sábado, 24 de outubro de 2009

Berlusconi-Sarkozy: lettera all'Ue su immigrazione. «Azioni concrete»

Berlusconi e Sarkozy (Afp)


Corriere della Sera - La solidarietà europea non può restare a livello di parole, ma deve tradursi in autentica condivisione delle responsabilità». L'invito, rivolto all'Ue e ai partner europei, è contenuto in una lettera congiunta sull'immigrazione che il presidente del Consiglio Silvio Berlusconi e il presidente francese Nicolas Sarkozy hanno inviato al premier della Svezia Fredrik Reinfeldt, presidente di turno dell'Unione europea, e al presidente della Commissione europea, José Manuel Barroso, in vista del Consiglio Europeo del 29-30 ottobre.

MISURE CONCRETE - Berlusconi e Sarkozy sottolineano che l'immigrazione irregolare, specialmente nel Mediterraneo, rappresenta «una sfida importante» per l'Europa e che il Mediterraneo «costituisce un banco di prova per la credibilità dell'azione europea». I due leader chiedono:- misure precise per il rafforzamento di Frontex (l'agenzia europea per la gestione della cooperazione operativa alle frontiere esterne)- la conclusione di un accordo con la Libia che aiuti Tripoli a controllare meglio i propri confini e a gestire in maniera più efficace gli immigrati- un'azione europea nei confronti dei Paesi di origine, transito e destinazione dei migranti per contrastare e prevenire l'immigrazione clandestina. Berlusconi e Sarkozy ribadiscono che la solidarietà europea «non può restare a livello di parole», ma deve «tradursi in autentica condivisione delle responsabilità» e si aspettano che «a partire dal prossimo Consiglio europeo vengano prese decisioni concrete».


Berlusconi e Sarkozy pedem medidas contra imigração ilegal
Ansa - O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, enviaram uma carta conjunta ao presidente do turno da União Europeia, Fredrik Reinfeldt, e ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, para pedir "ações concretas" contra a imigração ilegal. No documento, que foi escrito em vista do Conselho Europeu dos próximos dias 29 e 30, os chefes de Governo destacam que a imigração clandestina, especialmente no mar Mediterrâneo, representa "um desafio importante" para a Europa. Berlusconi e Sarkozy solicitaram medidas precisas para reforçar a atuação da Agência Europeia de Fronteiras (Frontex) e concluir um acordo com a Líbia. Este tratado serviria para ajudar as autoridades de Trípoli a controlar melhor os próprios limites geográficos e a gerir de maneira mais eficaz o fluxo de imigração irregular que afeta o país e as nações europeias. O presidente francês e o premier italiano também ressaltaram que a solidariedade europeia "não pode permanecer em palavras", mas sim, "deve se traduzir em autêntica distribuição de responsabilidades" para resolver a questão. Os dois líderes disseram esperar que "a partir do próximo Conselho Europeu sejam tomadas decisões concretas". O problema da imigração clandestina é debatido há tempos por alguns países europeus. Na Itália, foi aprovada uma lei que criminaliza os estrangeiros ilegais. O dispositivo eleva para seis meses o prazo máximo durante o qual os imigrantes clandestinos podem permanecer detidos nos centros de acolhida, proíbe seu acesso a serviços públicos e autoriza a realização de rondas de civis para auxiliar no combate à criminalidade.

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