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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Arriva la 'Dichiarazione dei diritti di Internet'

La presidente della Camera Laura Boldrini

Arriva la "Dichiarazione dei diritti in Internet". Domani alla Camera il documento sarà presentato in una conferenza stampa alla quale parteciperanno la Presidente della Camera, Laura Boldrini, il professor Stefano Rodotà e altri membri della Commissione di studio, e che sarà trasmesso in diretta webtv.
La Presidenza della Camera dei deputati ha promosso la costituzione di una Commissione di studio per l'elaborazione di principi in tema di diritti e doveri relativi ad Internet un anno fa. A far parte della Commissione, che ha iniziato i suoi lavori il 28 luglio 2014, sono stati chiamati deputati attivi sui temi dell'innovazione tecnologica e dei diritti fondamentali, studiosi ed esperti, operatori del settore e rappresentanti di associazioni. Per la prima volta in Italia è stata istituita in sede parlamentare una Commissione su questi temi. L'iniziativa, che fa seguito ad alcuni incontri e seminari svolti proprio alla Camera dei deputati su questi argomenti, nasce anche in coincidenza con altre iniziative analoghe, assunte in questo ambito negli ultimi anni, con una recente accelerazione a livello internazionale.
www.ansa.it

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Irlandesa encontra 2ª 'gêmea' desconhecida nas redes sociais



Da BBC - Você acha essas duas mulheres parecidas?
Elas não são irmãs e nem são parentes, mas muitos acham que poderiam ser gêmeas.
Niamh Geaney (esquerda) e seus amigos fizeram uma aposta para saber quem conseguiria encontrar uma pessoa igualzinha a elas pelo mundo em menos tempo. O desafio foi batizado de Twin Strangers - algo como Estranhos Gêmeos ou Gêmeos Desconhecidos.
Ela já havia encontrado uma sósia na Irlanda, onde mora, e agora conheceu sua segunda "gêmea".
Luisa Guizzardi entrou em contato com o site criado por Niamh, e esta resolveu se encontrar com Luisa. Ela tomou o avião para Gênova, na Itália, onde se encontrou com familiares e amigos de Luisa.
"Queria saber tudo sobre ela antes de conhecê-la", diz no vídeo que fez desse encontro.
Ela até chorou quando um amigo de Luisa, Andrea, disse que as duas tinham a mesma "aura".
Essas não foram as únicas lágrimas: quando Niamh encontrou a mãe de Luisa, foi a última que chorou. "De longe, achei que fosse a Luisa."
Niamh disse que estava nervosa antes do encontro, mas assim que conheceu Luisa percebeu como os trejeitos e movimentos das duas - até a forma de mexer no cabelo - eram parecidos.
"Tão bom conhecer você e seu rosto", disse Niamh.
Para a sessão de fotos, as duas se maquiaram e até usaram lentes de contato para ficarem mais parecidas.
"Mas ainda acho que somos mais parecidas ao vivo do que nas fotos", disse Niamh.
"Talvez tenhamos almas parecidas, além de um rosto parecido. Como almas gêmeas", afirmou Luisa.

Primeira gêmea

Niamh, que tem 26 anos, conheceu sua primeira "gêmea", Karen Branigan, de 29 anos, em abril. As duas se encontraram na casa de Karen, em Dublin.
As fotos das duas se tornaram virais na internet.
Outros dois amigos de Niamh participam da aposta para encontrar sósias: Terence Manzanga, de 22 anos, e Harry English, de 26.
Uma votação online vai decidir quem encontrou a pessoa mais parecida - no momento, Niamh está ganhando.
Os três amigos se baseiam em uma crença de que, no mundo, há sete pessoas que poderiam ser você.
Niamh diz que ela ainda está procurando seus outros cinco "gêmeos".
Você se candidata?

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Podemos perder todos os nossos arquivos digitais?


Seria possível perdermos todos os nossos registros históricos do século 21? O matemático e engenheiro de sistemas Vint Cerf, conhecido como "um dos pais da internet", diz que é possível.
Cerf, que é o vice-presidente da empresa Google, diz estar preocupado com a ideia de perdermos todas as imagens e documentos que salvamos em computadores à medida em que hardwares e softwares se tornam obsoletos.
Em uma conferência científica em San Jose, na Califórnia, ele afirmou que o mundo pode entrar em uma "Idade das Trevas Digital" e que gerações futuras podem vir a ter poucos ou mesmo nenhum registro do século 21.
Durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço das Ciências, o engenheiro – que ajudou a definir como pacotes de dados se movem pela rede – diz que seu foco agora é resolver o problema que ameaça erradicar nossa história.
"Me preocupo muito. Já estamos passando por isso. Formatos antigos de documentos que criamos ou apresentações podem não ser legíveis pelas versões mais recentes dos softwares, porque a compatibilidade com versões anteriores não é sempre garantida", disse à BBC.
Nossa vida, nossas memórias e nossas fotos de família mais queridas existem, cada vez mais, como bits de informação – em nossos discos rígidos ou "na nuvem", mas, por causa da aceleração da revolução digital, há um risco de que elas se percam.
"O que pode acontecer ao longo do tempo é que mesmo se acumularmos arquivos enormes de conteúdo digital, pode ser que não saibamos mais o que é esse conteúdo."


