quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Lula é recebido por prefeito de Roma

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que iniciou na segunda-feira uma visita oficial à Itália, se reuniu hoje com o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, com quem discutiu "os problemas das periferias, das favelas". Segundo informou Alemanno, após o encontro de cerca de uma hora, Lula falou sobre "os problemas das periferias, das favelas" e enfatizou a necessidade de resolvê-los. "Esse tipo de problema é comum em muitas metrópoles, mas eles, no Brasil, têm problemas muito maiores que os nossos", explicou o prefeito da capital italiana. "Lula reiterou que para eles, o ponto central é o da legalidade: sem investir fortemente na legalidade, que para o governo brasileiro é central, é impensável resolver o problema das favelas e dos assentamentos abusivos", disse. Alemanno não detalhou quais outros assuntos discutiu com o presidente, pois será emitido um comunicado oficial, a pedido da comitiva brasileira. Por esse mesmo motivo, jornalistas não tiveram acesso ao Campidoglio, sede da prefeitura de Roma. Lula, que chegou à Itália no último domingo, iniciou nessa segunda-feira uma visita oficial ao país. No primeiro dia, se reuniu com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Gianfranco Fini. Na terça-feira, participou de um seminário organizado pela Confederação Italiana dos Sindicatos dos Trabalhadores (CSIL) e foi recebido pelo premier italiano, Silvio Berlusconi. Hoje, após o encontro com Alemanno, Lula mantém encontros com setores empresariais e industriais italianos, encerrando sua visita oficial. O mandatário ainda permanece na Itália até amanhã, quando será recebido pelo papa Bento XVI, em audiência no Vaticano. O último encontro com o Pontífice ocorreu no Brasil, em maio do ano passado. Depois de ser recebido pelo Papa, Lula viaja a Washington, Estados Unidos, onde participará da cúpula de chefes de Governo e de Estado do G20, grupo formado pelos países do G7 [Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália e França], e a Rússia, com o qual formam o G8; mais Brasil, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, China, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México, África do Sul e Turquia; e União Européia como bloco de países.

Ansa

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