O clima pode lembrar vagamente o começo do filme O código da Vinci. Mas a possibilidade de visitar a Capela Sistina e de admirar as obras dos Museus Vaticanos sem num um minuto de fila e com a tranquilidade assegurada pela reserva obrigatória e do horário noturno não deve ser jogada fora.
Todas as sextas-feiras de abril, maio, junho, julho (apenas dias 2 e 9), setembro e outubro das 19 às 23h, (última entrada às 21h30) é possível entrar na exposição dos tesouros conservados no Estado do Vaticano, reservando aqui
A entrada inteira custa 31 euros, a com desconto 25: preços aparentemente um pouco altos (para quem ganha em ela então nem se fala!), mas que (segundo o jornal Sole 24 ore) se justificariam: o primeiro olhar da visita chega no terraço da Pinacoteca, ponto de observação privilegiado pela cúpula de São Pedro. A luz das estrelas depois da espaço a das tochas no Quintal da Pigna e no Quintal Ottagono. A visita continua com as coleções de arte da Galeria dos Candelabros, a Galeria dos Mapas. Até as salas de Rafael, coração pulsante da arte renascentista. Já para os apaixonados pelas artes contemporâneas a “Carm”, a sessão das obras de arte mais recentes. O ápice da visita é a chegada na Capela Sistina. E o grande final fica com as Galerias da Biblioteca Apostólica Vaticana… A visita tradicional que leva o visitante a conhecer as obras mais importantes se soma a possibilidade de conhecer o Museu Gregoriano Egipcio.
Foto Flickr
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