. O mercado mundial de minicarros renasceu nos últimos anos. O Smart ForTwo, o pequeno compacto produzido pelo grupo Mercedes Benz (Daimler AG) desde 1998, com 2,5 metros de comprimento, chega agora ao mercado norte-americano após vender 800 mil unidades em 36 países. A Fiat relançou o Cinquecento (500) em 2007 após ter interrompido a produção do minicarro em 1975, tendo vendido na época 3,6 milhões de unidade. O carro com 3,55 metros de comprimento vem conquistando espaço, tendo sido eleito o veículo do ano na Europa em 2007. O Mini Cooper, conhecido como “carro do Mr. Bean”, também faz sucesso na Europa.
Este ano, a Toyota apresentou no Salão de Genebra o carro iQ, para competir no mercado internacional. O iQ mini terá três metros de comprimento (um pouco maior que o Smart Fortwo, que tem 2,5 metros) e capacidade para três adultos e espaço para mais uma criança ou para bagagens. E o Tata Nano, da indiana Tata Motors, promete fazer barulho não tanto pelo tamanho compacto, mas pelo preço: US$ 2,5 mil dólares.
No Brasil não existe a produção nem a comecialização de minicarros.
Do Globo on line














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