'Pergaminho digital'

A solução proposta por Vint Cerf é preservar cada tipo de software e de hardware para que eles nunca se tornem obsoletos – da mesma forma que em um museu, só que em formato digital, em servidores na nuvem.
"A ideia é fazer uma espécie de raio-X do conteúdo, do programa em que ele pode ser aberto e do sistema operacional juntos, com uma descrição da máquina onde este sistema está funcionando, e preservá-lo por longos períodos de tempo. Esta foto instantânea digital irá recriar o passado no futuro", explica.
Uma empresa, é claro, terá que oferecer este serviço, mas poucas empresas duraram centenas de anos. Então como podemos garantir que tanto nossas memórias pessoais quanto a história humana sejam preservadas? Não dá para garantir nem mesmo que o Google esteja existindo no próximo milênio.
"Certamente não, mas acho divertido imaginar que estamos no ano 3000 e você ainda faça pesquisas no Google. O 'raio-X instantâneo' que estamos tentando fazer poderia ser transportado de um lugar para outro. Eu poderia enviá-lo da nuvem do Google para outra nuvem, ou colocá-lo na máquina que estou usando", diz Cerf.
"O importante aqui é a ideia de que, quando você mover esses bits de um lugar para o outro, ainda saiba como acessá-los corretamente e interpretar as partes diferentes. Tudo isso é possível se padronizarmos as descrições."
"E esta é a questão – como posso assegurar no futuro distante que os padrões ainda sejam conhecidos e que possamos interpretar esse instantâneo digital?"
O engenheiro diz que o conceito, chamado de "pergaminho digital", foi demonstrado pelo cientista da computação experimental Mahadev Satyanarayanan na Universidade Carnegie Mellon.
"Claro que há arestas a serem aparadas, mas já foi provado que o conceito geral funciona", garante.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

22 milhões de italianos não usam a internet

Roma -  Entre 2013 e 2014, pulou de 60,7% para 64% o número de famílias que possuem acesso a internet na Itália. No entanto, a pesquisa do Instituto Nacional de Estatística (Istat), divulgada nesta quinta-feira (18), afirma que quase 22 milhões de italianos nunca acessam a web. O estudo foi feito levando em conta apenas indivíduos maiores de seis anos.

    Os idosos puxam a fila daqueles que nunca tiveram acesso a internet. Mas não apenas eles que formam esse imenso grupo.


    Entre os "menos conectados" também estão crianças e jovens, público que geralmente está entre os mais conectados ao mundo virtual. Segundo o Istat, 74,8% dos italianos entre 65 e 74 anos não utilizam a rede. A taxa aumenta para 93,6% quando se trata dos italianos com mais de setenta anos. Mas a entidade também alerta para o 1, 5 milhão de crianças entre seis e 10 anos que não possuem contato com a tecnologia.


    Segundo a Istat, em comparação com outros países europeus, a Itália só fica na frente de Bulgária e Romênia, em pesquisa feita com indivíduos entre 16 e 74 anos que utilizaram a internet nos últimos três meses. (ANSA)


www.ansa rasil.com.br

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Italia quarta al mondo per volume di spam

La coppa del Mondo del volume di spam inviato la vincono gli Usa davanti a Francia e Cina, con l'Italia al quarto posto. Lo affermano i dati di SophosLabs di aprile, maggio e giugno. La classifica per lo spam pro capite inviato vede invece al top Bulgaria, Bielorussia, Svizzera e Lussemburgo, con il nostro paese decimo. ''Questi paesi non sono necessariamente i maggiori produttori - specificano gli esperti - perchè la maggior parte dello spam viene da computer ignari infetti da malware''.
Tra le 'prestazioni' che gli esperti sottolineano c'è quella della Svizzera, che per la prima volta entra nella classifica.
''Se chi legge queste righe è svizzero - scrive la compagnia sul proprio blog - farebbe meglio a dare una controllatina al proprio computer''. Anche Francia e Italia hanno fatto dei balzi in avanti in questa edizione rispetto allo scorso anno, mentre positivi sono i numeri della Bielorussia, che di solito primeggia mentre questa volta ha lasciato la prima posizione alla Bulgaria.
   

www.ansa.it

sábado, 21 de dezembro de 2013

34% dos italianos nunca usaram a Internet

Bruxelas - Na Itália, 34% dos italianos nunca usaram a Internet, revelou um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Europeu (Eurostat), que analisou o uso da web nos países da União Europeia (UE) em 2013.

    A Itália apresenta o pior índice entre as 28 nações da UE, na frente apenas de Romênia (42%), Bulgária (41%) e Grécia (36%). Em média, 21% das pessoas na UE nunca usaram a Internet, revela o estudo.

