O ministro da Justiça da Itália, Angelino Alfano, informou ontem(11) que a bancada governista levará ao Legislativo um projeto de reforma judiciária para o país. O anúncio foi feito pelo funcionário ao deixar uma reunião ocorrida no Palazzo Grazioli, a residência do premier Silvio Berlusconi em Roma.
O chefe de Governo voltou ao trabalho nesta segunda-feira (11) após quase um mês se recuperando da agressão que sofreu no dia 13 de dezembro, quando teve o rosto atingido por uma estatueta de ferro em Milão.
O encontro com partidários do Povo da Liberdade (PDL), sua legenda, foi justamente uma das primeiras atividades do premier após o período de repouso.
"Decidimos seguir adiante com a reforma da Justiça", disse Alfano. Segundo ele, a coalizão começará imediatamente as discussões sobre o texto da medida, para que seja levado o quanto antes à análise parlamentar.
"Este trabalho será rápido e por enquanto daremos seguimento aos projetos de lei que já estão na pauta da Câmara e do Senado", explicou.
Antes da reunião realizada em Roma, Berlusconi falou sobre a possibilidade de fazer também uma reforma tributária. "Não sei, é necessário trabalhar, mas acredito que possa ser feita neste ano. Sobretudo se houver vontade de todas as partes", comentou.
A oposição alega que, com a proposta do governo, o Estado deixaria de arrecadar € 30 bilhões por ano para beneficiar as camadas mais ricas da população.














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