Roma, 21 nov (EFE) - O ministro dos Transportes italiano, Altero Matteoli, declarou ilegal a greve de transporte aéreo convocada para na terça-feira pelos sindicatos que rejeitaram a oferta da Companhia Aérea Italiana (CAI) pela Alitalia, informaram hoje fontes ministeriais em comunicado de imprensa. Esta interrupção brusca, convocada pela chamada "frente do não", AVIA, UP, SDL, ANPAC e ANPAV, foi impulsionado ainda pelos sindicatos CUB Trasporti e APM, sete organizações no total que representam trabalhadores das companhias aéreas Alitalia, Air One, Meridiana e Eurofly.A detenção brusca de terça-feira se soma à greve de zelo que alguns trabalhadores da Alitalia realizam há poucos dias e que motivou muitos cancelamentos de vôos, em protesto contra as condições da oferta da CAI para a salvação da companhia aérea aceitas pelo Governo italiano e os sindicatos majoritários."A medida se tornou necessária e urgente para evitar que ocorra um prejuízo grave e irreparável do direito de livre circulação constitucionalmente garantido", diz a nota de imprensa do Ministério de Transportes.Já a "frente do não" emitiu nesta sexta-feira um comunicado conjunto no qual pede à população afetada pelos cancelamentos de vôos da Alitalia que não culpe os trabalhadores pelos aviões aos quais não puderam subir.Que os italianos "não caiam no erro de atribuir a responsabilidade das moléstias e dos cancelamentos aos trabalhadores da Alitalia que, ao contrário do que vem sendo dito, estão lutando desde o início desta dramática causa por sua própria empresa e pela sobrevivência de suas famílias", pede a nota.As cinco centrais sindicais anunciam que continuarão lutando, apesar de a companhia ter desaparecido e da demissão dos funcionários que quiserem impedir que seus direitos sejam ignorados. sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Ministro italiano declara ilegal greve de sindicatos da Alitalia
Roma, 21 nov (EFE) - O ministro dos Transportes italiano, Altero Matteoli, declarou ilegal a greve de transporte aéreo convocada para na terça-feira pelos sindicatos que rejeitaram a oferta da Companhia Aérea Italiana (CAI) pela Alitalia, informaram hoje fontes ministeriais em comunicado de imprensa. Esta interrupção brusca, convocada pela chamada "frente do não", AVIA, UP, SDL, ANPAC e ANPAV, foi impulsionado ainda pelos sindicatos CUB Trasporti e APM, sete organizações no total que representam trabalhadores das companhias aéreas Alitalia, Air One, Meridiana e Eurofly.A detenção brusca de terça-feira se soma à greve de zelo que alguns trabalhadores da Alitalia realizam há poucos dias e que motivou muitos cancelamentos de vôos, em protesto contra as condições da oferta da CAI para a salvação da companhia aérea aceitas pelo Governo italiano e os sindicatos majoritários."A medida se tornou necessária e urgente para evitar que ocorra um prejuízo grave e irreparável do direito de livre circulação constitucionalmente garantido", diz a nota de imprensa do Ministério de Transportes.Já a "frente do não" emitiu nesta sexta-feira um comunicado conjunto no qual pede à população afetada pelos cancelamentos de vôos da Alitalia que não culpe os trabalhadores pelos aviões aos quais não puderam subir.Que os italianos "não caiam no erro de atribuir a responsabilidade das moléstias e dos cancelamentos aos trabalhadores da Alitalia que, ao contrário do que vem sendo dito, estão lutando desde o início desta dramática causa por sua própria empresa e pela sobrevivência de suas famílias", pede a nota.As cinco centrais sindicais anunciam que continuarão lutando, apesar de a companhia ter desaparecido e da demissão dos funcionários que quiserem impedir que seus direitos sejam ignorados.













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