    A Itália está entre os últimos na classificação do Eurostat também no que se refere aos cidadãos que usam a Internet todos os dias. No país, 54% fazem uso deste instrumento diariamente, enquanto que a média geral na UE é de 62%. A Espanha registra o mesmo percentual italiano, que está na frente de Croácia, Chipre, Lituânia, Portugal, Polônia, Grécia, Bulgária e Romênia. A pesquisa revela que 69% das famílias italianas têm acesso à Internet e 68% à banda larga, enquanto que a média na UE é de 79% e 76%, respectivamente.

www.ansabrasil.com.br



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Sul web il regalo di Natale della British Library



Oltre un milione di immagini e foto a disposizione di tutti  su Flickr, libere da copyright e scaricabili gratis

Un’immagine della nave Resolute, abbondonata nell’Artico nel 1854 e recuperata due anni dopo da un baleniere statunitense che la restituì all’Inghilterra; per sdebitarsi, la regina Vittoria fece costruire

con il suo legno una scrivania per il presidente Usa (usata ancora oggi da Obama). Sotto il manoscritto autografo di Lewis Carroll (1864) di Alice nel paese delle meraviglie
Londra
La British Library, la seconda biblioteca più importante del mondo dopo la Library of Congress statunitense, ha messo a disposizione di tutti online oltre un milione di immagini e fotografie, raccolte in 65 mila volumi pubblicati fino al XIX secolo.  

Sono esenti da copyright, e chiunque potrà farne ciò che vuole. Ma, soprattutto, ognuno potrà contribuire a decifrarle e a spiegarle meglio, nella più grande operazione mai concepita di partecipazione collettiva alla creazione di cultura dopo l’invenzione di Wikipedia.  

Da venerdì scorso, quando le immagini sono apparse per la prima volta su Flickr, il primo sito di condivisione di fotografie, il successo è stato strabiliante: già un milione e mezzo di persone hanno sfogliato i disegni e aperto blog per commentarli, segnalando quelli più curiosi o misteriosi. Nora McGregor, curatrice del digital research team della British Library, è raggiante: «Come bibliotecaria sono i giorni più belli della mia vita. Non ci può essere di meglio, per chi desidera che la conoscenza esca da queste mura».  

La British Library è ospitata in un moderno edificio di mattoni rossi al 96 di Euston Road, a pochi passi dalla stazione di St Pacras. Custodisce 13,6 milioni di libri e oltre 150 milioni di oggetti, stampe, mappe, disegni, francobolli e manoscritti. La collezione si arricchisce di 3 milioni di libri ogni anno, cosa che richiede sugli scaffali 9,6 km quadrati di spazio in più. Un patrimonio immenso, non solo dal punto di vista culturale. Nella Sir John Ritblat Gallery sono esposte prime edizioni di Rudyard Kipling, Virginia Woolf e Charles Dickens. In luoghi meglio custoditi vi sono il Diamond Sutra dell’868, considerato il più antico libro stampato, un paio di Bibbie di Gutenberg e il manoscritto autografo di Alice nel paese delle meraviglie di Lewis Carroll, donato da un gruppo di bibliofili americani per ringraziare la Gran Bretagna del coraggio dimostrato nella guerra a Hitler.  

Alla biblioteca può accedere gratuitamente «chiunque abbia necessità di farlo», un tipico eufemismo britannico per invitare con cortesia i perditempo a restarne fuori. Si è discusso a lungo, ad esempio, se gli studenti potessero entrare a cercare informazioni che avrebbero potuto trovare nella libreria della loro università. La British Library aveva dato a volte l’impressione di privilegiare vecchi e barbuti professori, e la decisione di invitare chiunque a contribuire online alla creazione della conoscenza è apparsa una vera svolta.  

Il progetto di scannerizzare le pagine dei 65.000 volumi che raccontano tre secoli di storia e di vita quotidiana è cominciato cinque anni fa, grazie alla collaborazione di Microsoft, che si è accollata la scannerizzazione di ogni pagina. Dal prossimo anno verrà attivato un sistema di crowdsourcing che renderà più facile interagire con le immagini e postare commenti. Ci si aspetta che molti dei disegni e delle foto che non hanno una dicitura trovino finalmente una spiegazione, grazie al contributo volontario della gente comune.  

Nel milione di immagini scaricate su Flickr c’è davvero di tutto: vignette umoristiche, ritratti di principi e regine, selvaggi africani, animali e pesci esotici, battaglie, scene di vita quotidiana, avventure ed esplorazioni. Come quella della nave Resolute, protagonista di molti disegni, che venne abbandonata nel 1854 nell’Artico per essere recuperata due anni dopo da un baleniere statunitense, il quale la restituì alla regina Vittoria. In cambio, Vittoria fece costruire con il suo legno una scrivania per il presidente degli Stati Uniti, la stessa «Resolution desk» che ancora usa Barack Obama.  

