Roma - Mais de 300 mil pessoas por ano escolhem atualmente a Itália para morar, em sua maioria de forma estável, segundo uma pesquisa divulgada hoje pela Rádio Vaticana.
O levantamento, "1951-2011: As migrações na Itália, entre passado e futuro", foi organizado pelo Centro de Estudos Idos por ocasião do 60º aniversário da Organização Internacional para as Migrações (OIM).
A pesquisa foi produzida em dois idiomas, italiano e inglês, para permitir sua difusão fora da Itália e fornecer a outros países a ideia do que aconteceu no país nos últimos 50 anos em termos de movimentos migratórios.
Segundo a pesquisa, houve uma mudança na direção dos fluxos e também na atividade da OIM, que inicialmente se ocupava da assistência dos emigrantes italianos. Até 1962, a entidade ajudou mais de 1 milhão de pessoas.
Se hoje milhares de pessoas vão à Itália para se mudar, na década de 50, cerca de 300 mil italianos saíam anualmente de seu país para emigrar.
Dos anos 1990 em diante, quando a Itália se tornou um país de imigração, a OIM dirigiu sua atenção para os imigrantes, que em 2011 chegaram perto dos cinco milhões. Hoje, os cidadãos italianos residentes no exterior são mais de quatro milhões, ou ao menos 15 vezes mais se considerarmos os seus descendentes.
O levantamento, "1951-2011: As migrações na Itália, entre passado e futuro", foi organizado pelo Centro de Estudos Idos por ocasião do 60º aniversário da Organização Internacional para as Migrações (OIM).
A pesquisa foi produzida em dois idiomas, italiano e inglês, para permitir sua difusão fora da Itália e fornecer a outros países a ideia do que aconteceu no país nos últimos 50 anos em termos de movimentos migratórios.
Segundo a pesquisa, houve uma mudança na direção dos fluxos e também na atividade da OIM, que inicialmente se ocupava da assistência dos emigrantes italianos. Até 1962, a entidade ajudou mais de 1 milhão de pessoas.
Se hoje milhares de pessoas vão à Itália para se mudar, na década de 50, cerca de 300 mil italianos saíam anualmente de seu país para emigrar.
Dos anos 1990 em diante, quando a Itália se tornou um país de imigração, a OIM dirigiu sua atenção para os imigrantes, que em 2011 chegaram perto dos cinco milhões. Hoje, os cidadãos italianos residentes no exterior são mais de quatro milhões, ou ao menos 15 vezes mais se considerarmos os seus descendentes.














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