Os italianos escolhem hoje e amanhã o próximo primeiro-ministro do país, que as sondagens indicam poder ser o magnata da comunicação social e líder da direita italiana, Silvio Berlusconi. A eventual vitória nestas eleições legislativas não garante porém que a maioria de Berlusconi consiga governar o país, já que a escolha para o Senado se assenta em regras regionais muito complicadas e que poderão bloquear o processo de decisão. Aos 71 anos, Berlusconi ambiciona chefiar o governo pela terceira vez, tendo, de acordo com as sondagens, 6 a 7 pontos de avanço do seu rival do Partido Democrata e presidente da Câmara de Roma, Walter Veltroni. Veltroni, de 52 anos, mantém a esperança numa vitória, exortando o seu eleitorado e os cerca de um terço de indecisos a "virar a página e olhar o futuro". Os dois partidos já garantiram que não farão qualquer coligação para governar, o que coloca nas mãos dos pequenos partidos a tarefa de dar a mão, caso seja necessário, ao vencedor. Até porque os italianos têm-se mostrado pouco entusiasmados com o escrutínio e muito divididos, o que faz temer uma situação de quase empate. Esta campanha eleitoral já foi considerada como uma das mais entediantes dos últimos tempos e faltou um frente-a-frente televisivo entre os dois rivais para inflamar os eleitores. Euronews













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