Sono davvero interessanti le immagini che provengono dai luoghi più sperduti dell’impero britannico, l’Africa, l’India, la Cina, le colonie americane. Ma anche dai viaggi in Italia e nel Medio Oriente, tra le rovine meravigliose delle più antiche civiltà. Ogni cosa è descritta con la cultura disponibile nelle rispettive epoche, quindi con molte improvvisazioni e grandi pregiudizi. Come per la foto del «tipico studente americano» a torso nudo, scattata di fronte e di profilo nel 1894, del quale si sottolineano la testa reclinata, il torace piatto e le membra deperite: il prezzo che deve pagare chi passa troppo tempo sui libri.

www.lastampa.it


po tempo sui libri.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MafiaLeaks é criado para denunciar crime organizado italiano



Da AFP

Um grupo de especialistas em informática italianos inaugurou nesta terça-feira (5) a página MafiaLeaks, na qual é possível fazer denúncias contra o crime organizado, informou o jornal italiano "La Repubblica".

"Serve para denunciar as atividades da máfia de forma anônima, de maneira que aqueles que oferecem informações importantes sejam protegidos", explicou um dos fundadores.

A página está a serviço das vítimas da máfia, que sofrem extorsões, dos mafiosos que quiserem deixar a organização e colaborar com a Justiça, ou das pessoas que simplesmente queiram denunciar delitos cometidos pelo crime organizado.

Para proteger a identidade de quem envia a mensagem, os técnicos estabeleceram um trâmite complexo que lhes permite garantir o anonimato on-line.

As mensagens podem ser enviadas a determinados juízes, jornalistas, ou membros das forças de segurança.

Os nomes deles também não foram divulgados.

"Somos um grupo pequeno de técnicos. Pagamos do nosso bolso a gestão da página. Não é nosso trabalho fixo", disse um deles.

"O MafiaLeaks pode ser um instrumento eficaz para quebrar o muro de silêncio que protege a máfia", comentou o juiz antimáfia Nicola Gratteri.

Ele advertiu que é preciso manter a prudência, porque nesse ambiente reinam o desejo de vingança e as informações falsas.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Tiscali lancia 'istella' alternativa a Google

di Titti Santamato

ROMA - Si scrive istella e si pronuncia istella, non con la 'i' all'americana come iPhone o iPad. E questo proprio per sottolineare l'identita' italiana. E' il nome del nuovo motore di ricerca di Tiscali, l'azienda sarda che si mette in gioco ''creando un'alternativa a Google''.

''Non vogliamo contrastare Google, oggi muoviamo i primi passi con un servizio alternativo e complementare'', spiega Renato Soru, patron dell'azienda di tlc, sottolineando che l'algoritmo alla base di questo motore di ricerca ''e' la qualita' e il sapere condiviso'' e non la popolarita'. Istella vuole scandagliare ''il web nascosto'', aggiunge Soru, ''fatto di archivi e contenuti di inestimabile valore'' ma anche ''il sapere comune'' per conoscere e condividere la cultura italiana. Dovendosi diversificare da quello di Mountain View ma anche da altri motori di ricerca, istella punta dunque su contenuti diversi. ''Verra' dato spazio a quanti piu' archivi possibili'', come quelli - solo per citarne alcuni - dell'Istituto Treccani e del Ministero dei Beni Culturali ma anche di Blom, l'azienda leader in Italia nel settore del telerilevamento. Ma dara' pure la possibilita' agli utenti di contribuire e condividere ''i propri archivi personali'' perche' ''ogni vita e' un'enciclopedia'', sottolinea Soru citando Italo Calvino.

Con la funzione 'condividi' si potranno quindi mettere in comune immagini, video e audio che saranno poi indicizzati da istella per essere ricercati in Rete. Chi vuole puo' diventare 'follower' di altri utenti, ogni utente avra' una propria bacheca digitale che sembra ispirata al social network per foto Pinterest (settore su cui Tiscali si e' gia lanciata con Indoona). Soru spiega che ''non c'e' un controllo preventivo sui contenuti degli utenti'' ma verra' data la ''massima attenzione alle segnalazioni sulle violazioni di copyright o di altre norme'', un po' come fa ora YouTube. Inoltre, il patron di Tiscali, assicura che non verra' fatta profilazione dei dati degli utenti, uno dei motivi per cui molti big della tecnologia sono sotto la lente delle autorita' per la privacy (''non ti tracciamo e non ti cataloghiamo'').

A sottolineare l'identita' italiana, nell'homepage di istella campeggia la Torre di Pisa. Un omaggio anche ai partner tecnologici che sono, tra gli altri, l'Universita' di Pisa e il Consiglio Nazionale delle Ricerche. E, altra peculiartita', istella mette a disposizione della scienza i suoi archivi, dando vita cosi' ad una sorta di 'Open Data' per il settore. Ovviamente istella, che si spera faccia dimenticare l'altra esperienza italiana di Volunia, ha un modello di business. ''Venderemo la pubblicita' e le parole chiave, ma potremo anche stringere accordi con le pubbliche amministrazioni e con gli editori'', spiega Soru ricordando che questo e' ''un segmento che fatturera' due miliardi e mezzo l'anno e il progetto ci e' costato 15 anni di investimenti. E' quello a cui voglio piu' bene''. ''L'auspicio e' di rilanciare l'industria tecnologica in Italia e creare lavoro. Nei momenti di difficolta' abbiamo il dovere di sollevare la testa, guardare cosa sappiamo fare e tornarlo a fare con coraggio. 

