NICÓSIA (ANSA) - "A América Latina é uma grande prioridade para a Itália em termos de política exterior e o objetivo do nosso país é aumentar a cooperação entre América Latina e Europa", disse nesta terça-feira o subsecretário de Relações Exteriores italiano, Vincenzo Scotti (foto). Scotti deu esta declaração durante a mesa redonda "América Latina: para uma civilidade da paz", que se desenvolve no âmbito do encontro internacional inter-religioso organizado em Chipre pela Comunidade de Sant'Egidio.
"Estamos convencidos de que um processo progressivo de integração de sistemas econômicos e culturais entre os dois continentes e entre o continente latino-americano e a Itália é essencial para o futuro desenvolvimento do mundo", disse Scotti.
"Justamente neste momento em que a crise financeira se abate sobre as economias reais dos países, o problema do desenvolvimento do continente latino-americano é parte integrante da retomada do crescimento mundial e portanto também na Europa e na Itália", defendeu o subsecretário.
Positivo, portanto, o julgamento de Scotti sobre a eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos no que diz respeito às futuras relações entre a superpotência e a América Latina.
"Desejamos que os Estados Unidos aumentem a abertura e o diálogo multicultural. Esperamos que Obama desenvolva uma ação em direção ao envolvimento dos países sabendo, como ele mesmo repetiu muita vezes, que não há futuro senão através da integração e da cooperação", continuou.
"Desejamos, portanto, que estes dois elementos constituam um ponto de inovação na política de Washington. No fundo, os Estados Unidos passam sempre por períodos de maior abertura ou de maior fechamento e nós esperamos que este seja um momento de grande abertura", concluiu Scotti.
"Estamos convencidos de que um processo progressivo de integração de sistemas econômicos e culturais entre os dois continentes e entre o continente latino-americano e a Itália é essencial para o futuro desenvolvimento do mundo", disse Scotti.
"Justamente neste momento em que a crise financeira se abate sobre as economias reais dos países, o problema do desenvolvimento do continente latino-americano é parte integrante da retomada do crescimento mundial e portanto também na Europa e na Itália", defendeu o subsecretário.
Positivo, portanto, o julgamento de Scotti sobre a eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos no que diz respeito às futuras relações entre a superpotência e a América Latina.
"Desejamos que os Estados Unidos aumentem a abertura e o diálogo multicultural. Esperamos que Obama desenvolva uma ação em direção ao envolvimento dos países sabendo, como ele mesmo repetiu muita vezes, que não há futuro senão através da integração e da cooperação", continuou.
"Desejamos, portanto, que estes dois elementos constituam um ponto de inovação na política de Washington. No fundo, os Estados Unidos passam sempre por períodos de maior abertura ou de maior fechamento e nós esperamos que este seja um momento de grande abertura", concluiu Scotti.













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