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Um professor de matemática para economia, seu assistente, o chefe da secretaria de um departamento, um funcionário em descanso e dois auxiliares foram postos em prisão domiciliar pelos carabinieri de Bari, em virtude da conclusão da sindicância sobre a compra e venda de provas e de monografias de graduação na faculdade de Economia da capital da Puglia. Segundo os investigadores, para passar nos exames, os alunos deveriam pagar de 500 euros (para direito do trabalho) até 2 mil euros (para economia das intermediações financeiras).
Da Gazzetta del Mezzogiorno








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