Roma, 12 fev (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, afirmou que ajudará o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a reforçar tropas no Afeganistão, informa hoje a imprensa local e que ele pediu "uma mão" aos países aliados. Berlusconi citou, entre outras razões, o fato de que "nos próximos meses" estão previstas as eleições no Afeganistão, o que aumenta a necessidade de segurança. Segundo Berlusconi, em período eleitoral, todos devem estar unidos para fazer com que a votação seja "segura e democrática".De acordo com Berlusconi, Obama é uma pessoa "informada", que conhece "todos os temas da política internacional muito bem e raciocina", por isso cabe pensar que as "esperanças" postas nele podem se transformar na realidade.Quanto a seu recente desencontro com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, sobre a eutanásia de Eluana Englaro, que morreu na segunda-feira ao parar de receber alimentação e hidratação que a mantiveram viva por 17 anos em estado vegetativo, Berlusconi declarou não tê-lo atacado e de que não há "nada mais falso" que essa acusação.O Governo italiano tentou aprovar um projeto de lei para impedir a morte de Eluana depois que Napolitano se negou a assinar um decreto de Berlusconi com este objetivo. quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Berlusconi dá 'uma mão' a Obama, reforçando tropas no Afeganistão
Roma, 12 fev (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, afirmou que ajudará o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a reforçar tropas no Afeganistão, informa hoje a imprensa local e que ele pediu "uma mão" aos países aliados. Berlusconi citou, entre outras razões, o fato de que "nos próximos meses" estão previstas as eleições no Afeganistão, o que aumenta a necessidade de segurança. Segundo Berlusconi, em período eleitoral, todos devem estar unidos para fazer com que a votação seja "segura e democrática".De acordo com Berlusconi, Obama é uma pessoa "informada", que conhece "todos os temas da política internacional muito bem e raciocina", por isso cabe pensar que as "esperanças" postas nele podem se transformar na realidade.Quanto a seu recente desencontro com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, sobre a eutanásia de Eluana Englaro, que morreu na segunda-feira ao parar de receber alimentação e hidratação que a mantiveram viva por 17 anos em estado vegetativo, Berlusconi declarou não tê-lo atacado e de que não há "nada mais falso" que essa acusação.O Governo italiano tentou aprovar um projeto de lei para impedir a morte de Eluana depois que Napolitano se negou a assinar um decreto de Berlusconi com este objetivo.













Um comentário:
olá ! o se deve estar atento, e cabe a todos nós, escritores, jornalistas, artista, professores é dizer que não cabe mais uma vez acreditar que um homem muda as coisas. Sem a constante cobrança, vigília e direcionamentos coletivos, posturas coletivas tudo fica como quer podres poderes.
Não nos iludamos.
abraço!
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