Roma (1° dez, Ansa) - A Sociedade Italiana de Pediatria divulgou hoje a edição 2008 do relatório anual sobre "hábitos e estilos dos adolescentes". O relatório se baseia em uma pesquisa anual realizada com 1.200 alunos do ensino fundamental na faixa etária dos 12 aos 14 anos. Segundo o estudo, continua alto o crescimento do consumo de tabaco, álcool e drogas ilegais pelos jovens italianos. Entre 2007 e 2008, o número de jovens que admitiu ter experimentado a maconha subiu 19%, enquanto o abuso de álcool subiu 12% em relação ao ano passado. "O consumo de fumo, álcool e drogas em idade tão precoce representa uma verdadeira emergência que, para ser enfrentada, pede uma ação tempestiva e conjunta de país, escola, pediatras e instituições", afirmou Pasquale Di Pietro, presidente da Associação Italiana de Pediatria. "Ação que deve compreender a realização de campanhas institucionais, especificamente dirigidas aos adolescentes, de sensibilização e informação sobre os riscos derivados do fumo, do consumo de álcool e da ingestão de drogas", acrescentou. Além das drogas, também a internet está cada vez mais presente na vida dos jovens italianos, em especial das meninas, que se destacam como as principais usuárias da rede no país. Hoje na Itália 42,4% dos adolescentes se conecta à rede diariamente, enquanto apenas 12% dos jovens nunca usa a internet. As principais atividades que levam os adolescentes a passarem horas na frente do computador são conversar no Windows Live Messenger - ou MSN - (usado por 75,9%); e nas salas de chat (69,9%); assim como baixar músicas e vídeos (76,4%) e, sobretudo, assistir vídeos no site YouTube (76,5%). Hoje 50% dos jovens usuários italianos têm um computador no próprio quarto. "Um aspecto que evidencia como os jovens sejam mais autônomos e provavelmente pouco controlados na navegação da Internet", frisa o presidente da Associação Italiana de Pediatria. O relatório da instituição revela também que, no país, as famílias continuam tradicionais, mas os pais se tornaram pouco severos e excessivamente ausentes na vida dos filhos. Questionados em relação a para quem recorreriam se tivessem que resolver um problema, 44,7% dos jovens indicou os amigos, que superaram na pesquisa a mãe (41,9%), o pai (20%) e os professores (3,3%). segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Itália: pesquisa revela hábito de adolescentes
Roma (1° dez, Ansa) - A Sociedade Italiana de Pediatria divulgou hoje a edição 2008 do relatório anual sobre "hábitos e estilos dos adolescentes". O relatório se baseia em uma pesquisa anual realizada com 1.200 alunos do ensino fundamental na faixa etária dos 12 aos 14 anos. Segundo o estudo, continua alto o crescimento do consumo de tabaco, álcool e drogas ilegais pelos jovens italianos. Entre 2007 e 2008, o número de jovens que admitiu ter experimentado a maconha subiu 19%, enquanto o abuso de álcool subiu 12% em relação ao ano passado. "O consumo de fumo, álcool e drogas em idade tão precoce representa uma verdadeira emergência que, para ser enfrentada, pede uma ação tempestiva e conjunta de país, escola, pediatras e instituições", afirmou Pasquale Di Pietro, presidente da Associação Italiana de Pediatria. "Ação que deve compreender a realização de campanhas institucionais, especificamente dirigidas aos adolescentes, de sensibilização e informação sobre os riscos derivados do fumo, do consumo de álcool e da ingestão de drogas", acrescentou. Além das drogas, também a internet está cada vez mais presente na vida dos jovens italianos, em especial das meninas, que se destacam como as principais usuárias da rede no país. Hoje na Itália 42,4% dos adolescentes se conecta à rede diariamente, enquanto apenas 12% dos jovens nunca usa a internet. As principais atividades que levam os adolescentes a passarem horas na frente do computador são conversar no Windows Live Messenger - ou MSN - (usado por 75,9%); e nas salas de chat (69,9%); assim como baixar músicas e vídeos (76,4%) e, sobretudo, assistir vídeos no site YouTube (76,5%). Hoje 50% dos jovens usuários italianos têm um computador no próprio quarto. "Um aspecto que evidencia como os jovens sejam mais autônomos e provavelmente pouco controlados na navegação da Internet", frisa o presidente da Associação Italiana de Pediatria. O relatório da instituição revela também que, no país, as famílias continuam tradicionais, mas os pais se tornaram pouco severos e excessivamente ausentes na vida dos filhos. Questionados em relação a para quem recorreriam se tivessem que resolver um problema, 44,7% dos jovens indicou os amigos, que superaram na pesquisa a mãe (41,9%), o pai (20%) e os professores (3,3%).













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