Na terça-feira, dia 27 próximo, o Senado Federal brasileiro lançará oficialmente a versão digital de sua Biblioteca.
Serão digitalizados 6.500 títulos aos quais o público nunca teve acesso, e estarão disponíveis no site da instituição na Internet. A biblioteca digital do Senado tem acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e poderá ser consultada por meio do buscador Google. Deve ser a maior do Brasil enquanto não sai o projeto da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. O trabalho de restauração já dura 5 anos e custou R$ 2 milhões até agora. Os livros são reformados aos poucos, por lotes. Já foram restaurados, até hoje, 4.500 volumes.
Livros únicos como a primeira edição da Constituição de 1824 - a primeira do Brasil , tratados, estudos das guerras e o primeiro código civil penal nunca saíram das estantes da Biblioteca do Senado.Livro com as cartas escritas em Francês por D. Pedro I ao pai D.João VI, com relatos do imperador sobre a vida política no Brasil, faz parte da coleção de obras raras da Biblioteca do Senado.
Os primeiros livros com as transformações da sociedade, do território e do folclore brasileiro também estarão disponíveis na biblioteca digital. Nas Ordenações Manuelinas, talvez os volumes mais especiais do acervo (são dois), que contêm o início do arcabouço legal do Brasil, como capitania, colônia e parte do Império, o leitor poderá viajar pelos 500 anos de História do Brasil e revisitar suas origens.
O projeto tem por objetivo contar a história do Brasil ao maior número possível de pessoas dentro e fora do país. A biblioteca será a segunda da América do Sul (junto com a Nacional do Chile) a participar do Catálogo Coletivo de Registros Bibliográficos - World Cat, o maior catálogo coletivo mundial de bibliotecas.
- É conteúdo brasileiro na Internet. Não há nada parecido com o que vamos fazer - disse a diretora da Biblioteca do Senado Federal, Simone Bastos Vieira.
Criada no Rio de Janeiro em 1826, a segunda maior biblioteca do país terá uma versão virtual bem mais generosa do que a maioria das suas semelhantes. Os interessados poderão consultar obras trancafiadas há anos, e também copiar trechos ou a totalidade dos títulos que lhe interessarem. São poucas as bibliotecas que permitem o acesso total à sua coleção. Quando o fazem, é por meio de complexos e burocráticos processos de pesquisa a material microfilmado.
O acervo da Biblioteca Digital vai crescer à medida em que os trabalhos de restauração e digitalização dos livros forem concluídos. No momento, 52 já estão disponíveis, entre eles o "Novus Orbis".
Veja em http://www2.senado.gov.br/bdsf/
Adaptação de reportagem no jornal O Globo de 24.10.09, seção Ciência/História, pág 41, sob o título "A um clique do passado"
Serão digitalizados 6.500 títulos aos quais o público nunca teve acesso, e estarão disponíveis no site da instituição na Internet. A biblioteca digital do Senado tem acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e poderá ser consultada por meio do buscador Google. Deve ser a maior do Brasil enquanto não sai o projeto da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. O trabalho de restauração já dura 5 anos e custou R$ 2 milhões até agora. Os livros são reformados aos poucos, por lotes. Já foram restaurados, até hoje, 4.500 volumes.
Livros únicos como a primeira edição da Constituição de 1824 - a primeira do Brasil , tratados, estudos das guerras e o primeiro código civil penal nunca saíram das estantes da Biblioteca do Senado.Livro com as cartas escritas em Francês por D. Pedro I ao pai D.João VI, com relatos do imperador sobre a vida política no Brasil, faz parte da coleção de obras raras da Biblioteca do Senado.
Os primeiros livros com as transformações da sociedade, do território e do folclore brasileiro também estarão disponíveis na biblioteca digital. Nas Ordenações Manuelinas, talvez os volumes mais especiais do acervo (são dois), que contêm o início do arcabouço legal do Brasil, como capitania, colônia e parte do Império, o leitor poderá viajar pelos 500 anos de História do Brasil e revisitar suas origens.
O projeto tem por objetivo contar a história do Brasil ao maior número possível de pessoas dentro e fora do país. A biblioteca será a segunda da América do Sul (junto com a Nacional do Chile) a participar do Catálogo Coletivo de Registros Bibliográficos - World Cat, o maior catálogo coletivo mundial de bibliotecas.
- É conteúdo brasileiro na Internet. Não há nada parecido com o que vamos fazer - disse a diretora da Biblioteca do Senado Federal, Simone Bastos Vieira.
Criada no Rio de Janeiro em 1826, a segunda maior biblioteca do país terá uma versão virtual bem mais generosa do que a maioria das suas semelhantes. Os interessados poderão consultar obras trancafiadas há anos, e também copiar trechos ou a totalidade dos títulos que lhe interessarem. São poucas as bibliotecas que permitem o acesso total à sua coleção. Quando o fazem, é por meio de complexos e burocráticos processos de pesquisa a material microfilmado.
O acervo da Biblioteca Digital vai crescer à medida em que os trabalhos de restauração e digitalização dos livros forem concluídos. No momento, 52 já estão disponíveis, entre eles o "Novus Orbis".
Veja em http://www2.senado.gov.br/bdsf/
Adaptação de reportagem no jornal O Globo de 24.10.09, seção Ciência/História, pág 41, sob o título "A um clique do passado"














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