Roma - Adeus
biquíni. As candidatas a Miss Itália 2012 vestirão maiô, nem um pouco
cavado se comparado aos atuais, com um corte semelhante ao das divas dos
anos 50.
O novo traje da beleza será branco ou preto, com um véu esvoaçante sobre um dos ombros, que será usado como base para várias soluções.
"Com este tipo de traje - disse Patrizia Mirigliani - nos referimos à beleza clássica e àquela da década de 50, dos mitos femininos, que ainda hoje lembramos e tomamos como exemplo. Para o ano que vem já penso em introduzir um tecido eco-friendly, para convidar as minhas meninas a se direcionarem para o tema ecológico".
Em linha com a maior sobriedade e dignidade da imagem feminina, tão desejada pela nova presidente da RAI, Anna Maria Tarantola, a competição, que abre a temporada da emissora RAI 1, com duas noites ao vivo no dia 9 e a final em 10 de setembro, conduzidas por Fabrizio Frizzi, também valorizará a beleza interior, inclusive na escolha das convidadas. A começar por Tara Gandhi, a neta do Mahatma que vai se encontrar em 22 de agosto em Montecatini com as 230 candidatas a Miss, na presença também de Carla Fracci.
Com a esperada chegada de Tara Gandhi, nascida em 1934, "reiteramos o conceito não só da beleza exterior, mas também da beleza interior e da espiritualidade. Para as 230 meninas provenientes de toda a Itália, o encontro será muito enriquecedor", opinou.
Miss Itália 2012 também não aprecia cirurgias estéticas, piercings e tatuagens. "Já no ano passado - diz Patrizia Mirigliani - com as 10 regras de bom comportamento, ou melhor, das sugestões para ajudar as meninas, eu defendo um discurso de respeito e coerência, que se torna cada vez mais atual, apesar da minha iniciativa há um ano ter sido considerada antiquada por aqueles que não entenderam as mudanças em curso no universo feminino. Por outro lado, Miss Itália sempre foi capaz de acompanhar os tempos e até de antecipá-los, da primeira Miss Itália negra, Denny Mendez, à abolição das medidas, admissão de concorrentes casadas e à introdução do tamanho 44".
Este ano serão 101 as finalistas, diz ainda Mirigliani, afirmando que a missão de conduzir este concurso não é fácil porque "o condutor está a serviço da valorização das moças. Nós raciocinamos sobre um conceito de naturalidade. O Miss Itália é um modelo democrático de beleza, que deve agradar a todos".
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