A Justiça Eleitoral de Roma abriu um novo processo para investigar supostas irregularidades ocorridas nas eleições dos dias 13 e 14 de abril, em relação aos votos de italianos residentes no exterior. O Escritório Central da Circunscrição Exterior apontou algumas anomalias, como a existência de cédulas eleitorais com tons de cor diferentes das oficiais, em um total de pelo menos uma centena. Também foram detectados problemas gráficos que levavam a indicações de voto a um candidato único, especialmente em cédulas da Europa e América do Sul. Com base nessas denúncias, a Justiça Eleitoral abriu um processo contra desconhecidos. A hipótese de delito está configurada no artigo 100 da lei eleitoral italiana, de 1957, que prevê de dois a cinco anos de prisão a quem "com ameaças ou com atos de violência, perturbe o regular desenvolvimento dos processos eleitorais, impeça o livre exercício do direito de voto ou de algum modo altere o resultado das votações". Apesar disso, após a contagem dos votos e a apresentação dos 12 deputados e seis senadores eleitos por italianos residentes no exterior, foi anunciado que as supostas irregularidades não influenciaram o resultado.Da Ansa













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