segunda-feira, 24 de maio de 2010

Mina, os 70 anos de um mito


 O evento mais esperado, especialmente por estar envolvido em mistério, é o álbum de músicas inéditas, com lançamento previsto para 14 de maio na Itália.

A cinco dias do seu aniversário de 70 anos, a cantora Mina recebe os parabéns do presidente italiano Giorgio Napolitano, que em entrevista à revista Gente confessa que sempre foi fã de Mina, "uma grande cantora".

Em maio também chegarão às lojas os 14 álbuns históricos em vinil que a Sony decidiu reeditar.

Ausente dos palcos mas sempre presente no mercado, no debate cultural e até na publicidade, com a sua inconfundível voz Mina cantou recentemente o clássico Nel Blu dipinto di Blu em um comercial da Barilla, provando mais uma vez porque ainda é um fenômeno de mídia.

Requisitada por todos, de Frank Sinatra a Federico Fellini, quem mais alimenta o mito é uma produção incessante e formidável. Desde a noite de seu último show, em 23 de agosto de 1978, Mina canta, trabalha, produz, em um ritmo de dar inveja a qualquer um e com um conhecimento, domínio e uma inteligência no uso dos sistemas de comunicação.

Incansável, a cantora continua a publicar discos anualmente, de modo que tem mais de mil títulos por um total de 150 milhões de discos vendidos.

Nos seus 50 anos de carreira, Mina gravou músicas em inglês, espanhol, alemão, japonês e francês; e seu repertório é tão rico quanto variado, e inclui de Nápoles a Frank Sinatra, do pop ao rock'n'roll e à ópera.

Suas gravações estão entre as peças mais procuradas por colecionadores. Ícone também da TV, foi a estrela de alguns dos programas mais belos.

Mas principalmente ela foi e ainda é uma intérprete notável, uma das vozes mais bonitas e originais da música italiana, uma artista corajosa, ousada e moderna, tão grande como o seu mito.


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