A inflação na Itália atingiu, em janeiro, a taxa de 2,9%, a maior desde 2001. Mas quem está colocando o pé no acelerador são os bens de consumo diários, que registram um salto de 4,8%, o mais alto desde 1997. Quem informa é o Istat (Istituto Nazionale di Statistica), que dedicou este mês especial atenção aos produtos consumidos diariamente pelos italianos. A revelação do instituto apavora e relança, em plena discussão dos contratos, as polêmicas sobre o poder aquisitivo dos salários. Os produtos com as maiores altas são o pão e cereais, o macarrão, a gasolina e o óleo diesel.
Para o presidente da UIL (Unione Italiana del Lavoro), Luigi Angeletti, "estes dados são a prova das conseqüências negativas de um especulação inaceitável que se perpetuou por muitos anos. Eis por que são urgentes, seja uma nova política contratual, seja uma política fiscal que reduza os impostos somente para os trabalhadores e os pensionistas".
Ilustração: Blog do Betir













Nenhum comentário:
Postar um comentário