O governo líbio anunciou ontem ter recebido "com satisfação" as "declarações públicas de arrependimento" do ministro italiano Roberto Calderoli, e decidiu que o embate com Roma é "um caso encerrado" Essa declaração parece ter encerrado a polêmica entre Líbia e Itália, assim que o governo de Tripoli anunciou que suspendia a sua colaboração com a Itália para controlar a imigração ilegal nas costas sicilianas. Essa decisão parecia constituir uma das "graves repercussões" que teria sido desencadeada pela presença de Calderoli no governo italiano, como havia alertado na semana passada o filho do presidente líbio Muammar Kadafi, Saif El Islam. Antes dos distúrbios violentos, o dirigente da Liga Norte (partido de direita) havia aparecido em um programa televisivo usando uma camiseta com uma das famosas caricaturas dinamarquesas de Maomé. A crise com a Líbia foi a primeira dificultade enfrentada pelo governo Berlusconi, poucas horas depois de ter formalmente assumido o seu mandato, e antes de ter recebido o voto de confiança do Parlamento.
Com informações da Ansa e do La Stampa













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