ROMA (ANSA) - O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, disse nesta quarta-feira que o próximo encontro do G8 (grupo dos setes países mais industrializados mais a Rússia), bloco que será presidido pela Itália a partir de janeiro, "deverá ser ocasião para uma nova forma de governo global, que torne mais estrutural a relação entre os tradicionais 'oito grandes' e as potências emergentes". O chanceler disse ainda que se trata de "um modelo que deverá se alargar de modo flexível, envolvendo atores econômicos e políticos e coordenando-se com o G20 sobre temas de natureza econômico-financeiras, de modo a ter uma abrangência completa".
No que se refere aos temas políticos que serão tratados a partir de janeiro, Frattini ressaltou o terrorismo, o desarmamento nuclear, a situação no Afeganistão e no Paquistão e o continente africano.
As prioridades em nível econômico serão a reforma das regras de Bretton Woods (sistema de regulação do sistema financeiro internacional) a capacidade e segurança energética a partir do uso de fontes alternativas renováveis, o impacto das mudanças climáticas sobre a economia e a segurança alimentar, para a qual será criada "uma força tarefa global", que apoiará sua estrutura sobre Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
Frattini ressaltou que para enfrentar o tema dos recursos agrícolas planetários haverá pela primeira vez uma reunião dos ministros da Agricultura do G8.
Frattini ressaltou que para enfrentar o tema dos recursos agrícolas planetários haverá pela primeira vez uma reunião dos ministros da Agricultura do G8.
O ministro italiano reforçou ainda a vontade do governo de seu país de se coordenar de maneira estrutural com os outros países da União Européia na gestão de sua presidência do G8.
Nas próximas semanas, será definida a data para um encontro dos Ministros das Relações Exteriores europeus e dos outros países do G8, justamente pra definir a agenda comum.
Nas próximas semanas, será definida a data para um encontro dos Ministros das Relações Exteriores europeus e dos outros países do G8, justamente pra definir a agenda comum.













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