segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Adultérios na hora do almoço


Pelo menos um de cada três adultérios na Itália ocorre na hora do almoço, segundo revelou uma pesquisa da revista Riza Psicossomática, realizada com mil italianos, homens e mulheres, de 20 a 60 anos. Isso ocorre entre os mais "bem de vida", que tem duas horas de almoço; os demais "se organizam como podem, no carro, aproveitando os escritórios vazios ou até em banheiros de restaurantes", informa o estudo.

A pesquisa revelou que os companheiros de trabalho são os que enchem as fantasias sexuais dos italianos: oito de cada dez desejam colocá-las em prática. Dos adúlteros, apenas um em cada dez se sente culpado. O primeiro dado significativo do estudo se refere às tentações, já que quase todos os italianos seriam vítimas delas, ainda que de forma diversa: alguns às vezes (29%), outros freqüentemente (43%), raramente (9%) e em determinados momentos (17%). As pessoas que mais induzem às tentações seriam os companheiros de trabalho (29%), desconhecidos (26%), o clássico melhor amigo (ou amiga) (18%). Segundo o estudo, um de cada dois italianos afirmou ter resistido firmemente à tentação, enquanto 36% confessou ter cedido e traído seu/sua companheiro(a) no último ano. Destes 29% aproveitou a pausa do almoço, enquanto um de cada quatro o fez durante o horário de trabalho mesmo. Outros 11% preferiram fazer quando estavam longe, viajando, seja por trabalho ou férias.

Trair o companheiro(a) ainda amedronta quase metade dos italianos (48%). Entre os motivos deste medo destacam-se as conseqüências na vida diária (28%), o sentimento de culpa (24%), o medo de começar uma nova relação (15%), o temor por ser descoberto (13%).

Adaptado do Ansa It

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