ROMA, 24 NOV (ANSA) - O prefeito de Roma, Gianni Alemanno (foto), inaugurou hoje uma lápide que lembra as "escolas de emergência" criadas em 1938 para acolher os estudantes e docentes judeus expulsos de escolas públicas pelas leis raciais aprovadas pelo regime fascista. "Com as leis raciais, o povo italiano se dividiu em três partes: uma parte pequena, a dos justos que souberam se opor; uma parte dos pérfidos que pediam intransigência na aplicação daquelas leis; e uma parte maior, a dos vis, dos silenciosos e dos conformistas que não souberam se opor", disse.
A cerimônia também contou com a presença do presidente da República, Giorgio Napolitano.
A cerimônia também contou com a presença do presidente da República, Giorgio Napolitano.
O prefeito afirmou que "nessas escolas se reuniram docentes e alunos que reagiram com espontaneidade àquelas perseguições e discriminações, e formaram uma escola que manteve viva a comunidade judaica e a liberdade de consciência e de expressão".
"Hoje lembramos o exemplo das consciências livres que reagiram e repudiaram as imposições dos horrores, da violência e da vergonha", prosseguiu.
Para Alemanno, "esta memória será sempre viva em Roma, porque faz parte da cidade de maneira inseparável".
"Hoje lembramos o exemplo das consciências livres que reagiram e repudiaram as imposições dos horrores, da violência e da vergonha", prosseguiu.
Para Alemanno, "esta memória será sempre viva em Roma, porque faz parte da cidade de maneira inseparável".













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