Non bisogna smettere di provare a fare iniziative nostre''', conclude Soru.


www.ansa.it

sábado, 10 de novembro de 2012

Costa Concordia: remoção em tempo real na web


Isola Giglio, Grosseto -  Um site inteiramente voltado à remoção do Costa Concordia que afundou nas águas em frente à Ilha do Giglio, para acompanhar em tempo real uma das etapas mais importantes e cruciais de toda a operação: o Parbuckling, isto é, a rotação do destroço no eixo vertical, antes que volte a flutuar.

      Desde ontem (9), está visível no endereço www.theparbucklingproject.com, o novo site informativo sobre o projeto do naufrágio do Concordia.

      O site, com versões em italiano e inglês, pretende se tornar um ponto de referência informativo para todos os meios de comunicação nacionais e internacionais, mas também para os interessados em entender melhor o projeto e os aspectos técnicos da remoção. Esta é pelo menos a intenção do Consórcio de empresas Titan-Micoperi e Costa Crociere, que o criaram.

      Navegando pelo site se terá acesso a informações sobre o projeto, vídeos e fotografias, materiais multimídia disponíveis e alguns aprofundamentos temáticos, bem como os perfis das empresas envolvidas, dos parceiros do projeto e das entidades e autoridades competentes. (ANSA) 

www.italianos.it
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Oltre 40% italiani e' su facebook

Logo facebook e un iPhone

Logo facebook e un iPhone
 
ROMA - Internet raggiunge il 62,1% degli italiani (+9% in un anno), cresce del 10% l'utenza degli smartphone (li usa il 54,8% dei giovani). Emorragia di lettori per i quotidiani (-2,3%). E meno della metà degli italiani legge almeno un libro all'anno. Sono i dati principali del 10/o Rapporto Censis/Ucsi sulla comunicazione "I media siamo noi. L'inizio dell'era biomediatica". Internet è il mezzo con il massimo tasso di incremento dell'utenza tra il 2011 e il 2012 (+9%), arrivando al 62,1% degli italiani (erano il 27,8% dieci anni fa, nel 2002).

Gli iscritti a Facebook passano dal 49% dello scorso anno all'attuale 66,6% degli internauti, ovvero il 41,3% degli italiani. La televisione ha un pubblico che coincide sostanzialmente con la totalità della popolazione: il 98,3% (+0,9% rispetto al 2011). Ma si diversificano i modi di guardarla. Anche la radio resta un mezzo a larghissima diffusione di massa: l'ascolta l'83,9% della popolazione (+3,7% in un anno).

www.ansa.it

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Ministro da Integração quer combater o racismo na web


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Depois de ouvir imigrantes e hebreus, o ministro Andrea Riccardi iniciou discussões com a ministra da Justiça para encontrar medidas para combater o ódio racial disseminado por meio da internet 

Preocupado com o aumento dos fenômenos racistas e de intolerância na internet, o ministro da Integração, Andréa Riccardi, está discutindo com a ministra da Justiça, Paola Severino, medidas para “limitar a disseminação do ódio racial pela web”.“A rede não deve ser demonizada. É um instrumento imprescindível de comunicação e liberdade, mas o alarme ao ódio racial cresce de maneira exponencial, sobretudo num momento delicado como este que estamos vivendo. Depois de ter ouvido associações de imigrantes e as comunidades hebraicas, considero importante começar a discutir com a ministra Severino ações para conter o ódio racial na web”, disse.

“Temos uma série de instrumentos no país para atingir a propaganda racista feita por meio de manifestos, faixas, jornais, declarações públicas e sites registrados na Itália. Mas é complicada uma intervenção em sites e blogs com conteúdos racistas, xenófobos e antisemitas, em língua italiana e frequentemente acessados por usuários italianos, que são hóspedes de provedores com sedes no exterior, em países com uma legislação diferente”.

“Para outros crimes odiosos, como a pedopornografia, foram desenvolvidos instrumentos que permitem limitar o fenômeno, punindo também os freqüentadores não ocasionais, por meio de acordos de cooperação internacional entre as polícias de diversos países. Isso permite limitar também o acesso desses sites na Itália. Agora se trata de entender, a nível técnico e jurídico, como essa experiência possa ser transferida para atingir os semeadores de ódio e violência na web”, finalizou.


www.agoranoticias.net

terça-feira, 15 de maio de 2012

Nasce rede social de escritores It-alia-Espanha-América Latina

Madri - Uma nova rede social, o Clube de Dante, nasceu com cerca de 200 escritores inscritos como resultado de um projeto entre a Itália, a Espanha e a América Latina.

     "É uma espécie de Facebook para escritores e leitores, onde as pessoas se conhecem e encontram afinidade através dos livros, da leitura, conselhos literários e que também tem um fórum de discussão chamado 'Agora', onde há opiniões
e críticas dos escritores", disse o escritor colombiano Santiago Gamboa à ANSA.


