A morte da italiana Eluana Englaro, que estava em coma havia 17 anos, na última segunda-feira (9), levantou mais uma vez a antiga polêmica sobre a eutanásia -a prática de auxiliar na morte de algum paciente que está sofrendo em estado terminal.O procedimento tem forte oposição da Igreja Católica e é proibido na maioria dos países. Mas na Antiguidade, antes do surgimento do cristianismo, ajudar alguém a ter uma 'morte boa' era algo permitido e até corriqueiro.
A maioria dos médicos da Antiguidade era relutante em tratar casos ‘incuráveis’, deixando para os pacientes terminais poucas opções que não a eutanásia. Muitos filósofos da Grécia e Roma antigas consideravam o suicídio uma ‘morte boa’, como resposta apropriada e racional a diversos males.













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