MILÃO – Os filhos dos imigrantes querem cursar alguma universidade italiana e aspiram um trabalho intelectual mesmo que apresentem um rendimento escolar pior em relação ao dos companheiros italianos. Esta é a constatação de uma pesquisa desenvolvida pelo Ismu: “Semelhanças e diferenças. As novas gerações na sociedade multiétnica”.Coordenada por Guia Gilardoni e apresentada no dia 1 de dezembro em Milão, o levantamento tomou em consideração uma amostragem de 17.225 pré-adolescentes (11-14 anos), entre italianos, estrangeiros e filhos de casais mistos, da Lombardia. No ano escolar 2006-2007, a região registrou a presença de 121.520 estudantes não italianos. A conclusão da pesquisa coloca em cheque todos os percursos para a inserção de estudantes estrangeiros nas escolas do Pais.
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