     A iniciativa, que está no endereço eletrônico www.clubdante.net, surgiu a partir de Gamboa e do escritor italiano Bruno Arpaia, e foi apresentada na última na sexta-feira (11) em Turim (Itália).


     Trata-se de "uma primeira tentativa de um grupo de escritores de colocar uma bandeira no mundo virtual e criar uma rede social para usar em favor da cultura narrativa", comentou Gamboa.

     Entre outros escritores, integram o Clube de Dante o mexicano Jorge Volpi, o peruano Iván Thais, os argentinos Andrés Neuman e Mempo Giardinelli, a nicaraguense Gioconda Belli, o colombiano William Ospina, os italianos Sandro Veronesi, Roberto Saviano e Paolo Giordano, e os espanhóis Javier Cercas, Enrique Vila Matas e Rosa Montero

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Musei Capitoline no Google Art Project

Por Nicoletta Castagni - Roma -  Também os Musei Capitolini chegam ao Art Project, a plataforma Google totalmente dedicada ao mundo da arte. Como a Galleria degli Uffizi (de Florença), que está nesse projeto desde o início, há mais de um ano, é o segundo museu italiano (o primeiro romano) a aceitar o desafio digital na rede.

      Apresentada ontem (3) à imprensa pelo superintendente dos Bens Culturais de Roma Capital, Umberto Broccoli, e pelo assessor das Políticas Culturais Dino Gasperini, a iniciativa disponibiliza na internet parte do acervo dos museus e permite visitar virtualmente suas salas, aprofundar o conhecimento individual das obras, além de analisar a beleza e a técnica que nem ao vivo é possível fazer, como no caso da Annunciazione del Garofalo, cuja imagem em altíssima resolução (Gigapixel, ou seja, da ordem de bilhões, quando aquela das câmaras fotográficas é de poucos milhões) torna possível descobrir a textura dos tecidos das roupas ou o toque da pincelada.

     Além disso "os Museus Capitolinos não temem a comparação com ninguém, nem mesmo com o mundo digital", comentou Gasperini. "Na verdade, reiterou Broccoli, uma ferramenta como o Art Project não pode substituir nem superar a emoção de uma visita realizada pessoalmente, mas pode ter uma função de integração e estímulo. Basta pensar que uma pessoa de Auckland (Nova Zelândia) pode apreciar obras-primas como Orazi e Curiazi, o Spinario ou a Pinacoteca e, por conta disso, decide fazer uma viagem a Roma".

     "Espero que com esse serviço os Museus Capitolinos estejam entre os mais clicados na rede", acrescentou Gasperini.

     Tal como acontece com as demais instituições da plataforma Art Project, explicou Aldo Spivach, gerente de parcerias estratégicas do Google, "do museu romano pode visitar-se um primeiro repertório de obras, admirá-las de ângulos distintos, e escolher o mais interessante para montar uma coleção pessoal de obras-primas, além de assistir a vídeos (quando existirem), como uma documentação complementar".

     As obras também podem se compartilhadas nas redes sociais ou entre os apaixonados de arte, e até mesmo abrir uma reunião de vídeo, que permite comentar a pintura ou a escultura ao vivo com outras pessoas, por exemplo para preparar um exame ou aprofundar a análise crítica.

     A visão em Street View também permite se movimentar de uma sala a outra para o clássico passeio virtual de alta definição, enquanto aquela em Gigapixel por enquanto é uma exclusividade da Annunciazione del Garofalo, uma das pinturas do século XVI mais importantes da Pinacoteca, que no site do Google está ao lado de outras 45 obras-primas. Aquela selecionada pelos Uffizi é o 'Nascimento de Vênus' de Sandro Botticelli

www.italianos.it

quinta-feira, 29 de março de 2012

Perché non gettate le vecchie email? Le dieci domande per scoprirlo

Un tempo, si capiva dagli armadi. Si apriva un'anta a casa di amici, e si rischiava d'essere travolti da una slavina di dischi, musicassette, videocassette, scatole di diapositive, buste di fotografie, giornali, libri, fumetti, diari scolastici, corsi d'inglese abbandonati come vecchi amanti, dopo una breve infatuazione. Ora l'accumulo è diventato digitale: meno ingombrante fisicamente, ma forse più rischioso.

Gli americani hanno trovato un nome per questa nuova figura, che si nasconde - neppure tanto bene - dentro tutti noi: «digital hoarder», l'accumulatore digitale. Ammassa email, messaggi di testo, foto, giochi, documenti, brani musicali, video familiari e altri scaricati dal web. Di tutto questo materiale rivedrà/riascolterà, al massimo, il 20%. Non fa niente: si accontenta di sapere che c'è.
 
 
www.corriere.it

Navegador web permite conhecer os lugares de Leonardo

  "Leonardo Around" - Youtube

Roma - Um novo "browser virtual" permite percorrer a Milão de Leonardo da Vinci, ligando o nome do artista a dezenas de lugares e museus, a partir da rede de canais navegáveis até a Basílica de Santa Maria das Graças, onde se exibe sua magistral, embora deteriorada, Última Ceia.

