
O ex-prefeito de Roma, Walter Veltroni (foto), derrotado nas últimas eleições por Silvio Berlusconi, defendeu a criação e o papel do 'shadow cabinet' (governo paralelo), lembrando que ele "existe em diversos países do mundo". "Nós não assumimos somente a honra de dizer não - explicou - mas temos o dever de fazer propostas alternativas. Por esta razão criamos o governo paralelo".
A LISTA - Eis a lista completa do governo paralelo do PD, formado por 12 homens e 9 mulheres: Piero Fassino (Exterior), Marco Minniti (Interior), Lanfranco Tenaglia (Justiça), Pier Luigi Bersani (Economia), Maria Pia Garavaglia (Instrução), Matteo Colaninno (Desenvolvimento Econômico), Enrico Letta (Bem-Estar), Roberta Pinotti (Defesa), Alfonso Andria (Políticas Agrícolas), Ermete Realacci (Ambiente), Andrea Martella (Infra-estrutura e Transportes), Vincenzo Cerami (Bens e Atividades Culturais), Giovanna Melandri (Comunicações), Sergio Chiamparino (Reformas), Mariangela Bastico (Relacionamento com as Regiões), Linda Lanzillotta (Administração Pública e Inovação), Vittoria Franco (Igualdade de Oportunidades), Beatrice Magnolfi (Desburocratização), Maria Paola Merloni (Políticas Comunitárias), Michele Ventura (Execução do Programa), Pina Picierno (Políticas Juvenis). Fazem parte do governo paralelo, também, o vice-secretário do PD, Dario Franceschini, os líderes na Câmara e no Senado, Antonello Soro e Anna Finocchiaro, Enrico Morando e Riccardo Franco Levi, que desenvolvem as funções, respectivamente, de coordenador e porta-voz.
Corriere della Sera
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