O Museu Nacional da Emigração Italiana, que será inaugurado nesta sexta-feira (23), em Roma, a partir de 2011 deverá se tornar itinerante e, por meio dos Institutos Culturais, contará ao mundo as peculiaridades desse fenômeno. A informação é do subsecretário do ministério das Relações Exteriores, Alfredo Mantica, segundo o qual o Museu pretende reintegrar na história italiana a história da emigração, até agora considerada uma matéria de segundo plano.Conforme explicitou o subsecretário, o Museu, que funcionará junto ao complexo Vittoriano não será um espaço dedicado a uma “segunda” Itália, mas sim à italianidade, que se expressa em três grandes sessões: uma dedicada ao nascimento e desenvolvimento da emigração; outra voltada a traçar a geografia do processo e uma terceira que possibilitará um percurso interativo, onde o visitante terá acesso a filmes, documentos e outros materiais relativos à emigração.
Um dos propósitos do projeto do museu é coletar toda a produção escrita sobre a emigração e disponibiliza-la na biblioteca do Museu.
Na inauguração, deverá estar presente o presidente da República, Giorgio Napolitano, além dos ministros do Exterior, Franco Frattini, e dos Bens e Atividades Culturais, Sandro Bondi.













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