     Trata-se de um aplicativo para iPhone e iPad realizado pelo Museu de Ciência e Tecnologia, juntamente com a Fundação IBM Itália.

    
 "Leonardo Around" pode ser baixado gratuitamente a partir da AppStore: graças a um pequeno programa, os usuários podem carregar no bolso mapas, passeios temáticos, atrações, fichas de aprofundamento e vídeos.

     A cidade se torna um museu e o museu se torna a cidade: "O aplicativo promove um jogo de interação contínuo com a cidade, aproveitando os canais digitais móveis", disse Fiorenzo Galli, diretor executivo do Museu de Ciência e Tecnologia.

     "O nome de Leonardo, símbolo da continuidade entre cultura artística e científico-tecnológica, nos acompanha desde sempre e, com este projeto, damos seguimento ao nosso trabalho de estudo, interpretação e divulgação de sua figura e sua obra", disse ele.

     O aplicativo é capaz de se adaptar à idade ou ao tempo que o usuário tem à disposição, e está disponível em inglês para navegar em vários pontos de Milão. Isso é possível "configurando a cidade como um cenário geográfico onde Leonardo realizou fisicamente boa parte de seu trabalho. Um passeio georreferenciado, enriquecido com conteúdo multimídia e insights sobre o Museu, que é o eixo de toda a história".

     Entre os locais mapeados pelo "browser" há alguns bem conhecidos como o Cenáculo e Santa Maria delle Grazie, mas também a Biblioteca Ambrosiana, o Castelo Sforzesco, a Casa degli Antellani, a Conchetta del Naviglio Pavese, a Pinacoteca de Brera e a Sacristia Bramante.

     O aplicativo também torna acessível o Código Atlântico, a maior coleção no mundo de desenhos de Leonardo, em um abraço entre cultura e tecnologia que é justamente a "marca de fábrica" do gênio da Vinci. 

www.ansa.it/www.italianos.it

terça-feira, 20 de março de 2012

Enciclopédia Trecanni dobra usuários on line

Por Mauretta Capuano -  Roma  - A Enciclopédia Treccani, a enciclopédia italiana mais famosa, mantém por enquanto sua edição em papel - ao contrário da Enciclopédia Britânica. No entanto, em apenas um ano, o número de usuários em seu site mais do que dobrou.

     "Hoje temos 60 mil acessos diários no Treccani.it, contra os 25 mil do ano passado", disse à ANSA Francesco Tato, responsável pela Treccani, nascida em 1929 e considerada o maior projeto italiano de pesquisa e difusão cultural.

     Em sua versão impressa, a enciclopédia tem 62 volumes com um total de 56 mil páginas, mas "as proporções já são favoráveis ao portal", destaca Tato.

     "Nossa intenção é manter o aceso livre para a busca básica do conhecimento na enciclopédia e oferecer aprofundamentos sobre um tema específico mediante uma taxa de aproximadamente € 1,50, o mesmo preço de um jornal. A Amazon é um pouco mais cara: US$ 3. No momento, estamos trabalhando para concluir todas as ligações, que devem estar prontas em até um ano", explicou.

     "Também dispomos de uma web-TV, uma nova revista cultural, uma rica parte dedicada à língua italiana e uma grande seção voltada à Educação, para a qual em 16 de março passado lançamos aulas individuais com tutores on-line de matemática, latim e italiano, a um custo muito convidativo", destacou.

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terça-feira, 13 de março de 2012

Artistas elegem a internet para divulgar suas obras

A internet é mais eficaz do que uma exposição para divulgar o próprio trabalho, de acordo com a pesquisa "A arte na mídia. Perfis e tendências do cenário artístico italiano", dirigida pelo professor Francesco Casetti da Universidade de Yale, da qual participaram 8 mil artistas.     Do estudo resulta que a comunicação através das novas mídias fincou raízes profundas na mentalidade dos artistas: 79% deles opinam que a divulgação de seu trabalho pela web é mais eficaz do que as tradicionais mostras em galerias.

     Outro dado interessante é que permanece sólida a tendência de pensar que "artista se nasce": de fato, a vocação artística se manifestou antes dos 18 anos em 71,4% dos entrevistados, que foi cultivada frequentando escolas de arte (45,6%) ou como autodidata (43,2%).

     No entanto, continua sendo muito difícil viver só com a renda obtida do próprio trabalho artístico: 63% se sustentam com outra profissão. Em particular, 14,2% são consultores ou freelancer; 13,8% ensinam em escolas do ensino fundamental ou médio; 13,4% são funcionários públicos; 11,6% são designer gráficos ou estilistas; 7,4% fotógrafos ou produtores de vídeo; 7,4% trabalham no setor privado e 7,2% são artesãos.

     Menos da metade consegue trabalhar em um ateliê voltado expressamente à sua arte: esse luxo está ao alcance de 42%, enquanto 52% criam suas obras em casa.

