
O governo vai tomar as medidas necessárias para ajustar a economia brasileira após a decisão do Senado Federal de barrar a prorrogação da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), afirmou nesta quinta-feira (13), o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.
A intenção do Executivo era manter da cobrança até 2011 e já havia, inclusive, previsto a arrecadação de R$40 bilhões no orçamento federal do próximo ano por conta da CPMF. Entretanto, foi frustrado pela decisão do Senado Federal de impedir a vigência da CPMF nos próximos anos. Economia brasileira está sólida para ser abalada, diz secretário. Queda da CPMF não deve alterar trajetória da economia, acrescenta.
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