     Apesar da evolução em todos os setores de vanguarda, surpreende que as linguagens artísticas mais usadas continuam sendo a pintura (72%) e o desenho (57,4%), enquanto 20% se dedicam à escultura.

     As digressões do caminho clássico, no entanto, são bastante comuns em 48% da amostragem de artistas, que confessam usar duas ou três linguagens expressivas distintas, uma dialética que se repete entre o contemporâneo e a tradição.

     Quase todos os entrevistados expuseram pelo menos uma vez em uma mostra coletiva (93,7%), enquanto 79,1% tiveram uma exposição individual. Pouco mais de 37% procuram galerias particulares, enquanto 39,4% acreditam que a instituição do museu ainda é a mais importante para se expor.

     Paralelamente, só 7,2% consideram fundamental o papel de um leilão para avaliar corretamente uma obra, embora 39,1% acham isso útil e 19,4% acreditam ser prejudicial porque distorce uma avaliação correta. 
 
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Rocinha terá rede wi-fi da Tim Brasil

Rio de Janeiro - A Telecom Itália anunciou que estenderá sua rede de wi-fi para a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, além de investir em telefonia fixa no Brasil. O anúncio foi feito pelo CEO da Tim Brasil, Luca Luciani.          O objetivo da empresa italiana é fechar 2011 com um aumento de 12% nos lucros, um valor equivalente a R$ 16 bilhões.

     A chave para o retorno à telefonia fixa, limitada à transmissão de banda larga, é o lançamento da Tim Fiber, nascida da aquisição de AES Atimus, que concretizou uma rede urbana de fibra ótica de 5.500 km em São Paulo e Rio de Janeiro e que, sozinhas, contribuem com 27% do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

      Após se separar da Brasil Telecom em 2007 e abandonar o mercado, a Tim Brasil levará banda larga limitada para a transmissão de dados com até 100 mega no fixo nas duas cidades e potencializará os serviços móveis.

     "Com a Tim Fiber, pretendemos alcançar 1 milhão de ativações no fixo no prazo de cinco anos e a metade dos nossos clientes móveis", que atualmente são cerca de 60 milhões, disse Luciani.

     De um ponto de vista financeiro, a "Tim Fiber terá um impacto nos lucros da Tim Brasil de R$ 1 bilhão no médio prazo (2016)", acrescentou ele.

     O mercado brasileiro é fundamental para a operadora telefônica, onde é a segunda em telefonia móvel com uma cota de mercado de 26%.

Segundo Luciani, a parte da forte demanda vem das favelas, onde o governo tem realizado operações de pacificação em decorrência da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.

     A Rocinha, que será a primeira favela a ser alvo de investimentos da Tim Brasil, foi ocupada pelo Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) há poucas semanas.

     "Um novo tempo de paz começa agora e queremos mostrar essa nova realidade", disse o sargento do Bope, C. Soares, que participou das operações de pacificação na Rocinha, a maior favela da América do Sul, com seus 150 mil habitantes.

     A Tim Brasil instalou na Rocinha 25 antenas e oferecerá ligação gratuita para os serviços de utilidade pública, e ligações pagas para outros tipos de serviços com velocidade de até 54 Mbps.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Google: logo vencedor para Itália 150 anos

Um logotipo do Google dedicado às energias renováveis para celebrar a Itália do futuro, venceu o concurso 'Doodle para Google: a Itália daqui 150 anos, lançado em abril por Google Italia com o Mibac (Ministério dos Bens e Atividades Culturais), o Miur (Ministério da Educação, da Universidade e da Pesquisa), a Unidade Técnica de missão para as comemorações do 150º aniversário da Unificação do país e a RAI 150.

     O logo estará online na sexta-feira, dia 30 de setembro, e foi criado pela Escola Primária Borgo Rosselli de Porto San Giorgio, que ganhou € 25 mil em equipamentos eletrônicos fornecidos pelo patrocinador HP.

Foram 15 mil os alunos que participaram, 5 mil os trabalhos enviados, 165 mil os votos no site do concurso www.google.it/150anni em apenas três meses. Foram três vencedores de cada categoria, entre os quais o vencedor absoluto.

      Trinta finalistas foram selecionados pelo júri integrado por Jovanotti, Dario Vergassola, Giovanni Minoli, Anna Mattirolo diretora do MAXXI (o Museu de Arte do século XXI, onde hoje ocorreu a premiação) e por um representante do Ministério da Educação.

"Nós queríamos contribuir de uma forma criativa", explicou Stefano Maruzzi, country manager do Google. Para Mario Resca, diretor geral para a valorização do patrimônio cultural do Mibac, "temos uma grande responsabilidade de zelar pelo nosso patrimônio e de compartilhá-lo com as novas gerações. Este concurso foi uma grande oportunidade para os jovens estudantes e seus trabalhos serão vistos por milhões de pessoas".

     "A web é a grande nova memória da história, que se associa à criatividade dos jovens. Estamos comprometendo recursos humanos e financeiros para tentar aproximar a escola da inovação", destacou Rossella Schietroma, dirigente do Ministério da Educação